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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 1020 DE 06 DE JANEIRO DE 2025

  • prcarne
  • há 2 dias
  • 9 min de leitura

Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 5 | nº 1020 | 06 de janeiro de 2025

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL 

 

Mercado do boi gordo abre 2026 em ritmo lento e com reajustes negativos em SP

Negociações neste início do ano seguem travadas nas regiões brasileiras; na praça paulista, animal sem padrão-exportação recua R$ 2/@ nesta segunda-feira (5/1), para R$ 317/@, no prazo, informou a Scot. No PARANÁ: Boi: R $ 320,00. Vaca: R $ 300,00. Novilha: R$ 310,00. Escalas: dez dias. Boi China: PARANÁ: R$ 326,50/@ (à vista) e R$ 330,00/@ (prazo)

 

Na praça paulista, de acordo com apuração da Scot Consultoria, os frigoríficos que abriram compras na segunda-feira (5/1) observaram um aumento na oferta de animais terminados em relação ao final do ano, o que deu espaço para uma queda de R$ 2/@ no preço do boi gordo sem padrão-exportação, agora negociado em R$ 317/@, no prazo (valor bruto). Para as demais categorias, diz a Scot, os preços não mudaram em São Paulo. Portanto, a vaca gorda segue cotada em R$ 302/@, a novilha em R$ 312/@ e o “boi-China” em R$ 322/@. Segundo a Agrifatto, o anúncio sobre a salvaguarda chinesa acendeu o sinal de alerta entre os produtores e frigoríficos brasileiros, diante do risco de dificuldade no escoamento da produção, pressão sobre os preços e redução das margens, caso as vendas ultrapassem a cota. Apesar da apreensão inicial, logo após a medida imposta do governo de Pequim, os importadores da China voltaram às compras pagando mais pela proteína. De acordo com os dados levantados pela Agrifatto, a tonelada do dianteiro desossado, por exemplo, avançou de US $5.400 para US $5.800, mantendo viés de alta. No mercado futuro, os contratos do boi gordo subiram na sexta-feira (2/1) na B3. O principal destaque foi o contrato com vencimento em janeiro/26, negociado a R$ 317/@, com alta de R$ 1/@ em relação ao dia anterior. O ágio entre o mercado físico e futuro continua inexistente no contrato de curto prazo. Atualmente, esse diferencial é percebido apenas nos contratos mais longos, a partir de março, com prêmios acima de R$ 5/@. O mercado atacadista iniciou 2026 sem grandes movimentações. A carcaça casada bovina permaneceu estável na comparação semanal, sendo comercializada a R$ 22,01/kg, informa a Agrifatto. De acordo com os dados da consultoria, os cortes bovinos apresentaram leves recuos, com destaque para a ponta de agulha, que registrou retração de 0,06%, com preço de R$ 18,51/kg, enquanto o dianteiro apresentou queda semanal de 0,04%, encerrando o período a R$ 18,40/kg. Cotações do boi gordo desta segunda-feira (5/1), conforme levantamento diário da Agrifatto: SÃO PAULO: Boi comum: R$ 320,00. Boi China: R$ 330,00. Média: R$ 325,00. Vaca: R$ 305,00 Novilha: R$ 315,00 Escalas: dez dias. MINAS GERAIS: Boi comum: R$ 315,00 Boi China: R$ 315,00. Média: R$ 315,00. Vaca: R$ 295,00. Novilha: R$ 305,00. Escalas: onze dias. MATO GROSSO DO SUL: Boi comum: R$ 315,00 Boi China: R$ 315,00. Média: R$ 315,00. Vaca: R$ 295,00. Novilha: R$ 305,00. Escalas: dez dias.

