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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 880 DE 10 DE JUNHO DE 2025

  • prcarne
  • 10 de jun.
  • 12 min de leitura
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Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 5 | nº 880 | 10 de junho de 2025                              

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL

 

Boi gordo: semana começa com alta do “boi-China”

Animal com padrão-exportação vale R$ 315/@, o que significa um ágio de R$ 5/@ sobre o boi “comum” negociado em SP, apurou a Scot Consultoria. No PARANÁ: Boi: R$315,00 por arroba. Vaca: R$285,00. Novilha: R$300,00. Escalas de abate de cinco dias.

 

“Com redução nas ofertas de boiadas gordas e a melhora no escoamento de carne bovina no mercado interno e externo, a semana começou com preços mais altos para o “boi-China” e a novilha gorda negociado nas praças paulistas”, informou boletim da segunda-feira (9/6) da Scot Consultoria. O animal com padrão-exportação agora vale R$ 315/@ no mercado paulista, o que significa um ágio de R$ 5/@ sobre o boi “comum” negociado na mesma região (R$ 310/@). Por sua vez, a novilha é vendida agora por R$ 295/@ na mesma praça, enquanto a vaca gorda vale R$ 280/@. Nesta segunda-feira (9/6), das 17 praças acompanhadas pela Agrifatto, 6 registraram valorização de acordo com o levantamento de sua equipe de analistas: GO, MG, MS, PA, PR e TO. As demais regiões fecharam o dia com estabilidade. O indicador Datagro, referência para a liquidação dos contratos futuros do boi gordo na B3, encerrou a última semana cotado a R$ 311,73/@ em São Paulo, com alta de 3,24% na comparação entre as sextas-feiras. Na média semanal, o indicador Datagro fechou cotado em R$ 307,65/@, com valorização de 1,34% na comparação com o valor médio da semana anterior. Considerando a mesma base de comparação, o indicador CEPEA (praça paulista) registrou uma elevação de 1,40%, fechando a semana cotado a R$ 309,20/@. Já o indicador Agrifatto apresentou uma média semanal de R$ 309,78/@, com avanço de 1,98% em relação ao preço médio da semana anterior. O otimismo observado no mercado físico também se refletiu no mercado futuro da B3, relata a Agrifatto. Os principais contratos do boi gordo registraram avanço em suas cotações na comparação entre as sextas-feiras. O preço do bezerro também surfou a onda da alta no mercado do boi gordo e registrou aumento semanal de 0,46%, ficando cotado na média da semana em R$ 2.897,82/cabeça (indicador Cepea/MS), informa a Agrifatto. Cotações do boi gordo desta segunda-feira (9/6), conforme levantamento diário da Agrifatto: SÃO PAULO: Boi comum: R$315,00 a arroba. Boi China: R$315,00 Média: R$315,00 Vaca: R$280,00 Novilha: R$295,00 Escalas de abates de sete dias. MINAS GERAIS: Boi comum: R$290,00 a arroba. Boi China: R$300,00 Média: R$295,00 Vaca: R$275,00. Novilha: R$280,00. Escalas de abate de sete dias. MATO GROSSO DO SUL: Boi Comum: R$315,00. Boi China: R$315,00. Média: R$315,00. Vaca: R$285,00. Novilha R$300,00. Escalas de cinco dias. MATO GROSSO: Boi comum: R$305,00 a arroba. Boi China: R$315,00. Média: R$310,00. Vaca: R$280,00. Novilha: R$290,00. Escalas de abate de seis dias. TOCANTINS: Boi comum: R$285,00 a arroba. Boi China: R$295,00. Média: R$290,00. Vaca: R$260,00. Novilha: R$270,00. Escalas de abate de sete dias. PARÁ: Boi comum: R$285,00 a arroba. Boi China: R$295,00. Média: R$290,00. Vaca: R$260,00. Novilha: R$270,00. Escalas de abate de sete dias. GOIÁS: Boi comum: R$290,00 a arroba. Boi China/Europa: R$300,00. Média: R$295,00. Vaca: R$275,00. Novilha: R$280,00. Escalas de abate de cinco dias. RONDÔNIA: Boi: R$270,00 a arroba. Vaca: R$250,00. Novilha: R$255,00. Escalas de abate de dez dias. MARANHÃO: Boi: R$280,00 por arroba. Vaca: R$250,00. Novilha: R$255,00. Escalas de abate de sete dias.

