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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 582 DE 21 DE MARÇO DE 2024


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 4 | nº 582 | 21 de março de 2024 

NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL

 

BOVINOS

 

Boi gordo: frigoríficos seguem com pouca força de compra

Segundo dados apurados pela Scot Consultoria, em São Paulo, os preços dos animais terminados fecharam o dia estáveis, “mas pressão é de baixa”. No Paraná o boi vale R$220,00 por arroba. Vaca a R$200,00. Novilha a R$205,00. Escalas de abate de nove dias

 

O cenário atual – de estabilidade nos preços do boi gordo, mas com tendência de baixa – reflete os pecuaristas controlando a oferta, na expectativa de uma possível recuperação nas cotações, enquanto os frigoríficos continuam adquirindo animais terminados de forma ponderada e cautelosa – uma dinâmica que pode persistir ao longo do primeiro semestre, observam os analistas da Agrifatto. A partir de meados de junho, há a possibilidade de complicações do quadro atual, devido à degradação das pastagens naturais e à diminuição da capacidade de retenção do gado, o que provavelmente resultará em crescimento da oferta. Segundo dados apurados pela Scot Consultoria, em São Paulo, os preços dos animais terminados fecharam o dia estáveis, “mas pressão é de baixa”. “Apesar de estar andando de lado há 13 dias úteis, o viés é de baixa à cotação do boi gordo nesta segunda quinzena de março”, reforçou a Scot. Com a proximidade da Semana Santa e o final do mês, a expectativa é de demanda enfraquecida para o escoamento de carne bovina e, consequentemente, menores preços ofertados pela arroba bovina, acrescenta a consultoria. Na quarta-feira (20/3), de acordo com a Scot, o boi gordo paulista continua valendo R$ 230/@, a vaca gorda está sendo negociada por R$205,00/@ e a novilha é vendida por R$ 220/@ (preços brutos e a prazo). O “boi-China” está cotado em R$ 235/@ no Estado de São Paulo, com ágio de R$ 5/@ sobre o animal gordo “comum”. “Com o início do outono, a perspectiva é de que a pressão baixista se intensifique Brasil afora”, prevê a Scot Consultoria. Na terça-feira (19/3), o contrato do boi gordo com vencimento para abril de 2024 ficou precificado em R$ 227,45/@, com desvalorização de 0,39% no comparativo diário, informou a Agrifatto. Tanto as vendas de carne bovina nos balcões do varejo quanto as distribuições de carne com ossos no atacado enfrentam desafios expressivos e se estabelecem como fracas desde o final da semana passada. Poucos negócios desses produtos foram fechados a R$ 13,50/kg, preço que está se consolidando como referência. O cenário atual sugere uma possível retração das cotações de quase todas as mercadorias (cortes bovinos) em torno de (ou até mesmo acima) R$ 0,50/kg. “Com a aproximação da Semana Santa, a tendência é de cotações com sustentação fraca nas negociações semanais”, justifica a Agrifatto. Não se descartam ajustes negativos para a maioria dos produtos com ossos, acrescentaram os analistas. Preços dos animais terminados apurados pela Agrifatto na quarta-feira (20/3): São Paulo — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China”, R$240,00. Média de R$230,00. Vaca a R$205,00. Novilha a R$220,00. Escalas de abates de doze dias; Minas Gerais — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de doze dias; Mato Grosso do Sul — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$205,00. Escalas de abate de nove dias; Mato Grosso — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de oito dias; Tocantins — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$185,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de dez dias; Pará — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$185,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de onze dias; Goiás — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China/Europa”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de nove dias. Rondônia — O boi vale R$190,00 a arroba. Vaca a R$180,00. Novilha a R$180,00. Escalas de abate de doze dias; Maranhão — O boi vale R$205,00 por arroba. Vaca a R$185,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de onze dias.

Scot Consultoria/Portal DBO/S&P Global/AGRIFATTO

 

SUÍNOS

 

Suíno vivo tem reajustes positivos em algumas praças na quarta-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF ficou estável, custando, em média, R$ 128,00, assim como a carcaça especial, com valor de R$ 10,00/kg

 

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à terça-feira (19), os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 6,77/kg) e Rio Grande do Sul (R$ 6,15/kg). Houve aumento de 0,80% no Paraná, alcançando R$ 6,33/kg, avanço de 1,31% em Santa Catarina, alcançando R$ 6,20/kg, e de 0,30% em São Paulo, fechando em R$ 6,74/kg.

