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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 1198 DE 22 DE SETEMBRO DE 2026

prcarne
há 1 minuto
12 min de leitura

Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 5 | nº 1198 | 22 de setembro de 2026

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL 

 

Agrifatto apura boi gordo a R$ 360/@ na praça de São Paulo

Mesmo com o arrefecimento da demanda doméstica por carne bovina nesta segunda quinzena de setembro/26, a oferta restrita de animais terminados vem sustentando as cotações do boi gordo nas 17 regiões monitoradas, informou a Agrifatto. No PARANÁ: Boi: R$ 360,00. Vaca: R$ 335,00. Novilha: R$ 345,00. Escalas: cinco dias. Boi China: PARANÁ: R$ 358,00/@ (à vista) e R$ 362,00/@ (prazo)

 

Na segunda-feira (21/9), em São Paulo, de acordo com a consultoria, o preço do boi gordo – com ou sem padrão-exportação – foi ajustado para R$ 360/@, no prazo. A média das outras 16 regiões acompanhadas pela Agrifatto permaneceu em R$ 346,50/@, sem alterações em relação aos preços da última sexta-feira. Pelos dados da Scot Consultoria, no mercado paulista, o boi gordo destinado a mercado interno segue valendo R$ 350/@, enquanto o “boi-China” está cotado em R$ 355/@ (valores brutos, no prazo). Segundo a Agrifatto, a baixa liquidez impediu o alongamento das escalas de abate dos frigoríficos brasileiros, mantidas em seis dias úteis, na média nacional. Ainda de acordo com a consultoria, os frigoríficos de maior porte operaram com programações de abate mais confortáveis, favorecidos por animais de parceria e confinamentos próprios. Por sua vez, diz a Agrifatto, as unidades menores, com escalas mais curtas, encontraram maior dificuldade para adquirir boiadas e precisaram elevar as ofertas. Na B3, os contratos do boi gordo com vencimento no quarto trimestre permaneceram acima do mercado físico, com outubro/26, novembro/26 e dezembro/26 negociados em patamares acima de R$ 380/@, destacou a Agrifatto. Na avaliação da consultoria, a tendência é de redução da diferença entre os dois mercados (físico e futuro) à medida que se aproxima o vencimento dos contratos. “Para que a sinalização da curva futura se confirme no físico, será necessário manter negócios em volume representativo nos patamares mais altos, além de confirmar a oferta restrita e a dificuldade das indústrias para recompor as escalas”, observou a Agrifatto. Cotações do boi gordo, conforme levantamento diário da Agrifatto: SÃO PAULO: Boi comum: R$ 350,00. Boi China: R$ 350,00. Média: R$ 350,00. Vaca: R$ 325,00. Novilha: R$ 335,00. Escalas: seis dias. MINAS GERAIS: Boi comum: R$ 345,00. Boi China: R$ 345,00. Média: R$ 345,00. Vaca: R$ 325,00. Novilha: R$ 335,00. Escalas: nove dias. MATO GROSSO DO SUL: Boi comum: R$ 350,00. Boi China: R$ 350,00. Média: R$ 350,00. Vaca: R$ 325,00. Novilha: R$ 335,00. Escalas: cinco dias. MATO GROSSO: Boi comum: R$ 330,00. Boi China: R$ 330,00. Média: R$ 330,00. Vaca: R$ 310,00. Novilha: R$ 320,00. Escalas: oito dias. GOIÁS: Boi comum: R$ 345,00. Boi China/Europa: R$ 345,00. Média: R$ 345,00. Vaca: R$ 325,00. Novilha: R$ 335,00. Escalas: seis dias. TOCANTINS: Boi comum: R$ 340,00. Boi China: R$ 340,00. Média: R$ 340,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 325,00. Escalas: seis dias. PARÁ: Boi comum: R$ 345,00. Boi China: R$ 345,00. Média: R$ 345,00. Vaca: R$ 325,00. Novilha: R$ 335,00. Escalas: cinco dias. RONDÔNIA: Boi: R$ 335,00. Vaca: R$ 310,00. Novilha: R$ 315,00. Escalas: oito dias. MARANHÃO: Boi: R$ 345,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 325,00. Escalas: sete dias. Preços brutos do “boi-China” nesta sexta-feira (18/9), de acordo com levantamento diário da Scot Consultoria: SÃO PAULO: R$ 351,00/@ (à vista) e R$ 355,00/@ (prazo). MINAS GERAIS (Exceto região Sul): R$ 346,00/@ (à vista) e R$ 350,00/@ (prazo). MATO GROSSO: R$ 331,50/@ (à vista) e R$ 335,00/@ (prazo). MATO GROSSO DO SUL: R$ 348,00/@ (à vista) e R$ 352,00/@ (prazo). GOIÁS: R$ 338,50/@ (à vista) e R$ 342,00/@ (prazo). TOCANTINS: R$ 341,00/@ (à vista) e R$ 345,00/@ (prazo).  PARÁ/PARAGOMINAS: R$ 346,00/@ (à vista) R$ 350,00/@ e (prazo). PARÁ/REDENÇÃO E MARABÁ: R$ 338,50/@ (à vista) e R$ 342,00/@ (prazo). RONDÔNIA: R$ 334,50/@ (à vista) e R$ 338,00/@ (prazo). ESPÍRITO SANTO: R$ 341,00/@ (à vista) e R$ 345,00/@ (prazo).

