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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 1100 DE 05 DE MAIO DE 2026

  • prcarne
  • há 1 dia
  • 8 min de leitura

Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 5 | nº 1100 | 05 de maio de 2026

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL 


Preço do boi gordo abre maio em queda de R$ 5/@ em SP, aponta Scot

Animal sem padrão-exportação recuou para R$ 355/@ na praça paulista, enquanto novilha gorda sofreu baixa diária de R$ 2/@, para R$ 340/@ (negociações a prazo). Com escalas de abate mais confortáveis, os frigoríficos brasileiros vão ganhando poder de barganha nas negociações do mercado do boi gordo. No PARANÁ: Boi: R$ 350,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 330,00. Escalas: sete dias. Boi China: PARANÁ: R$ 350,50/@ (à vista) e R$ 355,00/@ (prazo)

 

Na segunda-feira (4/5), a Scot Consultoria, que acompanha diariamente os negócios em 33 praças pecuárias do País, detectou queda de R$ 5/@ nos preços do boi gordo (sem padrão-exportação) negociado no interior de São Paulo, agora cotado em R$ 355/@, no prazo (valor bruto). Na mesma praça, informa a Scot, a novilha gorda recuou R$ 2/@, para R$ 340/@, enquanto os preços da vaca gorda e do “boi-China” seguiram valendo R$ 330/@ e R$ 363/@, respectivamente. As escalas de abate em SP estão, em média, para 10 dias, calcula a consultoria. O mercado do boi gordo passou a ficar mais frouxo a partir da segunda quinzena de abril, sobretudo na última semana do mês. Das 33 praças monitoradas pela Scot Consultoria, o preço recuou em 25 e subiu em apenas 7. “As escalas de abate têm melhorado e a oferta de boiadas está mais confortável”, observa Felipe Fabbri, analista da Scot. Segundo os analistas da Agrifatto, que monitora diariamente 17 praças brasileiras, parte dos frigoríficos brasileiros saiu das compras após alongar as escalas de abate, reduzindo a concorrência pela boiada e deixando a ponta vendedora com menos alternativas. “A resistência do produtor persiste, mas já começa a entregar os pontos, sobretudo com a piora das pastagens na chegada do tempo seco neste segundo trimestre, especialmente em Goiás e Minas Gerais, o que pode ampliar a disponibilidade de lotes nas próximas semanas”, relatam eles. Mesmo com as exportações ainda aquecidas sustentando parte da demanda, o sinal é de cautela, recomendam os especialistas da Agrifatto. Cotações do boi gordo da segunda-feira (4/5), conforme levantamento diário da Agrifatto: SÃO PAULO: Boi comum: R$ 355,00. Boi China: R$ 365,00. Média: R$ 360,00. Vaca: R$ 330,00. Novilha: R$ 340,00. Escalas: nove dias. MINAS GERAIS: Boi comum: R$ 335,00. Boi China: R$ 335,00. Média: R$ 335,00. Vaca: R$ 310,00. Novilha: R$ 320,00. Escalas: nove dias. MATO GROSSO DO SUL: Boi comum: R$ 350,00. Boi China: R$ 350,00. Média: R$ 350,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 330,00. Escalas: sete dias. MATO GROSSO: Boi comum: R$ 350,00. Boi China: R$ 360,00. Média: R$ 355,00. Vaca: R$ 325,00. Novilha: R$ 335,00. Escalas: sete dias. GOIÁS: Boi comum: R$ 335,00. Boi China/Europa: R$ 335,00. Média: R$ 335,00. Vaca: R$ 310,00. Novilha: R$ 320,00. Escalas: nove dias. TOCANTINS: Boi comum: R$ 340,00. Boi China: R$ 350,00. Média: R$ 345,00. Vaca: R$ 315,00. Novilha: R$ 325,00. Escalas: sete dias. PARÁ: Boi comum: R$ 340,00. Boi China: R$ 350,00. Média: R$ 345,00. Vaca: R$ 315,00. Novilha: R$ 325,00. Escalas: sete dias. RONDÔNIA: Boi: R$ 325,00. Vaca: R$ 305,00. Novilha: R$ 315,00. Escalas: dez dias. MARANHÃO: Boi: R$ 350,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 330,00. Escalas: sete dias. Preços brutos do “boi-China” nesta segunda-feira (4/5), de acordo com levantamento diário da Scot Consultoria: SÃO PAULO: R$ 358,50/@ (à vista) e R$ 363,00/@ (prazo). MINAS GERAIS (Exceto região Sul): R$ 336,00/@ (à vista) e R$ 340,00/@ (prazo). MATO GROSSO: R$355,50/@ (à vista) e R$ 360,00/@ (prazo). MATO GROSSO DO SUL: R$ 346,00/@ (à vista) e R$ 350,00/@ (prazo). GOIÁS: R$ 342,00/@ (à vista) e R$ 346,00/@ (prazo). PARÁ/PARAGOMINAS: R$ 352,50/@ (à vista) R$ 357,00/@ e (prazo). PARÁ/REDENÇÃO E MARABÁ: R$ 347,50/@ (à vista) e R$ 352,00/@ (prazo). RONDÔNIA: R$ 326,00/@ (à vista) e R$ 330,00/@ (prazo). ESPÍRITO SANTO: R$ 316,00/@ (à vista) e R$ 320,00/@ (prazo). TOCANTINS: R$ 344,00/@ (à vista) e R$ 348,00/@ (prazo).

