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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 631 DE 03 DE JUNHO DE 2024


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 4 | nº 631 | 03 de junho de 2024


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL

 

BOVINOS

 

Preços da arroba do boi gordo despencam no Brasil em maio

O mercado físico de boi gordo registrou intensas quedas de preço no decorrer do mês de maio. Movimento deve continuar em junho

 

O mercado físico do boi gordo registrou intensas quedas de preço no decorrer do mês de maio. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Iglesias, a expectativa é de continuidade desse movimento, uma vez que a oferta está se avolumando e mantendo as escalas de abates dos frigoríficos bastante confortáveis. Iglesias reforça a ideia de que pecuaristas precisam se atentar para a inversão do ciclo pecuário, prevista para o final deste ano. “Em determinado momento, o ritmo de nascimentos não acompanhará a demanda por animais de reposição, aumentando a propensão a reajustes, começando pelas categorias mais jovens, consequência do relevante descarte de fêmeas”, avalia. Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim no dia 29 de maio: São Paulo (Capital): R$ 220 a arroba, queda de 5,58% frente aos R$ 233 a arroba praticados no final de abril. Goiás (Goiânia): R$ 197 a arroba, recuo de 8,37% frente aos R$ 215 do fechamento do mês anterior. Minas Gerais (Uberaba): R$ 215 a arroba, baixa de 6,52% frente aos R$ 230 do encerramento de abril. Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 215 a arroba, baixa de 1,38% frente ao fechamento de abril, de R$ 218. Mato Grosso (Cuiabá): R$ 215 a arroba, retração de 4,44% frente ao fechamento do mês passado, de R$ 225. Rondônia (Vilhena): R$ 185 a arroba, baixa de 3,65% frente aos R$ 192 registrados no encerramento de abril. O mercado atacadista apresentou fracos ao longo de maio. O quarto traseiro do boi caiu 1,73%, passando de R$ 17,30 por quilo para R$ 17,00 por quilo. O quarto dianteiro do boi teve retração de 10,07%, passando de R$ 13,90 para R$ 12,50. As exportações de carne bovina in natura do Brasil renderam US$ 807,935 milhões em maio (17 dias úteis), com média diária de US$ 47,525 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 178,869 mil toneladas, com média diária de 10,521 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.516,90. Em relação a maio de 2023, houve alta de 21,8% no valor médio diário da exportação, ganho de 37,4% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 11,4% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Agência Safras

 

Boi/Cepea: Maior oferta mantém pressão sobre cotações

Os preços do boi gordo seguem em queda

 

Segundo pesquisadores do Cepea, as desvalorizações têm sido explicadas pela maior oferta de animais no campo, devido às condições de pastagens, ao final da safra e ao tradicional efeito manada de produtores entregando seus animais receosos de quedas ainda maiores. No caso da carne negociada no atacado da Grande São Paulo, as cotações também estão em baixa. Pesquisadores do Cepea indicam que os preços da carne dependem do equilíbrio entre capacidade de consumo do brasileiro e o volume disponível. As exportações seguem em ritmo crescente, o que acaba evitando quedas ainda mais acentuadas nos valores da carne no mercado doméstico.

Cepea

 

Mercado do boi gordo em São Paulo

O mercado apresentou ritmo moroso na última sexta-feira pós-feriado. A baixa movimentação, típica do dia da semana, aliada às escalas de abate bem-posicionadas, contribuíram para a estabilidade dos preços

 

No Tocantins, com as escalas de abate em sua maioria acima de 10 dias, o mercado local se manteve lento, consequentemente, os preços permaneceram estáveis na comparação diária. Em Minas Gerais – região do Triângulo, queda de R$4,00/@ para o boi comum e R$5,00/@ para a novilha, o preço da vaca e do “boi China” permaneceu estável. Em Goiás, queda de R$3,00/@ para o boi gordo destinado ao mercado interno, para as demais categorias, preços estáveis.

Scot Consultoria

 

SUÍNOS

 

Suínos: cotações estáveis após dias de recuo intenso nos preços do vivo

De acordo com a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 124,00, assim como a carcaça especial, fechando em R$ 9,70/kg, em média

 

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quarta-feira (29), o preço ficou estável apenas em Minas Gerais (R$ 6,68/kg), e houve tímida alta somente em Santa Catarina, na ordem de 0,17%, custando R$ 5,92/kg. Houve queda de 1,76% no Paraná, chegando a R$ 6,13/kg, baixa de 0,48% no Rio Grande do Sul, alcançando R$ 6,20/kg, e de 0,90% em São Paulo, fechando em R$ 6,62/kg.

