top of page
Buscar

CLIPPING DO SINDICARNE Nº 839 DE 09 DE ABRIL DE 2025

  • prcarne
  • 9 de abr.
  • 18 min de leitura

ree

Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 5 | nº 839 | 09 de janeiro de 2025

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


Preços do boi “comum” e “boi-China” sobem R$ 2@ em SP, para R$ 322/@ e R$ 325/@

Pelos dados da Agrifatto, na terça-feira (8), o preço dos lotes de machos terminados em São Paulo alcançou R$ 330/@ – sem ágio para o “boi-China”. No Paraná o boi vale R$320,00 por arroba. Vaca a R$290,00. Novilha a R$300,00. Escalas de abate de cinco dias.

 

Na terça-feira (8/4), os preços do boi gordo “comum” e do animal com padrão-exportação (“boi-China”) subiram R$ 2/@ na praça paulista, fechando o dia valendo R$ 322/@ e R$ 325/@, respectivamente, apurou a Scot Consultoria. As cotações das fêmeas permaneceram estáveis na mesma região, em R$ 288/@ (vaca gorda) e R$ 305/@ (novilha gorda), acrescentou a Scot. Entre os frigoríficos de São Paulo, as escalas de abate estão, em média, para seis dias, segundo levantamento da consultoria. Pelos dados da Agrifatto, na terça-feira, o preço dos lotes de machos terminados em São Paulo alcançou R$ 330/@ – sem ágio para o “boi-China”.

Nove das 17 praças monitoradas pela Agrifatto registraram valorização na arroba: SP, AL, BA, ES, GO, MG, MT, RJ e RO. As demais regiões conservaram suas cotações estáveis: AC, MA, MS, PA, PR, RS, SC e TO. No mercado atacadista, impulsionado pelo pagamento dos salários de março/25, houve um aumento nos preços de todas as carnes, tanto com ossos quanto desossadas, informou a Agrifatto. Na avaliação dos analistas da consultoria, o movimento de alta nos preços domésticos do boi gordo é sustentado, em grande parte, pelo bom desempenho das exportações brasileiras de carne bovina in natura. Em março/25, os embarques seguiram em ritmo acelerado, totalizando 215 mil toneladas. “Com o mercado chinês pagando cerca de US$ 6.000 pela tonelada do dianteiro desossado brasileiro e o câmbio próximo de R$ 6, o mercado de exportação perdeu o freio”, destacou a Agrifatto, acrescentando “que a arroba do boi gordo tem registrado altas persistentes, tanto no mercado físico quanto no futuro, tendência que pode perdurar em médio prazo”. Na segunda-feira (7/4), todos os contratos futuros do boi gordo registraram aumento no fechamento da B3. O destaque ficou para o contrato de maio/25, que encerrou o pregão cotado a R$ 326,66/@, um avanço de 1,21% em relação ao dia anterior. cotações do boi gordo da terça-feira (8/4), conforme levantamento diário da Agrifatto:  São Paulo — O “boi comum” vale R$330,00 a arroba. O “boi China”, R$330,00. Média de R$330,00. Vaca a R$295,00. Novilha a R$305,00. Escalas de abates de sete dias; Minas Gerais — O “boi comum” vale R$320,00 a arroba. O “boi China”, R$320,00. Média de R$320,00. Vaca a R$290,00. Novilha a R$300,00. Escalas de abate de cinco dias; Mato Grosso do Sul — O “boi comum” vale R$320,00 a arroba. O “boi China”, R$320,00. Média de R$320,00. Vaca a R$290,00. Novilha R$300,00. Escalas de cinco dias; Mato Grosso — O “boi comum” vale R$320,00 a arroba. O “boi China”, R$320,00. Média de R$320,00. Vaca a R$290,00. Novilha a R$300,00. Escalas de abate de cinco dias; Tocantins — O “boi comum” vale R$295,00 a arroba. O “boi China”, R$305,00. Média de R$300,00. Vaca a R$265,00. Novilha a R$275,00. Escalas de abate de seis dias; Pará — O “boi comum” vale R$295,00 a arroba. O “boi China”, R$305,00. Média de R$300,00. Vaca a R$265,00. Novilha a R$275,00. Escalas de abate de cinco dias; Goiás — O “boi comum” vale R$320,00 a arroba. O “boi China/Europa”, R$320,00. Média de R$320,00. Vaca a R$290,00. Novilha a R$300,00. Escalas de abate de cinco dias; Rondônia — O boi vale R$280,00 a arroba. Vaca a R$260,00. Novilha a R$265,00. Escalas de abate de oito dias; Maranhão — O boi vale R$285,00 por arroba. Vaca a R$260,00. Novilha a R$265,00. Escalas de abate de seis dias.

