top of page
Buscar

CLIPPING DO SINDICARNE NÂș 1167 DE 07 DE AGOSTO DE 2026

  • prcarne
  • hĂĄ 11 horas
  • 18 min de leitura

Sindicato da IndĂșstria de Carnes e Derivados no Estado do ParanĂĄ

Ano 5 | nÂș 1167 | 07 de agosto de 2026

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL 

 

Boi gordo: alta em SP e estabilidade nas demais praças

Na quinta-feira (6/8), o mercado brasileiro do boi gordo seguiu firme, sustentado sobretudo pela dificuldade da indĂșstria nacional em alongar as escalas de abate – que permaneceram, na mĂ©dia nacional, em apenas 5 dias Ășteis – e pelo fortalecimento da demanda domĂ©stica de carne bovina, relatam os analistas da Agrifatto, que acompanha diariamente os negĂłcios em 17 praças do PaĂ­s. No PARANÁ: Boi: R$ 355,00. Vaca: R$ 330,00. Novilha: R$ 340,00. Escalas: seis dias. Boi China: PARANÁ: R$ 350,50/@ (Ă  vista) e R$ 355,00/@ (prazo)

 

“O movimento de valorização da arroba ganhou consistĂȘncia, refletindo um conjunto de fundamentos favorĂĄveis aos pecuaristas”, ressalta a consultaria, que cita trĂȘs fatores de alta: a oferta restrita de animais gordos neste perĂ­odo de entressafra, a recuperação no consumo interno de carne bovina (impulsionada pelo pagamento dos salĂĄrios e pela proximidade do Dia dos Pais) e o bom ritmo das exportaçÔes (apesar da saĂ­da da China do mercado comprador). Pelos dados da Agrifatto, em SĂŁo Paulo, o valor do boi gordo (com ou sem padrĂŁo-exportação) subiu para R$ 355/@ (prazo) na quinta-feira, enquanto nas demais regiĂ”es monitoradas os preços da arroba ficaram estĂĄveis. Na quarta-feira (5/8), a mesma consultoria havia identificado valorizaçÔes nas cotaçÔes do boi gordo em 7 das 17 regiĂ”es acompanhadas AL, ES, MG, MT, PR, RO e SC. “Cabe destacar que, nas praças de SĂŁo Paulo e do ParanĂĄ, hĂĄ negĂłcios pontuais com boi gordo de R$ 360/@ e R$ 370/@”, informou a Agrifatto. PorĂ©m, diz a consultoria, por envolverem volumes reduzidos e estarem concentradas em frigorĂ­ficos de menor porte, voltados predominantemente ao mercado interno, essas operaçÔes ainda nĂŁo possuem representatividade suficiente para alterar as referĂȘncias de mercado. AlĂ©m disso, continua a Agrifatto, em regiĂ”es de MG, PA e TO foram observadas negociaçÔes pontuais entre R$ 345/@ e R$ 350/@, igualmente acima das referĂȘncias mĂ©dias regionais. No mercado futuro, os contratos do boi gordo registraram leve aumento na sessĂŁo de quarta-feira (5/8) da B3. Pelo terceiro pregĂŁo consecutivo, o destaque ficou para o contrato com vencimento em agosto/26, que encerrou cotado a R$ 348,75/@, com alta de 0,66% em relação ao fechamento anterior. CotaçÔes do boi gordo, conforme levantamento diĂĄrio da Agrifatto: SÃO PAULO: Boi comum: R$ 350,00. Boi China: R$ 350,00. MĂ©dia: R$ 350,00. Vaca: R$ 325,00. Novilha: R$ 335,00. Escalas: seis dias. MINAS GERAIS: Boi comum: R$ 340,00. Boi China: R$ 340,00. MĂ©dia: R$ 340,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 330,00. Escalas: seis dias. MATO GROSSO DO SUL: Boi comum: R$ 345,00. Boi China: R$ 345,00. MĂ©dia: R$ 345,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 330,00. Escalas: cinco dias. MATO GROSSO: Boi comum: R$ 340,00. Boi China: R$ 340,00. MĂ©dia: R$ 340,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 330,00. Escalas: sete dias. GOIÁS: Boi comum: R$ 335,00. Boi China/Europa: R$ 335,00. MĂ©dia: R$ 335,00. Vaca: R$ 315,00. Novilha: R$ 325,00. Escalas: seis dias. TOCANTINS: Boi comum: R$ 335,00. Boi China: R$ 335,00. MĂ©dia: R$ 335,00. Vaca: R$ 315,00. Novilha: R$ 325,00. Escalas: quatro dias. PARÁ: Boi comum: R$ 340,00. Boi China: R$ 340,00. MĂ©dia: R$ 340,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 330,00. Escalas: quatro dias. RONDÔNIA: Boi: R$ 335,00. Vaca: R$ 310,00. Novilha: R$ 315,00. Escalas: seis dias. MARANHÃO: Boi: R$ 335,00. Vaca: R$ 310,00. Novilha: R$ 315,00. Escalas: seis dias. Preços brutos do “boi-China” na quarta-feira (5/8), de acordo com levantamento diĂĄrio da Scot Consultoria: SÃO PAULO: R$ 347,50/@ (Ă  vista) e R$ 352,00/@ (prazo). MINAS GERAIS (Exceto regiĂŁo Sul): R$ 338,00/@ (Ă  vista) e R$ 342,00/@ (prazo). MATO GROSSO: R$ 330,00/@ (Ă  vista) e R$ 334,00/@ (prazo). MATO GROSSO DO SUL: R$ 341,00/@ (Ă  vista) e R$ 345,00/@ (prazo). GOIÁS: R$ 331,00/@ (Ă  vista) e R$ 335,00/@ (prazo). PARÁ/PARAGOMINAS: R$ 341,00/@ (Ă  vista) R$ 345,00/@ e (prazo). PARÁ/REDENÇÃO E MARABÁ: R$ 336,00/@ (Ă  vista) e R$ 340,00/@ (prazo). RONDÔNIA: R$ 326,00/@ (Ă  vista) e R$ 330,00/@ (prazo). ESPÍRITO SANTO: R$ 324,00/@ (Ă  vista) e R$ 328,00/@ (prazo). TOCANTINS: R$ 330,00/@ (Ă  vista) e R$ 334,00/@ (prazo).