Scot Consultoria/Agrifatto/Portal DBO

 

SUÍNOS

 

Volume exportado de carne suína alcança 24,9 mil toneladas na primeira semana de junho/25

Preço médio pago pelo produto teve avanço de 10,9% no comparativo anual

 

As exportações brasileiras de carne suína in natura alcançaram 24,9 mil toneladas na primeira semana de junho, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Mdic. O volume embarcado de carne suína em junho do ano anterior chegou a 93,7 mil toneladas, em 20 dias úteis. Segundo a Secex, a média diária exportada na primeira semana de junho/25 ficou em 4,9 mil toneladas, isso representa um avanço anual de 6,4%, sendo que a média diária exportada no mês de junho do ano passado ficou em 4,6 mil toneladas. O preço médio do produto também registrou alta, atingindo US$ 2.618 por tonelada. O valor representa um avanço de 10,9% frente ao preço médio de US$ 2.360 por tonelada negociado em junho de 2024. Com isso, o valor total negociado na primeira semana do mês somou US$ 65,29 milhões. A média diária de faturamento foi de US$ 13,05 milhões, um aumento de 18% em relação aos US$ 11,06 milhões de média diária observados em junho do ano anterior. O faturamento total de junho de 2024 foi de US$ 221,39 milhões.

SECEX/MDIC

 

ABPA: Exportações de carne suína crescem 13,7% em maio

Alta acumulada no ano chega a 15,4% em volumes

 

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que as exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 118,7 mil toneladas, volume 13,7% superior ao registrado no mesmo período do mesmo período do ano passado, com 104,4 mil toneladas. Em receita, houve incremento de 29,3% no comparativo mensal, com US$ 291,1 milhões em maio deste ano, contra US$ 225,2 milhões no mesmo período do ano passado. No acumulado do ano (janeiro a maio), os embarques chegaram a 584,8 mil toneladas, número 15,4% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 506,6 mil toneladas. Em receita, o saldo realizado nos cinco primeiros meses deste ano chegou a US$ 1,381 bilhão, desempenho 29,8% maior em relação ao ano anterior, com US$ 1,064 bilhão. Principal destino das exportações de carne suína do Brasil, as Filipinas importaram 28,2 mil toneladas em maio, desempenho 115% superior ao embarcado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão China, com 11,9 mil toneladas (-43%), Chile, com 10,9 mil toneladas (+21%), Singapura, com 8,3 mil toneladas (+7,1%) e Japão, com 8,2 mil toneladas (+60%). Santa Catarina segue como principal exportador de carne suína do Brasil, com 59,6 mil toneladas exportadas em maio deste ano (+8,7% em relação ao mesmo período do ano passado), seguida pelo Rio Grande do Sul, com 27,3 mil toneladas (+15,8%), Paraná, com 19,2 mil toneladas (+28,9%), Mato Grosso, com 3 mil toneladas (-10,2%) e Minas Gerais, com 2,9 mil toneladas (+25,1%).