SCOT CONSULTORIA/AGRIFATTO/PORTAL DBO/SAFRAS

 

SUÍNOS

 

Pamplona Alimentos alcança frota 100% modernizada e eleva padrão de bem-estar animal no transporte de suínos

Empresa conclui adequação total de caminhões com tecnologia avançada e supera exigências regulatórias, fortalecendo estratégia sustentável no setor suinícola

 

A Pamplona Alimentos, referência na produção de carne suína há 77 anos, concluiu a modernização completa de sua frota de transporte de suínos, alcançando 100% de adequação a um novo padrão estrutural voltado ao bem-estar animal. A iniciativa representa um avanço significativo em uma das etapas mais críticas da cadeia produtiva: a logística. De acordo com estudos do setor, falhas no carregamento e no transporte estão entre os principais fatores de risco, podendo causar perdas de animais e impactos negativos à saúde dos suínos. Pesquisas internacionais também indicam que o calor excessivo durante o transporte pode dobrar a taxa de mortalidade no deslocamento. Para mitigar esses riscos, a empresa implementou melhorias estruturais e tecnológicas em seus caminhões, que agora contam com teto isotérmico para reduzir a incidência de calor, sistemas de bebedouros e nebulização que auxiliam na hidratação e no conforto térmico dos animais, além de monitoramento por rastreamento satelital. A tecnologia permite o acompanhamento em tempo real de rotas, tempo de parada e variáveis operacionais que influenciam diretamente o bem-estar animal e a qualidade da carga transportada. Atualmente, a operação da companhia movimenta cerca de 1,6 milhão de suínos por ano, gerando mais de 159 mil toneladas de carne suína e derivados. A Pamplona Alimentos está presente em 26 estados brasileiros e exporta seus produtos para mais de 20 países.

Segundo a diretora-presidente da empresa, Irani Pamplona Peters, o investimento em bem-estar animal faz parte de uma política contínua da organização. “Concluir essa modernização na nossa frota de caminhões demonstra que bem-estar animal é uma decisão de gestão, e não apenas de conformidade regulatória. Estamos continuamente implementando melhorias, investimos em estrutura, tecnologia e capacitação porque entendemos que o transporte influencia diretamente a saúde e a qualidade do produto”, afirma. No país, o transporte de animais é regulamentado por normas do Conselho Nacional de Trânsito (Cotran), como a Resolução 675/2017, e por diretrizes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), incluindo a Instrução Normativa 56/2008, que estabelece recomendações de boas práticas de bem-estar animal. Nos últimos anos, a Pamplona Alimentos estruturou uma agenda pública de metas voltadas ao bem-estar animal, divulgadas anualmente em seu Relatório de Sustentabilidade. O tema é tratado como pilar estratégico dentro da agenda ESG da companhia, abrangendo desde melhorias nas granjas até avanços na logística. “Quando falamos em bem-estar animal, estamos falando de gestão, eficiência produtiva e responsabilidade com toda a cadeia. Esse é um compromisso permanente da Pamplona, acompanhado por metas públicas, indicadores e investimentos contínuos”, conclui a diretora-presidente.

ASSESSORIA DE IMPRENSA

 

Suinocultores de MG: suíno vivo a R$ 5,30 contra custo de R$ 6,20

Preços em queda contrastam com alta de 20% sobre custos no ano anterior, alerta Asemg

 