MATO GROSSO: Boi comum: R$ 300,00. Boi China: R$ 300,00. Média: R$ 300,00. Vaca: R$ 280,00. Novilha: R$ 290,00. Escalas: nove dias. GOIÁS: Boi comum: R$ 315,00. Boi China/Europa: R$ 315,00. Média: R$ 315,00. Vaca: R$295,00. Novilha: R$305,00. Escalas: nove dias. TOCANTINS: Boi comum: R$ 300,00. Boi China: R$ 300,00. Média: R$ 300,00. Vaca: R $ 275,00. Novilha: R$ 285,00. Escalas: dez dias. PARÁ: Boi comum: R$ 300,00. Boi China: R$ 300,00. Média: R$ 300,00. Vaca: R$ 275,00. Novilha: R$ 285,00. Escalas: dez dias. RONDÔNIA: Boi: R $ 275,00. Vaca: R $ 255,00. Novilha: R$ 265,00. Escalas: doze dias. MARANHÃO: Boi: R $ 300,00. Vaca: R $ 270,00. Novilha: R$ 275,00. Escalas: nove dias. Preços brutos do “boi-China” nesta segunda-feira (5/1), de acordo com levantamento diário da Scot Consultoria: SÃO PAULO: R$ 318,50/@ (à vista) e R$ 322,00/@ (prazo). MINAS GERAIS (Exceto região Sul): R$ 316,50/@ (à vista) e R$ 320,00/@ (prazo). MATO GROSSO: R$ 300,00/@ (à vista) e R$ 303,00/@ (prazo). MATO GROSSO DO SUL: R$ 309,50/@ (à vista) e R$ 313,00/@ (prazo). GOIÁS: R$ 311,50/@ (à vista) e R$ 315,00/@ (prazo). PARÁ/PARAGOMINAS: R$ 304,00/@ (à vista) R$ 307,00/@ e (prazo). PARÁ/REDENÇÃO E MARABÁ: R$ 302,00/@ (à vista) e R$ 305,00/@ (prazo). RONDÔNIA: R$ 272,00/@ (à vista) e R$ 275,00/@ (prazo). ESPÍRITO SANTO: R$ 302,00/@ (à vista) e R$ 305,00/@ (prazo). TOCANTINS: R$ 297,00/@ (à vista) e R$ 300,00/@ (prazo).

SCOT CONSULTORIA/AGRIFATTO/PORTAL DBO

 

CARNES

 

México cria cota para importação de carnes bovina e suína

Arroz em casca, outro produto exportado pelo Brasil aos mexicanos, teve a isenção tarifária revogada. Governo mexicano autorizou a importação de 70 mil toneladas de carne bovina e 51 mil toneladas de carne suína

O governo do México publicou na segunda-feira (5/1) resoluções que estabelecem as cotas de importação de carnes bovina e suína para 2026 com isenção tarifária, dois dos principais produtos exportados pelo Brasil aos mexicanos. Foram autorizadas as importações de 70 mil toneladas de carne bovina e 51 mil toneladas de carne suína. Os volumes excedentes dos limites definidos pagarão tarifas de 20% e 16%, respectivamente. A cota não será específica para o Brasil, e valerá para todos os países com os quais o México não tem acordo de livre comércio. De acordo com o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, na prática, quem tem exportado esses produtos são as indústrias brasileiras. De janeiro a novembro de 2025, os frigoríficos brasileiros exportaram 74,2 mil toneladas de carne suína ao México, com faturamento de US$ 181,4 milhões, e outras 113,2 mil toneladas de carne bovina, com receita de US$ 618,9 milhões, de acordo com dados do Ministério da Agricultura. "Na prática, o Brasil continuará essencialmente exportando mais da metade do volume direcionado de carne suína e carne bovina ao mercado mexicano sem qualquer tarifa, sendo que a tarifa para aquilo que exceder as cotas estabelecidas sem tarifa varia entre 16% e 20%", afirmou Rua. Até 2025, a exportação desses produtos agropecuários ao México não era tarifada. A isenção estava prevista no Pacic, o plano mexicano contra inflação. Na semana passada, o programa foi prorrogado, mas diversos itens passaram a ter o fluxo controlado por cotas e tarifas, a exemplo das carnes bovina e suína. Os volumes das cotas só foram divulgados nesta segunda-feira (5/1). A principal preocupação do Brasil é em relação à carne de frango, que permaneceu isenta e livre de cotas. Antes do Pacic, a comercialização do produto era taxada em 75%. O pacote do governo mexicano contra a inflação e o encarecimento dos produtos alimentícios foi criado em 2022 e tem sido prorrogado de forma recorrente. As normas, publicadas pelo México, afirmam que as cotas de importação serão atribuídas por meio de mecanismo de "concurso público". Na agroindústria brasileira ainda há dúvidas de como será o acesso aos volumes. É aguardada a publicação de regra de "adequação" de como vai ser feita a distribuição da cota.

