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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 603 DE 22 DE ABRIL DE 2024


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 4 | nº 603 | 22 de abril de 2024


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL

 

BOVINOS

 

Mercado físico do boi gordo manteve preços da arroba firmes ao longo da semana

Segundo a Agrifatto, os frigoríficos estão adquirindo lotes de animais terminados em quantidades mínimas, apenas o necessário para manter o atendimento das programações, garantindo o abate de, pelo menos, oito dias úteis, conforme a média nacional. No Paraná, o boi vale R$225,00 por arroba. Vaca a R$200,00. Novilha a R$205,00. Escalas de abate de sete dias.

 

Nas últimas semanas, o mercado físico do boi gordo embarcou em um movimento de valorização de preços, com a cotação do animal em São Paulo atingindo, em 17 de abril (quarta-feira), R$ 232,62/@, o maior valor desde 28/02/24, informou a Agrifatto. Na B3, o movimento foi ainda mais intenso e o contrato futuro do boi gordo com vencimento em maio/24 atingiu R$ 236,75/@ na quinta-feira (18/04/24), o maior patamar desde 17/01/24. Segundo a Agrifatto, a valorização nas cotações do boi gordo está atrelada à maior dificuldade dos frigoríficos em manter as escalas alongadas, um reflexo das boas pastagens, após as fortes chuvas registradas nos últimos dois meses. A subida nos preços da arroba representou um certo alívio aos pecuaristas, bastante descontentes com as cotações que eram ofertadas até então – o primeiro trimestre de 2024 registrou a pior variação negativa para os preços do boi gordo desde 2009, recuando mais de 8% desde o início do ano, disse a Agrifatto. No entanto, o histórico de preço do boi gordo para os próximos quatro meses é desfavorável ao pecuarista, ainda mais considerando a atual fase de descarte de fêmeas dentro do ciclo pecuário. Segundo o zootecnista Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria, analisando o histórico dos últimos anos e considerando a variação nominal nos preços entre maio e abril, desde 1996, a média em maio sempre foi menor do que a de abril, sem exceções. “Ou seja: a desova de fim de safra pesa”, afirma Fabbri, acrescentando: “Se este histórico se repetirá, só a história dirá, mas, ao pecuarista, o movimento atual soa como uma boa oportunidade para negociações no curto prazo”. Segundo a consultoria Agrifatto, nos últimos 30 dias, os preços futuros do boi gordo subiram R$ 13/@, abrindo a janela de comercialização antecipada.  A Agrifatto chama a atenção para o atual ágio do preço futuro do boi gordo em relação ao valor vigente no mercado físico (Cepea). Enquanto o índice Cepea apontava para um boi gordo entre R$ 229-233/@ nos últimos 7 dias, as precificações futuras sinalizavam um boi gordo de R$ 237/@ ao final de maio/24, chegando a R$ 240,50/@ no fim de agosto/24. Na sexta-feira (19/4), o preço médio do boi gordo (média entre animal “comum” e “boi-China) em São Paulo subiu para R$ 235/@, apurou a Agrifatto. Preços dos animais terminados apurados pela Agrifatto na sexta-feira (19/4): São Paulo — O “boi comum” vale R$230,00 a arroba. O “boi China”, R$240,00. Média de R$235,00. Vaca a R$210,00. Novilha a R$220,00. Escalas de abates de nove dias; Minas Gerais — O “boi comum” vale R$215,00 a arroba. O “boi China”, R$225,00. Média de R$220,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de dez dias; Mato Grosso do Sul — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China”, R$230,00. Média de R$225,00. Vaca a R$200,00. Novilha a R$205,00. Escalas de abate de sete dias; Mato Grosso — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de sete dias; Tocantins — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$180,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de nove dias; Pará — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$180,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de dez dias; Goiás — O “boi comum” vale R$215,00 a arroba. O “boi China/Europa”, R$225,00. Média de R$220,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de oito dias; Rondônia — O boi vale R$190,00 a arroba. Vaca a R$175,00. Novilha a R$180,00. Escalas de abate de doze dias; Maranhão — O boi vale R$210,00 por arroba. Vaca a R$185,00. Novilha a R$185,00. Escalas de abate de onze dias;

Scot Consultoria/Portal DBO/S&P Global/AGRIFATTO

 

SUÍNOS

 

Suínos: sexta-feira (19) de preços em queda no PR e SC

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF baixou 1,63%, custando, em média, R$ 121,00, enquanto a carcaça especial cedeu 1,06%, com valor de R$ 9,30/kg. 