SCOT CONSULTORIA/AGRIFATTO/PORTAL DBO

 

Boi/Cepea: ExportaçÔes aquecidas e oferta ajustada sustentam preços em 2026

Nos sete primeiros meses de 2026, os mercados do boi gordo e da carne apresentaram relativa firmeza. 

 

De acordo com o Cepea, a combinação entre exportaçÔes de carne bovina aquecidas, oferta relativamente ajustada de animais terminados e reposição valorizada sustentou os valores ao longo do perĂ­odo, mesmo diante de um consumo domĂ©stico moderado. Segundo o Centro de Pesquisas, o cĂąmbio em patamar favorĂĄvel reforçou a competitividade da carne bovina brasileira no mercado internacional, enquanto a demanda externa ajudou a compensar a fragilidade do consumo domĂ©stico, ainda limitado pelo poder de compra das famĂ­lias. Apesar desse cenĂĄrio, o mercado de boi gordo apresentou momentos distintos, alternando fases de maior pressĂŁo da oferta com perĂ­odos de recuperação das cotaçÔes. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, no primeiro trimestre, o setor ainda refletiu os efeitos do elevado abate de fĂȘmeas observado nos anos anteriores, fator que reduziu a disponibilidade de animais para reposição e contribuiu para a valorização dessa categoria. JĂĄ no segundo trimestre, a entrada de animais de pasto ampliou a oferta em algumas regiĂ”es. Ainda assim, as escalas de abate dos frigorĂ­ficos permaneceram relativamente ajustadas, limitando movimentos mais acentuados de queda nas cotaçÔes do boi gordo.

CEPEA

 

ExportaçÔes de carne bovina recuam em julho com freio da China; média diåria é a menor de 2026

Brasil embarcou 227,9 mil toneladas no mĂȘs, queda de 17,7% ante julho de 2025. China reduziu suas compras em quase 48%

 