Scot Consultoria/Agrifatto/Portal DBO

 

Carne bovina: Abertura de mercado no Marrocos

Com esse anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 346 novas oportunidades de negócios desde o início de 2023

 

O governo brasileiro informa que as autoridades sanitárias do Marrocos aprovaram proposta de Certificado Sanitário Internacional que atualiza os requisitos para a exportação de carne bovina e autoriza a entrada de miúdos bovinos brasileiros naquele país. Com uma população superior a 37 milhões de habitantes, o Marrocos representa um mercado promissor para o agronegócio brasileiro. Em 2023, o Marrocos importou mais de US$ 43 milhões em produtos cárneos e o Brasil foi o seu segundo maior fornecedor. Em 2024, o Brasil exportou para o país cerca de US$ 1,36 bilhão em produtos agrícolas, com destaque para complexo sucroalcooleiro, cereais, farinhas e preparações, animais vivos e café. Além de refletir confiança no sistema de controle sanitário brasileiro, a conclusão dessa negociação oferece aos produtores brasileiros oportunidades futuras para ampliação de parcerias comerciais. Com esse anúncio, o agronegócio brasileiro alcança sua 46ª abertura de mercado em 2025, totalizando 346 novas oportunidades de negócios desde o início de 2023. Esses resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

MAPA

 

SUÍNOS

 

Preços do suíno vivo subiram nas principais praças na terça-feira

A terça-feira (8) terminou com cotações em movimento positivo para o mercado de suínos, especialmente para os preços do animal vivo

 

Segundo dados da Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 155,00, enquanto a carcaça especial aumentou 2,50%, fechando em R$ 12,30/kg, em média. Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à segunda-feira (7), houve aumento de 2,11% em Minas Gerais, chegando a R$ 8,24/kg, elevação de 2,35% no Paraná, alcançando R$ 7,85/kg, incremento de 0,64% no Rio Grande do Sul, custando R$ 7,87/kg, avanço de 1,58% em Santa Catarina, valendo R$ 7,72/kg, e de 0,49% em São Paulo, fechando em R$ 8,20/kg.

Cepea/Esalq

 

FRANGOS

 

Preços se sustentaram no mercado do frango na terça-feira

A terça-feira (8) seguiu a toada do dia anterior para o mercado do frango, com as cotações se mantendo na estabilidade

 

 De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo permaneceu estável, custando, em média, R$ 6,50/kg, enquanto a ave no atacado subiu 1,49%, custando, em média, R$ 8,15/kg. Na cotação do animal vivo, o preço ficou estável em Santa Catarina, custando R$ 4,69/kg, assim como no Paraná, valendo R$ 4,98/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à segunda-feira (7), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram com preços estáveis, custando, respectivamente, R$ 8,61/kg e R$ 8,66/kg.