ABPA

 

FRANGOS

 

Média diária exportada de frango recua 12% na primeira semana de junho/25

Setor aguarda fim das restrições sanitárias para retomar as exportações

 

Os embarques de carne de frango seguem registrando quedas, diante do impacto do primeiro caso de gripe aviária em granja comercial no Brasil, reportado no município de Montenegro (RS) no dia 15 de maio. Com relação ao embargo à proteína brasileira, ainda há 21 países, incluindo gigantes como China e União Europeia, que mantêm a suspensão total das exportações brasileiras. Outros 13 países, como o Reino Unido e a Arábia Saudita, restringiram as compras apenas ao Rio Grande do Sul. E um grupo menor, como Japão e Emirados Árabes, limitou o embargo somente ao município de Montenegro. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Mdic, informou que o volume exportado de carne de aves in natura chegou a 89,7 mil toneladas na primeira semana de junho/25. No ano passado, o volume exportado em junho alcançou 407.996,8 mil toneladas em 20 dias úteis. A média diária na primeira semana de junho/25 ficou em 17,9 mil toneladas, representando uma queda de 12% em relação à média diária exportada no ano anterior, que estava em 20,3 mil toneladas. Segundo o analista de mercado da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a partir do dia 18 de junho, com o fim do período de vazio sanitário, o Brasil deve retomar plenamente as exportações de carne de frango. Iglesias projeta que o país deve alcançar um recorde de exportação na atual temporada, superando 5,2 milhões de toneladas. Ele ressalta ainda que o Brasil hoje detém cerca de 40% da corrente de comércio mundial desse produto. O preço pago pelo produto na primeira semana ficou em US$ 1.791 por tonelada, o que representa uma leve alta de 0,04% em comparação com os valores praticados em junho do ano anterior, que estavam próximos de US$ 1.785 por tonelada. Apesar da queda no volume exportado, o informe da Stag Securities destacou que os preços pagos pela tonelada exportada de frango não diminuíram muito, mantendo um preço favorável em reais. No faturamento, a receita obtida na primeira semana de junho ficou em US$ 160,8 milhões, enquanto em junho do ano anterior o valor foi de US$ 728,4 milhões. Já a média diária do faturamento ficou em US$ 32,1 milhões, baixa de 11,7% em relação à média diária observada em junho do ano anterior, que ficou em US$ 36.4 milhões.

SECEX/MDIC

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Com previsão de geada, temperaturas começaram a cair na segunda-feira no Paraná

Após uma sequência de dias chuvosos que levou 11 cidades a baterem a média histórica de chuvas do mês de junho em apenas nove dias, o Paraná deve enfrentar uma nova onda de frio. As temperaturas começam a baixar na noite da segunda-feira (09) e devem ter os menores valores entre quarta e quinta-feira (11 e 12) – inclusive com previsão de geada. O tempo ficará seco até o fim de semana.

 

A temperatura mínima mais alta na manhã da segunda era em Guaraqueçaba, no Litoral: 17°C. A cidade pode registrar mínimas de 11°C ao longo da semana – uma queda de 6°C. Palmas, no Sudoeste, que amanheceu com 7,4°C na segunda-feira, com mínimas de 3°C. “Com uma massa de ar seco e frio de origem polar adentrando pelo Oeste do Estado, espera-se que a partir das cidades desta região as temperaturas entrem em declínio e, na metade Sul do Paraná, elas tenham índices menores que 10°C e entre 10°C e 14°C na metade Norte. Em municípios próximos à divisa com Santa Catarina os valores poderão ser ligeiramente abaixo dos 5°C”, explicou Júlia Munhoz, meteorologista do Simepar. A partir de quarta-feira (11) há previsão de geada. “Já na terça as temperaturas permanecem abaixo dos 10°C no amanhecer em quase todas as áreas do Estado, mas é entre quarta e quinta-feira que faz mais frio. Inclusive, aumenta o risco de formação de geadas, especialmente no Centro-Sul, entre Guarapuava, Palmas, Clevelândia, União da Vitória e em General Carneiro”, alerta Lizandro Jacobsen, meteorologista do Simepar. Também há possibilidade de geada fraca nos Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba, com temperaturas próximas aos 5°C no amanhecer. A onda de frio vai até o fim de semana e o tempo ficará seco. “Apenas no Litoral é que ainda teremos uma maior variação de nuvens, mas nas outras áreas do Paraná o predomínio será de sol. Mesmo assim, as temperaturas não conseguem alcançar valores muito elevados durante o período da tarde”, ressalta Jacobsen. “No sábado, entre as 21h e as 22h, ocorreu cerca de 35 mm acumulados no município de Cianorte e em Cruzeiro do Iguaçu. Foram cerca de 60 mm em apenas uma hora, ou seja, um acumulado de chuva extremo. Já no domingo, os maiores acumulados ocorreram em Londrina, Ventania, Antonina (com 54 mm) e na Capital, onde os acumulados entre sábado e domingo ficaram em torno de 49 mm”, explicou a meteorologista Júlia.