SCOT CONSULTORIA/AGRIFATTO/PORTAL DBO

 

Embarques de carne bovina reagem na terceira semana, mas ritmo de setembro ainda é 30% menor que em 2025

Brasil exportou 130 mil toneladas nos primeiros 13 dias úteis do mês; terceira semana foi a mais forte do período

 

As exportações brasileiras de carne bovina ganharam força na terceira semana de setembro, mas o ritmo médio dos embarques ainda permanece abaixo do registrado no mesmo mês de 2025. Nos primeiros 13 dias úteis de setembro de 2026, o Brasil enviou ao exterior 130,31 mil toneladas do produto, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A média diária ficou em 10,02 mil toneladas, representando queda de 29,9% em relação à média de setembro do ano passado. Depois de exportar 40,58 mil toneladas na primeira semana e 39,13 mil toneladas na segunda, o Brasil embarcou 50,60 mil toneladas na terceira semana de setembro. O volume representou crescimento de aproximadamente 29% em relação à semana anterior e foi o melhor resultado semanal do mês até agora. Essa recuperação reduz parte da preocupação provocada pelo início mais lento de setembro. Para o pecuarista, uma continuidade desse avanço nas semanas restantes seria positiva, pois aumentaria a necessidade de matéria-prima por parte dos frigoríficos exportadores e poderia ajudar a sustentar as cotações do boi gordo. Ainda assim, o desempenho da terceira semana, isoladamente, não é suficiente para reverter a comparação negativa com 2025. O mercado precisará acompanhar se a aceleração representa uma retomada consistente dos embarques ou apenas uma concentração pontual de cargas. Apesar da retração registrada em setembro, o Brasil já exportou 2,049 milhões de toneladas de carne bovina em 2026. A superação da marca de 2 milhões de toneladas antes do encerramento do terceiro trimestre evidencia a relevância da demanda internacional para o escoamento da produção brasileira. A leitura dos dados, portanto, apresenta dois movimentos distintos. O acumulado anual continua robusto, mas setembro mostra perda de velocidade na comparação com o mesmo período do ano passado. Para o pecuarista, essa diferença é importante. Um grande volume acumulado confirma a competitividade da carne brasileira no mercado mundial, porém é o ritmo mais recente dos embarques que costuma exercer influência mais imediata sobre as compras dos frigoríficos, as escalas de abate e os preços pagos pela arroba. Caso a média diária de 10,02 mil toneladas seja mantida durante os 22 dias úteis previstos para setembro, o mês poderá terminar com aproximadamente 220 mil toneladas exportadas. 

SECEX/MDIC

 

Lula diz que Uruguai cedeu ao Brasil parte da cota de exportação de carne bovina à China

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na segunda-feira que o Uruguai cedeu ao Brasil parte da cota de exportação de carne bovina do país para a China, uma vez que os frigoríficos brasileiros já completaram a cota nacional de embarques em 2026 ao país asiático.