A suinocultura mineira enfrenta tempos difíceis, com o preço do quilo do suíno vivo em queda e abaixo dos custos de produção. O animal é vendido a R$ 5,30 por quilo, enquanto os custos chegam a R$ 6,20, resultando em prejuízo para os suinocultores. De acordo com a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg), isso representa uma virada drástica em relação ao ano passado, quando os preços superavam os custos em média 20%. O presidente da Asemg, Donizete Ferreira Couto, destaca que a queda nos preços se deve, principalmente, a dois fatores: o aumento da produção de carne suína e a redução do consumo. “No ano passado, tivemos um preço médio em torno de 20% acima do custo e agora, a situação já não está boa. De janeiro a meados de abril, o preço do quilo do suíno vivo caiu 36%, ficando em torno de R$ 5,30 o quilo, com um custo de R$ 6,20”. Minas Gerais mantém o maior consumo per capita de carne suína do Brasil, com aproximadamente 32 quilos por habitante. No entanto, o endividamento da população e o aumento de outros custos domésticos impactam o poder de compra, gerando menor demanda e queda de preços para os suinocultores. No ano passado, segundo os dados divulgados pela Asemg, houve aumento na produção de carne suína em Minas Gerais, o que aconteceu através do ganho em produtividade, uma vez que o rebanho de matrizes caiu. “Produzimos mais carne em 2025, frente a 2024, mesmo com menor número de matrizes. Nossa produção ficou em torno de 620 mil toneladas”. Com a alta na produção e consumo retraído, houve um aumento da oferta no mercado e queda de preços. A retração poderia ter sido ainda maior, mas foi, em parte, reduzida, pelo bom desempenho das exportações. Conforme os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), os embarques da carne suína chegaram a 11,02 mil toneladas entre janeiro e março, e movimentaram uma receita de US$ 22,4 milhões, crescimento de 31,1% e de 24,7% respectivamente.

DIÁRIO DO COMÉRCIO

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Redução de tarifas no acordo Mercosul-UE pode beneficiar agro do Paraná, afirma Sistema FAEP

O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que entrou em vigor em caráter provisório neste início de maio, terá efeitos imediatos para o setor agropecuário do Paraná, de acordo com o Sistema FAEP.

 

O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (EU), que entrou em vigor em caráter provisório neste início de maio, terá efeitos imediatos para o setor agropecuário do Paraná, de acordo com o Sistema FAEP. O tratado envolve mudanças significativas, como a eliminação e/ou redução de tarifas para uma série de produtos, tanto para aqueles exportados pelos países do Mercosul quanto pelas nações da União Europeia. O acordo permite que o Paraná acesse 451 milhões de consumidores. Já a partir do primeiro dia de vigência do acordo, milhares de produtos brasileiros terão tarifas zeradas, como café solúvel, óleos vegetais e frutas. Para outros alimentos, como carne bovina, frango e açúcar, haverá redução de tarifas válida para um limite anual de exportação. As cotas serão implementadas de maneira escalonada ao longo de seis anos, até atingir o teto estabelecido. Para o frango, por exemplo, a cota anual chegará a 180 mil toneladas, enquanto serão 99 mil toneladas para a carne bovina.

Maior produtor e exportador de frango do Brasil, o Paraná deve contabilizar impactos positivos com a redução de tarifas do produto. Embora o limite de exportação contemple todo o Mercosul, o Estado pode garantir uma parcela significativa da cota. O Paraná também pode sair na frente ao preencher parte das cotas de carne bovina. Essa vantagem competitiva se deve à robusta infraestrutura logística e produtiva, além do rigoroso padrão sanitário, uma vez que o estado é reconhecido como área livre de febre aftosa sem vacinação desde 2021, pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). “Esse status representa uma garantia da qualidade das carnes paranaenses. Essa é uma das vantagens do Paraná em relação a outros estados e países do Mercosul”, afirma o presidente do Sistema FAEP, Égide Eduardo Meneguette. “A capacidade de produção e a qualidade dos nossos produtos colocam o Paraná em posição estratégica para aproveitar o novo acordo comercial e ganhar espaço no mercado europeu”, observa. Em 2025, somente em produtos agropecuários, o Paraná exportou 4,2 milhões de toneladas para a União Europeia, o que rendeu mais de US$ 2 bilhões, conforme dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Entre os principais produtos da relação comercial do Paraná com o bloco europeu estão, além da carne bovina e do frango, itens como café, frutas, soja, milho, carne suína e hortaliças. Há uma série de normas ambientais e sanitárias exigidas para a exportação de produtos do agronegócio brasileiro, segundo o novo acordo. Se, por um lado, existe a valorização de produtos que já seguem determinados padrões de excelência, por outro, as regras exigem adaptações de parte dos setores produtivos. Muitos agricultores e pecuaristas, por exemplo, vão precisar fortalecer práticas de rastreabilidade, certificação e sustentabilidade. A princípio, isso vai elevar os custos de produção. “É preciso implementar políticas públicas que ajudem o produtor rural a tomar as medidas necessárias para atender às exigências da União Europeia sem ficar paralisado pelos custos para essa adequação. O Sistema FAEP vai promover o diálogo com o poder público para estudar e colocar em prática mecanismos que sejam eficientes nesse sentido, como linhas de créditos e programas de fomento”, afirma Meneguette.

SISTEMA FAEP

 

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