Simepar


CMN reduz para R$ 200 mil limite de enquadramento no Proagro

A partir do início do ano-safra 2025/2026, em 1º de julho, o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) deixará de cobrir parte dos médios produtores. O limite de enquadramento no seguro rural, que cobre eventuais inadimplências dos produtores que contraem empréstimos, cairá para R$ 200 mil por ano agrícola.

 

A decisão foi tomada em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão composto pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad; pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; e pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Até agora, os bancos tinham de oferecer o seguro do Proagro para operações de crédito de custeio agrícola de até R$ 270 mil. Em nota, o Banco Central (BC) informou que a redução do limite permitirá a concentração do programa na agricultura familiar e a abertura de espaço para ampliar o seguro rural a produtores recorrentemente afetados por eventos climáticos, sem impacto no orçamento do Proagro. O seguro das operações de crédito rural acima de R$ 200 mil, que atendem principalmente aos médios produtores, poderá ser atendido por seguradoras privadas, com subsídio do Programa de Subvenção do Prêmio do Seguro Rural (PSR), que barateia os seguros. Essa foi a segunda redução recente nos limites do Proagro. Em abril do ano passado, o CMN havia reduzido o limite de enquadramento do Proagro de R$ 335 mil para R$ 270 mil por ano agrícola. Segundo o BC, a redução do limite possibilita a ampliação das indenizações e garante o atendimento a um número maior de pequenos produtores rurais, principalmente os afetados por mudanças climáticas. A regra que proibia o seguro rural a produtores com grande reincidência de perdas foi melhorada. A concessão do seguro considerará não apenas a recorrência dos prejuízos, mas a severidade das perdas e o volume de indenizações concedido. Conforme o BC, a medida permitirá o atendimento a produtores e imóveis rurais que deixariam de ter acesso ao Proagro, sem agravar o perfil de risco do seguro rural. Em relação à indenização, as faixas de risco do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) terão menor impacto para definir do valor de indenização a partir de 1º de julho. Essas faixas são usadas para calcular o risco atuarial do Proagro, que mede a possibilidade de o programa não ser viável no longo prazo. Com a mudança, o valor da indenização por cobertura concedida sobe, segundo o BC.

Agência Brasil

 

ECONOMIA/INDICADORES

 

Dólar encerra em queda com ajuda de exterior, apesar de decepção com medidas fiscais 

Moeda americana renova menor patamar em oito meses ante o real 

 

O dólar comercial encerrou o pregão da segunda-feira em queda frente ao real, em um dia em que a moeda americana exibiu depreciação na maioria dos mercados mais líquidos acompanhados pelo Valor, com conversas entre Estados Unidos e China no radar. Pela manhã, o dólar chegou a avançar com ímpeto contra a moeda brasileira após as novas medidas anunciadas pelo governo para substituir a alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). As iniciativas do governo pressionaram os mercados locais, mas, com o Congresso não indicando apoio às propostas, houve uma reversão no movimento. Operadores, porém, dizem que o câmbio poderia ter apreciado ainda mais caso não houvesse ruídos locais. Encerradas as negociações, o dólar à vista registrou desvalorização de 0,14%, cotado a R$ 5,5619, no menor patamar desde 10 de outubro de 2024, quando fechou a R$ 5,5322. No dia, a moeda americana bateu a mínima de R$ 5,5522 e encostou na máxima de R$ 5,5988. Já o euro comercial teve alta de 0,10%, a R$ 6,3534. Perto das 17h20, o dólar ainda recuava 0,37% ante o peso mexicano, 0,26% ante o rand sul-africano e 0,43% contra o won sul-coreano.

