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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 353 DE 13 DE ABRIL DE 2023


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 3 | nº 353 |13 de abril de 2023



NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Boi gordo: arroba volta a recuar em SP, praça de referência às demais regiões do País

No Paraná, os preços do boi gordo registraram novas baixas na quarta-feira diante de programações de abate que já avançam para o mês de maio, reduzindo a necessidade de compra dos frigoríficos.


Com as escalas de abate preenchidas e o menor ímpeto de compra das indústrias, o preço do macho direcionado ao mercado interno teve recuo de R$ 5/@, informou a Scot Consultoria. Na quarta-feira (12/4), o macho “comum” (sem premiação-exportação) passou a ser negociado por R$ 290/@ nas regiões de São Paulo (preço bruto e a prazo). Por sua vez, as cotações da vaca e novilha gordas tiveram baixa diária de R$ 3/@, para R$ 254/@ e R$ 272/@ (preços brutos e a prazo), conforme apuração a Scot Consultoria. O preço do “boi-China” segue estável, em R$ 290/@, no prazo, cotação bruta (base SP). Segundo a S&P Global Commodity Insight, os frigoríficos brasileiros permaneceram atuando com grande cautela nas compras de animais para abate na quarta-feira, limitando negociações, bem como se ausentando do ambiente de negócios. A S&P Global verificou que os atuais volumes de boiada gorda disponível permitiram alongamentos das escalas de abate, que já adentram a última semana de abril. No Estado de Minas Gerais, o período de estiagem na região norte do Estado levou uma maior liquidação da boiada gorda, fomentando os recuos observados nos preços monitorados na praça de Belo Horizonte. Por outro lado, as chuvas nos Estados do Maranhão e do Pará levaram os pecuaristas a incrementar as suas liquidações diante de pastos encharcados e riscos de perda de peso dos animais, acrescentou S&P Global Commodity Insight. “Fatores logísticos prejudicaram as operações de embarques e pressionaram os preços da arroba nas regiões mais afastadas dos centros industriais”, relatou a consultoria. No Paraná, continua a S&P Global, os preços do boi gordo registraram novas baixas na quarta-feira diante de programações de abate que já avançam para o mês de maio, reduzindo a necessidade de compra dos frigoríficos paranaenses. Novo sinal de cautela foi renovado na quarta-feira, com a cotação do dólar recuando ao seu menor patamar dos últimos 10 meses. Diante de receitas com exportações recuando, março registrou o 5º mês seguido com o preço da tonelada da carne bovina in natura brasileira oscilando abaixo dos US$ 5.000, informou a S&P Global. “O câmbio enfraquecido deve pressionar ainda mais as margens das indústrias exportadoras, condicionando menores volumes de compras de gado no mercado”, afirmou a consultoria. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 276/@ (à vista) vaca a R$ 246/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 291/@ (prazo) vaca a R$ 256/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 276/@ (prazo) vaca a R$ 251/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 256/@ (prazo); vaca a R$ 231/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 254/@ (à vista) vaca a R$ 229/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 246/@ (à vista) vaca a R$ 221/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 258/@ (prazo) vaca R$ 236/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 273/@ (à vista) vaca a R$ 243/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 240/@ (prazo) vaca a R$ 231/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 251/@ (prazo) vaca a R$ 236/@ (prazo); TO- Araguaína: boi a R$ 241/@ (prazo) vaca a R$ 217/@ (prazo); RO-Cacoal: boi a R$ 236/@ (à vista) vaca a R$ 217/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 251/@ (à vista) vaca a R$ 212/@ (à vista).

S&P Global/Scot Consultoria/Portal DBO


SUÍNOS


Suínos: preços com leves altas nas principais praças

O mercado de suínos ficou próximo da estabilidade na quarta-feira (12), com o valor do suíno CIF precificado em R$ 120,00/@ a R$ 125,00/@, conforme levantamento da Scot Consultoria


A Scot Consultoria também informou que a cotação da carcaça especial também seguiu estável, cotada em R$ 9,50/R$ 9,80 por kg. O preço do animal vivo em Minas Gerais registrou ganho de 0,15% e está cotado em R$ 6,47/kg, segundo o Cepea/Esalq, referente às informações da última terça-feira (11). Já no estado de São Paulo, os preços tiveram movimento de valorização de 0,30%, precificados em R$ 6,60/kg. O preço do animal vivo no Paraná está em R$ 6,38/kg e teve recuo de 0,47% frente ao comparativo diário. Em Santa Catarina, o animal vivo apresentou alta de 0,64% e está em R$ 6,30/kg. Já no Rio Grande do Sul, o preço do suíno teve ganho de 0,47% e está em R$ 6,48/kg.