Os dados consolidados da Secretaria de ComĂ©rcio Exterior mostram que o Brasil exportou 227,94 mil toneladas de carne bovina in natura em julho de 2026, contra 276,88 mil toneladas no mesmo mĂȘs do ano passado. A redução foi de 17,7% no volume. A receita tambĂ©m caiu, mas em intensidade menor. Os embarques renderam US$ 1,447 bilhĂŁo, recuo de 5,8% frente aos US$ 1,537 bilhĂŁo registrados em julho de 2025. A diferença entre a queda do volume e da receita Ă© explicada pela valorização da carne brasileira no mercado internacional. O preço mĂ©dio alcançou US$ 6.350 por tonelada, 14,4% acima dos US$ 5.549/t registrados hĂĄ um ano. A anĂĄlise de Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado, ajuda a dimensionar o papel da China nesse resultado. Em julho, os chineses compraram 82,7 mil toneladas de carne bovina brasileira volume bem menor comparado a julho do ano passado, com 158,4 mil toneladas exportadas. Portanto, houve uma redução de 47,78% nos embarques destinados ao mercado chinĂȘs. "A magnitude dessa diferença chama atenção: foram cerca de 75,7 mil toneladas a menos destinadas Ă  China em relação a julho de 2025", esclarece Iglesias. Esse nĂșmero Ă© particularmente relevante porque a redução das exportaçÔes totais brasileiras no mesmo comparativo foi de aproximadamente 48,9 mil toneladas. Ou seja, isoladamente, a retração chinesa foi maior que a queda do volume total exportado pelo Brasil — indicação de que outros mercados absorveram parte da carne que deixou de seguir para a China. Ainda assim, mesmo em um mĂȘs de forte retração, a China permaneceu como destino de aproximadamente 36% de toda a carne bovina brasileira exportada em julho. Segundo a Safras & Mercado, hĂĄ outro detalhe importante no comportamento das compras chinesas: julho começou com ritmo forte de embarques, mas perdeu intensidade Ă  medida que o mĂȘs avançou. A consultoria trabalha com a perspectiva de continuidade desse movimento de desaceleração em agosto. A mudança tambĂ©m aparece claramente na mĂ©dia diĂĄria dos embarques. O Brasil exportou em julho cerca de 9,9 mil toneladas de carne bovina por dia Ăștil, contra mais de 13 mil toneladas/dia nos meses de maio e junho. Segundo Iglesias, esse foi o pior ritmo observado em meses. Essa queda ganha importĂąncia porque ocorre justamente quando o mercado começa a lidar de maneira mais concreta com os efeitos da salvaguarda chinesa sobre as importaçÔes de carne bovina. Pelos nĂșmeros apresentados pela Safras & Mercado, a cota brasileira considerada no mecanismo chinĂȘs Ă© de 1,106 milhĂŁo de toneladas. Somando os embarques contabilizados de janeiro a julho, porĂ©m, o Brasil jĂĄ alcançou 1,189 milhĂŁo de toneladas, equivalente a 107,53% da cota, ultrapassando o limite em aproximadamente 83,3 mil toneladas. Isso significa que parte da carne brasileira exportada para a China passa a ficar sujeita Ă  sobretaxa prevista pela salvaguarda — de 55% para os volumes que excedem a cota. Os nĂșmeros de julho nĂŁo significam uma perda de importĂąncia do mercado externo para a pecuĂĄria brasileira. Ao contrĂĄrio, revelam uma mudança na composição do resultado. Mesmo com uma redução de quase 18% no volume total embarcado, o preço mĂ©dio da tonelada avançou mais de 14%, sustentando a receita acima de US$ 1,4 bilhĂŁo. E a prĂłpria China, apesar da forte redução, ainda comprou 82,7 mil toneladas em apenas um mĂȘs. O sinal de atenção estĂĄ na velocidade da mudança. Em junho, o Brasil havia destinado 158,36 mil toneladas Ă  China. Um mĂȘs depois, foram apenas 82,71 mil toneladas, praticamente a metade. Os dados da Safras mostram ainda que junho havia representado 14,32% da cota anual considerada pela consultoria, enquanto julho respondeu por apenas 7,48%.

AGÊNCIA SAFRAS

 

SUÍNOS

 

Suínos/Cepea: Preço do vivo em SP recua ao terceiro menor patamar da série do Cepea

A mĂ©dia de preços do suĂ­no vivo em julho recuou pelo quarto mĂȘs consecutivo e atingiu o terceiro menor patamar da histĂłria na regiĂŁo de SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, SĂŁo Paulo e Sorocaba).

 

De acordo com o Cepea, a menor demanda pelo animal vivo e pela carne pressionou os valores na segunda quinzena de julho. Segundo pesquisadores do Cepea, a procura pela carne suĂ­na fica tipicamente enfraquecida na segunda metade do mĂȘs, devido ao menor poder de compra da população, o que, consequentemente, reduz a demanda pelo animal vivo. AlĂ©m disso, o perĂ­odo de fĂ©rias escolares reforçou a redução na procura, levando as mĂ©dias a recuarem, apesar dos aumentos registrados no inĂ­cio de julho. O Centro de Pesquisas destaca que o cenĂĄrio baixista tanto da carne quanto do vivo este ano Ă© surpreendente para o setor, que esperava demanda firme em 2026, conforme observado em 2025. Na comparação com as cotaçÔes reais de dezembro, o suĂ­no vivo de SP-5 acumula desvalorização de 43,1%, enquanto a carcaça especial, de 36,2%. AlĂ©m da demanda enfraquecida, o Cepea entende que o momento atual do mercado Ă© fruto de maiores investimentos realizados pelo setor no ano passado e que resultam em maior produção e, portanto, maior oferta interna em 2026.