 

"Agradeci a autorização concedida ao Brasil para uso do excedente da cota uruguaia de exportação de carne bovina para a China", disse Lula, em uma publicação no X. O Ministério de Relações Exteriores do Uruguai não comentou o assunto imediatamente. A postagem de Lula no X foi feita após um encontro bilateral com o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, em Nova York, no contexto da Assembleia Geral da ONU que ocorre nesta semana. "Tratamos de temas da agenda bilateral, em especial infraestrutura e comércio agrícola", acrescentou Lula. Enquanto o Brasil já completou sua cota com tarifa mais baixa de 1,1 milhão de toneladas para 2026, o Uruguai ainda teria volumes disponíveis para este ano. Os volumes, no entanto, não estão claros e a negociação ainda precisaria de um aval da China, que passou a taxar em 55% os volumes extracota.

REUTERS

 

SUÍNOS

 

ITAÚ BBA: Preço do suíno desaba, e vendas no mercado interno dão prejuízo

Margem bruta das vendas de carne suína no mercado interno ficou negativa em 32% em agosto — há um ano, era de 27%, segundo o Itaú BBA.

 

Depois de um ano eufórico, marcado por margens historicamente altas, os produtores de suínos têm visto a sua rentabilidade derreter no mercado interno em 2026. Diferente das crises anteriores no setor, normalmente causadas pelo aumento nos custos de produção, desta vez a razão do problema é o excesso de oferta, que derrubou os preços no Brasil ao menor patamar desde 2020, em termos nominais, segundo a consultoria agro do Itaú BBA. A razão é um excesso de oferta, atribuído a um desordenado aumento na produção, favorecido por uma estabilidade nos custos de produção. Do lado da demanda, as exportações acumulam um crescimento de 9% até agosto deste ano e o consumo interno apresenta um leve crescimento. A meia carcaça no atacado paulista caiu 43% em julho, em comparação ao mesmo período do ano passado. Em agosto, o suíno vivo foi negociado a R$ 4,78 por quilo, bem abaixo do custo de produção, estimado em R$ 6,30 por quilo. “Hoje, o prejuízo de engordar o suíno é de R$ 180 por cabeça. Em março, estava em R$ 80 por cabeça”, afirma César de Castro Alves, gerente da consultoria agro do Itaú BBA. Com isso, a margem bruta das vendas no mercado interno ficou negativa em 32% no mês passado. Há um ano, ela estava em 27%, segundo a consultoria. Para Wagner Yanaguizawa, analista de proteínas do Rabobank, o aumento na produção, estimado em 6,5% no primeiro semestre pelo banco, é consequência da bonança de 2025. “Um cenário que poderia ser positivo se transformou em sobreoferta”, afirmou. Os primeiros sinais da crise começaram a aparecer no final do primeiro trimestre, mas o setor demorou para reduzir os alojamentos em meio a uma forte demanda para as exportações e à expectativa de uma alta no consumo doméstico, teoricamente estimulado pela alta no preço da carne bovina — o que costuma favorecer o consumo de proteínas mais baratas. “Está tendo um incremento no consumo interno, mas está sendo abaixo do que o mercado esperava”, diz Yanaguizawa. Apesar da diferença entre os preços da carne suína em relação à bovina e ao frango ter atingido o maior patamar dos últimos quatro anos em julho, o aumento do consumo no Brasil foi de apenas 1% no primeiro semestre, segundo o Rabobank. O Itaú BBA estima que o consumo total aparente tenha crescido 2% no Brasil no primeiro semestre. Mesmo assim, “não está cabendo carne no mercado interno”, diz Alves. “O avanço das exportações não tem sido suficiente para absorver o aumento da oferta doméstica e restabelecer o equilíbrio do mercado interno”, complementa o banco, em relatório. “O mercado de suínos doméstico tem muitos processados, que podem estar sofrendo pelo lado da renda”, diz Alves. A esperança do setor está nas festividades de final de ano, que normalmente favorecem o consumo de carne suína. “Espero que os preços reajam no final do ano, mas tem que subir muito para chegar no break even”, disse Alves, do Itaú BBA. Para isso, será essencial um ajuste na oferta. Na avaliação do Itaú BBA, ainda não há sinais claros de que esse movimento já esteja em curso. Já Yanaguizawa, do Rabobank, diz que há alguns indícios de queda nos alojamentos em algumas regiões, o que pode ser interpretado como um período de transição até uma fase de recuperação. “Diante da queda de receita, muitos produtores independentes, que estão com o fluxo de caixa apertado, optaram por descartar algumas matrizes, o que acabou agravando a crise de oferta em julho e agosto”, disse Yanaguizawa. Neste mês, o mercado estaria passando por um período de transição, preparando-se para o início de uma recuperação em outubro. “Acredito em uma retomada nos preços por conta de uma possível melhora no balanço entre oferta e demanda”, afirmou. Enquanto as margens no mercado doméstico têm descido ladeira abaixo, a rentabilidade das exportações de carne suína continua bastante favorável. Neste ano, o spread de exportação está em 38%, acima da média dos últimos cinco anos de 34%, segundo o Itaú BBA. “O preço de exportação, em dólares, está razoável e a demanda está firme. O melhor cenário, hoje, é para quem exporta”, finaliza Alves.

