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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 281 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2022


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 2 | nº 281 |22 de dezembro de 2022


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Boi direcionado ao mercado interno, cai R$ 2/@ em SP, para R$ 280/@

Na avaliação da IHS Markit, neste momento, a liquidez no mercado brasileiro é mínima, prevalecendo a estabilidade nos preços da arroba nas principais praças pecuárias do País


Após alongarem as suas escalas de abate até meados de janeiro/23, muitos frigoríficos brasileiros estão fora das compras de boiadas gordas, situação corriqueira para esta época do ano, relatam as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário. Nas praças paulistas, segundo apurou a Scot Consultoria, as indústrias locais conseguiram reduzir em R$ 2/@ o preço do boi gordo “comum”, destinado ao mercado doméstico, enquanto as cotações da vaca e novilhas gordas seguiram estáveis na quarta-feira. Segundo a Scot, no mercado de São Paulo, a referência para boi, vaca e novilha gordos é de R$ 280/@, R$ 262/@ e R$ 272/@, respectivamente (preços brutos e a prazo). O “boi-China”, está cotado em R$ 285/@ (valor bruto, no prazo) no mercado paulista, acrescenta a Scot. A IHS Markit observou recuos nas cotações do boi gordo em Balsas, no Maranhão, com o preço declinado de R$ 261/@ para R$ 258/@. “Muitas unidades de abate da região estão ausentes das compras, e as que permanecem ativas nos balcões de negócios testam novos recuos na arroba”, relata a consultoria. No mercado atacadista, o maior consumo de carne bovina segue oferecendo suporte aos preços da proteína, sobretudo dos cortes do traseiro. “A procura por reposição nos estoques permanece ativa”, dizem os analistas. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 276/@ (à vista) vaca a R$ 261/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 288/@ (prazo) vaca a R$ 269/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 263/@ (prazo) vaca a R$ 248/@ (prazo); MS-Três Lagoas: boi a R$ 261/@ (prazo) vaca a R$ 246/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 253/@ (prazo) vaca a R$ 238/@ (prazo); MT-B. Garças: boi a R$ 251/@ (prazo) vaca a R$ 241/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 249/@ (à vista) vaca a R$ 229/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 249/@ (à vista) vaca a R$ 234/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 281/@ (prazo) vaca R$ 263/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 270/@ (à vista) vaca a R$ 249/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 253/@ (prazo) vaca a R$ 243/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 261/@ (prazo) vaca a R$ 251/@ (prazo); TO- Araguaína: boi a R$ 266/@ (prazo) vaca a R$ 251/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 271/@ (à vista) vaca a R$ 256/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 241/@ (à vista) vaca a R$ 221/@ (à vista);

MA-Açailândia: boi a R$ 261/@ (à vista) vaca a R$ 258/@ (à vista).

PORTAL DBO


Preço médio do boi gordo caiu 2,17% no mercado interno em novembro, diz Conab

Valor recebido pelo pecuarista de São Paulo ficou em R$ 18,03 por quilo


Com os abates em alta no país, os preços médios do boi gordo caíram 2,17% no mercado doméstico em novembro na comparação com outubro, para R$ 18,03 o quilo (valor pago ao produtor de São Paulo), segundo boletim divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Foi a quarta queda mensal consecutiva. Em relação a novembro do ano passado, a baixa chegou a 5,21%. Segundo os analistas da estatal, a tendência, contudo, é de alguma recuperação de preços, em razão da proximidade de fim do período de entressafra e do aquecimento da demanda para as festas de fim de ano. A Conab também realça que a retração do consumo em decorrência da diminuição do poder aquisitivo da população já começou a perder força. Já o forte ritmo das exportações, que colaborou para evitar quedas maiores de preços nos últimos meses, deverá continuar a oferecer sustentação aos preços do boi gordo. De janeiro a novembro, os embarques alcançaram o recorde de 2,78 milhões de toneladas.