CEPEA

 

EMPRESAS

 

Lar obtém recurso do BNDES para investir em granjas e armazéns

Cooperativa vai ampliar suas operaçÔes de aves e melhorar a infraestrutura para armazenagem no ParanĂĄ. Lar Cooperativa investirĂĄ R$ 60 milhĂ”es em trĂȘs projetos no ParanĂĄ

 

A Lar Cooperativa Agroindustrial obteve um financiamento de R$ 60,3 milhĂ”es do Banco Nacional de Desenvolvimento EconĂŽmico e Social (BNDES) e investirĂĄ os recursos em trĂȘs projetos no ParanĂĄ. A cooperativa paranaense vai ampliar suas operaçÔes no segmento de aves e modernizar suas estruturas de armazenagem. Em SĂŁo JosĂ© das Palmeiras, a Lar planeja construir trĂȘs granjas para a nova unidade de recria de aves. A estrutura terĂĄ capacidade anual para a recria de 800 mil fĂȘmeas e 88 mil machos e serĂĄ integrada Ă  outra unidade da cooperativa na regiĂŁo, de acordo com informaçÔes do BNDES. As unidades de armazenagem da cooperativa nos municĂ­pios de SĂŁo Miguel do Iguaçu e em ItaipulĂąndia receberĂŁo novos sistemas de limpeza, secagem e movimentação de grĂŁos. Cada projeto prevĂȘ a instalação de uma linha de secagem com capacidade de processamento de atĂ© 240 toneladas por hora, alĂ©m de silos e equipamentos para transporte e redistribuição interna de soja e milho. “As intervençÔes buscam aumentar o volume diĂĄrio de recebimento de grĂŁos e melhorar o fluxo operacional durante os perĂ­odos de maior movimento da safra. A nova estrutura deverĂĄ reduzir o tempo de espera dos produtores e os custos associados Ă  permanĂȘncia de caminhĂ”es nas filas, alĂ©m de ampliar a capacidade de beneficiamento da produção”, informou o BNDES em nota. O crĂ©dito Ă  cooperativa serĂĄ viabilizado por meio do BNDES Finem, com recursos do Programa para Construção e Ampliação de ArmazĂ©ns (PCA) e do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor Ă  Produção AgropecuĂĄria (Prodecoop), no Ăąmbito do Plano Safra 2025/26. “O financiamento apoia a ampliação da capacidade produtiva e de armazenagem da cooperativa. Esses investimentos tĂȘm foco na logĂ­stica e na eficiĂȘncia das operaçÔes agroindustriais no oeste do Paraná”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em comunicado. ApĂłs a conclusĂŁo dos projetos, a cooperativa prevĂȘ a geração de 122 empregos diretos e 50 indiretos. Com sede em Medianeira (PR), a Lar atua nos setores agrĂ­cola, pecuĂĄrio e agroindustrial, no ParanĂĄ, Mato Grosso do Sul e no Paraguai.

GLOBO RURAL

 

TCU aprova substituir suspensĂŁo de atividades de frigorĂ­ficos por multas

A estimativa é de que as empresas paguem um total aproximado de R$ 32,3 milhÔes

 

O plenĂĄrio do Tribunal de Contas da UniĂŁo (TCU) aprovou na quarta-feira (5/8), por unanimidade, a proposta de solução consensual para pĂŽr fim a mais de 1.400 processos que poderiam levar Ă  interrupção de atividades de 379 agroindĂșstrias do paĂ­s, de acordo com documento obtido pelo Valor. Os casos envolvendo empresas de carne bovina e de aves e laticĂ­nios eram anteriores Ă  aprovação e sanção da lei 14.515/2022, do autocontrole na fiscalização agropecuĂĄria, que determinou o fim de penalidades como suspensĂŁo e interdição de atividades. Com a solução, a estimativa Ă© de que as empresas paguem um total aproximado de R$ 32,3 milhĂ”es em multas, de acordo com o documento. AtĂ© 2022, a Lei 7.889/1989 e o Decreto nÂș 9.013/2017 – Regulamento da Inspeção Industrial e SanitĂĄria de Produtos de Origem Animal (Riispoa) determinavam a suspensĂŁo de atividades, por no mĂ­nimo sete dias, como penalidade a possĂ­veis embaraços Ă  ação fiscalizadora das empresas. Em 2022, foi sancionada a lei 14.515, que revogou a Lei 7.889/1989 e excluiu as suspensĂ”es de atividades como penalidade definitiva. A situação se complicou durante a pandemia de Covid-19, quando o MinistĂ©rio da Agricultura interrompeu a execução de penalidades de suspensĂŁo de atividades e interdição de estabelecimentos aplicadas Ă  Ă©poca, para evitar a paralisação de cadeias produtivas essenciais Ă  produção de alimentos. A medida gerou o acĂșmulo de processos com decisĂ”es definitivas nĂŁo executadas e outros ainda em trĂąmite. Dada a controvĂ©rsia sobre qual base legal utilizar para determinar a penalidade dos processos - a lei de autocontrole ou o decreto anterior - o MinistĂ©rio da Agricultura solicitou uma solução consensual ao TCU, que criou no fim do ano passado uma ComissĂŁo de Solução Consensual para buscar um acordo.