Cepea/Esalq

 

FRANGOS

 

Mercado do frango estável no PR e SC e SP

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável, valendo R$ 5,20/kg, enquanto o frango no atacado caiu 0,77%, valendo R$ 6,45/kg

 

Na cotação do animal vivo, o preço ficou inalterado no Paraná, custando R$ 4,58/kg, assim como em Santa Catarina, valendo R$ 4,42/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à terça-feira (19), a ave congelada teve recuo tímido de 0,14%, chegando a R$ 7,29/kg, enquanto o frango resfriado baixou 0,27%, fechando em R$ 7,44kg.

Cepea/Esalq

 

Brasil deve receber aval da UE para exportar mais frango, diz ministro

O Brasil poderá em breve obter aprovação para vender mais carne de frango para a União Europeia, disse o Ministro da Agricultura do país sul-americano, Carlos Fávaro, na quarta-feira.

 

As observações de Fávaro foram feitas durante uma visita à processadora de carne de frangos da BRF em Lucas do Rio Verde (MT), que, segundo ele, recebeu sinal verde para exportar produtos para o Reino Unido. "Botamos de volta os pés na Europa", disse o ministro em Lucas do Rio Verde, segundo podcast divulgado pelo ministério. "Vendemos para o Reino Unido hoje e daqui alguns dias vamos vender para toda a União Europeia produtos fabricados aqui em Lucas do Rio Verde." Em 2018, a UE suspendeu as importações de 20 frigoríficos brasileiros, a maioria produtores de aves. A proibição foi um golpe para a maior processadora de frangos do Brasil, a BRF, que teve 12 fábricas retiradas da lista pela UE após seu envolvimento em uma investigação sobre segurança alimentar. As exportações das plantas excluídas continuam suspensas, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Mas a UE enviou uma missão ao Brasil, e as empresas estão aguardando seus resultados, que poderiam reverter as proibições, disse a entidade. A UE é atualmente o sexto maior destino das exportações de frango do Brasil, segundo a ABPA. Fávaro disse que a fábrica da BRF em Lucas do Rio Verde também foi liberada para retomar as exportações para a China após uma suspensão que estava em vigor desde 2016. O Brasil é o maior exportador de carne do mundo e responde por quase 40% do fornecimento global do produto, de acordo com dados comerciais. No ano passado, o Brasil exportou mais de 316 mil toneladas métricas de carne de frango para a UE, segundo dados do governo brasileiro.

Reuters

 

GOVERNO

 

Cadeia pecuária apresenta ao governo proposta para rastreabilidade bovina individual

Objetivo é alcançar o monitoramento de 100% dos animais abatidos em todo o país até 2026. Uso imediato de informações para rastreio dos animais ajudaria a dar um sinal à União Europeia, cuja lei antidesmatamento começará a valer no início de 2025

 