Cepea/Esalq

 

INTERNACIONAL

 

Forte demanda eleva preços internacionais da carne bovina

Cotação média da proteína embarcada em jan-fev/25 pelos grandes fornecedores mundiais atingiu US$ 6.200/t, alta de 8% sobre o valor de igual período de 2024

 

O preço FOB (preço da mercadoria no momento em que ela desembarca no porto, sem considerar os custos de frete e seguro) da carne bovina brasileira exportada subiu 9% em março/25 em relação ao mesmo período do ano anterior, mas o produto mais comum no comércio entre Brasil com a China, o dianteiro, está sendo negociado atualmente em torno de US$ 5.500 a tonelada, em comparação com cerca de US$ 4.100 em meados do ano passado – um avanço de quase 35%. Os dados acima foram publicados pelo jornal argentino Clarin, que destacou o avanço atual nos preços internacionais da carne bovina, não só do produto brasileiro, mas também da proteína embarcada por outros países concorrentes, como Argentina e Uruguai, os vizinhos na América do Sul que também são importantes fornecedores da commodity. Segundo a reportagem, o valor médio da carne bovina desossada importada pela China no período de janeiro-fevereiro/25 ficou 11% acima da cotação média obtida nos dois primeiros meses do ano passado. A carne bovina que embarca pelo Uruguai recebeu um valor médio de US$ 4.700 por tonelada em fevereiro/25 (preço FOB), em comparação com US$ 4.197 há um ano – um acréscimo de 12%. Por sua vez, a carne bovina exportada pela Argentina atingiu preço médio de US$ 3.957/tonelada no segundo mês de 2025, um valor 38% maior do que no mesmo mês de 2024. No caso argentino, diz o Clarín, o efeito do aumento dos preços reflete por um mix diferente de produtos exportados, com menor participação dos embarques para a China, mercado que paga preços baixos. Pelos cálculos do jornal argentino, o valor FOB médio ponderado de uma tonelada de carne bovina exportada pela Argentina, Brasil, Uruguai, Paraguai, Austrália e EUA ficou em torno de US$ 6.200 nos dois primeiros meses de 2025, um aumento de 8% em relação ao valor médio obtido em igual período de 2024. O Clarín lembra que mercado internacional de carne bovina começou o ano em meio a uma grande incerteza devido à guerra tarifária iniciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, mas com uma demanda muito sustentada, e uma tendência claramente ascendente nos preços da carne bovina. A demanda dos EUA segue muito firme, enquanto há uma desaceleração das compras chinesas, que no período de dois primeiros meses de 2025 totalizam 470 mil toneladas, 6% abaixo do resultado obtido em igual período do ano anterior.

Essa diminuição nas importações da China, diz o Clarin, é mais do que compensada pela maior demanda da Turquia, Argélia, Rússia, México, União Europeia, Indonésia, Filipinas, Vietnã, Malásia, Israel, Líbia, Emirados Árabes e Arábia Saudita. No lado da oferta, deve-se notar que o Brasil e a Austrália começaram o ano com embarques recordes. Nas últimas duas semanas, há uma clara predisposição dos chineses para melhorar os valores (US$ 100-300 por tonelada) pagos pela carne bovina importada, observa o texto. Também há uma menor concentração de remessas de carne bovina oriunda de países da América do Sul e da Austrália no mercado chinês, que também sofrem hoje a competição de muitos outros fornecedores pelo tipo de carne magra que o gigante asiático exige.

Portal DBO

 

EMPRESAS

 

Impacto das tarifas de TRUMP pode ser positivo para a MARFRIG

Segundo Marcos Molina, fundador e presidente do conselho do grupo Marfrig, o impacto das tarifas dos EUA para o frigorífico deve ser neutro ou positivo

 

"O Brasil praticamente só exporta bovino de antigo para os Estados Unidos, frango e suíno não. Então, o grande parceiro comercial do Brasil é a China, e lá pode abrir mais oportunidade", disse Molina, no evento do Bradesco BBI. Porém, segundo o executivo, pode haver pressão no custo produtivo, já que a China tarifou o grão americano, o que pode trazer uma pressão de compra dos grãos da América do Sul, aumentando a demanda pelo grão e, consequentemente, o preço da ração para os animais. "É cedo para calcular os impactos porque, pode ser que com isso, o produtor americano seja afetado e o governo lhe dê subsídio. Mas, no geral, é de neutro para positivo. Esperava uma tarifa maior", afirmou o empresário.