VALOR ECONÔMICO


SUÍNOS


Suinocultura paranaense reduz perdas, mas segue no vermelho

Custos de produção recuaram, mas ainda de forma insuficiente para cobrir investimentos e rentabilidade aos produtores


A suinocultura paranaense esboçou uma reação no segundo semestre de 2022. A leve queda registrada nos custos e a tímida melhora nos saldos deram um respiro à atividade, que reduziu perdas acumuladas ao longo dos últimos dois anos. Ainda assim, o setor permanece no vermelho, principalmente na terminação, que apresentou resultados na contramão das demais fases. É o que revela o levantamento dos custos de produção realizado no início de novembro pelo Sistema FAEP/SENAR-PR junto às três principais regiões produtoras do Paraná: Sudoeste, Oeste e Campos Gerais. O levantamento foi feito a partir da metodologia de painel de custos, em que suinocultores, revendedores de insumos, representantes de agroindústrias e de instituições financeiras se reúnem para apurar o desenvolvimento de uma propriedade modal – com as características mais comuns na região. O estudo levou em conta cinco modalidades produtivas: Unidade Produtora de Desmamados (UPD), Unidade Produtora de Leitões (UPL), Crechário (UC) e Unidade Produtora de Terminados (UPT), além de ciclo completo – nesta última houve a participação apenas de produtores independentes. De modo geral, os suinocultores que se dedicam às fases UPD, UPL e UC observaram a redução dos custos operacionais e totais. Com isso, esses produtores conseguiram ficar no azul no que diz respeito ao saldo dos custos variáveis (valor que o produtor precisa desembolsar para produzir um lote). No entanto, essas modalidades permanecem no vermelho em relação ao saldo dos custos operacionais (que levam em conta a depreciação das plantas e equipamentos) e ao saldo dos custos totais (que considera, ainda, a remuneração sobre o capital investido). O prejuízo diminuiu em relação ao apontado pelo levantamento anterior (realizado em maio), mas ainda deixa o produtor com dificuldade de se manter na atividade nos médio e longo prazos.

FAEP/SENAR-PR


Alta para o mercado de suínos na quarta-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 148,00/R$ 152,00, enquanto a carcaça especial aumentou 2,68%/2,56%, valendo R$ 11,50/R$ 12,00 o quilo


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (20), houve alta de 2,33% em São Paulo, alcançando R$ 7,92/kg, avanço de 1,75% no Paraná, chegando em R$ 6,97/kg, incremento de 1,32% no Rio Grande do Sul, cotado em R$ 6,92/kg, aumento de 1,27% em Minas Gerais, atingindo R$ 7,95/kg, e de 1,14% em Santa Catarina, fechando em R$ 7,07/kg.

Cepea/Esalq


Plantel suíno da Alemanha encolhe um quinto em apenas dois anos

Rebanho suíno da Alemanha caiu 10% em relação ao ano passado; agricultores estão lutando contra custos mais altos de ração, fertilizantes e energia


O rebanho suíno na Alemanha - um dos pesos pesados ​​da carne suína na Europa - encolheu um quinto em apenas dois anos, destacando os obstáculos enfrentados pelos pecuaristas da região. Cerca de 21,3 milhões de animais foram criados em fazendas alemãs em 3 de novembro, mostraram dados do governo na quarta-feira. Isso representa uma queda de 10% em relação ao ano anterior e 18% abaixo do nível de 2020. A queda foi impulsionada pelo aumento nas contas de ração, fertilizantes e energia, de acordo com o relatório. Os custos crescentes fizeram os preços da carne dispararem em níveis recordes em todo o continente. Mais de um terço dos europeus está reduzindo o consumo de carne vermelha em comparação com 2020, mostra uma pesquisa publicada pela Universidade de Aarhus e pela EIT Food. As exportações também foram lentas e a produção europeia de carne deve cair ainda mais no próximo ano, disse o Rabobank em um relatório este mês. Os criadores de gado também estão lutando contra surtos de doenças animais, com a gripe aviária causando a perda de milhões de aves e a Alemanha lutando para conter casos de peste suína africana.

Bloomberg


FRANGOS


Quarta-feira com poucas alterações nos preços do frango

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,10/kg, assim enquanto o frango no atacado teve leve alta de 0,43%, cotado em R$ 6,98/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina não houve mudança de preço, custando R$ 4,21/kg, da mesma maneira que no Paraná, precificado em R$ 5,08/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (20), a ave congelada ficou estável em R$ 7,82/kg, enquanto o frango resfriado teve leve queda de 0,13%, fechando em R$ 7,90/kg

Cepea/Esalq


Avicultura mantém margens apertadas em 2022

Segundo levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura do Paraná (Seab), no comparativo do mês de novembro de 2021 a novembro de 2022, o valor da saca de milho (60kg) caiu 1,6%, entretanto a de soja acresceu em 10,1%, onerando os custos da produção avícola do Estado


Os resultados do levantamento de custos de produção da avicultura realizado pelo sistema FAEP/SENAR-PR, assim como no último estudo, demonstraram um momento complicado para o setor avícola, em que os produtores necessitam ter cautela e muita segurança nos investimentos realizados. Segundo o levantamento, na maioria dos modais analisados, os itens que mais pesaram foram: energia elétrica, mão-de-obra e aquecimento. Mesmo que em menor escala, outros itens também pesaram no bolso do produtor, como: manutenção, combustível e cama. No que se refere a questão dos combustíveis, a gasolina baixou em alguns modais analisados, entretanto o óleo diesel apresentou aumento significativo, deixando em equilíbrio este item em relação ao levantamento passado.

