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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 653 DE 03 DE JULHO DE 2024

Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 4 | nº 653 | 03 de julho de 2024

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL

 

BOVINOS

 

Neste começo de julho, o mercado físico do boi gordo mantém estabilidade nas cotações

Mercado abandona o movimento de baixa nos preços registrado ao longo do primeiro semestre do ano, que, segundo avaliação do economista Yago Travagini, da Agrifatto, “foi um dos piores da história da pecuária brasileira de corte”. No Paraná, o boi vale R$225,00 por arroba. Vaca a R$200,00. Novilha a R$210,00. Escalas de abate de oito dias

 

Segundo recorda o economista, o boi gordo paulista, que valia em torno de R$ 215/@ no início de junho, agora está cotado por volta de R$ 225. “E agora, olhando para o movimento do mercado, um boi de R$ 230/@ (em SP) vai se tornando cada vez mais factível”, acredita Travagini. Pelos dados apurados nesta terça-feira (2/7) pela Scot Consultoria, as cotações do boi gordo seguiram estáveis nas praças de São Paulo, um reflexo de um mercado equilibrado em termos de oferta e demanda. “Em boa parte das indústrias, as escalas atendem com folga os próximos dias, período com maior escoamento de carne bovina”, diz a Scot, referindo-se ao possível aumento no consumo interno da proteína devido ao pagamento dos salários neste início de mês. Em contrapartida, continua a Scot, tem-se notado uma redução da oferta de boiadas terminadas, o que resulta em uma firmeza nos preços da arroba. Dessa maneira, pelo levantamento da Scot, o boi gordo paulista segue cotado em R$ 220/@, a vaca em R$ 195/@ e a novilha em R$ 212/@. Na mesma praça, o “boi-China” está sendo comercializado em R$ 225/@, um ágio de R$ 5/@ sobre o animal “comum”, acrescentou a Scot. A Agrifatto, que também acompanha de perto o movimento dos negócios no mercado brasileiro do boi, apurou alta diária de 1,42% no preço da arroba na segunda-feira (1/7), que fechou o dia valendo R$ 224,70/@ (média de preço entre o animal “comum” e o “boi-China”). Na B3, todos os contratos futuros do boi gordo passaram por ajustes negativos no primeiro dia deste mês, com exceção do papel com vencimento em julho/24 (contrato de curto prazo), que demonstrou estabilidade, cotado a R$ 234/@ (ainda assim, acima do valor registrado no mercado físico), informa a Agrifatto. Preços dos animais terminados apurados pela Agrifatto na última quinta-feira (27/6): São Paulo — O “boi comum” vale R$218,00 a arroba. O “boi China”, R$228,00. Média de R$223,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$212,00. Escalas de abates de onze dias; Minas Gerais — O “boi comum” vale R$200,00 a arroba. O “boi China”, R$210,00. Média de R$205,00. Vaca a R$180,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de doze dias; Mato Grosso do Sul — O “boi comum” vale R$215,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$205,00. Escalas de abate de nove dias; Mato Grosso — O “boi comum” vale R$206,00 a arroba. O “boi China”, R$210,00. Média de R$208,00. Vaca a R$185,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de onze dias; Tocantins — O “boi comum” vale R$200,00 a arroba. O “boi China”, R$200,00. Média de R$200,00. Vaca a R$175,00. Novilha a R$180,00. Escalas de abate de onze dias; Pará — O “boi comum” vale R$200,00 a arroba. O “boi China”, R$200,00. Média de R$200,00. Vaca a R$175,00. Novilha a R$180,00. Escalas de abate de treze dias; Goiás — O “boi comum” vale R$200,00 a arroba. O “boi China/Europa”, R$210,00. Média de R$205,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de nove dias; Rondônia — O boi vale R$185,00 a arroba. Vaca a R$165,00. Novilha a R$170,00. Escalas de abate de treze dias; Maranhão — O boi vale R$195,00 por arroba. Vaca a R$175,00. Novilha a R$175,00. Escalas de abate de doze dias;

Scot Consultoria/Portal DBO/S&P Global/AGRIFATTO 

 

SUÍNOS

 

Preço da carcaça especial suína em São Paulo sobe 2,83%

Cotações do animal vivo em algumas praças também tiveram aumento

 

A terça-feira (2) foi de avanços nos preços para o mercado da suinocultura. De acordo com a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo teve aumento de 0,73%, com preço médio de R$ 138,00, enquanto a carcaça especial ficou subiu 2,83%, fechando em R$ 10,90/kg, em média. Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à segunda-feira (1), o preço ficou estável em Minas Gerais (R$ 7,27/kg) e em São Paulo (R$ 7,22/kg). Houve alta de 1,74% no Paraná, chegando em R$ 7,02/kg, avanço de 0,93% no Rio Grande do Sul, com valor de R$ 6,54/kg, e de 0,31% em Santa Catarina, fechando em R$ 6,54/kg. 