Folha de SP

 

GOVERNO

 

Valor Bruto da Produção agropecuária deve crescer 10% e atingir R$ 1,421 tri em 2025

Valor atenta para o faturamento bruto dos estabelecimentos rurais, considerando a produção e a média de preços recebidos pelos produtores

 

Apesar dos desafios econômicos e climáticos, o Valor Bruto da Produção agropecuária deve crescer 10,1% neste ano ante 2024, alcançando R$ 1,421 trilhão, estima o Ministério da Agricultura. No mês anterior, o ministério previa VBP de R$ 1,414 trilhão. Para 2024, o ministério também revisou sua projeção de R$ 1,274 trilhão para R$ 1,291 trilhão, aumento de 0,5% ante o ano anterior. As projeções constam de boletim mensal da Secretaria de Política Agrícola do Ministério. O VBP é o faturamento bruto dos estabelecimentos rurais, considerando a produção agrícola e pecuária e a média de preços recebidos pelos produtores rurais de todo o País. Do total previsto para 2025, R$ 943,397 bilhões devem vir das lavouras, equivalente a 66% do total e incremento estimado de 9,6% ante 2024. Outros R$ 477,749 bilhões estão relacionados à produção pecuária, correspondente a 34% do total e alta de 11,1% contra o ano passado. Em 2024, conforme projeções do ministério, o VBP agrícola recuou 3,2% e o da pecuária cresceu 8,4%. Na agricultura, o maior crescimento de VBP, de 43,2%, é projetado para as lavouras de café, somando R$ 123,287 bilhões neste ano. As previsões apontam para crescimento expressivo, de 24,6%, também do VBP do cacau, para R$ 14,075 bilhões. Entre as principais culturas com participação no VBP, as lavouras de soja devem apresentar faturamento bruto 9,1% maior, para R$ 332,034 bilhões, enquanto o VBP do milho é estimado em R$ 148,818 bilhões, incremento anual de 16,4%. O faturamento das lavouras de cana-de-açúcar, por sua vez, deve subir 3,9%, estima o ministério, para R$ 127,546 bilhões, enquanto o faturamento bruto das lavouras de laranja deve subir 12,8%, para R$ 32,580 bilhões. O VBP das lavouras de algodão é estimado em R$ 34,952 bilhões, alta anual de 0,6%. Já o VBP das lavouras de arroz e trigo deve recuar, respectivamente, 8,7% e 7,5%. O faturamento bruto da produção de arroz deste ano é estimado em R$ 23,208 bilhões. A receita bruta obtida com a produção de trigo deve somar R$ 9,921 bilhões. Na pecuária, o maior crescimento deve ser observado na cadeia de bovinos, com aumento estimado de 20,3%, para um VBP projetado em R$ 205,725 bilhões. A produção bovina continua liderando o faturamento bruto da pecuária. O valor bruto da cadeia de suínos deve avançar 7,7%, para R$ 61,136 bilhões, enquanto o faturamento bruto da produção de frangos é projetado 6% acima do ano anterior, para R$ 113,568 bilhões. A receita bruta obtida com a produção de leite deve aumentar 1%, para R$ 69,220 bilhões. Em contrapartida, a produção de ovos deve apresentar VBP 6,2% maior, para R$ 28,100 bilhões. O VBP é projetado mensalmente pelo ministério. O número é calculado pelo cruzamento das informações de produção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e dos preços coletados nas principais fontes oficiais. O estudo da pasta abrange 19 cadeias da agricultura e cinco atividades pecuárias.