O Ministério da Agricultura recebeu na terça-feira (19/3) uma proposta de política pública nacional para a rastreabilidade bovina individual e obrigatória elaborada pela Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável, grupo formado por representantes de todos os elos dessa cadeia produtiva. A sugestão é integrar critérios sanitários e socioambientais para alcançar o monitoramento de 100% dos animais abatidos em todo o país até 2026 com informações de tempo de permanência e local de produção de cada bovino ao longo do ciclo completo de vida, do nascimento ao frigorífico. A proposta prevê uma fase de transição, com a integração de dados das Guias de Trânsito Animal (GTAs) antes da identificação individual de todos os bovinos do país, para atender aos critérios do Acordo Verde da União Europeia, que entra em vigor no início do ano que vem. A medida enfrenta resistências de pecuaristas. O modelo de controle sugerido pelo grupo, e apoiado pela Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, tem como referência os critérios usados pelo TAC da Carne, termo assinado entre frigoríficos e o Ministério Público Federal (MPF) para evitar a compra de gado oriundo de áreas ilegais ou desmatadas na Amazônia. A conformidade deve ser determinada pela análise das coordenadas geográficas da área onde o rebanho passou, o que demandará a criação de uma base de dados pública, transparente e oficial para a comprovação. A Plataforma AgroBrasil+Sustentável, em elaboração pela Secretaria de Inovação do Ministério, foi citada como ferramenta que pode ser utilizada no processo. Com a proposta, a Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável quer acelerar as discussões sobre a implementação do projeto de rastreabilidade já apresentado pelo Ministério da Agricultura e que recebeu sugestões de aperfeiçoamento. O grupo leva em consideração, por exemplo, o cronograma sugerido pela Pasta para implantação do processo de verificação individual, a partir da primeira movimentação do animal, dividido em cinco blocos: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins (novembro de 2024), Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (março de 2025), Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo (julho de 2025), Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul (novembro de 2025) e Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe (maio de 2026). O documento entregue ao secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, sugere uma fase de transição devido ao tempo e investimento exigidos para a implementação obrigatória da rastreabilidade individual. Nesse período, a identificação poderia ser feita no momento do embarque dos animais. "Durante esse período, as informações sobre o histórico do animal, incluindo sua área de produção ao longo da vida, serão disponibilizadas com base em seu trânsito, origem da propriedade e conformidade ambiental", diz a proposta da Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável. "A GTA (Guia de Trânsito Animal) desempenha um papel fundamental na promoção da conexão do animal transportado a sua propriedade de origem. Ainda que o sistema apresente imperfeições, o fato de permitir a implementação imediata da rastreabilidade, o torna adequado para um sistema de transição", diz o texto. Pecuaristas, no entanto, têm receio quanto à disponibilização de informações sensíveis presentes nas GTAs. O uso imediato dessas informações para rastreio dos animais ajudaria a dar um sinal à União Europeia, cuja lei antidesmatamento começará a valer no início de 2025. Entre os desafios apontados para a implantação da rastreabilidade estão: a modernização da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA) e do Sisbov, sistema de monitoramento para atender exigências sanitárias da União Europeia, como forma de integrar as bases; o uso da numeração 076 como oficial, em protocolos públicos e privados; a criação de base de dados unificada; a integração das Guias de Trânsito Animal (GTA); e a padronização no processo de avaliação para conformidade sanitária e socioambiental. A proposta ressalta a necessidade de adotar procedimentos para a regularização da produção, para permitir ao pecuarista ajustar sua atividade conforme os requisitos em termos de saúde, aspectos socioambientais e gestão da rastreabilidade. "Isso possibilitará a clareza dos passos necessários para a reinserção transparente e juridicamente segura do produtor no processo, regularizando sua situação sanitária, socioambiental e de gestão da rastreabilidade por meio dos próprios mecanismos da política de rastreabilidade". O grupo destaca ainda a necessidade de estabelecer as regras, como incentivos, sanções e consequências aplicadas a produtores que não venham a utilizar a rastreabilidade individual para exercer o controle dos seus animais.

Globo Rural

 

Fávaro defende reformulação do Proagro e mais recurso para seguro rural

Carlos Fávaro, Ministro da Agricultura: vontade política é de estudar como o Proagro pode ser mais eficiente

 

O Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, defendeu na quarta-feira (20/3) a reformulação do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e a migração de parte do público e do orçamento desta ação para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Fávaro disse que o tema está em estudo no governo, a partir de uma provocação da Casa Civil. Após cortes, o orçamento do PSR em 2024 ficou em R$ 947,5 milhões, cerca de 10% do gasto da União com o Proagro no ano passado. “Mais do que discutir aumento de orçamento para o seguro, o Proagro precisa ser revisto. Ele consumiu R$ 10 bilhões em 2023, e não estou dizendo que os pequenos produtores não precisam de cobertura. Mas se modernizar e talvez economizar um pouco no Proagro, estão aí os R$ 2 bilhões para colocar no seguro rural e chegar a R$ 3 bilhões”, disse Fávaro, durante evento na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Ele defendeu também a migração de parte do público do Proagro para o PSR. “A Casa Civil nos chamou e começamos a tratar do Proagro. A vontade política é de fazer o estudo, como o Proagro pode ser mais eficiente. É muito dinheiro numa rubrica orçamentária”, afirmou. Fávaro citou novamente a necessidade de modernizar e fortalecer modalidades do seguro, como o paramétrico, com uso de inteligência artificial para cruzar dados agronômicos com previsão meteorológica. “Com a reformulação do Proagro e de metodologias e apoio no orçamento podemos universalizar cada vez mais o seguro rural, tão necessário para a estabilidade da nossa agropecuária”, apontou Fávaro. A ex-ministra e senadora Tereza Cristina (PP-MS) disse que tem estudado a formulação de um novo fundo privado para estabilidade do seguro rural no país. “Estou trabalhando com um grupo no meu gabinete para fazer um fundo privado de seguro para fazer a compensação desse seguro. As empresas [seguradoras] têm base pequena hoje, cada vez menor, e este é um momento bom para fazer seguro crescer, porque todo mundo está vendo sua necessidade”, disse Tereza Cristina. O fundo serviria para dar mais estabilidade para o mercado, que reduz apetite em épocas de mais sinistros diante das adversidades climáticas cada vez recorrentes. “Tem como aumentar a base, diminuir o valor do seguro para todos terem seguro”, completou a senadora. Ela disse que a universalização do seguro é a melhor ferramenta para baratear o crédito rural. “Os juros podem baixar e vai ter mais gente querendo financiar o agro se tiver seguro instituído”, apontou. Tereza Cristina concordou com a necessidade de reformulação do Proagro e disse que, quando ministra, tentou encontrar uma solução. “Discuti muito isso com o Tesouro Nacional. É um problema para o Tesouro ficar com o Proagro. Ele precisa ser revisto e modernizado (...) Precisamos colocar lupa sobre isso e ter conclusão, vontade política de resolver”, concluiu.