A indĂșstria entendia que a regra da “suspensĂŁo de atividades” havia deixado de existir e que deveria ser aplicado o princĂ­pio da retroatividade da norma mais benĂ©fica aos processos administrativos ainda em curso. PorĂ©m, sem a regulamentação da nova sanção, as associaçÔes de frigorĂ­ficos defendiam a impossibilidade de sua aplicação. JĂĄ a Consultoria JurĂ­dica do MinistĂ©rio da Agricultura e a Advocacia-Geral da UniĂŁo (AGU) defendiam a aplicação da lei vigente no momento da infração. Conforme documento obtido pela reportagem, o acordo aprovado ontem pelo TCU prevĂȘ a conversĂŁo das penalidades de suspensĂŁo e interdição das atividades das empresas em multas, descontos escalonados conforme a instĂąncia da Justiça na qual correm processos em trĂąmite, parcelamento das multas em atĂ© cinco parcelas com aplicação de juros e renĂșncia a recursos administrativos e judiciais, com extinção dos litĂ­gios.

A solução aprovada pelo plenĂĄrio do TCU foi estruturada em eixos de atuação, com valores de referĂȘncia de multa distintos para cada categoria de passivo. Um dos eixos se refere a 346 infraçÔes distribuĂ­das em 304 processos com trĂąnsito em julgado administrativo, totalizando 2.460 dias de suspensĂŁo pendentes de execução. Para estes, a estimativa de arrecadação apurada com conversĂŁo das suspensĂ”es de operação em multas Ă© de R$ 10,8 milhĂ”es. O segundo eixo, dos processos ainda em trĂąmite, contempla 1.380 infraçÔes distribuĂ­das em 1.144 processos. Para essa categoria, o valor bruto projetado Ă© de R$ 24,6 milhĂ”es, considerando a soma de multas substitutivas de suspensĂŁo e multas jĂĄ aplicadas nos processos. A proposta aprovada tambĂ©m estabelece uma matriz de descontos progressivos exclusivamente para estes processos, que variam conforme o estĂĄgio recursal no momento da adesĂŁo, a fim de privilegiar a resolução precoce do litĂ­gio. Para casos em 1ÂȘ instĂąncia, o desconto previsto Ă© de 20%; para 2ÂȘ instĂąncia, 15%; e 3ÂȘ instĂąncia, 10%. Com a aplicação dos descontos, a projeção Ă© de pagamento lĂ­quido de R$ 21,5 milhĂ”es. Assim, o montante global a ser pago pelo setor para a regularização integral do passivo Ă© estimado em aproximadamente R$ 32,28 milhĂ”es, de acordo com o relatĂłrio do TCU. No documento, a ComissĂŁo do TCU argumenta que somadas as perdas em valor de produção das empresas de carnes e lĂĄcteos envolvidas nos processos, caso as interrupçÔes de atividades fossem executadas, o total chegaria a cerca de R$ 35,3 bilhĂ”es. Haveria ainda perdas tributĂĄrias de R$ 5,4 bilhĂ”es distribuĂ­das entre UniĂŁo, estados e municĂ­pios. “Esses nĂșmeros correspondem a uma parte das perdas totais, uma vez que nĂŁo compreendem todos os setores nem todos os portes das empresas sancionadas”, disse o ĂłrgĂŁo no documento.

VALOR ECONÔMICO

 

GOVERNO

 

Marrocos suspende tarifas de importação para carnes e ovinos vivos até o fim de 2026

Em 2025, as exportaçÔes brasileiras de bovinos vivos para o Marrocos somaram US$ 213,5 milhÔes, mais de cinco vezes os US$ 41 milhÔes registrados em 2024. Decreto entrou em vigor dia 27 de julho

 

O Ministério da Agricultura informou que o governo do Marrocos suspendeu, até 31 de dezembro de 2026, as tarifas de importação sobre ovinos vivos e carnes bovina, ovina, caprina e camelídea. O decreto, publicado pelo governo marroquino em 27 de julho, entrou em vigor na mesma data e vale para importaçÔes originårias de todos os países, com o objetivo de ampliar o abastecimento interno de carnes vermelhas, segundo comunicado do ministério brasileiro. Pelo censo pecuårio de 2025, houve uma redução de aproximadamente 30% do rebanho bovino marroquino, cenårio atribuído aos períodos de seca e ao aumento dos custos com alimentação animal, de acordo com a nota. As miudezas de animais das espécies bovina, ovina, caprina e camelídea continuam sujeitas a tarifas de importação de 30%, segundo o ministério. Desde 2022, Marrocos também suspende a cobrança de tarifas de importação para bovinos vivos brasileiros destinados ao abate, desde que as compras ocorram dentro de limites definidos pelo governo daquele país. Para 2026, a cota foi de 300 mil cabeças. Em 2025, as exportaçÔes brasileiras de bovinos vivos para o Marrocos somaram US$ 213,5 milhÔes, mais de cinco vezes os US$ 41 milhÔes registrados em 2024. No período, o Brasil respondeu por 46,7% das importaçÔes marroquinas desse produto. Jå no primeiro quadrimestre de 2026, o ministério apontou que Marrocos ocupou a segunda posição entre os principais destinos das exportaçÔes brasileiras de bovinos vivos.

