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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 1031 DE 21 DE JANEIRO DE 2026

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  • há 14 minutos
  • 11 min de leitura

Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 5 | nº 1031 | 21 de janeiro de 2026

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL 

 

Boi gordo: cotações seguem estáveis

Os preços físicos do boi gordo seguem estáveis neste começo de semana nas principais praças brasileiras, informam as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário. No PARANÁ: Boi: R$ 320,00. Vaca :R$ 300,00. Novilha: R$ 310,00. Escalas: seis dias. Boi China: PARANÁ: Boi: R$ 320,00. Vaca :R$ 300,00. Novilha: R$ 310,00. Escalas: seis dias.

 

Na avaliação da Agrifatto, esse comportamento reflete, de um lado, a oferta enxuta de boiadas, já que o pecuarista segue bem-posicionado, sustentado pela boa condição das pastagens, o que permite segurar o gado pronto (ou em fase final de engorda). Do outro lado, o consumo interno de carne bovina perdeu fôlego na segunda quinzena de janeiro, período tradicionalmente mais fraco, enquanto as exportações mostraram recuo relevante na terceira semana de janeiro/26. Neste momento, ressalta a Agrifatto, “as indústrias tentam pressionar os preços da arroba para baixo, ajustando suas programações, diante do escoamento mais lento da carne, enquanto os produtores resistem, sem pressa para negociar, justamente pela menor dependência de venda no curto prazo”. Nesse contexto, diz a consultoria, a decisão do pecuarista vai além da cotação pontual da arroba. “Pesa a qualidade do lote, a condição do pasto e, sobretudo, o ritmo de compra dos frigoríficos, que segue diretamente ligado ao desempenho do mercado interno e à retomada ou não da demanda externa”. Por fim, resume a Agrifatto, o mercado indica cautela no curto prazo, com tendência de manutenção dos preços enquanto a oferta permanecer controlada, mas com limitações para avanços mais consistentes caso o consumo e as exportações não mostrem reação. Na terça-feira (20/1), a cotação da arroba do boi gordo em São Paulo permaneceu em R$ 320, segundo os dados da Agrifatto. Nas outras 16 regiões brasileiras monitoradas pela consultoria, a média do boi gordo se mantém em R$ 303,80/@. “Pelo terceiro dia consecutivo, as cotações andaram de lado nas 17 praças acompanhadas”, enfatizou a consultoria. Segundo os números apurados pela Scot Consultoria, na praça paulista, o boi gordo sem padrão-exportação segue cotado em R$ 318/@, o “boi-China” em R$ 322/@, a vaca gorda em R$ 302/@ e a novilha terminada em R$ 312/@ (todos os preços são brutos, com prazo). Cotações do boi gordo conforme levantamento diário da Agrifatto: SÃO PAULO: Boi comum: R$ 320,00. Boi China: R$ 320,00. Média: R$ 320,00. Vaca: R$ 300,00. Novilha: R$ 310,00. Escalas: sete dias. MINAS GERAIS: Boi comum: R$ 310,00 Boi China: R$ 310,00. Média: R$ 310,00. Vaca: R$ 290,00. Novilha: R$ 300,00. Escalas: oito dias. MATO GROSSO DO SUL: Boi comum: R$ 310,00 Boi China: R$ 310,00. Média: R$ 310,00. Vaca: R$ 290,00. Novilha: R$ 300,00. Escalas: sete dias. MATO GROSSO: Boi comum: R$ 300,00. Boi China: R$ 300,00. Média: R$ 300,00. Vaca: R$ 280,00. Novilha: R$ 290,00. Escalas: oito dias. GOIÁS: Boi comum: R$ 310,00. Boi China/Europa: R$ 310,00. Média: R$ 310,00. Vaca: R$ 290,00. Novilha: R$ 300,00. Escalas: oito dias. TOCANTINS: Boi comum: R$ 300,00. Boi China: R$ 300,00. Média: R$ 300,00. Vaca: R$ 275,00. Novilha: R$ 285,00. Escalas: sete dias. PARÁ: Boi comum: R$ 300,00. Boi China: R$ 300,00. Média: R$ 300,00. Vaca: R$ 275,00. Novilha: R$ 285,00. Escalas: sete dias. RONDÔNIA: Boi: R$ 275,00. Vaca: R$ 255,00. Novilha: R$ 265,00. Escalas: nove dias. MARANHÃO: Boi: R$ 300,00. Vaca: R$ 270,00. Novilha: R$ 275,00. Escalas: oito dias. Preços brutos do “boi-China” nesta segunda-feira (19/1), de acordo com levantamento diário da Scot Consultoria: SÃO PAULO: R$ 318,00/@ (à vista) e R$ 322,00/@ (prazo). MINAS GERAIS (Exceto região Sul): R$ 311,00/@ (à vista) e R$ 315,00/@ (prazo). MATO GROSSO: R$ 301,50/@ (à vista) e R$ 305,00/@ (prazo). MATO GROSSO DO SUL: R$ 306,00/@ (à vista) e R$ 310,00/@ (prazo). GOIÁS: R$ 310,00/@ (à vista) e R$ 314,00/@ (prazo). PARÁ/PARAGOMINAS: R$ 306,00/@ (à vista) R$ 310,00/@ e (prazo). PARÁ/REDENÇÃO E MARABÁ: R$ 298,50/@ (à vista) e R$ 302,00/@ (prazo). RONDÔNIA: R$ 271,50/@ (à vista) e R$ 275,00/@ (prazo). ESPÍRITO SANTO: R$ 306,00/@ (à vista) e R$ 310,00/@ (prazo). TOCANTINS: R$ 296,50/@ (à vista) e R$ 300,00/@ (prazo).