FAEP/SENAR-PR


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


BR-376 foi parcialmente liberada na quarta-feira (21)

Depois de ter sido completamente interditada na tarde de terça-feira (20) devido às fortes chuvas que caíram no Litoral do Paraná e ao risco de novos desmoronamentos de terra, a BR-376 foi parcialmente liberada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no fim da manhã desta quarta-feira (21). O tráfego segue por uma faixa no sentido sul, para quem segue em direção a Santa Catarina, e por uma faixa no sentido Curitiba


De acordo com a concessionária Arteris Litoral Sul, que administra o trecho, o tempo estável na região de Guaratuba contribuiu para a decisão. Com isso, o tráfego opera parcialmente em uma distância de 800 metros no trecho do km 669, onde um grave desmoronamento soterrou 14 veículos e deixou dois mortos dia 28 de novembro. Com a liberação de hoje, recomeçam também os trabalhos de recuperação e contenção de taludes no local. Segundo a empresa, já foram enviadas máquinas específicas para retirada de rochas da faixa da esquerda e preparação do terreno para aplicação de tela de alta resistência. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), há previsão de liberar mais uma faixa na direção Sul ao longo do dia, caso o tempo permaneça estável. No entanto, se o acumulado de chuvas aumentar, bloqueios preventivos também poderão ser realizados. Por isso, a Arteris Litoral Sul reforça a importância do respeito aos bloqueios necessários, aos limites de velocidade, observação da distância segura do veículo à frente e atenção à sinalização no local. Todo o trecho segue adaptado, inclusive com orientações da própria PRF, e a liberação gradual das faixas ocorrerá de acordo com o avanço dos trabalhos.

GAZETA DO POVO


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar à vista fecha com variação negativa de 0,03%, a R$5,2045 na venda

O dólar teve pouca alteração frente ao real na quarta-feira, com investidores no aguardo da conclusão da tramitação da PEC da Transição na Câmara dos Deputados e à espera da definição de mais membros da equipe econômica do governo eleito


A moeda norte-americana negociada no mercado interbancário fechou com variação negativa de 0,03%, a 5,2045 reais na venda. A sessão foi marcada por volatilidade, e o dólar trocou de sinal várias vezes ao longo das negociações.

REUTERS


Ibovespa sobe pelo 3° pregão seguido com apoio de NY e de olho em PEC

O Ibovespa subiu nesta quarta-feira, com desempenho mais modesto do que em Wall Street, ainda surfando na reação positiva aos desenrolares da PEC da Transição que levaram à forte valorização do índice no início da semana


Vale e Petrobras puxaram o índice, em meio aos avanços do minério de ferro e do petróleo, respectivamente. A resseguradora IRB foi destaque com alta de quase 26%, segundo dados preliminares, após divulgar lucro mensal em outubro. Na ponta negativa, Ambev foi a maior influência. De acordo com dados preliminares, o Ibovespa subiu 0,62%, a 107.522,75 pontos, na terceira alta seguida. Na máxima, o índice foi a 107.991,07 pontos e, na mínima, caiu a 106.065,73 pontos. O volume financeiro somou 24,1 bilhões de reais, ante média diária no mês de dezembro até o dia 20 de 30,1 de bilhões de reais.