Cepea/Esalq

 

FRANGOS

 

Terça-feira (2) de mudanças tímidas nas cotações

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 5,00/kg, enquanto a ave no atacado subiu 0,33%, fechando em R$ 6,10/kg, em média

 

Na cotação do animal vivo, o valor não mudou no Paraná, custando R$ 4,31/kg; já em Santa Catarina, houve recuo de 0,23%, cotado a R$ 4,37/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à segunda-feira (1), a ave congelada teve queda de 0,28%, chegando a R$ 7,01/kg, enquanto o frango resfriado ficou estável em R$ 7,26/kg.

Cepea/Esalq

 

CARNES

 

Reforma tributária: ruralistas querem desoneração para proteínas animais

Bancada defende a inclusão dos produtos animais nos itens da cesta básica desonerada. Grupo de trabalho concordou em incluir carnes na reforma tributária

 

O deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), disse nesta terça-feira (2/7) que a bancada ruralista segue defendendo a inclusão das proteínas animais no rol de itens da cesta básica desonerada. Segundo ele, já há concordância do grupo de trabalho da Câmara Federal sobre o tema. "Parece que o grupo de trabalho concordou em incluir carnes na reforma tributária. Cabe a eles incluírem ou não no relatório, mas se vier será muito positivo", afirmou em coletiva após reunião da FPA. De acordo com Lupion, haverá reuniões com integrantes do grupo de trabalho para ajustar o texto e não gerar "reação" depois. "Estamos tentando fazer com que não haja necessidade de reação depois. Esperamos que o relatório já venha com nossos pleitos atendidos", apontou. Lupion ressaltou ainda a preocupação com o tratamento dado no projeto de lei complementar do governo ao cooperativismo na reforma tributária. Outros itens ainda não resolvidos são o regime de impostos sobre insumos agropecuários e a tributação do produtor.

Globo Rural

 

GOVERNO

 

Governo vai incluir CPRs direcionadas e Plano Safra 24/25 terá R$ 582 bilhões

Montante nunca havia entrado no cálculo do Plano Safra e ainda não está claro como será feito o acompanhamento da destinação desses títulos. Recursos para apoio ao setor serão anunciados amanhã, em Brasília

 

O governo federal vai somar os recursos direcionados das fontes de crédito rural para aplicação em Cédulas de Produto Rural (CPRs) no número geral do Plano Safra 24/25, que será anunciado amanhã (3/7), no Palácio do Planalto. Com isso, o valor total de recursos disponíveis aos produtores na temporada será de R$ 582 bilhões, sendo R$ 475,5 bilhões das linhas tradicionais e R$ 106,5 bilhões das CPRs direcionadas. O número já havia sido comentado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em entrevista ao Valor e à Globo Rural na semana passada. O montante nunca havia entrado no cálculo do Plano Safra em gestões anteriores e ainda não está claro como será feito o acompanhamento da destinação desses títulos. Fontes da Esplanada afirmaram que o Banco Central vai aprimorar as informações e as regras de transparência sobre o uso dessas CPRs. Apenas títulos emitidos com vantagens tributárias e fruto de direcionamento serão computadas, garantem. Isso porque a CPR se tornou o título mais versátil de financiamento ao agronegócio e tem sido usada para inúmeros fins. Há relatos até de aquisição de aeronaves com uso da cédula. No Boletim de Finanças Privadas do Agro do Ministério da Agricultura, há uma extensa lista de produtos processados financiados com CPR, como sorvete, refrigerante, cerveja e até pellets de madeira. A intenção é controlar a aplicação de recursos em operações diretas na produção. A avaliação do governo, defendida pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, é que esses recursos são direcionados, ou seja, há obrigatoriedade de aplicação especificamente em CPRs para operações a agricultores e cooperativas, e que eles contam com incentivos governamentais. No setor, porém, há críticas. Lideranças avaliam que essa foi a forma encontrada pelo governo para suprir a expectativa criada de que o Plano Safra 2024/25 teria mais do que R$ 500 bilhões. Questionados, os ministérios ainda não informaram qual foi o montante de recursos direcionados para CPRs nas safras anteriores. Quase todo o recurso, de R$ 106,5 bilhões, deverá ser aplicado para médios e grandes produtores, ou seja, na agricultura empresarial, pois é aplicado a juros livres. Com isso, o valor final do Plano Safra do Ministério da Agricultura pode ficar em R$ 507,1 bilhões. A agricultura familiar terá R$ 74,98 bilhões no ciclo 2024/25. Atualmente, existem duas fontes de crédito com exigibilidade de aplicação em CPRs. A principal delas são as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs). Metade dos recursos captados pelos bancos com esses títulos devem ser destinados a financiamentos rurais. Desses, 50% devem ser direcionados para linhas de crédito rural tradicionais e os outros 50% para CPRs. As LCAs têm isenção tributária na emissão e na venda, o que tem sido destacado pelo governo atual como um incentivo a mais da União para impulsionar o crédito rural. Há também uma permissão no Manual de Crédito Rural (MCR) para aplicação de 5% da exigibilidade da poupança rural em CPRs. Pela regra, os bancos e cooperativas de crédito devem direcionar 65% do montante captado nessa fonte para operações de financiamento rural, sendo 95% do valor para linhas tradicionais e admitindo-se que os outros 5% sejam aplicados na aquisição de CPRs emitidas por produtores e cooperativas agropecuárias.