Globo Rural

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Pedágio volta a ser cobrado com desconto para usuário frequente e veículo com tag

A cobrança do pedágio nas estradas do Paraná retornará no próximo sábado (23)

 

A partir do próximo sábado (23), voltará a ser cobrado o pedágio nas estradas do Paraná sob concessão da Via Araucária e da EPR Litoral Pioneiro. A autorização foi concedida pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) no último dia 12. A tarifa básica do lote 1 varia entre R$ 8,70 e R$ 11,50 enquanto a do lote 2 oscila entre R$ 7,60 e R$ 22,60. A cobrança retorna com descontos para usuários frequentes e para veículos com uso de tag. Motocicletas, motonetas e bicicletas motorizadas estão isentas do pedágio em ambos os lotes, assim como veículos oficiais. Para as outras categorias de veículo serão aplicadas multiplicadores de tarifa que deixam o pedágio mais caro. A título de recomposição tarifária, os valores receberam um reajuste de 15,75% correspondente à variação do Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) entre outubro de 2021 e março de 2024, período da data-base da tarifa ofertada no leilão ao início efetivo da cobrança. Em ambos os contratos das concessionárias, o uso da tag eletrônica de pagamento permite a aplicação de desconto de 5% de forma automática. Com isso, qualquer veículo equipado com a tag (dispositivo adesivo que fica colado no para-brisa) receberá o abatimento do valor ao passar por uma das cabines de pedágio. Há a possibilidade ainda de desconto progressivo nas tarifas para os motoristas que utilizam as estradas com frequência. A Via Araucária oferece o benefício com uma redução adicional e progressiva a partir da segunda passagem pela mesma praça, desde que realizada no mesmo sentido e no mesmo mês. O valor do pedágio diminui à medida que o motorista utiliza a rodovia. A tabela com os descontos progressivos deverá ser publicada em breve pela concessionária. Na EPR Litoral Pioneiro, a redução progressiva também começa a contar a partir da segunda passagem pela praça de pedágio, no mesmo sentido da rodovia e dentro do mesmo mês de calendário. Mas os descontos são distintos em cada praça. Com 30 passagens no mesmo sentido dentro do mês, o beneficiário na praça Jacarezinho poderá ter um desconto médio de 75% no somatório das tarifas. Em São José dos Pinhais, o desconto pode ser de 56% na média mensal considerando 30 passagens no mesmo sentido dentro do mesmo mês. Já em Carambeí pode ser de 49% e em Jaguariaiva de 25% na tarifa média. Praças com as novas tarifas de pedágio no lote 1: São Luiz do Purunã - R$ 8,70. Lapa - R$ 11,50. Porto Amazonas - R$ 10,90. Imbituva - R$ 10,00. Irati - R$ 10,20. Nas praças administradas pela Via Araucária, as cabines de cobrança manual aceitam dinheiro, cartões de débito e crédito (pagamento exclusivo por aproximação), bem como a modalidade Visa Vale. Nas pistas de cobrança automática, os motoristas podem optar pelas operadoras Sem Parar, ConectCar, Move Mais, Greenpass e Veloe. Praças com as novas tarifas no lote 2: São José dos Pinhais - R$ 22,60. Jacarezinho - R$ 12,00 (duas praças). Carambeí - R$ 11,40. Jaguariaíva - R$ 7,60. Os usuários vão poder efetuar o pagamento da tarifa em dinheiro ou cartões de débito e crédito, inclusive na modalidade por aproximação. O Visa Vale Pedágio também será aceito. Nas pistas automáticas, o motorista precisa ter uma tag e escolher a operadora de sua preferência.