Cepea/Esalq


FRANGOS


Frango: Mercado registrou ligeiras valorizações na 4ª feira

O preço do frango no atacado paulista registrou ganho de 0,77% e ficou cotado em R$ 6,55/kg, conforme apontou a Scot Consultoria


Na referência para a carne de frango na granja em São Paulo, a Scot Consultoria informou que os valores permaneceram estáveis e estão em R$ 4,80/kg. Em Santa Catarina, o valor da ave apresentou valorização de 0,47%, cotado em R$ 4,32/kg, conforme a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina). A referência do frango vivo no Paraná não teve alteração e está em R$ 4,93/kg, enquanto em São Paulo a cotação do frango vivo está sem referência. No último levantamento realizado pelo Cepea na terça-feira (11), o preço do frango congelado registrou ganho de 1,06% e está em R$ 6,70/kg. Já a cotação do frango resfriado apresentou alta de 1,51% e está sendo negociada em R$ 6,74/kg.

Cepea/Esalq


CARNES


Exportações de carnes do Brasil terão fortes altas em 2023, estima USDA

As exportações brasileiras de carnes deverão registrar fortes altas em 2023, impulsionando aumentos na produção de carnes bovina e suína e potencial recorde na produção de carne de frango, segundo estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgada em relatório na terça-feira (11)


A limitada oferta de carne bovina para exportação por parte de Argentina e Uruguai deve favorecer o Brasil no cenário internacional, em que os embarques para a China continuarão aumentando. O USDA estima que o Brasil exportará 3,01 milhões de toneladas de carne bovina em 2023, 4% acima do registrado em 2022. A produção de carne bovina brasileira deve crescer 2% para 10,57 milhões de toneladas, impulsionada por queda nos preços de gado e melhora na demanda doméstica. As exportações de carne suína são estimadas em 1,39 milhão de toneladas, 5% acima de 2022, devido à competitividade de preços do produto brasileiro e aumento das oportunidades na China, Chile e Japão, enquanto estes países reduzem as compras do produto da União Europeia. A produção brasileira de carne suína deverá ficar 2% maior em 2023, chegando a 4,42 milhões de toneladas. O USDA espera que o Brasil exporte 4,75 milhões de toneladas de carne de frango neste ano, 7% acima de 2022. “As exportações de carne de frango do Brasil devem aumentar devido ao seu papel como fornecedor de uma ampla gama de produtos para vários mercados”, disse o USDA, acrescentando que preços de ração mais baixos também favorecem as exportações de carne de frango brasileira em 2023. O USDA estima que o Brasil produzirá 14,87 milhões de toneladas de carne de frango em 2023, um aumento de 3% ante 2022 e um novo recorde para o setor.

CARNETEC


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Na ExpoLondrina, Mapa lança Plano de Ação Estadual para o ABC+ no Paraná

O Plano de Ação Estadual (PAE) do estado do Paraná, no âmbito do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária (Plano ABC+), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), lançou na quarta-feira (12), o Plano ABC+ Paraná. O lançamento foi realizado no Auditório Gerando Valor - Pavilhão Smart Agro, durante a 61ª ExpoLondrina, que acontece até 16 de abril, em Londrina (PR)