SCOT CONSULTORIA/AGRIFATTO/PORTAL DBO

 

SUÍNOS

 

Preços do suíno vivo recuam nos principais estados em janeiro

Indicador CEPEA/ESALQ mostra quedas diárias e mensais em todas as praças acompanhadas em 19 de janeiro, com maior retração em São Paulo e Santa Catarina.

 

Os preços do suíno vivo apresentaram novas quedas nos principais estados produtores do país em 19 de janeiro de 2026, conforme o Indicador do Suíno Vivo CEPEA/ESALQ. Em São Paulo, na modalidade posto, o valor médio foi de R$ 8,15 por quilo, registrando a maior retração diária entre as praças acompanhadas, com recuo de 5,12%. No acumulado do mês, a desvalorização chega a 8,53%. Em Minas Gerais, também na modalidade posto, o preço ficou em R$ 7,96/kg, com baixa diária de 2,45% e queda mensal de 5,58%. No Paraná, o suíno vivo a retirar foi cotado a R$ 7,79/kg, após recuo de 3,95% no dia e de 5,80% no comparativo mensal. No Rio Grande do Sul, o valor chegou a R$ 7,85/kg, com diminuição diária de 1,88% e variação negativa de 5,42% no mês. Santa Catarina apresentou cotação de R$ 7,74/kg, também a retirar, com queda de 2,40% no dia e a maior retração mensal entre os estados analisados, de 7,31%.

De acordo com o Cepea, o movimento de baixa reflete o cenário de pressão sobre os preços do suíno vivo, observado desde o início do mês, com perdas acumuladas em todas as regiões monitoradas.

CEPEA/ESALQ

 

FRANGOS

 

Após embargo, China vai retomar importação de frango do Rio Grande do Sul

Restrição está em vigor desde 2024, quando foi registrado caso da doença de Newcastle em granja comercial. Uma declaração oficial do Mapa era esperada ainda na terça-feira

 

Após um ano e seis meses, a China vai derrubar a suspensão para a importação de frango com origem no Rio Grande do Sul. O embargo para o produto gaúcho está em vigor desde julho de 2024, quando foi registrado um caso da Doença de Newscastle em uma granja comercial em Anta Gorda (RS). "Com base nos resultados da análise de risco, as restrições da Doença de Newscastle no Rio Grande do Sul, Brasil, são suspensas a partir da data deste comunicado", informa documento da agência aduaneira da China (GACC), publicado no dia 16 de janeiro. "Agora, nos próximos, a GACC vai reativar as habilitações (das plantas frigoríficas embargadas)", explica o adido agrícola na Embaixada do Brasil em Beijing, Leandro Diamantino Feijó. "Com esse anúncio, não resta mais qualquer tipo de restrição aos embarques de carne de frango à China, seja do Brasil, seja do Rio Grande do Sul", disse o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Luis Rua. Uma declaração oficial do Mapa sobre o retorno das exportações gaúchas de frango é esperada ainda nesta terça-feira (20/1). No entanto, até às 12h, as oito plantas frigoríficas gaúchas embargadas pelos chineses seguiam com restrições de vendas, segundo o sistema da GACC. Entre elas, estão duas unidades da BRF e duas da JBS, além de plantas da Minuano, Agrosul, Aurora e Languiru. Em novembro de 2025, a China suspendeu o embargo às importações de produtos avícolas do Brasil, medida que havia sido adotada em razão do caso de gripe aviária registrado em maio do ano passado em uma granja comercial em Montenegro (RS). Entretanto, na ocasião, as plantas frigoríficas do Rio Grande do Sul não foram incluídas nas liberações de vendas para o mercado chinês. Em nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), disse que o processo para reabertura envolveu diálogo permanente com as autoridades chinesas, envio de informações detalhadas, comprovação das ações de controle e erradicação, e alinhamento aos protocolos internacionais de saúde animal. "Com a reabertura, é concluído mais um passo relevante no processo de normalização plena dos fluxos comerciais, reforçando a posição do Brasil como fornecedor confiável e previsível de proteína animal no mercado global", acrescentou a ABPA. No ano passado, as exportações brasileiras de frango para a China atingiram 247,97 mil toneladas, queda de 55,8% em relação a 2024, segundo dados do Ministério da Agricultura. Apesar da redução, a ABPA destaca que a China é um dos principais destinos da carne de frango do Brasil, com papel considerado estratégico para o equilíbrio do comércio internacional do setor.