 

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (18), houve queda de 0,32% no Paraná, atingindo R$ 6,14/kg, e de 0,17% em Santa Catarina, chegando a R$ 5,90/kg. Os valores não mudaram em Minas Gerais (R$ 6,38/kg), Rio Grande do Sul (R$ 6,12/kg), e em São Paulo (R$ 6,63/kg).

Cepea/Esalq

 

FRANGOS

 

Mercado do frango encerrou a sexta-feira com preços estáveis

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável, valendo R$ 5,00/kg, enquanto o frango no atacado baixou 0,78%, valendo R$ 6,35/kg.

 

Na cotação do animal vivo, o valor não mudou em Santa Catarina, com preço de R$ 4,43/kg, assim como no Paraná, com preço de R$ 4,39/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à quinta-feira (18), a ave congelada ficou estável em R$ 7,19/kg, assim como o frango resfriado, custando R$ 7,45/kg. 

Cepea/Esalq

 

Frango/Cepea: Poder de compra cresce frente ao milho, mas cai em relação ao farelo

O poder de compra de avicultores paulistas vem crescendo frente ao milho. Isso porque, segundo pesquisas do Cepea, os preços do cereal estão caindo com mais intensidade em relação ao frango vivo, comparando-se as médias da parcial de abril com as observadas em março

 

Já no caso do farelo de soja, outro importante insumo da alimentação do setor, o poder de compra de avicultores está menor – os valores do derivado registram pequena queda mensal. Para o frango vivo, pesquisadores do Cepea indicam que a pressão sobre as cotações vem das fracas vendas internas da carne. Muitos compradores estão um pouco mais afastados da aquisição de novos lotes de animais, evitando formar estoques elevados da proteína. 

Cepea

 

CARNES

 

Brasil regula abate e processamento de animais para mercado religioso

A diversidade religiosa no Brasil é refletida diretamente na alimentação e no consumo da população, que, somadas à expansão das exportações de produtos de origem animal para países asiáticos, criaram um mercado específico e cheio de potencial: o do abate religioso de animais para açougue

 

Em países como Egito, Arábia Saudita, Kuwait e Emirados Árabes Unidos, grande parte da população é muçulmana, religião que traz, na sua essência, regras do que é permitido na forma de se relacionar com outros seres vivos. Em árabe, a palavra halal, que significa lícito, define aquilo que é permitido, inclusive na hora de se alimentar. Para o consumo de animais, por exemplo, há espécies consideradas impuras, como o porco, e outras que precisam passar por um procedimento de purificação desde o abate até o corte, para que possam ser consumidas, como o frango e bovinos. Nos países judaicos, como Israel, também há regras sobre o que é considerado apropriado, ou kosher, e há procedimentos específicos para cada etapa de beneficiamento dos produtos de origem animal. Para atender esses mercados dentro e fora do Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) definiu regras para solicitação, avaliação, concessão e revogação da autorização para abate e processamento de animais para açougue, de acordo com preceitos religiosos. Para receber a autorização de funcionamento, esses estabelecimentos terão que fazer uma solicitação ao serviço de inspeção federal, por meio do sistema eletrônico do Mapa, com declaração da autoridade religiosa correspondente e especificação de regras que conflitem com normas brasileiras. Para a autorização, é necessário que os procedimentos estejam de acordo com as leis que tratam do bem-estar dos animais de abate e o atendimento dos requisitos sanitários no Brasil e do país de destino dos produtos. Os procedimentos foram detalhados em uma portaria publicada no Diário Oficial da União, que entrará em vigor a partir do dia 2 de maio.

Agência Brasil


INTERNACIONAL

 

EUA confirmam transmissão de gado para gado em propagação da gripe aviária

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) afirmou na semana que a transmissão de gado para gado tem causado a propagação da gripe aviária em rebanhos leiteiros, mas que não sabe ainda como o vírus está se espalhando

 

Produtores e veterinários estão esperando a confirmação de como o vírus tem sido transmitido para controlar melhor sua disseminação. Rebanhos de oito estados testaram positivo para o vírus no último mês, o que ocorreu também com um trabalhador do setor no Texas. “Aqueles de nós que já trabalhamos com o vírus influenza há muito tempo fomos rápidos ao dizer: ‘Sim, está passando de gado para gado’”, disse na sexta-feira Jim Lowe, reitor-associado da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Illinois. “Você não consegue explicar a epidemiologia de outra forma.” Acredita-se que pássaros migratórios selvagens são a fonte original do vírus. Mas o USDA informou que sua investigação sobre as infecções “incluem alguns casos nos quais a propagação do vírus está associada ao movimento do gado no rebanho”. Há também evidências de que o vírus se espalhou das instalações de gado leiteiro “de volta para as avícolas, por rota desconhecida”, informou. O departamento afirmou que as vacas transmitem o vírus, com altas concentrações, no próprio leite, e qualquer coisa que entre em contato com o produto não pasteurizado pode disseminar a doença.   