Estadão Conteúdo

 

GOVERNO

 

Valor Bruto da Produção agropecuária deve crescer 10% e atingir R$ 1,421 tri em 2025

Valor atenta para o faturamento bruto dos estabelecimentos rurais, considerando a produção e a média de preços recebidos pelos produtores

 

Apesar dos desafios econômicos e climáticos, o Valor Bruto da Produção agropecuária deve crescer 10,1% neste ano ante 2024, alcançando R$ 1,421 trilhão, estima o Ministério da Agricultura. No mês anterior, o ministério previa VBP de R$ 1,414 trilhão. Para 2024, o ministério também revisou sua projeção de R$ 1,274 trilhão para R$ 1,291 trilhão, aumento de 0,5% ante o ano anterior. As projeções constam de boletim mensal da Secretaria de Política Agrícola do Ministério. O VBP é o faturamento bruto dos estabelecimentos rurais, considerando a produção agrícola e pecuária e a média de preços recebidos pelos produtores rurais de todo o País. Do total previsto para 2025, R$ 943,397 bilhões devem vir das lavouras, equivalente a 66% do total e incremento estimado de 9,6% ante 2024. Outros R$ 477,749 bilhões estão relacionados à produção pecuária, correspondente a 34% do total e alta de 11,1% contra o ano passado. Em 2024, conforme projeções do ministério, o VBP agrícola recuou 3,2% e o da pecuária cresceu 8,4%. Na agricultura, o maior crescimento de VBP, de 43,2%, é projetado para as lavouras de café, somando R$ 123,287 bilhões neste ano. As previsões apontam para crescimento expressivo, de 24,6%, também do VBP do cacau, para R$ 14,075 bilhões. Entre as principais culturas com participação no VBP, as lavouras de soja devem apresentar faturamento bruto 9,1% maior, para R$ 332,034 bilhões, enquanto o VBP do milho é estimado em R$ 148,818 bilhões, incremento anual de 16,4%. O faturamento das lavouras de cana-de-açúcar, por sua vez, deve subir 3,9%, estima o ministério, para R$ 127,546 bilhões, enquanto o faturamento bruto das lavouras de laranja deve subir 12,8%, para R$ 32,580 bilhões. O VBP das lavouras de algodão é estimado em R$ 34,952 bilhões, alta anual de 0,6%. Já o VBP das lavouras de arroz e trigo deve recuar, respectivamente, 8,7% e 7,5%. O faturamento bruto da produção de arroz deste ano é estimado em R$ 23,208 bilhões. A receita bruta obtida com a produção de trigo deve somar R$ 9,921 bilhões. Na pecuária, o maior crescimento deve ser observado na cadeia de bovinos, com aumento estimado de 20,3%, para um VBP projetado em R$ 205,725 bilhões. A produção bovina continua liderando o faturamento bruto da pecuária. O valor bruto da cadeia de suínos deve avançar 7,7%, para R$ 61,136 bilhões, enquanto o faturamento bruto da produção de frangos é projetado 6% acima do ano anterior, para R$ 113,568 bilhões. A receita bruta obtida com a produção de leite deve aumentar 1%, para R$ 69,220 bilhões. Em contrapartida, a produção de ovos deve apresentar VBP 6,2% maior, para R$ 28,100 bilhões. O VBP é projetado mensalmente pelo ministério. O número é calculado pelo cruzamento das informações de produção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e dos preços coletados nas principais fontes oficiais. O estudo da pasta abrange 19 cadeias da agricultura e cinco atividades pecuárias.

Estadão Conteúdo

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Setor de serviços foi o maior gerador de empregos no Paraná em fevereiro

O setor de serviços foi o que mais gerou empregos no Paraná no mês de fevereiro. Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as atividades relacionadas à prestação de serviços tiveram 98.991 admissões, com um saldo de 22.665 novos postos de trabalho, o que representa uma expansão de 16,3% em relação a fevereiro de 2024.