MAPA

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

PIB do agronegĂłcio sofreu queda de 2% no primeiro trimestre de 2026

Participação do setor na economia é estimada em 22,8%, abaixo dos 25,2% registrados em 2025. Resultado foi influenciado pela expectativa de redução do valor da produção em 2026, decorrente principalmente da queda dos preços

 

Depois de registrar crescimento acima de 12% em 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegĂłcio brasileiro apresentou queda de 2,01% no primeiro trimestre de 2026. O cĂĄlculo Ă© do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), feito em parceria com a Confederação da Agricultura e PecuĂĄria do Brasil (CNA). De acordo com o Cepea/CNA, com base nos dados consolidados de janeiro a março, o PIB do agronegĂłcio estĂĄ estimado em R$ 3,13 trilhĂ”es, sendo R$ 1,88 trilhĂŁo no ramo agrĂ­cola e R$ 1,25 trilhĂŁo, no pecuĂĄrio. Considerando-se estes resultados e o desempenho do PIB nacional no mesmo perĂ­odo, a participação do setor na economia Ă© estimada em 22,8% em 2026, abaixo dos 25,2% registrados em 2025. Pesquisadores do Cepea/CNA ressaltam que esse desempenho negativo dĂĄ continuidade Ă  tendĂȘncia observada no quarto trimestre de 2025, quando o PIB apresentou retração em relação ao trimestre imediatamente anterior, interrompendo a trajetĂłria de crescimento registrada atĂ© o terceiro trimestre daquele ano. Embora essa reversĂŁo tenha marcado uma mudança de tendĂȘncia no final de 2025, o PIB do agronegĂłcio encerrou o ano com significativo crescimento, sustentado pelos resultados positivos observados nos trĂȘs primeiros trimestres. No primeiro trimestre de 2026, todos os segmentos do agronegĂłcio apresentaram queda, com destaque para o segmento primĂĄrio (-4,15%), seguido por insumos (-2,15%), agrosserviços (-1,25%) e agroindĂșstria (-1,03%). Segundo pesquisadores do Cepea/CNA, o resultado foi influenciado pela expectativa de redução do valor da produção em 2026, decorrente principalmente da queda dos preços, que superou os ganhos projetados de produção em diversas atividades agrĂ­colas e pecuĂĄrias. No segmento industrial, as agroindĂșstrias de base agrĂ­cola registraram retração, enquanto as de base pecuĂĄria avançaram, devido Ă  redução mais intensa do consumo intermediĂĄrio. JĂĄ os agrosserviços foram influenciados pelos desempenhos dos segmentos a montante, com queda no ramo agrĂ­cola e crescimento no pecuĂĄrio, sustentado pela maior demanda por transporte, comĂ©rcio e demais serviços associados ao aumento esperado da produção pecuĂĄria.

VALOR ECONÔMICO

 

ECONOMIA

 

DĂłlar contraria exterior e fecha em baixa no Brasil

O dólar fechou a quinta-feira em baixa no Brasil e novamente na faixa de R$5,10, na contramão do exterior, onde a moeda norte-americana se firmou em alta ante a maioria das demais divisas, em meio a novas ameaças do Irã aos EUA.

 

O dĂłlar Ă  vista encerrou a sessĂŁo com queda de 0,44%, aos R$5,1055 na venda. No ano, a moeda passou a acumular baixa de 6,99%. Às 17h03, o dĂłlar futuro para setembro -- atualmente o mais lĂ­quido -- cedia 0,24% na B3, aos R$5,1390. Na noite de quarta-feira, o ComitĂȘ de PolĂ­tica MonetĂĄria (Copom) do Banco Central reduziu a taxa bĂĄsica Selic em 25 pontos-base, para 14,00% ao ano, como era largamente projetado pelos agentes do mercado, sem se comprometer quanto ao que serĂĄ feito na reuniĂŁo de setembro. O colegiado indicou que continuarĂĄ acompanhando a evolução do cenĂĄrio para sĂł entĂŁo decidir por um novo corte ou pela manutenção da Selic. Com a Selic ainda bem acima das taxas praticadas em paĂ­ses como EUA e JapĂŁo, o diferencial de juros vinha sendo apontado nos Ășltimos meses como um fator favorĂĄvel Ă  atração de dĂłlares para o Brasil. Hoje o cenĂĄrio Ă© um pouco diferente diante da perspectiva de alta de juros nos EUA e da possibilidade de novas baixas no Brasil. Mesmo com o menor diferencial de juros, o dĂłlar se firmou em baixa no Brasil na quinta-feira, na contramĂŁo do que se via em outras praças. "O dĂłlar estĂĄ ganhando ante alguns pares (do real) no exterior, se recuperando ante as divisas emergentes, mas no Brasil a gente vĂȘ queda. Temos exportadores vendendo moeda", comentou no fim da manhĂŁ o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. ApĂłs atingir a cotação mĂĄxima intradia de R$5,1295 (+0,02%) Ă s 9h12, o dĂłlar Ă  vista marcou a mĂ­nima de R$5,0903 (-0,74%) Ă s 11h43, para depois se manter pouco acima dos R$5,10. No exterior, as atençÔes se voltaram novamente para o Oriente MĂ©dio. Enquanto IrĂŁ e OmĂŁ propuseram um acordo para dar fim Ă  guerra no Oriente MĂ©dio, ainda nĂŁo houve comentĂĄrio dos EUA sobre a proposta. Ao mesmo tempo, o IrĂŁ alertou os paĂ­ses do Golfo PĂ©rsico de que qualquer novo ataque dos EUA ao seu territĂłrio desencadearia retaliaçÔes contra infraestruturas energĂ©ticas essenciais em toda a regiĂŁo, segundo cinco fontes ouvidas pela Reuters. Às 17h10, o Ă­ndice do dĂłlar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,31%, a 99,964.