GLOBO RURAL

 

GOVERNO

 

Banco do Brasil espera liberar recurso para pastagens no primeiro semestre

Banco vai desembolsar as primeiras operações do Caminho Verde Brasil, destinado a recuperação de pastagens degradadas com recursos do segundo leilão do Ecoinvest.

Gilson Bittencourt: vamos buscar operações diretas com grande produtor

 

O Banco do Brasil espera desembolsar as primeiras operações do Caminho Verde Brasil, destinado a recuperação de pastagens degradadas com recursos do segundo leilão do Ecoinvest, neste primeiro semestre. O programa tem meta de recuperar até 40 milhões de hectares com algum grau de degradação em dez anos. Em dezembro de 2025, o BB recebeu a primeira tranche de recursos do Tesouro Nacional, de R$ 1,05 bilhão, para empréstimo aos agricultores. A carteira para desembolsos já foi mapeada e está concentrada em grandes produtores, para contratação de forma direta. O banco também estuda operacionalizar os financiamentos por meio de um fundo e por “empresas-âncoras”, como frigoríficos e companhias que atuam com reflorestamento, informou o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, Gilson Bittencourt. O total de investimentos do BB no programa deverá ser de R$ 6,8 bilhões, com R$ 4,1 bilhões de capital catalítico do Tesouro e R$ 2,7 bilhões de recursos próprios mobilizados no leilão do Ecoinvest, em 2025. A previsão é alcançar a recuperação de 275 mil hectares degradados em todos os biomas. O banco lidera a indicação de alocação na Caatinga, Amazônia, Pampa e Pantanal. “Seguimos na estruturação das soluções para o atendimento das demandas. A expectativa e os esforços continuam direcionados para um portfólio mais amplo, que vai desde operações diretas com produtores rurais, até estruturas mais complexas de mercados de capitais”, informou o BB, em nota enviada à reportagem. Em conversa com jornalistas em dezembro do ano passado, Bittencourt já havia relatado a complexidade da linha. “Não é um simples desembolso de recursos, tem monitoramento e todo o controle para entregar aquela quantidade de hectares, demonstrar a captura de carbono e todo o processo de monitoramento ao longo da operação”, disse. O executivo ressaltou que a linha não será oferecida diretamente a pequenos e médios produtores, que têm acesso a linhas do Plano Safra com juros compatíveis e menor exigência de monitoramento. “Vamos buscar operações diretas com produtores de maior porte. Pequenos e médios continuarão atendidos nos programas existentes”, disse. O vice-presidente do BB considera a possibilidade de atender produtores de médio porte por meio de operações indiretas, realizada por empresas com ampla base de clientes que farão a distribuição dos recursos. “Até pode acontecer, mas de forma indireta. Se houver um acordo com uma grande empresa que, na sua base, tenha produtores médios e grandes, ela pode fazer esse ajuste. Estamos buscando possibilidades com empresas amplas que atuem e façam essa distribuição”, afirmou. Bittencourt disse que os recursos podem ser distribuídos por meio de frigoríficos a pecuaristas interessados na recuperação de suas pastagens e empresas de reflorestamento, que têm relação direta com produtores. Estão no radar também operações via fundos. A discussão é se serão usadas estruturas próprias do banco ou de parceiros com experiência para organizar o fluxo financeiro com o controle e acompanhamento necessários para verificação da recuperação das áreas financiadas.