 

A indústria apresentou o segundo maior saldo de empregos do estado, com 7.193 postos de trabalho, e que foi 5,2% maior do que o saldo de fevereiro de 2024. O comércio, por sua vez, registrou um saldo de 5.428 novos empregos, com crescimento de 34,9% na variação anual.

Foram gerados 39.176 novos empregos no Paraná em fevereiro, com 211.674 admissões e 172.498 desligamentos. Em comparação com fevereiro de 2024, quando o saldo de empregos foi de 33.179, a geração de postos de trabalho subiu 18,1% no estado. Conforme avalia o assessor econômico da Fecomércio PR, Lucas Dezordi, o desempenho positivo da economia paranaense no início do ano reflete na forte geração de empregos, especialmente no setor de serviços, que liderou as contratações no estado. “O comércio também apresentou um saldo positivo de 5.428 novos empregos, com uma variação anual de 34,9%, reforçando a retomada da confiança dos empresários no setor. Esse crescimento está diretamente ligado ao bom desempenho das vendas em janeiro, que superaram a média nacional. O cenário estimula novas contratações e contribui para a manutenção do dinamismo econômico no estado”, observa. Os municípios que mais geraram empregos no mês de fevereiro foram Curitiba (10.046), Toledo (2.311), Londrina (1.963), Maringá (1.739), Cascavel (1.468) e São José dos Pinhais (1.369). “Em linhas gerais, os municípios paranaenses obtiveram um saldo de emprego formal em fevereiro de 2025 superior ao observado em fevereiro de 2024. Isso demonstra o forte desempenho socioeconômico do Paraná”, destaca Dezordi.

Gazeta do Povo

 

indústria do Paraná cresceu 2% em fevereiro, aponta IBGE

A indústria paranaense cresceu 2% em fevereiro na comparação com janeiro, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional, divulgada na terça-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o segundo melhor resultado do País, atrás apenas de Pernambuco (6,5%), e acima da média nacional, que ficou com -0,1%.

 

No âmbito regional, o Estado ficou à frente do Rio Grande do Sul, que registrou crescimento de 0,5%, e de Santa Catarina, que teve queda de -0,6% em fevereiro. O Paraná também se destacou em relação a estados com polos industriais robustos, como São Paulo (-0,8%), Rio de Janeiro (-0,3%) e Minas Gerais (-0,2%), todos com índices negativos. Na comparação entre fevereiro de 2025 com o mesmo mês de 2024, a indústria paranaense segue como a segunda que mais cresceu no País, com 5,5%, índice quase quatro vezes maior que a média nacional, de 1,5%. O resultado está muito próximo de Santa Catarina (6%), primeiro colocado. Quando analisado o acumulado de 2025, o Paraná registrou o terceiro melhor resultado nacional, com 3,3%, encostado no Rio Grande do Sul, com 3,5%. Santa Catarina lidera neste indicador, com 7,6%. No cenário nacional, a média brasileira no período foi de 1,4%. Nos últimos 12 meses, o Paraná acumulou alta de 4,1% quando comparado ao período imediatamente anterior, resultado bem acima da média brasileira, de 2,6%. É o quinto melhor resultado do País, atrás de Santa Catarina (7,7%), Pará (5,7%), Ceará (5,4%) e Mato Grosso (4,3%). O destaque da produção industrial paranaense na comparação entre os meses de fevereiro de 2024 e de 2025 foi o setor de fabricação de produtos químicos, com 25,4%, seguido pela fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias, com alta de 18,4%, e fabricação de móveis, com 12,6%, contribuindo para o resultado de 5,5% na indústria de transformação paranaense. Dos 13 segmentos ativos no Estado, nove tiveram resultados positivos. Além destes segmentos, no acumulado de 2025 também se destacaram a fabricação de máquinas e equipamentos (14,1%), fabricação de produtos minerais não metálicos (9,4%) e fabricação de produtos de metal (exceto máquinas e equipamentos), com 9%. Em 12 meses, a indústria de máquinas, aparelhos e materiais elétricos foi a principal responsável pela alta de 4,1% da indústria do Paraná no período, registrando crescimento de 23,9%, enquanto que a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias cresceu 16,2% e a fabricação de móveis registrou aumento de 13,4%, maior alta do País neste setor.