Reuters

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Produtores rurais podem renegociar dívidas do crédito rural até dia 31 de maio

Conforme a proposta do Mapa, poderão adiar ou parcelar os débitos os produtores de soja, de milho e da pecuária leiteira e de corte, que sofreram com efeitos climáticos e queda de preços

 

Os produtores rurais que foram afetados por intempéries climáticas ou queda de preços agrícolas poderão renegociar dívidas do crédito rural para investimentos. A medida é uma proposta do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), apoiada pelo Ministério da Fazenda (MF), e aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em março. O prazo limite para repactuação é até 31 de maio. Com a iniciativa, as instituições financeiras poderão adiar ou parcelar os débitos que irão vencer ainda em 2024, relativos a contratos de investimentos dos produtores de soja, de milho e da pecuária leiteira e de corte. Neste contexto, as operações contratadas devem estar em situação de adimplência até 30 de dezembro de 2023. A resolução foi necessária diante do fato de que, na safra 2023/2024, o comportamento climático nas principais regiões produtoras afetou negativamente algumas lavouras, reduzindo a produtividade em localidades específicas. Além disso, os produtores rurais também têm enfrentado dificuldades com a queda dos preços diante do cenário global. “Problemas climáticos e preços achatado trouxeram incertezas para os produtores. Porém, pela primeira vez na história, um governo se adiantou e aplicou medidas de apoio antes mesmo do fim da safra”, destacou o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. O Ministro ainda explicou o primeiro passo para acessar a renegociação. “Basta, então, que qualquer produtor, que se enquadre na medida, procure seu agente financeiro com o laudo do seu engenheiro agrônomo, contextualizando a situação. Com isso, será atendido com a prorrogação ou o parcelamento do débito”, reforçou. A renegociação autorizada abrange operações de investimento cujas parcelas com vencimento em 2024 podem alcançar o valor de R$ 20,8 bilhões em recursos equalizados, R$ 6,3 bilhões em recursos dos fundos constitucionais e R$ 1,1 bilhão em recursos obrigatórios. Caso todas as parcelas das operações enquadradas nos critérios da resolução aprovada pelo CMN sejam prorrogadas, o custo será de R$ 3,2 bilhões, distribuído entre os anos de 2024 e 2030, sendo metade para a agricultura familiar e metade para a agricultura empresarial. O custo efetivo será descontado dos valores a serem destinados para equalização de taxas dos planos safra 2024/2025. Confira abaixo as atividades produtivas e os estados que serão impactados pela medida: soja, milho e bovinocultura de carne: Goiás e Mato Grosso; bovinocultura de carne e leite: Minas Gerais; soja, milho e bovinocultura de leite: São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina; bovinocultura de carne: Rondônia, Roraima, Pará, Acre, Amapá, Amazonas e Tocantins; soja, milho e bovinocultura de leite e de carne: Mato Grosso do Sul; bovinocultura de leite: Espírito Santo e Rio de Janeiro. Para enquadramento, os financiamentos deverão ter amparo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e dos demais programas de investimento rural do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), bem como das linhas de investimento rural dos fundos constitucionais.

MAPA 

 

ECONOMIA/INDICADORES

 

Dólar cai 1% em dia de ajustes, mas acumula alta na semana

O dólar à vista fechou a sexta-feira em queda firme ante o real, de quase 1%, em um dia de ajustes de preços e realização de lucros após avanços firmes em sessões anteriores, enquanto no exterior a moeda norte-americana também cedia ante boa parte das demais divisas, a despeito das preocupações com os conflitos no Oriente Médio

 