Cepea/Esalq

 

Preço do suíno vivo recua no fim de maio, mas fecha mês em alta

Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão vem da oferta elevada e da demanda enfraquecida

 

Menor número de dias úteis na semana reduziu as escalas de abate de frigoríficos, resultando em diminuição das compras de novos lotes de animais. Os preços médios do suíno vivo acumulam alta no mês de maio nas praças de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, embora tenham registrado queda no encerramento do mês, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP. Dentre as praças monitoradas, as de Minas Gerais registraram as desvalorizações mais intensas. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão vem da oferta elevada e da demanda enfraquecida. Além disso, o feriado de Corpus Christi na quinta-feira, 30, reforçou a baixa liquidez. E o menor número de dias úteis na semana reduziu as escalas de abate de frigoríficos, resultando em diminuição das compras de novos lotes de animais. No mercado de carnes, segundo pesquisadores do Cepea, frigoríficos adotaram a estratégia de diminuir os preços, para melhorar as vendas diante da procura fraca. O preço médio do suíno vivo recebido pelo produtor recuou 1,76% no dia 29, para R$ 6,13 por quilo, no Paraná; 0,48% no Rio Grande do Sul, para R$ 6,20 o quilo; e 0,90% em São Paulo, para R$ 6,62 o quilo. Em Minas Gerais, o preço do suíno vivo ficou estável em R$ 6,68 por quilo no dia 29. Em Santa Catarina, a cotação média do suíno vivo subiu 0,17%, para R$ 5,92. No acumulado do mês até o dia 29, foram registadas altas de 7,83% no Rio Grande do Sul, 5,34% em Santa Catarina, 4,87% em Minas Gerais, 4,61% no Paraná e 4,42% em São Paulo. Os preços da carcaça suína especial também recuaram 0,51% no dia 29, para cotação média de R$ 9,66 por quilo. No acumulado do mês, o preço subiu 2,88%.

Globo Rural

 

FRANGOS

 

Preços da carne de frango acumulam queda em maio

Levantamento do Cepea indica redução nos valores, em relação a abril, devido a uma queda na demanda. No acumulado do mês até o dia 29, os preços do frango congelado negociado no atacado, no Estado de São Paulo, registram queda de 1,68%

 

Quase todos os produtores de origem avícola pesquisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP registram queda nos preços médios em maio, em comparação com o mês de abril, devido à demanda fraca por carne de frango. No acumulado do mês até o dia 29, os preços do frango congelado negociado no atacado, no Estado de São Paulo, registram queda de 1,68%, para R$ 7,01, na média, por quilo. Já os preços do frango resfriado no atacado de São Paulo têm incremento de 0,41%, para R$ 7,29 por quilo. No atacado da Grande São Paulo, entre os produtos pesquisados pelo Cepea, a tulipa congelada registrou a maior queda até o dia 28 de maio, de 7,9%. No mercado de pintainho de corte, a oferta baixa de animais e a demanda externa aquecida têm impulsionado as cotações.

Globo Rural

 

Cotações em alta na sexta-feira (31) para o mercado do frango

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 4,80/kg, enquanto a ave no atacado subiu 1,13%, fechando em R$ 6,27/kg, em média

 

Na cotação do animal vivo, o valor não mudou em Santa Catarina, com preço de R$ 4,40/kg; já no Paraná, houve alta de 8,74%, com preço de R$ 4,73/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (29), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado não mudaram de preço, valendo, respectivamente, R$ 7,01/kg e R$ 7,29/kg.

Cepea/Esalq

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Itaipu libera cerca de R$ 4,5 bilhões para convênios e parcerias

De janeiro de 2023 a maio de 2024 a Itaipu Binacional liberou quase R$ 5 bilhões para convênios e parcerias com municípios. A empresa afirmou que a atual gestão decidiu expandir a área de atuação “após o pagamento total da dívida histórica adquirida para a construção da usina, em fevereiro de 2023”, o que permitiu um valor de aproximadamente US$ 2 bilhões (R$ 10 bilhões) em caixa todos os anos.