Agência Estadual de Notícias

 

Deral já indica "perdas irreversíveis" para o milho do Paraná

Chuvas são insuficientes para suprir a demanda das lavouras em fase de frutificação


Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná, para a segunda safra, as lavouras semeadas no estado se dividem entre 1% ainda em germinação, 46% na fase de desenvolvimento vegetativo, 40% em floração e 13% já em frutificação. Os técnicos do Deral classificaram ainda 65% dessa área como em boas condições, 23% como médias e 12% como ruins. O relatório do Departamento indica ainda que, o plantio ainda segue avançando, mesmo fora do zoneamento, com os produtores assumindo os riscos. “Uma parte das lavouras, que está começando a floração, apresenta boas condições de desenvolvimento até o momento, beneficiada pelas precipitações ocorridas nas últimas semanas. Outra parte está entrando na fase de frutificação, e as chuvas registradas continuam sendo insuficientes para suprir a demanda no campo. A produtividade destas lavouras já apresenta perdas irreversíveis, variando consideravelmente entre lavouras, devido às diferentes épocas de plantio. Além disso, as chuvas têm sido irregulares, com precipitações em algumas localidades do município, mas não em outras”, detalha o Deral. 

SEAB-PR/DERAL

 

Colheita da primeira safra de grãos se encerra no Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou na terça-feira (8) que a colheita de grãos da primeira safra está praticamente encerrada no estado.

 

Segundo o boletim Condições de Tempo e Cultivo, os resultados foram positivos nas regiões de colheita mais tardia. Com o término das atividades, muitos produtores iniciaram a correção do solo com aplicação de calcário e adubação orgânica, visando o próximo ciclo. No setor hortícola, lavouras de tomate afetadas por viroses foram eliminadas, com início do plantio de variedades mais resistentes. No Noroeste do estado, seguem as colheitas de frutas como banana, goiaba e maracujá. A colheita do arroz irrigado ocorre conforme o cronograma, embora deva se estender por mais algumas semanas. Já a mandioca de dois ciclos está sendo colhida com antecedência, enquanto o cultivo de um ciclo permanece em fase de tratos culturais. Desde o início de abril, está autorizada a colheita, o transporte e a comercialização do pinhão, desde que os frutos estejam maduros. Contudo, a produção desta safra deve ser inferior à do ano passado, reflexo da natureza bianual da planta e da sua sazonalidade.

Os preparativos para a colheita do café começaram, com previsão de início para o próximo mês. Já a colheita do feijão da segunda safra foi iniciada, mas produtores demonstram preocupação com os preços, sobretudo do feijão preto, que apresentou forte desvalorização. Técnicos de campo indicam que, mesmo com as chuvas, já há perdas confirmadas nessa cultura. Parte dos produtores plantou milho da segunda safra fora do zoneamento agrícola, assumindo os riscos. Enquanto algumas lavouras em floração apresentam bom desenvolvimento devido às precipitações recentes, outras em fase de frutificação já registram perdas irreversíveis. A produtividade varia de acordo com a data de plantio, e a irregularidade das chuvas tem dificultado a uniformidade das lavouras. Após os episódios de chuva, foi intensificado o controle de pragas como pulgões e cigarrinhas. Os agricultores também iniciaram o plantio de pastagens e plantas de cobertura de inverno, como as aveias. Em relação ao trigo, o preparo do solo avança nas regiões que semeiam a cultura em abril, mas a redução da área plantada deve ser mantida. “A diminuição quase irreversível na área de trigo ocorre devido aos altos custos com seguros e à menor cobertura para perdas causadas por intempéries”, apontou o boletim. Parte dessas áreas deve ser destinada à produção de forrageiras. Na cultura da batata de segunda safra, a maioria das lavouras está em fase de formação de tubérculos. Em paralelo, há produtores iniciando os primeiros preparativos para o plantio. O boletim destaca que houve inovação nos tratos culturais com a adoção de VANTs (Drones agrícolas) para tratamento fitossanitário. Para a próxima safra de soja  é esperada uma redução da área cultivada nas regiões de arenito, devido às baixas produtividades registradas nos últimos anos. Produtores têm adotado estratégias de rotação de culturas com o plantio de milheto, braquiária e outras espécies para produção de massa verde, favorecendo a cobertura do solo. As pastagens demonstram recuperação, com aumento na oferta de massa verde, o que facilita o manejo do gado. O preço do leite pago aos produtores também apresentou acréscimo no início de abril, referente à produção de março.