Globo Rural

 

INTERNACIONAL

 

Mercado de carnes se mostra atípico para o Uruguai 

O mercado internacional de carne para o Uruguai “foi um ano atípico, deixamos de nos concentrar na China, 60%, para diversificar os destinos, porque o gigante asiático está com valores baixos e não são atraentes”, disse Juan Lema, diretor da Agromeals

 

Em uma entrevista ao Rurales El País, Lema acrescentou que, dentro dessa maior diversificação de destinos, “os Estados Unidos são os que têm dado os melhores resultados, porque internamente eles têm preços de carne muito altos”. Pensando no segundo semestre do ano, o corretor de carnes apontou que “estamos vendo uma situação semelhante à que tivemos no primeiro semestre do ano”, onde as exportações serão divididas em um terço para a China, um terço para os Estados Unidos e o restante para outros mercados. “Isso mostra a capacidade da indústria uruguaia de buscar alternativas comerciais”, enfatizou. Em relação às expectativas específicas da demanda chinesa, pensando, por exemplo, nas compras para o Ano Novo, Lema disse que “essa alteração nas importações da China tem ocorrido na maioria dos casos, mas acho que este ano isso não vai acontecer, porque eles vêm com um volume muito forte de importações, e uma oferta muito grande do Brasil”. O diretor da Agromeals considerou que “a China mudou sua estratégia de importação”. Referindo-se às perspectivas nos Estados Unidos, o corretor disse que as várias situações vividas internamente levaram a uma liquidação muito grande de vacas, o que deixou o estoque de gado mais baixo das últimas sete décadas, “e por essa razão hoje paga preços muito atraentes, se olharmos para as exportações do Uruguai, que cresceram muito forte”. O mercado norte-americano também é interessante fora da cota, onde uma tarifa de 26,4% deve ser paga, e mesmo lá os negócios são melhores do que na China no momento. Espera-se que essa situação continue em 2025.

El País Digital

 

Tyson reduz oferta de carne bovina livre de antibióticos, diz agência

Empresa também deve limitar a oferta de sua marca de carnes mais “naturais” em janeiro

 

A Tyson encerrou um programa com a associação de carne angus certificada de fornecer carne livre de antibióticos. A americana Tyson vai diminuir sua oferta de carne bovina livre de antibióticos depois de já ter deixado de produzir carne de frango sem antibiótico no ano passado, segundo a agência Bloomberg. A companhia afirmou no fim do ano passado a um cliente que não iria mais fornecer carne bovina produzida de animais criados sem antibióticos. Um documento obtido pela agência informa que a empresa também limitaria a oferta de sua marca Open Prairie Natural Meats — de carnes mais “naturais” — em janeiro. O site da marca mostra apenas oferta de carne suína, e não mais de carne bovina. A companhia também parou de usar uma tecnologia de rastreio de DNA para rastrear as carnes vendidas sob a marca Open Prairie. Além disso, a Tyson encerrou um programa com a associação de carne angus certificada de fornecer carne livre de antibióticos. À Bloomberg, a afirmou em nota que “a Tyson Foods está dedicada a manter a saúde e o bem-estar dos animais em nossa cadeia de suprimentos”. “Nós baseamos nossas decisões em ciência sólida e em uma compreensão evolutiva sobre as melhores práticas que impactam nossos clientes, consumidores e os animais que cuidamos. Nós continuamos a oferecer carne bovina livre de antibióticos baseado na demanda de mercado, e nosso compromisso com a administração de antibióticos não mudou”.