 

De acordo com Enio Verri, diretor brasileiro da hidrelétrica, a gestão assumiu publicamente o compromisso de, além de produzir energia limpa e barata, investir mais em projetos sociais e ligados ao meio ambiente. O investimento mais recente ocorreu no início de maio e envolve mais de R$ 1,3 bilhão em uma parceria com o município de Belém e o estado do Pará, que fica a 3,3 mil quilômetros da sede da usina em Foz do Iguaçu (PR), na fronteira com o Paraguai. O recurso será direcionado para melhorias da infraestrutura da capital paraense que em 2025 será a cidade sede da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30). A informação foi confirmada pela direção brasileira da hidrelétrica em um evento em Brasília no início de maio. Outro convênio de valores vultosos somou quase R$ 1 bilhão e fomentou o programa Itaipu Mais que Energia. Anunciado em agosto de 2023, o programa é considerado a maior iniciativa de apoio a projetos sociais, ambientais e de infraestrutura da história da hidrelétrica. A verba foi destinada aos 430 municípios entre o Paraná e o Mato Grosso do Sul e, de acordo com a hidrelétrica, gestores municipais puderam inscrever projetos e ter acesso aos recursos “sem muita burocracia”. As iniciativas foram classificadas em quatro eixos de atuação: Manejo Integrado de Água e Solo; Energia Renovável e Obras Sociais; Comunitárias e de Infraestrutura; e Saneamento Ambiental. Na posse de Verri no comando da Itaipu, em março de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu que a hidrelétrica destinasse verbas para terminar a obra da Universidade Federal Latino-Americana (Unila). Sediada no complexo brasileiro da Binacional, ela começou a ser construída no segundo governo Lula, em 2010, e segue inacabada. Em fevereiro, a usina confirmou a liberação de R$ 752 milhões para a conclusão da obra. De acordo com a hidrelétrica, o número “é resultado da atualização de valores da construção civil e inclusão de outros serviços que se apresentaram necessários, como o diagnóstico de patologia das edificações, bem como a revisão dos projetos executivos”. Outros investimentos bilionários da Itaipu Binacional foram feitos no próprio município-sede, em Foz do Iguaçu, e já alcançaram a marca de R$ 1,3 bilhão. Somados aos R$ 752 milhões das obras da Unila, o valor ultrapassa os R$ 2 bilhões. “É o maior investimento da história de Itaipu na cidade de Foz do Iguaçu”, afirmou o diretor-geral brasileiro, Enio Verri, em evento recente. A usina explicou em material de divulgação que os investimentos “contemplam recursos destinados a obras, projetos de responsabilidade social, moradia popular, turismo, meio ambiente e saúde”. As ações incluem um projeto de revitalização de uma das principais avenidas do município e um convênio na área de saúde para redução da fila de espera em cirurgias eletivas e de alta complexidade. Além desses convênios com valores bilionários, a Itaipu Binacional firmou ao menos 25 outros convênios ou parcerias com valores milionários. Em agosto de 2023 e em parceria com a Companhia de Saneamento do Paraná de (Sanepar), a hidrelétrica anunciou investimentos de R$ 184 milhões, sendo R$ 71,1 milhões para a implantação de sistemas sustentáveis de esgotamento em seis municípios do oeste do Paraná. Em outros contratos, quase R$ 14 milhões foram destinados a um projeto de educação cultural em uma linha ecológica, e R$ 5 milhões para uma associação que atua com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, desenvolvendo atividades esportivas, culturais, de lazer e de fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Outro convênio destinou investimentos de R$ 8,1 milhões para compra de equipamento de tomografia a entidades conveniadas; de R$ 6,4 milhões para um lar que abriga idosos; e de R$ 24 milhões em extensão universitária focada em sustentabilidade.

Gazeta do Povo

 

ECONOMIA/INDICADORES

 

Dólar supera os R$5,25 com briga pela taxa Ptax ofuscando exterior

A disputa pela taxa Ptax de fim de mês deu força ao dólar até o início da tarde da sexta-feira, com investidores com posições compradas impulsionando as cotações, o que abriu espaço para mais um dia de alta firme da moeda norte-americana ante o real, ainda que no exterior a divisa cedesse após a divulgação de dados de inflação acomodados nos EUA

 