ITAÚ BBA/RABOBANK

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

China inicia auditoria a frigoríficos no Brasil

Cinco técnicos chineses vão percorrer estabelecimentos produtivos, laboratórios oficiais, abatedouros e fazendas em cinco Estados até o próximo sábado (26/9). Há expectativa de que a auditoria ajude nas tratativas para a abertura de mercado chinês para miúdos de bovinos e suínos do Brasil

 

Começou no domingo (20/9) a auditoria da China a frigoríficos de carnes bovina, suína e de aves do Brasil. Cinco técnicos chineses vão percorrer estabelecimentos produtivos, laboratórios oficiais, abatedouros e fazendas em cinco Estados até o próximo sábado (26/9), além de passar por Brasília (DF) para reuniões com o Ministério da Agricultura e representantes dos exportadores brasileiros. Recentemente, em entrevista à CNN, o ministro da Agricultura, André de Paula, disse que há expectativa de anúncio de reabilitação de plantas de carne bovina que estão com as vendas suspensas para a China atualmente e de habilitações de novas unidades, bem como avanços para o início das vendas de miúdos de bovinos e suínos. A comitiva chinesa chegou no início desse domingo (20/9) a Brasília, onde teve reunião com o Ministério da Agricultura. De lá partiu para Porto Alegre (RS). No Rio Grande do Sul, os técnicos vão visitar o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) e uma planta de suínos no interior do Estado. De lá, o grupo partirá para o Paraná onde visitará um frigorífico de aves nesta terça-feira (22/9). O itinerário inclui ainda duas visitas a abatedouros, de aves e bovinos, no interior de São Paulo na quarta-feira (23/9) e a uma fazenda em Rondônia, na quinta-feira (24/9). A passagem pelo Estado incluirá ainda a auditoria a mais duas plantas de carne bovina. Depois, os técnicos seguirão para uma reunião final com o Ministério da Agricultura em Cuiabá (MT). Atualmente, cinco frigoríficos exportadores de carne bovina estão com a habilitação suspensa para a China: as unidades da JBS em Vilhena (RO), que será visitada pelos chineses, e em Pontes e Lacerda (MT), a Prima Foods em Araguari (MG), a Frialto em Matupá (MT) e a SulBeef, em Várzea Grande (MT). Já a Copacol, de Cafelândia (PR), está impedida de comercializar carne de aves. Não há bloqueios no momento para frigoríficos de carne suína. Como a China reconheceu o status brasileiro de país livre de febre aftosa sem vacinação, há expectativa de que a auditoria ajude nas tratativas para a abertura de mercado de miúdos de bovinos e suínos do Brasil para lá.