REUTERS

 

Ibovespa recua mais de 1% por falta de sinalização do BC sobre juros, em dia cheio de balanços

O Ibovespa fechou em queda na quinta-feira, abaixo dos 176 mil pontos, apĂłs o Banco Central reduzir a Selic a 14% ao ano, mas nĂŁo sinalizar os prĂłximos passos.

 

Investidores tambĂ©m repercutiram uma bateria de resultados corporativos, entre eles os nĂșmeros de Bradesco e Axia, enquanto o final do dia reserva novas divulgaçÔes, incluindo o balanço da Petrobras. Índice de referĂȘncia do mercado acionĂĄrio brasileiro, o Ibovespa recuou 1,23%, a 175.546,36 pontos, terminando perto da mĂ­nima do dia (175.514,86 pontos). Na mĂĄxima, marcou 177.720 pontos. O ComitĂȘ de PolĂ­tica MonetĂĄria (Copom) do BC decidiu na quarta-feira cortar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, mas deixou os prĂłximos passos em aberto, argumentando que manterĂĄ “a restrição adequada” para assegurar a convergĂȘncia da inflação Ă  meta. O BC ponderou em comunicado que o cenĂĄrio atual Ă© "caracterizado por significativo aumento da incerteza, desancoragem das expectativas e riscos elevados em torno do cenĂĄrio base", o que exige serenidade e cautela na condução da polĂ­tica monetĂĄria. Na visĂŁo da estrategista de açÔes Rebecca Nossig, da Nomad, o Copom adotou um tom duro ao avaliar o processo de controle da inflação e preferiu nĂŁo se comprometer com novos cortes nas prĂłximas reuniĂ”es, ressaltando que os passos futuros dependerĂŁo da evolução dos dados econĂŽmicos. "Essa cautela sinaliza que os juros no Brasil devem permanecer em patamares elevados por mais tempo", afirmou.  No exterior, o S&P 500, uma das referĂȘncias do mercado acionĂĄrio norte-americano, fechou com um declĂ­nio de 0,18%, experimentando uma pausa apĂłs um inĂ­cio de semana forte, enquanto os investidores analisavam a Ășltima rodada de resultados corporativos e buscavam sinais de progresso nas negociaçÔes entre os EUA e o IrĂŁ. 

REUTERS


Superåvit comercial soma US$ 7,067 bilhÔes em julho

A balança comercial brasileira registrou superĂĄvit de US$ 7,067 bilhĂ”es em julho, com alta de 1% na comparação com julho de 2025. Os dados foram divulgados pelo MinistĂ©rio do Desenvolvimento, da IndĂșstria, ComĂ©rcio e Serviços.

 