Globo Rural

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Agepar aprova investimento de R$ 506 milhões para expansão da rede de gás no Paraná

Conselho Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná homologou a 1ª Revisão Tarifária Periódica (RTP) dos serviços locais de gás canalizado

 

Em reunião na terça-feira (2), o Conselho Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) homologou a 1ª Revisão Tarifária Periódica (RTP) dos serviços locais de gás canalizado, aprovando investimento de R$ 506 milhões para expansão da rede de distribuição de gás canalizado até 2029. Realizada a cada cinco anos, a RTP traz definições importantes sobre a cobrança das tarifas nos próximos anos para prestação do serviço. “O novo contrato de concessão substituiu o modelo utilizado anteriormente para definição das tarifas (cost of service) por outro (price cap), que tende a gerar estímulos para ganhos de eficiência da concessionária ao longo do ciclo tarifário. O processo de revisão tarifária exige grande dedicação e aprofundamento da equipe técnica, buscando encontrar um equilíbrio entre tarifas mais módicas sem comprometer a capacidade de investimentos da concessionária”, destaca Adalto Acir Althaus Junior, chefe da Coordenadoria de Gás Canalizado da Agepar. "Com isso, a Compagas poderá fazer mais investimentos na rede, incluindo a expansão na Região Metropolitana de Curitiba e os ramais de Londrina e Maringá, além da expansão do gasoduto até a Lapa", complementa. Além da aprovação dos investimentos para o próximo ciclo tarifário, esta 1ª RTP também contempla uma redução superior a 30% na margem média máxima autorizada para a Compagas. A margem média da Companhia é um dos elementos que compõem a tarifa do serviço e, no Paraná, representa cerca de 15% do preço total do gás pago pelo consumidor final, sendo que os demais elementos não são de competência regulatória da Agepar. De acordo com o Contrato de Concessão, a definição das tabelas de preço conforme tipo de usuário e faixa de consumo (estrutura tarifária) é de competência da própria Companhia e deve passar por homologação do Conselho Diretor da Agepar, em data a ser definida.

Agência Estadual de Notícias

 

ECONOMIA/INDICADORES

 

Dólar se afasta das máximas após bater R$ 5,70 e encerra sessão em alta moderada

O estresse das primeiras horas da sessão se deu após novas falas do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva acerca da depreciação do real e críticas ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto 

 

O dólar comercial encerrou o pregão da terça-feira em alta modesta, após se afastar da máxima do dia de R$ 5,70, após um alívio que também beneficiou os juros futuros. O estresse das primeiras horas da sessão se deu após novas falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acerca da depreciação do real e críticas ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. O dólar à vista encerrou a sessão em alta de 0,22%, a R$ 5,6652, após tocar mínima de R$ 5,6309 e máxima de R$ 5,7007. Já o euro comercial subiu 0,28%, a R$ 6,0875. Mesmo com o alívio na última hora de sessão, o real teve um dos piores desempenhos do dia ante o dólar em relação ao ranking de 33 moedas mais líquidas acompanhadas pelo Valor. Já perto do fim das negociações, circulou no mercado o rumor de que o Banco Central teria consultado as tesourarias de grandes bancos para entender o estresse do mercado de câmbio. É praxe a consulta do BC às mesas de operações em dias de oscilação significativa da taxa de câmbio. O Valor consultou as mesas de operação de diversas instituições financeiras para confirmar se houve algum contato extraordinário na terça-feira, mas todas negaram

Valor Econômico

 

Ibovespa tem leve alta liderado por papéis defensivos e de exportadoras 

Analistas indicam que a volta do investidor estrangeiro à bolsa brasileira nos últimos dias pode estar sustentando o mercado no curto prazo

 

O Ibovespa registrou leve alta ontem, ainda impulsionado por empresas defensivas e exportadoras, em meio a um movimento de forte desvalorização do real ante o dólar e de avanço das taxas de juros. Analistas indicam que a volta do investidor estrangeiro à bolsa brasileira nos últimos dias pode estar sustentando o mercado no curto prazo, a despeito de ruídos políticos domésticos. No fim do dia, o índice subiu 0,06%, aos 124.787 pontos. Nas mínimas intradiárias, tocou os 124.310 pontos, e, nas máximas, os 125.491 pontos. O volume financeiro negociado na sessão (até as 17h15) foi de R$ 15,21 bilhões no Ibovespa e R$ 19,79 bilhões na B3. Em Nova York, o S&P 500 subiu 0,62%, aos 5.509 pontos, Dow Jones fechou em queda de 0,41%, aos 39.331 pontos e Nasdaq avançou 0,84%, aos 18.028 pontos.

Valor Econômico

 

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