VALOR ECONÔMICO

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Paraná alcança investimento recorde de R$ 7,18 bilhões em 2025

O montante supera o desempenho de 2024, quando foram empenhados R$ 6,41 bilhões, e representa mais que o dobro do volume registrado em 2018, que foi de R$ 3,2 bilhões, segundo dados da Secretaria de Estado da Fazenda.

 

O Governo do Paraná encerrou o ano de 2025 com R$ 7,18 bilhões em investimentos empenhados, o maior valor já registrado na história do Estado. O montante supera o desempenho de 2024, quando foram empenhados R$ 6,41 bilhões, e representa mais que o dobro do volume registrado em 2018, que foi de R$ 3,2 bilhões, segundo dados da Secretaria de Estado da Fazenda. Além do recorde nos empenhos, o Estado também avançou de forma expressiva nos investimentos liquidados, aqueles que efetivamente saíram do papel. Em 2025, foram R$ 5,89 bilhões liquidados, frente a R$ 3,36 bilhões em 2024. Essa fase corresponde à penúltima etapa da execução orçamentária e indica que obras e aquisições foram entregues de forma concreta. Os R$ 7,18 bilhões investidos em 2025 se materializam em diferentes áreas e em todas as regiões do Paraná. Desse total, R$ 1,81 bilhão foi destinado à aquisição de equipamentos e materiais permanentes. As obras também tiveram peso significativo nesse resultado histórico, somando mais de R$ 1,82 bilhão em intervenções como construção de escolas e hospitais, melhorias na infraestrutura e ações em dezenas de rodovias estaduais.

Entre os projetos de maior destaque está a Ponte de Guaratuba, a maior obra de infraestrutura atualmente em execução no Paraná, que segue em ritmo acelerado e tem previsão de entrega para abril de 2026. Outras intervenções relevantes incluem a ampliação e restauração das PR-180 e PR-281, entre Francisco Beltrão e Dois Vizinhos, no Sudoeste, e a duplicação em concreto da PRC-466, entre Guarapuava e Pitanga, em três lotes, na região Centro-Sul. Diversas secretarias investiram muito ao longo de 2025. A Secretaria da Saúde contou com investimentos de R$ 904 milhões, o que auxiliou nas obras de Ambulatórios Médicos, Unidades Mistas e novos hospitais. A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento recebeu R$ 734 milhões para convênios de pavimentação de estradas rurais e aquisição de maquinários, enquanto a Segurança Pública teve mais de R$ 611 milhões investidos, principalmente em viaturas, armamentos e novos projetos, como o Olho Vivo. Já a Secretaria da Educação investiu R$ 588 milhões. Após atingir o recorde histórico em 2025, a expectativa é de um novo avanço em 2026. De acordo com a Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA), a Secretaria da Fazenda projeta que o Paraná destine mais de R$ 7,1 bilhões a investimentos no próximo ano, valor 11% superior aos R$ 6,3 bilhões previstos na LOA de 2025.

AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

 

ECONOMIA

 

Dólar fecha sessão em baixa ante o real a despeito de ataque dos EUA à Venezuela

Após atingir o valor máximo da sessão pela manhã, na esteira do ataque dos Estados Unidos à Venezuela no fim de semana, o dólar perdeu força ante o real e fechou a segunda-feira em baixa, refletindo maior acomodação das cotações apesar do cenário geopolítico conturbado no exterior.