REUTERS


Arrecadação federal sobe 3,25% em novembro, a R$172 bi, abaixo do esperado

A arrecadação do governo federal teve alta real de 3,25% em novembro sobre igual mês do ano passado, a 172,038 bilhões de reais, divulgou a Receita Federal na quarta-feira


O resultado ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de um total de 176,505 bilhões de reais, e marcou o melhor resultado para o mês desde 2013. Mas essa foi a primeira vez neste ano que a arrecadação não bate recorde para o mês em 2022. De acordo com os dados, a arrecadação administrada pela Receita, que engloba a coleta de impostos de competência da União, foi de 165,641 bilhões de reais, alta real de 2,53% sobre novembro de 2021. Já aquelas administradas por outros órgãos, com peso grande dos royalties sobre a exploração de petróleo, chegou a 6,397 bilhões de reais, aumento real de 25,99% na mesma base de comparação. O Banco Central interrompeu seu ciclo de aperto em setembro, mantendo sua taxa de referência em 13,75% ao final deste ano, depois de ter elevado gradualmente a Selic do menor patamar da história de 2% a partir de março de 2021. De janeiro a novembro, o crescimento real da arrecadação foi de 8,8%, a 2,008 trilhões de reais, melhor desempenho para o período desde 2000.

REUTERS


Brasil perdeu US$2,9 bi pelo câmbio contratado na semana passada, diz BC

O Brasil perdeu 2,901 bilhões de dólares em termos líquidos pelo câmbio contratado na semana passada, de acordo com dados do Banco Central da quarta-feira, depois de na semana anterior ter registrado rombo de 1,317 bilhão de dólares


Houve saída de 2,943 bilhões de dólares por meio de operações financeiras na semana passada, movimento que compensou o ingresso de 43 milhões de dólares pelo lado comercial.

No período de cinco dias úteis findo em 9 de dezembro, as contas financeira e comercial haviam registrado rombos de, respectivamente, 1,095 bilhão e 221 milhões de dólares.

O fluxo cambial está positivo em 18,196 bilhões de dólares no acumulado de 2022.

REUTERS


Agroindústria cresce, porém menos do que o esperado, afirma FGVAgro

O FGVAgro divulgou na quarta-feira (21), os resultados de sua pesquisa mensal sobre a Agroindústria. Em outubro/2022, a produção agroindustrial expandiu 3,9% frente ao mesmo mês do ano anterior, correspondendo ao oitavo crescimento consecutivo


O avanço do mês decorreu, exclusivamente, do setor de Produtos Alimentícios (alta de 12,2%) que, além de contar com uma base de comparação estreita (forte queda em outubro/2021), cresceu 4,0% frente a setembro/2022 (com ajuste sazonal). Já o setor de Bebidas (-5,9%) e o segmento de Produtos Não-Alimentícios (-0,5%) não conseguiram registrar crescimento interanual, apesar de também contarem com uma base de comparação relativamente pequena. Com o resultado do mês, a Agroindústria acumula uma alta de 1,1% no ano. Uma vez que o desempenho de Bebidas e de Produtos Não-Alimentícios foi inferior ao projetado, espera-se que o crescimento da Agroindústria em 2022 fique abaixo do cenário base (2,2%) publicado na divulgação passada, mas ainda bem acima do cenário pessimista (0,8%).

FGVAgro


Piora cenário para a produção nas empresas do setor AGRO

Índice do FGV Agro deverá subir apenas entre 0,8% e 2,2% em 2022; previsão anterior indicava alta de até 3,7%


Embora tenha registrado em outubro variação positiva de 3,9% em relação ao mesmo mês de 2021, o Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) caiu 1,3% ante setembro e deverá encerrar 2022 com alta entre 0,8% e 2,2%. No mês passado, havia uma expectativa de que o avanço poderia chegar a 3,7% no ano, o que foi descartado. “Mesmo para que a produção agroindustrial acumule uma expansão de 2,2%, é preciso que o crescimento alcance 8,1% no último bimestre. Ou seja, é preciso uma intensa expansão, que só foi vista no último bimestre de 2004, quando o incremento foi de 9,7%”, avaliaram os pesquisadores do FGV Agro. Até outubro, o PIMAgro subiu 1,1%. O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV. A alta interanual de 3,9% em outubro foi influenciada pela baixa base de comparação - no mesmo mês de 2021 houve queda de 11,8% - e garantida pelo grupo formado por produtos alimentícios e bebidas, que cresceu 8,2%, puxado pelos alimentos (12,2%). No grupo de produtos não alimentícios, a variação foi negativa (0,5%), determinada por retrações nas áreas têxtil (6,9%), florestal (3,8%) e de borracha (4,2%). Segundo o centro da FGV, a indústria têxtil ainda sente o impacto do aumento de custos, da redução de estoques e de gargalos logísticos, ao passo que o recuo da produção de papel e madeira pesou sobre o resultado da cadeia florestal. Já a produção de borracha sofre com a concorrência de importações, como têm reclamado representantes do ramo.

VALOR ECONÔMICO


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