VALOR ECONÔMICO

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Produção agroindustrial cai após dois meses de expansão

Índice de Produção Agroindustrial recuou 0,3% em comparação com novembro de 2024

Único segmento que registrou aumento de produção em novembro foi o de produtos alimentícios, que cresceu 4%

 

A agroindústria brasileira teve uma pequena contração em novembro, pressionada mais uma vez pelo fraco desempenho das fabricantes de produtos não alimentícios e pelas de bebidas. O Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro), elaborado pelo Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), recuou 0,3% em comparação com novembro de 2024. Com isso, até o indicador acumulou queda de 0,2% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior. Segundo os pesquisadores do FGV Agro, o declínio refletiu os efeitos da política monetária contracionista do Banco Central e as “incertezas no ambiente externo”, como o tarifaço que os Estados Unidos impuseram ao Brasil. Até 20 de novembro, grande parte dos produtos que o Brasil exporta aos EUA continuaram a pagar sobretaxa para entrar no mercado americano. A agroindústria de produtos não alimentícios teve uma contração de 3,6%, e a de bebidas, 4,2%. O único segmento que registrou aumento de produção em novembro foi o de produtos alimentícios, que cresceu 4%. Entre as indústrias de produtos alimentícios e bebidas, a de melhor desempenho foi a de alimentos de origem animal, que avançou 4,8%. O segmento de carne bovina puxou o aumento da produção, mas também tiveram bom desempenho os laticínios e as indústrias de carnes suínas, de aves e de pescados.

A indústria de alimentos de origem vegetal cresceu 2,7%, puxada pelo aumento da produção de arroz, trigo, óleos e gorduras e, notadamente, de conservas e sucos. Já a produção de café e açúcar recuou, segundo o indicador. No segmento de produtos não alimentícios, as quedas foram generalizadas, com destaque para a de biocombustíveis, que recuou 8,9%, e a de insumos agropecuários, que caiu 5,3%. Também diminuiu a produção de produtos intermediários para fertilizantes, de defensivos agrícolas e de tratores e máquinas. Já a produção de adubos e fertilizantes cresceu em novembro.

VALOR ECONÔMICO

 

ECONOMIA

 

Dólar à vista fecha em alta após tensão sobre Groenlândia elevar percepção global de risco

Moeda americana, porém, termina sessão longe das máximas intradiárias

 

O dólar à vista encerrou a sessão da terça-feira em valorização frente ao real. O dia foi marcado pela maior percepção global de risco em meio à preocupação dos agentes financeiros com uma escalada nas tensões geopolíticas devido à intenção dos Estados Unidos em anexar a Groenlândia. Apesar da maior aversão a risco, o dólar encerrou a sessão longe das máximas alcançadas no dia, indicando que a busca por proteção hoje não se deu necessariamente via compra de dólar. Pelo contrário, hoje, a fuga de ativos de risco pesou principalmente para os mercados americanos, com as bolsas em Wall Street em forte desvalorização, enquanto no Brasil o Ibovespa renovou recorde histórico intradiário. Encerradas as negociações da terça-feira, o dólar à vista fechou em alta de 0,30%, cotado a R$ 5,3802, depois de ter tocado na mínima de R$ 5,3592 e batido na máxima de R$ 5,4086. Já o euro comercial registrou apreciação de 0,89%, a R$ 6,3011. Perto das 17h15, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, recuava 0,79%, aos 98,607 pontos.

VALOR ECONÔMICO

 

Ibovespa renova recorde com apoio de blue chips e encosta em 166.500 pontos

O Ibovespa fechou em alta na terça-feira, renovando máximas perto dos 166.500 pontos, com o desempenho robusto de blue chips como Vale e Itaú ajudando a descolar o pregão brasileiro do viés negativo de mercados acionários no exterior, onde o clima segue tenso após novas ameaças de tarifas dos Estados Unidos.

 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,87%, a 166.276,90 pontos, recorde de fechamento, após marcar 166.467,56 no melhor momento, topo intradia. O volume financeiro na bolsa somou R$23,55 bilhões. O Ibovespa ganhou fôlego no final da manhã, quando as bolsas norte-americanas abriram. Enquanto isso, preocupações envolvendo os planos de Donald Trump para a Groenlândia e incertezas relacionadas ao comando do Federal Reserve pressionaram Wall Street e endossaram o movimento de rotação de recursos que marcou 2025. Na visão do analista Felipe Cima, da Manchester Investimentos, o Brasil acaba se beneficiando desse movimento, uma vez que a bolsa ainda está "bastante depreciada". Dados da B3 neste começo de ano mostram entrada líquida de capital externo na bolsa, com o saldo positivo em R$7,3 bilhões até a última sexta-feira. Em Nova York, o S&P 500 fechou em queda de 2,06%, após fim de semana prolongado por feriado nos EUA na segunda-feira, em meio a ameaças recentes de Trump sobre tarifas adicionais de importação a produtos europeus em sua busca para assumir o controle da Groenlândia, que pertence à Dinamarca. Para o sócio e advisor da Blue3 Investimentos Willian Queiroz, o fato de o Brasil não ter sido afetado pelas discussões geopolíticas mais recentes também favorece uma "tranquilidade" no mercado brasileiro. "O pessimismo passou longe da bolsa" nesta sessão, acrescentou.

REUTERS

 

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