Gazeta do Povo

 

ECONOMIA/INDICADORES

 

BC volta a reduzir Selic em 0,50 ponto, a 10,75%, e prevê corte equivalente apenas na próxima reunião

O Banco Central decidiu na quarta-feira fazer uma nova redução de 0,50 ponto percentual na taxa Selic, a 10,75% ao ano, e encurtou sua indicação sobre cortes futuros ao citar uma ampliação de incertezas, afirmando que sua diretoria antevê corte na mesma intensidade apenas na próxima reunião, em maio

 

O comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) ainda apresentou uma visão mais dura, segundo analistas, no ponto em que afirma que as medidas de inflação subjacente, que descartam itens com preços mais voláteis, passaram a se situar recentemente acima da meta de inflação. "Em função da elevação da incerteza e da consequente necessidade de maior flexibilidade na condução da política monetária, os membros do Comitê, unanimemente, optaram por comunicar que anteveem, em se confirmando o cenário esperado, redução de mesma magnitude na próxima reunião", informou o Copom no comunicado. O documento acrescentou que o Copom avalia que essa é a condução apropriada para manter a política monetária contracionista necessária para lidar com o processo desinflacionário. Desde agosto, quando o BC deu início a uma sequência de cortes sucessivos de 0,5 ponto percentual na Selic, a autarquia vinha indicando em seus comunicados que antevia reduções equivalentes “nas próximas reuniões”, no plural, em se confirmando o cenário esperado. Agora, o BC optou pelo singular. Apesar da mudança na indicação futura, o comunicado enfatizou que o cenário-base da autarquia não se alterou substancialmente, apesar de ter citado um aumento nas incertezas globais. "O Comitê avalia que as conjunturas doméstica e internacional estão mais incertas, exigindo cautela na condução da política monetária", afirmou. O maior ponto de atenção do mercado estava precisamente na indicação do BC sobre o chamado “forward guidance”, a indicação sobre passos seguintes da política monetária. Esta foi a sexta redução consecutiva na taxa básica de juros depois que o BC iniciou seu ciclo de afrouxamento monetário em agosto de 2023. Desde o início da flexibilização, o Copom cortou três pontos percentuais na Selic. Com a nova redução de 0,50 ponto, decidida por unanimidade, o Banco Central leva a taxa básica de juros ao menor nível em dois anos, com o patamar se igualando aos 10,75% vigentes em março de 2022. No comunicado, o Copom apresentou uma visão mais negativa especificamente ao tratar das medidas de inflação subjacente, que desconsideram itens mais voláteis. O BC deixou inalteradas suas projeções para o comportamento dos preços em relação à reunião de janeiro. A autoridade monetária informou que, em seu cenário de referência, a estimativa para a inflação segue em 3,5% para 2024 e 3,2% para 2025.

Reuters

 

Dólar fecha em queda de 1,14%, a R$4,9741 na venda

O dólar acelerou suas perdas e voltou a fechar abaixo da marca de 5 reais na quarta-feira, depois que o Federal Reserve manteve sua taxa básica inalterada e continuou com a projeção anterior de que cortará os juros num total de 0,75 ponto percentual este ano

 

O dólar à vista fechou em queda de 1,14%, a 4,9741 reais na venda, depois de ter encerrado os dois pregões anteriores acima de 5 reais. A baixa desta quarta-feira foi a mais intensa desde 3 de novembro do ano passado (-1,53%).

Reuters

 

Ibovespa fecha em alta após Fed manter projeção de 3 cortes na taxa de juros em 2024

O Ibovespa fechou em alta na quarta-feira, orbitando os 129 mil pontos, após projeções de autoridades do banco central dos Estados Unidos continuarem apontando para três cortes de 0,25 ponto percentual na taxa de juros da maior economia do mundo este ano

 

As expectativas foram mantidas -- mesmo que por uma margem apertada -- apesar de o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve descrever a inflação como ainda "elevada" em comunicado que acompanhou a decisão de manter a taxa entre 5,25% e 5,50%. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,13%, a 128.970,37 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 129.209,98 pontos. Na mínima, a 127.348,62 pontos. O volume financeiro somava 19,76 bilhões de reais antes dos ajustes finais. Investidores da B3 ainda aguardam o resultado do encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil após o fechamento da bolsa, e o foco também estará voltado para os sinais sobre os movimentos futuros da equipe de Roberto Campos Neto dado o consenso de que a Selic cairá a 10,75%.

Reuters

 

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