O Plano ABC+Paraná foi elaborado por um Grupo Gestor Estadual (GGE), composto por profissionais de diversas instituições públicas e privadas ligadas ao agronegócio. Na formulação do PAE foram incluídas ações e estratégias envolvendo desde o pequeno produtor de hortaliças até o grande produtor de grãos. Propostas estas que contemplam atividades elaboradas para permitir o alcance das metas estabelecidas dentro da realidade e condições locais, alinhadas à política estadual para a agropecuária, calcada em uma produção agrícola com sustentabilidade. De acordo com a diretora de Produção Sustentável e Irrigação da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (Depros/SDI/Mapa) Sibelle Silva, a criação de mecanismos locais de continuidade da agricultura sustentável é fundamental para o amadurecimento da política pública nacional. “A descentralização de ações federais potencializa e contribui para o engajamento de parceiros regionais. É um novo momento do Plano ABC+, onde os estados terão protagonismo para alavancar a sustentabilidade regionalmente”, conclui. A governança do Plano ABC+ segue o modelo de gestão híbrida, descentralizada e participativa. O Mapa incentiva a criação dos Grupos Gestores Estaduais com o objetivo de tornar mais efetiva a implementação do Plano, obedecendo às características, necessidades e perspectivas de cada estado. O ABC+ Paraná é o terceiro PAE a ser lançado sob o escopo do Plano ABC+, sucedendo o do Mato Grosso e o de Santa Catarina. Sua elaboração foi coordenada pelo chefe do Departamento de Florestas Plantadas da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, Breno Menezes de Campos. Contou também com a colaboração da analista Nádia Solange Schmidt, da Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária do Paraná (SFA/PR) e o apoio do superintendente Cleverson Freitas, e do coordenador de Gestão e Inteligência em Sustentabilidade do Depros, Rodrigo Moreira Dantas, dentre outros. Há perspectiva de lançamento, ainda em 2023, dos Planos Estaduais nos estados do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Tocantins e Distrito Federal. O Programa ABC+ é a linha de crédito do Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) destinada ao financiamento de tecnologias e sistemas de produção nas propriedades rurais, para promover uma agropecuária mais adaptada à mudança climática e também mitigadora de gases de efeito estufa.

Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)


Renan Filho diz que concessão de estradas no PR terá aporte zero até o desconto de 18% na tarifa

O Ministro dos Transportes, Renan Filho, disse na quarta-feira (12) que o governo federal não vai exigir nenhum aporte financeiro das concessionárias que oferecerem até 18% de desconto na tarifa de pedágio nas rodovias do Paraná


Esse era até agora o principal ponto de divergência entre os governos estadual e federal, além de alguns parlamentares. Ainda não havia um consenso sobre o percentual de desconto e nem se seria exigido um aporte ou caução por parte das empresas. “A gente alterou um pouco o novo modelo [proposto pelo governo do Paraná]. Antes, a partir de 1% já haveria a necessidade de aporte. Sem aporte, os concorrentes vão ser incentivados a dar um desconto maior”, disse Renan Filho na sessão da Câmara de Deputados, onde falou sobre as prioridades da pasta para 2023. Ainda segundo o Ministro, a solução exigiu uma negociação. “Eu precisei trabalhar nessa construção política. A boa notícia é que tanto o governo do Paraná quanto o governo federal têm os mesmos anseios e isso é bom. Independente da questão política estamos afinados”, disse. O Ministro informou que tem conversado com o governador do Paraná, e disse que está apenas aguardando o Presidente Lula retornar da viagem à China para que o governo federal possa receber do Paraná as rodovias estaduais, para assim dar prosseguimento e realizar o leilão dos lotes 1 e 2, já aprovados pelo Tribunal de Contas da União. As estradas que vão para concessão foram divididas em seis lotes. Renan Filho disse estar animado com o novo modelo de concessão do Paraná e informou que provavelmente o modelo será replicado para todo o Brasil. Para o Ministro, o modelo busca eficiência de uma concessão que leva a leilão rodovias estaduais e federais a fim de garantir um pedágio mais barato e, também, com mais investimentos. “Será certamente a reestruturação da infraestrutura rodoviária do Paraná, com investimentos de R$ 20 bilhões”, disse Renan Filho, acrescentando que o mesmo modelo deve ser replicado nos estados de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

GAZETA DO POVO


Porto de Paranaguá tem operação de navios no píer de granéis líquidos liberada

Local estava com atividades paralisadas devido ao vazamento de nafta ocorrido no último domingo