 

A moeda norte-americana à vista fechou o dia em baixa de 0,35%, aos R$5,4051. Às 17h17, o contrato de dólar futuro para fevereiro -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 0,23% na B3, aos R$5,4430. Na madrugada de sábado, forças norte-americanas atacaram a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro, que foi levado aos EUA para julgamento. A ação, que teve larga repercussão internacional, lançou dúvidas sobre a dinâmica global de produção e venda de petróleo, já que o país sul-americano possui a maior reserva comprovada de óleo do mundo. Além disso, o ataque acendeu o alerta na América Latina como um todo, em meio às ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de ações contra outros países, como a Colômbia e o México. No campo político, o ataque norte-americano foi interpretado como um possível fator de fortalecimento da direita na América do Sul, em um ano em que haverá eleições no Peru, na Colômbia e no Brasil. Neste cenário, o dólar à vista atingiu a cotação máxima de R$5,4545 (+0,57%) às 10h33, em um momento em que a moeda norte-americana também sustentava ganhos ante outras divisas pares do real no exterior. Ao longo da sessão, porém, o dólar perdeu força ante o real e migrou para o território negativo. A queda do dólar ocorreu em paralelo ao fortalecimento do Ibovespa e à perda de força das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros), em uma sessão que acabou sendo positiva para os ativos brasileiros. No exterior, o dia foi de alta firme para os índices de ações e para o petróleo. No mercado, uma das percepções era de que a mudança de governo na Venezuela pode impulsionar a produção de petróleo no país latino, o que no longo prazo teria como resultado uma pressão de baixa sobre os preços globais da commodity, com impactos sobre a inflação.

Porém, os efeitos do ataque norte-americano sobre os ativos na segunda-feira acabaram diluídos. “Os impactos no mercado brasileiro (foram) muito pequenos. Lá fora também. No curto prazo, o impacto é mínimo, tanto no Brasil quanto no mundo”, opinou Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos.

REUTERS

 

Ibovespa fecha em alta firme impulsionado por bancos

O Ibovespa fechou em alta firme na segunda-feira, impulsionado pelos ganhos em ações do setor financeiro e em linha com o clima de maior apetite ao risco no exterior, ao mesmo tempo em que investidores monitoram os desdobramentos do ataque dos Estados Unidos que capturou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,94%, a 162.049,09 pontos, de acordo com dados preliminares, após marcar 160.214,70 na mínima e 162.165,72 na máxima do dia. O volume financeiro no pregão da segunda-feira somava R$20,09 bilhões antes dos ajustes finais.

REUTERS

 

Analistas fazem pequenos ajustes nas perspectivas para a inflação em 1º Focus do ano

Analistas consultados pelo Banco Central fizeram ligeiros ajustes em suas projeções para o IPCA na primeira pesquisa Focus do ano, divulgada na segunda-feira, vendo a inflação ligeiramente mais baixa em 2025 e mais alta em 2026.

 

O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, apontou que a expectativa para a alta do IPCA em 2025 caiu pela oitava vez seguida, a 4,31%, de 4,32%.

O IBGE divulgará na sexta-feira os dados do IPCA de dezembro e do ano passado. O centro da meta oficial para a inflação é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para 2026, a projeção para a inflação aumentou em 0,01 ponto percentual, a 4,06%, enquanto para 2027 permaneceu em 3,80% pela nona vez seguida. Para o Produto Interno Bruto (PIB), permaneceram inalteradas as estimativas de crescimento de 2,26% e 1,80% respectivamente para 2025 e 2026. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros Selic deve ser mantida no nível atual de 15% na primeira reunião do ano, em 27 e 28 de janeiro. Ao final de 2026, a projeção é de que ela fique em 12,25%, sem alterações ante a semana anterior.

REUTERS

 

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