Agrolink

 

ECONOMIA/INDICADORES

 

Dólar à vista fecha em alta de 1,49%, a R$5,9985 na venda

O dólar voltou a superar os R$6,00 durante a sessão da terça-feira, para depois encerrar pouco abaixo disso, em mais um dia de pressão vinda do exterior após os Estados Unidos anunciarem a cobrança de tarifa de 104% sobre os produtos chineses a partir de quarta-feira

 

A moeda norte-americana à vista fechou em alta de 1,49%, aos R$5,9985, maior valor de fechamento desde 21 de janeiro deste ano, quando encerrou a R$6,0313. Apenas no acumulado das três últimas sessões, o dólar avançou 37 centavos de real, em meio à guerra comercial deflagrada pelos EUA. Em abril a divisa já acumula elevação de 5,11%. Às 17h06 na B3 o dólar para maio -- atualmente o mais líquido no Brasil -- subia 1,36%, aos R$6,0210.

Reuters

 

Ibovespa fecha em queda com desconforto persistente sobre tarifas minando tentativa de recuperação

O Ibovespa fechou em queda na terça-feira pelo quarto pregão seguido, com Vale e Petrobras entre as maiores pressões negativas em meio ao declínio dos preços do minério de ferro e do petróleo no exterior, enquanto persistem as preocupações com o desfecho da guerra comercial deflagrada pelos Estados Unidos

 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,34%, a 123.909,2 pontos, de acordo com dados preliminares, sem fôlego para sustentar a alta dos primeiros negócios, quando chegou a 127.651,6 pontos. Na mínima do dia, marcou 123.454,24 pontos.

O volume financeiro no pregão somava R$25,3 bilhões antes dos ajustes finais.

Reuters

 

Dívida pública bruta fica em 76,2% do PIB em fevereiro, mostra BC

A dívida bruta do Brasil registrou alta em fevereiro, quando o setor público consolidado brasileiro apresentou déficit primário bem menor do que o esperado, de acordo com dados divulgados na terça-feira pelo Banco Central.

 

A dívida pública bruta do país como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) fechou fevereiro em 76,2%, contra 75,7% no mês anterior. Já a dívida líquida do setor público foi a 61,4%, de 61,1%. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de 76,2% para a dívida bruta e de 61,8% para a líquida. Em fevereiro, o setor público consolidado registrou um déficit primário de R$18,973 bilhões, bem menor do que a expectativa de economistas consultados em pesquisa da Reuters de um saldo negativo de R$31,5 bilhões. O desempenho mostra que o governo central teve déficit de R$28,517 bilhões, enquanto Estados e municípios registraram superávit primário de R$9,244 bilhões e as estatais tiveram saldo positivo de R$299 milhões, mostraram os dados do Banco Central.

Reuters

 

POWERED BY

EDITORA NORBERTO STAVISKI LTDA

041 3289 7122

041 99697 8868

 

 

 
 
 

Comentários


bottom of page