GLOBO RURAL

 

ECONOMIA

 

Dólar cai a R$5,1080 sob influência do exterior

O dólar fechou a segunda-feira em baixa e novamente na faixa dos R$5,10, acompanhando o recuo dos rendimentos dos Treasuries e da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior.

 

No Brasil, uma nova pesquisa eleitoral reforçou o cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pelo Planalto, com Lula mantendo levemente a frente. O dólar à vista encerrou a sessão com queda de 0,72%, a R$5,1080. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 6,94%. Às 17h03, o dólar futuro para outubro -- atualmente 3o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,79% na B3, aos R$5,1170. Pesquisa BTG/Nexus divulgada pela manhã mostrou Lula com 46% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno, contra 45% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, eles estão em empate técnico. No levantamento anterior, Lula tinha 47% e Flávio somava 45%. O recuo do dólar na segunda-feira, porém, esteve ligado principalmente à baixa das cotações também no exterior, com investidores se apegando à possibilidade de um acordo de paz entre EUA e Irã nesta semana, quando haverá reunião da ONU em Nova York. Ainda que permaneça em níveis elevados, o petróleo Brent cedeu para a faixa dos US$100 o barril e os rendimentos dos Treasuries caíram, enquanto os principais índices de ações em Nova York avançaram. Nos mercados de moedas, isso se traduziu na baixa do dólar ante divisas como o real, o peso chileno, o won coreano e o rand sul-africano, entre outras. “(Temos) queda dos rendimentos dos Treasuries, queda do petróleo, bolsas na Europa fechando majoritariamente em alta e Nova York também indo bem”, citou durante a tarde o diretor da assessoria FB Capital, Fernando Bergallo. “Então, a queda (do dólar ante o real) reflete o exterior. Estamos absolutamente alinhados com a performance do dólar lá fora”, acrescentou. Após marcar a cotação máxima intradia de R$5,1381 (-0,14%) às 9h01, logo após a abertura, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,1028 (-0,82%) às 13h09. No restante da tarde, manteve-se pouco acima dos R$5,10.

REUTERS

 

Ibovespa fecha em alta com aval externo

O Ibovespa fechou em alta na segunda-feira, ultrapassando os 187 mil pontos no melhor momento, em meio a um ambiente favorável a risco no mercado internacional, com alívio nos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano e queda dos preços do petróleo.

 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,82%, a 186.752,93 pontos, de acordo com dados preliminares, com investidores também repercutindo nova pesquisa eleitoral. Na máxima do dia, chegou a 187.434,25 pontos. Na mínima, marcou 185.246,81 pontos. O volume financeiro no pregão somava R$24,78 bilhões antes dos ajustes finais.

REUTERS

 

Mercado eleva projeção do IPCA de 2026 e reduz estimativas para Selic e PIB, aponta Focus 

Para 2027, a mediana das expectativas para a inflação foi mantida em 4,30% pelos economistas e analistas que participam da pesquisa do Banco Central, e para a alta do PIB, reduzida de 1,45% para 1,43% 

 

A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial brasileira em 2026 subiu de 4,90% para 4,92%, de acordo com o relatório Focus, do Banco Central (BC), divulgado na segunda-feira (21) com estimativas coletadas até a sexta-feira (18). Para 2027, a mediana das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se manteve em 4,30%, e, para 2028, continuou em 3,80%. O IPCA 12 meses suavizado caiu de 4,65% para 4,62%. Para a taxa básica de juros (Selic), a mediana das estimativas recuou de 13,75% para 13,50% em 2026. Para 2027, permaneceu em 12% pela 14ª semana, e, para 2028, seguiu em 10,50%, pela 12ª semana. A mediana das projeções para o crescimento da economia brasileira em 2026 recuou de 1,89% para 1,88%. Para 2027, a mediana das expectativas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) cedeu de 1,45% para 1,43% e, para 2028, se manteve em 1,87%. A mediana das projeções para o dólar no fim de 2026 se manteve em R$ 5,20, segundo o relatório Focus. Para 2027, a mediana das expectativas para a moeda americana continuou em R$ 5,28, e, para 2028, seguiu em R$ 5,30.

VALOR ECONÔMICO

 

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