O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,1989 reais na venda, em baixa de 0,99%. Na semana, porém, a moeda ainda acumulou alta de 1,52%. Às 17h05 na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,80%, a 5,2035 reais na venda. No início da sessão, preocupações em torno de um ataque de Israel ao Irã deram força ao dólar em todo o mundo, em meio à busca dos investidores por ativos de segurança. Às 9h09, pouco depois da abertura, o dólar à vista registrou a cotação máxima de 5,2782 reais (+0,52%). À medida que o susto com o ataque israelense diminuía o dólar foi perdendo força em todo o mundo, incluindo no Brasil. Assim como no mercado de renda fixa, onde as taxas futuras de juros passaram por ajustes de baixa após os fortes ganhos recentes, o dólar à vista virou para o negativo e acelerou as perdas no restante da sessão. Durante a tarde, em palestra em Nova York, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também voltou a defender que a autarquia só intervenha no mercado de câmbio em caso de disfuncionalidades -- e não em função da alta das cotações. "Se o câmbio está se valorizando porque as pessoas estão comprando dólar, deve ser porque as pessoas perceberam um risco que é maior. E você não quer que essa variável não reflita o risco", disse. Segundo ele, parte dos detentores dos títulos públicos brasileiros são estrangeiros que precisam vender dólares e comprar reais para fazer operações. Com isso, movimentos na curva de juros acabam impactando a demanda por dólar. 

Reuters

 

Ibovespa sobe com suporte de Vale e Petrobras, mas tem perda semanal

O Ibovespa fechou em alta na sexta-feira, de volta ao patamar dos 125 mil pontos, puxado pela valorização nas ações da Vale e da Petrobras, enquanto os papéis da Petz dispararam após acerto para união com a Cobasi

 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,75%, a 125.124,3 pontos, embora tenha acumulado perda semanal de 0,65%. O volume financeiro somou 29,2 bilhões de reais. Segundo o analista de investimentos Gabriel Mollo, do Banco Daycoval, a agenda doméstica esvaziada deu espaço para que as altas de Vale e Petrobras se sobressaíssem no suporte ao índice, que fechou estável na véspera após uma sequência de quedas. Em Wall Street, os principais índices acionários fecharam sem direção única, com balanços corporativos mistos e crescentes incertezas em relação ao momento para o Federal Reserve iniciar o ciclo de corte de juros. O retorno de Treasury de 10 anos marcava 4,6228% no final da tarde, de 4,6470% na véspera. Dados econômicos recentes têm apontado para um mercado de trabalho forte e uma inflação persistentemente elevada na maior economia do mundo, afastando apostas de qualquer redução precoce dos juros. Ao longo da semana, além da revisão das expectativas sobre o momento para o Fed cortar juros, os ativos brasileiros também sofreram pressão de uma deterioração das perspectivas fiscais no país. "O interesse do investidor estrangeiro está diminuindo referente ao Brasil, principalmente pelas incertezas fiscais, pela forma como a economia está conduzindo", destacou Renato Nobile, analista da Buena Vista Capital.

Reuters

 

Renda média per capita e massa de rendimentos têm altas de dois dígitos em 2023 e atingem novos recordes, diz IBGE 

Ritmo de crescimento foi de 11,5% na renda per capita e de 12,2% na massa de rendimentos 

 

A renda média per capita e a massa de rendimentos do Brasil tiveram crescimento de dois dígitos em 2023, frente a 2022, e atingiram recordes. O rendimento médio mensal real domiciliar per capita avançou 11,5%, para R$ 1.848, — o maior ritmo pelo menos desde 2012, enquanto a massa de rendimentos aumentou 12,2%, para quase R$ 400 bilhões (R$ 398,3 bilhões). Os dados são parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua – Todos os rendimentos 2023, divulgada na sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que acompanha todos os tipos de rendimento da população. Nas contas, é considerado o chamado rendimento de todas as fontes, que inclui valores recebidos por causa de trabalho ou por outras origens, como aposentadoria e pensão; aluguel e arrendamento; pensão alimentícia, doação e mesada de não moradores; programas sociais como Bolsa Família; seguro-desemprego e rentabilidade de aplicações financeiras, por exemplo. A massa de rendimentos é a soma de todos esses rendimentos, enquanto a renda per capita é a divisão da massa de rendimentos pelo total da população. Ao explicar os resultados, o analista do IBGE Gustavo Geaquinto, responsável pela pesquisa, aponta para o avanço do mercado do trabalho em 2023 – com aumento de população ocupada e do rendimento – e para o crescimento do valor médio pago em programas sociais, como o Bolsa Família, além dos rendimentos referentes a aluguéis por causa dos reajustes dos contratos de locação. “Em 2023, a gente teve aumento do rendimento da população ocupada e uma expansão bastante acentuada dos outros rendimentos, e isso se deve sobretudo ao maior valor médio do Bolsa Família. Além disso, tivemos forte reajustes dos aluguéis, o que afeta o rendimento de quem recebe”, explica.

Valor Econômico

 

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