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Leia na SI - Pistas epigenéticas

Como o bem-estar, o ambiente e as estratégias de enfrentamento da fêmea suína durante a gestação afetam o cérebro dos leitões


O que determina quem somos? A genética ou o ambiente? A discussão entre natureza e criação atravessou milênios, com os filósofos René Descartes (natureza) e John Locke (criação), continuando com Darwin e Lamarck, e chegando aos cientistas contemporâneos.


Hoje, o que a maioria das publicações científicas nos mostra é que somos resultado de uma interação complexa e dinâmica, envolvendo o sinergismo de muitas variáveis relacionadas ao genoma e ao ambiente, que inclui o contexto social.


O que faz com que um indivíduo tenha mais resiliência, desenvolva determinadas doenças ou possua habilidade emocional é fruto de uma combinação de características que podem ser herdáveis e são moldadas pelo contexto em que está inserido durante o desenvolvimento, incluindo desde as gerações anteriores, o período pré-natal e até a fase inicial da vida após o nascimento. Essa plasticidade perdura, pois os fatores que alteram a expressão dos genes, que consistem em múltiplas variáveis ambientais, seguem modificando o organismo.


Essa abordagem é muito relevante para a seleção genética de suínos, por exemplo, uma vez que muitos processos de seleção podem ser influenciados pelos mecanismos epigenéticos. Uma mudança epigenética é uma mudança no genoma que não altera o código genético. Em vez disso, as modificações epigenéticas são sobre quais genes são ativados e desativados, e quando isso acontece. O epigenoma é influenciado pelo ambiente externo, como alimentação, estilo de vida e fatores ambientais.


Leia mais sobre esse assunto em https://www.suinoculturaindustrial.com.br/imprensa/leia-na-si-pistas-epigeneticas/20230830-090143-J714

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Fonte: Suinocultura Industrial

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