De acordo com a Portos do Paraná, continua sendo realizado o trabalho de limpeza das galerias pluviais na região do vazamento, em conjunto com o Corpo de Bombeiros. A Portos do Paraná informou na terça-feira (11/04), que a operação de navios no Píer Público de Granéis Líquidos, no Porto de Paranaguá, está liberada. Também foi autorizada, de maneira planejada e coordenada pela Guarda Portuária, em conjunto com a Guarda Municipal, o acesso rodoviário aos terminais que operam nas áreas de abrangência da emergência. As operações em todos os terminais de granéis líquidos haviam sido paralisadas devido ao vazamento de nafta ocorrido na noite de domingo (09/04|), no Terminal Terin. O incidente aconteceu durante operação de descarga da embarcação, após o rompimento de um duto subterrâneo que liga o navio à empresa. Técnicos da Terin também seguem com os serviços de identificação do local do rompimento do duto subterrâneo, para adotarem as medidas corretivas. As ações de controle estão sendo coordenadas pelo Corpo de Bombeiros, pela Terin e pelo Plano de Ajuda Mútuo (PAM), da Portos do Paraná. A autoridade portuária informa que os recursos possíveis para auxílio no atendimento à ocorrência seguem disponibilizados pela empresa pública e demais empresas signatárias do Plano de Ajuda Mútuo (PAM). Na terça-feira também foi realizada uma nova reunião do comitê de emergência, que investiga as causas do vazamento. Ainda não há previsão para a conclusão do trabalho.

GLOBO RURAL


ECONOMIA/INDICADORES


O otimismo em relação ao cenário de inflação e de juros no Brasil, somado ao ambiente positivo no exterior, fez o dólar estender as perdas ante o real na quarta-feira, com a moeda norte-americana atingindo o menor valor de fechamento desde junho do ano passado


Pela manhã, o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos informou que o índice de preços ao consumidor subiu 0,1% no mês passado, desacelerando após avançar 0,4% em fevereiro. O resultado elevou a expectativa de que o Federal Reserve não seja agressivo em sua próxima decisão de política monetária, o que deu força a ativos de maior risco, como o real. No Brasil, permaneceu no mercado o otimismo com o controle da inflação, após dados favoráveis do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) na terça-feira, e em relação ao novo arcabouço fiscal. O resultado foi mais um dia de pressão de baixa para a moeda norte-americana. O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9408 reais na venda, em baixa de 1,34%. Esta é a menor cotação desde 9 de junho de 2022, quando havia fechado em 4,9166 reais. Desde junho do ano passado o dólar não encerrava abaixo de 5 reais. Na B3, às 17:21 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 1,42%, a 4,9530 reais. Nas últimas semanas, avaliações positivas sobre o novo arcabouço fiscal já vinham retirando força do dólar ante o real, com investidores vendo risco menor de descontrole da dívida pública no Brasil. Na sessão de terça-feira, a divulgação de dados favoráveis do IPCA --que subiu 0,71% em março, ante 0,84% em fevereiro-- e a percepção de que o novo arcabouço fiscal pode ser mais robusto já haviam levado o dólar a recuar mais de 1%. Nesta quarta-feira, o otimismo continuou, inclusive com o auxílio do exterior.

REUTERS


Ibovespa fecha em alta pelo 3º dia com mercado mais calmo sobre fiscal, Selic

A bolsa paulista manteve o viés positivo nesta quarta-feira, com o Ibovespa superando os 108 mil pontos na máxima, ainda sob efeito de certo alívio recente no front fiscal do país, bem como expectativas relacionadas à inflação e ao rumo da Selic