No perĂ­odo, as exportaçÔes cresceram 6,2% e somaram US$ 34,12 bilhĂ”es. As importaçÔes cresceram 7,6% e totalizaram US$ 27,05 bilhĂ”es. A corrente de comĂ©rcio aumentou 6,8%, alcançando US$ 61,17 bilhĂ”es. No acumulado Janeiro/Julho 2026, em comparação a igual perĂ­odo do ano anterior, as exportaçÔes cresceram 10,5% e somaram US$ 218,55 bilhĂ”es. As importaçÔes cresceram 5,5% e totalizaram US$ 169,51 bilhĂ”es. Como consequĂȘncia destes resultados, a balança comercial apresentou superĂĄvit de US$ 49,04 bilhĂ”es, com crescimento de 31,9%, e a corrente de comĂ©rcio registrou aumento de 8,2%, atingindo US$ 388,06 bilhĂ”es. Em Julho/2026, o desempenho dos setores foi o seguinte: crescimento de 9,3% em AgropecuĂĄria, que somou US$ 7,82 bilhĂ”es; crescimento de 10,8% em IndĂșstria Extrativa, que chegou a US$ 8,23 bilhĂ”es e, por fim, crescimento de 2,4% em IndĂșstria de Transformação, que alcançou US$ 17,83 bilhĂ”es. A combinação destes resultados levou ao aumento do total das exportaçÔes. A expansĂŁo das exportaçÔes foi puxada, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos: Animais vivos, nĂŁo incluĂ­do pescados ou crustĂĄceos ( 29,9%), Soja (17,4%) e AlgodĂŁo em bruto ( 27,2%) na AgropecuĂĄria; Outros minerais em bruto (55,5%), Outros minĂ©rios e concentrados dos metais de base (101,5%) e Óleos brutos de petrĂłleo ou de minerais betuminosos, crus ( 23,8%) na IndĂșstria Extrativa ; Celulose ( 30,8%), Óleos combustĂ­veis de petrĂłleo ou de minerais betuminosos (exceto Ăłleos brutos) ( 63,0%) e Gorduras e Ăłleos vegetais, “soft”, bruto, refinado ou fracionado (149,5%) na IndĂșstria de Transformação. Por sua vez, ainda que o resultado das exportaçÔes tenha sido de crescimento, os seguintes produtos registraram diminuição nas vendas: Milho nĂŁo moĂ­do, exceto milho doce (-14,9%), CafĂ© nĂŁo torrado (-21,8%) e Especiarias (-21,3%) na AgropecuĂĄria; MinĂ©rio de ferro e seus concentrados ( -7,9%), MinĂ©rios de cobre e seus concentrados ( -1,3%) e MinĂ©rios de metais preciosos e seus concentrados ( -46,4%) na IndĂșstria Extrativa ; AçĂșcares e melaços (-30,1%), VeĂ­culos automĂłveis de passageiros (-29,3%) e Aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes (-33,4%) na IndĂșstria de Transformação. No acumulado Janeiro/Julho 2026, em comparação com igual perĂ­odo do ano anterior, os resultados por setores foram os seguintes: crescimento de 9,2% em AgropecuĂĄria, que somou US$ 50,48 bilhĂ”es; crescimento de 21,3% em IndĂșstria Extrativa, que chegou a US$ 54,35 bilhĂ”es e, por fim, crescimento de 6,3% em IndĂșstria de Transformação, que alcançou US$ 112,50 bilhĂ”es. A associação destes resultados levou ao aumento do total das exportaçÔes. Esta conjuntura de crescimento nas exportaçÔes foi influenciada pelo crescimento das vendas nos seguintes produtos: Animais vivos, nĂŁo incluĂ­do pescados ou crustĂĄceos (67,8%), Soja (15,3%) e AlgodĂŁo em bruto (13,6%) na AgropecuĂĄria; MinĂ©rio de ferro e seus concentrados (2,8%), MinĂ©rios de cobre e seus concentrados (64,8%) e Óleos brutos de petrĂłleo ou de minerais betuminosos, crus (26,9%) na IndĂșstria Extrativa ; Carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (30,1%), Óleos combustĂ­veis de petrĂłleo ou de minerais betuminosos (exceto Ăłleos brutos) (32,2%) e Ouro, nĂŁo monetĂĄrio (excluindo minĂ©rios de ouro e seus concentrados) (63,6%) na IndĂșstria de Transformação. Por sua vez, ainda que o resultado das exportaçÔes tenha sido de crescimento, os seguintes produtos tiveram diminuição: Trigo e centeio, nĂŁo moĂ­dos (-31,3%), CafĂ© nĂŁo torrado (-17,8%) e Sementes oleaginosas de girassol, gergelim, canola, algodĂŁo e outras (-14,2%) na AgropecuĂĄria; Fertilizantes brutos (exceto adubos) (-7,4%), MinĂ©rios de alumĂ­nio e seus concentrados (-21%) e GĂĄs natural, liquefeito ou nĂŁo (-97%) na IndĂșstria Extrativa ; Sucos de frutas ou de vegetais (-35,4%), AçĂșcares e melaços (-26,3%) e Alumina (Ăłxido de alumĂ­nio), exceto corindo artificial (-35,6%) na IndĂșstria de Transformação. Em Julho/2026, o desempenho das importaçÔes por setor de atividade econĂŽmica foi o seguinte: queda de -4,1% em AgropecuĂĄria, que somou US$ 0,48 bilhĂ”es; crescimento de 31,4% em IndĂșstria Extrativa, que chegou a US$ 1,32 bilhĂ”es e, por fim, crescimento de 6,9% em IndĂșstria de Transformação, que alcançou US$ 25,09 bilhĂ”es. A combinação destes resultados motivou ao aumento das importaçÔes.

AGÊNCIA SAFRAS

 

POWERED BY

EDITORA NORBERTO STAVISKI LTDA

041 999368886 (whatsapp)

 

 
 
 
bottom of page