Valor Econômico

 

Ibovespa fecha em queda pressionado por medidas alternativas ao IOF 

A diminuição das perdas registradas por bancos e pelas ações da Petrobras limitou um recuo maior 

 

Após iniciar a manhã sob forte pressão com as repercussões iniciais das medidas alternativas anunciadas pelo governo ao aumento do IOF, o Ibovespa reduziu a queda ao longo da tarde e fechou com recuo de 0,30%, aos 135.699 pontos, distante da mínima de 134.119 pontos. A diminuição das perdas registradas por bancos e pelas ações da Petrobras limitou um recuo maior. Na máxima, o índice chegou a alcançar os 136.106 pontos. Segundo participantes, dúvidas em torno do percentual de aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos, além do rebaixamento das ações da Petrobras por analistas do Santander e do Bank of America (BofA) pesaram sobre os papéis durante a sessão. A possível unificação da alíquota do Imposto de Renda (IR) sobre aplicações financeiras em 17,5%, incluindo ganhos com a renda variável, também afetou negativamente o Ibovespa na sessão. Entre as instituições financeiras, a maior queda ficou para as ordinárias do Bradesco, que recuaram 0,75%. Já as ações PN da Petrobras fecharam em queda de 1,55% e as ON cederam 1,05%. Por outro lado, os papéis da Vale avançaram 0,59%. O volume financeiro do índice foi de R$ 14,7 bilhões e chegou a R$ 19,7 bilhões na B3. Já em Wall Street, os principais índices fecharam mistos: o Nasdaq subiu 0,31%; o S&P 500 avançou 0,09%; e o Dow Jones fechou no zero a zero.

Valor Econômico

 

Mercado reduz projeção para inflação e sobe para crescimento em 2025, mostra Focus

Analistas consultados pelo Banco Central reduziram a projeção para a inflação brasileira neste ano pela segunda semana seguida, mantendo a previsão para a alta dos preços em 2026, enquanto subiram a expectativa em relação ao crescimento da economia em 2025, de acordo com a pesquisa Focus divulgada na segunda-feira.

 

O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, mostrou que a expectativa para a inflação, medida pelo IPCA, é de 5,44% ao fim deste ano, abaixo da previsão de 5,46 na pesquisa anterior. Para 2026, a projeção para a alta dos preços no país foi mantida em 4,50%. O centro da meta perseguida pelo BC é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda a previsão de que o Produto Interno Brasileiro (PIB) suba 2,18% neste ano, acima da projeção de crescimento de 2,13% semana anterior. Para 2026, a expectativa para a expansão econômica subiu ligeiramente para 1,81%, de 1,80% anteriormente. Sobre a política monetária do Banco Central, houve manutenção na expectativa para a taxa básica de juros neste ano e no próximo. A mediana das projeções para a Selic ao final de 2025 é de 14,75%, enquanto para o término de 2026 a previsão é de que a taxa atinja 12,50%, no que foi a 19ª semana consecutiva de manutenção desse patamar. No momento, a Selic se encontra em 14,75% ao ano. No Focus desta segunda, houve ainda manutenção na expectativa para o preço do dólar no final de 2025, a R$5,80, e leve redução na projeção para 2026, a R$5,89, ante R$5,90 há uma semana. A divisa norte-americana acumula queda ante o real de 9,8% neste ano, em movimento puxado por um processo de correção de preço, após sua disparada no fim do ano passado, e maior incerteza em relação aos planos tarifários dos Estados Unidos.

Reuters

 

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