Investidores ainda repercutiram dados mostrando desaceleração da inflação nos Estados Unidos, enquanto o Federal Reserve, na ata da última decisão de juros, disse que várias autoridades consideraram uma pausa no aperto monetário. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,64%, a 106.889,71 pontos, a terceira alta seguida. O volume financeiro alcançou 59,7 bilhões de reais, inflado pelas operações relacionadas aos vencimentos de opções sobre o Ibovespa e do índice futuro na quarta-feira. Na visão do economista-chefe da Mirae Asset, Julio Hegedys Netto, a desaceleração do IPCA em março, divulgada na véspera, com a medida em 12 meses dentro do teto da meta, abriu espaço para uma sinalização de corte da Selic em maio. Ao mesmo tempo, ele observou "que há algum otimismo com o front fiscal, com o mercado mais confiante pela condução do Ministro (Fernando) Haddad na Fazenda", conforme comentário enviado a clientes. Para o economista-chefe da BGC Liquidez, Juliano Ferreira, com riscos relativamente mais calmos do ponto de vista fiscal e inflacionário e o crescimento desacelerando em ritmo lento, o Brasil fica em posição bastante favorável ante os pares. Em análise técnica sobre o Ibovespa, o Itaú BBA afirmou em relatório que a barreira dos 106.800 pontos era um divisor de águas para uma nova tendência de alta e que agora o índice pode voltar a negociar em patamares como 110.500 e 114.900 pontos.

REUTERS


Bancos reduzem projeção para o crédito em 2023

Crescimento esperado para o saldo de empréstimos e financiamentos é agora de 7,9%, abaixo dos 8,3% estimados em fevereiro


A percepção dos bancos sobre o mercado de crédito piorou nas últimas semanas, principalmente no que diz respeito às linhas para empresas. Pesquisa feita pela Febraban com executivos das instituições financeiras mostra que a projeção de crescimento do saldo de empréstimos e financiamentos do país este ano é agora de 7,9%, abaixo dos 8,3% estimados em fevereiro. Os dados da pesquisa mostram uma desaceleração mais forte do crédito com recursos livres, sensível às taxas de mercado e que refletem melhor o apetite dos bancos. A projeção de crescimento dessa modalidade em 2023 despencou de 8,2% para 6,8%. No segmento, destaca-se a desaceleração das operações com empresas. A expansão estimada para o segmento de pessoa jurídica caiu de 7,3% para 5,1%. No caso de pessoas físicas, foi de 8,7% para 8,3%. A Febraban atribuiu a piora nas projeções para empresas em especial a uma alteração recente no mercado, “diante de acontecimentos das últimas semanas, particularmente a maior cautela na concessão de crédito em razão dos episódios envolvendo as Lojas Americanas”. Nas linhas de pessoa física, segundo a entidade, a desaceleração decorre do cenário de inadimplência e desaceleração econômica, que torna as concessões mais seletivas. “Assim como os números de fevereiro, a pesquisa indica uma preocupação especial com o mercado de PJ no segmento livre”, afirmou Rubens Sardenberg, diretor de economia, regulação prudencial e riscos da Febraban, em comunicado sobre a pesquisa. “As condições financeiras mais apertadas, o recuo da atividade e o episódio Americanas vêm afetando bastante o mercado de crédito para as empresas e provavelmente teve impacto importante nas projeções dos analistas.” Considerando pessoas físicas e jurídicas, a projeção para a inadimplência com recursos livres no fim deste ano aumentou de 4,4% para 4,7%. No levantamento, a previsão para o crédito direcionado se manteve estável em 8,4%.

VALOR ECONÔMICO


Fluxo cambial no Brasil é positivo em US$2,553 bi em abril até dia 6, diz BC

O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de 2,553 bilhões de dólares em abril até o dia 6, favorecido pela entrada de moeda tanto pela via comercial quanto pela financeira, após encerrar março com entradas líquidas de 3,580 bilhões de dólares, informou na quarta-feira o Banco Central


Os dados mais recentes são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. Pelo canal financeiro, houve entradas líquidas de 1,061 bilhão de dólares em abril até o dia 6. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, o saldo de abril até o dia 6 foi positivo em 1,492 bilhão de dólares. No acumulado do ano até 6 de abril, o Brasil registra fluxo cambial total positivo de 15,077 bilhões de dólares. No mesmo período do ano passado, o fluxo estava positivo em 9,419 bilhões de dólares.

REUTERS


Vendas no varejo do Brasil sobem 3,8% em janeiro sobre mês anterior, diz IBGE

As vendas no varejo brasileiro tiveram alta de 3,8% em janeiro na comparação com o mês anterior e avançaram 2,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quarta-feira. Pesquisa da Reuters apontou que as expectativas eram de altas de 3,2% na comparação mensal e de 1,4% sobre um ano antes.

REUTERS


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