O dólar à vista encerrou o dia cotado a 5,2510 reais na venda, em alta de 0,78%. Este é o maior valor de fechamento desde 16 de abril, quando a moeda foi cotada a 5,2686 reais. Na semana, a divisa dos EUA acumulou elevação de 1,60%. Em maio, o avanço acumulado foi de 1,12%. Às 17h22, o contrato futuro do dólar para julho -- que na sexta-feira passou a ser o mais líquido no Brasil -- subia 0,78%, aos 5,2615 reais. Como na quinta-feira o mercado brasileiro permaneceu fechado em função do feriado de Corpus Christi, na sexta-feira as cotações já abriram se ajustando às notícias da véspera nos EUA -- em especial, à revisão para baixo do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano no primeiro trimestre. Este dado alimentou as expectativas de que o Federal Reserve poderá cortar juros ainda em 2024, o que pesou sobre o dólar. Os números divulgados logo depois também reforçaram a visão de que o Fed terá espaço para cortar juros. Bastante observado pelo banco central dos EUA, o índice de inflação PCE subiu 0,3% em abril, igualando o dado de março. Na base anual, o indicador avançou 2,7%, mesmo percentual de março. Os resultados tanto para o mês quanto para o ano vieram em linha com as projeções de economistas consultados pela Reuters. Já o núcleo do PCE teve alta de 0,2% em abril, abaixo do 0,3% esperado pelos economistas. Os números do PCE fizeram o dólar ampliar perdas ante diversas divisas no exterior, mas no Brasil a disputa pela formação da Ptax passou a dar o tom dos negócios. Para Matheus Massote, especialista em câmbio da One Investimentos, dados vindos da China contribuíram para a pressão exercida pelos comprados na formação da Ptax. De forma inesperada, o Índice de Gerentes de Compras (PMI) oficial do setor industrial chinês caiu para 49,5 em maio, ante 50,4 em abril e abaixo da marca de 50 que separa o crescimento da contração. Analistas esperava por um PMI de 50,4. Neste cenário, o minério de ferro para setembro voltou a ceder na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China, acumulando queda de 4,7% na semana. “Os dados da China vieram bem mais fracos que o esperado, o que tem impacto grande em preço de commodities, com muito efeito no Brasil”, comentou Massote. “Na sexta-feira o real estava apanhando mais que o resto porque commodities são muito importantes para a nossa economia. No fim das contas, a Ptax trouxe volatilidade e a China deu a direção ao dólar”, avaliou.

Reuters

 

Ibovespa recua 3% em maio com aumento de incertezas internas 

A queda só não foi maior por conta da alta firme dos papéis da Petrobras, enquanto investidores aguardam diretrizes da nova gestão da companhia 

 

O Ibovespa recuou na sessão da sexta-feira (31), na semana (-1,71%) e no mês de maio (-2,97%), conforme as incertezas internas e a falta de gatilhos de curto prazo tiram a atratividade da bolsa local. A queda só não foi maior por conta da alta firme dos papéis da Petrobras, enquanto investidores aguardam diretrizes da nova gestão da companhia. Investidores também analisaram, ao longo do dia, entrevista do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao Valor. No fim do dia, o índice recuou 0,50%, aos 122.098 pontos. Nas mínimas intradiárias, tocou os 121.929 pontos, e, nas máximas, os 122.837 pontos. O volume financeiro negociado na sessão (até as 17h15) foi de R$ 27,99 bilhões no Ibovespa e R$ 32,82 bilhões na B3. Em Nova York, o S&P 500 subiu 0,80%, aos 5.277 pontos, Dow Jones fechou com ganhos de 1,51%, aos 38.686 pontos e Nasdaq teve queda mínima de 0,01%, aos 16.735 pontos. A volta do feriado de Corpus Christi poderia ser relativamente tranquila para os ativos locais, após surpresa positiva com dados de inflação nos EUA acalmar a curva de juros americana. Mas a disposição de investidores para alocar capital nos ativos locais como um todo e especificamente na bolsa seguiu baixa. “Temores fiscais e a resiliência da atividade local devem manter os ativos locais pressionados e, na sessão de hoje, descolados de pares globais”, diz um analista. “Temos visto muito pouco interesse em ações na corretora. Os clientes têm preferido exposição nas empresas via crédito privado”, aponta outro executivo. Analistas do Bank of America notam que o Ibovespa ex-commodities negocia atualmente com desconto de 18% em relação ao histórico e que as empresas brasileiras acumularam melhora nos lucros pela terceira temporada consecutiva de balanços. Não obstante, não há fluxo para a modalidade, com investidores estrangeiros retirando recursos da B3 e fundos de ações e multimercados sofrendo com saques. Com incertezas locais ganhando força, investidores analisaram ainda declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao Valor. Na entrevista, foram abordados assuntos como a desvinculação do salário-mínimo e uma possível mudança na meta de inflação, que o gestor público reiterou que não está em pauta.

Valor Econômico

 

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