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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 307 DE 03 DE FEVEREIRO DE 2023


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 3 | nº 307 |03 de fevereiro de 2023



NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Exportações sustentam valor do “boi-China”. mercado doméstico segue patinando

A busca pelo animal com padrão para atender ao mercado chinês é mais intensa; já os negócios com o "boi comum" são mais esparsos, informam as consultorias


Na quinta-feira, os preços do boi gordo permaneceram estáveis na maioria das praças brasileiras, informam as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário. “A tentativa de empregar novas baixas nas cotações da arroba bovina parece ter perdido força por parte das indústrias frigoríficas, enquanto os pecuaristas não cedem novas negociações em patamares inferiores aos valores vigentes”, diz a S&P Global. Com isso, os preços a arroba continuam lateralizados, refletindo um ambiente marcado pela baixa liquidez de negócios. O apetite comprador das indústrias, sobretudo as unidades que direcionam a maior parte da produção de carne bovina ao mercado doméstico, continua bastante retraído. “A retomada das atividades econômicas em 2023 ainda segue em ritmo moroso, o que justifica o baixo escoamento da proteína no mercado interno”, enfatizam os analistas. A S&P Global, diz que este cenário deve limitar avanços mais significativos nos preços da arroba no curto prazo (até a primeira metade de fevereiro). Pelos dados apurados pela Scot Consultoria, na quinta-feira as cotações dos animais terminados ficaram estáveis nas praças do interior de São Paulo. Para o mercado interno, o boi gordo está cotado em R$ 270/@, enquanto a vaca e a novilha gordas seguem valendo R$ 259/@ e R$ 265/@ (preços brutos e a prazo), respectivamente. De acordo com a Scot neste início de semana houve uma maior procura por bovinos mais jovens (o chamado “boi-China”. O ritmo das exportações de carne bovina seguiu acelerado em janeiro último, tendo a China como maior compradora do produto in natura brasileiro. Porém, o preço desta categoria de produto continua andando de lado, valendo R$ 285/@ em São Paulo (preço bruto e a prazo). Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 261/@ (à vista) vaca a R$ 236/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 276/@ (prazo) vaca a R$ 256/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 256/@ (prazo) vaca a R$ 238/@ (prazo); MS-Três Lagoas: boi a R$ 253/@ (prazo) vaca a R$ 236/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 246/@ (prazo) vaca a R$ 231/@ (prazo); MT-B. Garças: boi a R$ 245/@ (prazo) vaca a R$ 234/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 246/@ (à vista) vaca a R$ 234/@ (à vista) MT-Colíder: boi a R$ 241/@ (à vista) vaca a R$ 231/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 263/@ (prazo) vaca R$ 23/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 270/@ (à vista) vaca a R$ 240/@ (prazo); PA-Marabá: boi a R$ 236/@ (prazo) vaca a R$ 230/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 247/@ (prazo) vaca a R$ 243/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 236/@ (prazo) vaca a R$ 223/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 241@ (à vista) vaca a R$ 231/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 236/@ (à vista) vaca a R$ 215/@ (à vista); Açailândia: boi a R$ 241/@ (à vista) vaca a R$ 222/@ (à vista).

PORTAL DBO


Boi/Cepea: Janeiro se encerra com baixa nas cotações do bezerro, do boi gordo e da carne

Mesmo com registros de oscilação dos preços da cadeia pecuária de corte nacional ao longo de janeiro, as médias mensais fecharam com pequenas quedas em relação às de dezembro/22


Segundo colaboradores consultados pelo Cepea, o enfraquecimento nos valores esteve atrelado ao crescimento na produção de animais jovens e, consequentemente, à maior oferta de gado pronto para ao abate. Diante disso, no primeiro mês do ano, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo) teve média de R$ 285,97, sendo 2,1% inferior à de dezembro. No caso do bezerro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Mato Grosso do Sul) teve média de R$ 2.395,32/cabeça em janeiro, queda de 1,1% em relação à do mês anterior. Com relação à carne negociada no atacado da Grande São Paulo, a carcaça casada do boi foi comercializada à média de R$ 18,93/kg em janeiro, recuo de 2,8% frente à de dezembro.

Cepea


SUÍNOS


Novas altas para os suínos na quinta-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 128,00/R$ 132,00, enquanto a carcaça especial subiu 1,04%/0,99%, cotada em R$ 9,80/kg/10,20/kg.


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (1), houve aumento de 0,28% em Minas Gerais, chegando em R$ 7,16/kg, avanço de 0,48% no Paraná, alcançando R$ 6,34/kg, incremento de 1,76% no Rio Grande do Sul, subindo para R$ 6,37/kg, crescimento de 0,16% em Santa Catarina, custando R$ 6,36/kg, e de 0,60% em São Paulo, fechando em R$ 6,75/kg. As bolsas de negociação da suinocultura independente realizadas da quinta-feira (2) registraram altas nos preços. A exceção ficou por conta de São Paulo, onde não houve acordo entre frigoríficos e suinocultores para exercer um reajuste positivo nos valores do animal terminado.

Cepea/Esalq


Suinocultura independente: fevereiro inicia com preços mais altos

No Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 26/01/2023 a 01/02/2023), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve alta de 6,42%, fechando a semana em R$ 6,41/kg vivo. "Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo apresente alta, podendo ser cotado a R$ 6,43/kg vivo", informou o Lapesui.


As bolsas de negociação para a suinocultura independente realizadas na quinta-feira (2) registraram altas nos preços. A exceção ficou por conta de São Paulo, onde não houve acordo entre frigoríficos e suinocultores para exercer um reajuste positivo nos valores do animal terminado. Em São Paulo, não houve acordo entre suinocultores e frigoríficos, com o preço solicitado pelos criadores em R$ 8,00/kg, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). O valor praticado na semana anterior, quando houve acordo, era de R$ 7,09/kg vivo. Apesar disso, ao longo da tarde desta quinta foram relatados negócios no Estado no patamar de R$ 7,73/kg vivo. No mercado mineiro, o valor subiu, passando de R$ 7,20/kg vivo para R$ 7,80/kg vivo, com acordo, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal teve aumento saindo de R$ 6,46/kg vivo para R$ 6,80/kg nesta semana.

AGROLINK


Suínos/Cepea: Mês termina com alta nos preços do animal vivo

Ao contrário do esperado por agentes do setor consultados pelo Cepea, as vendas de carne suína se aqueceram na última semana de janeiro – vale lembrar que, geralmente, o encerramento de mês é marcado por fraca liquidez e por consequente recuo nos preços de comercialização


Do lado da oferta, agentes relataram diminuição na disponibilidade de suíno vivo pronto para o abate no período. Esse cenário elevou os preços do animal vivo nos últimos dias de janeiro em todas as praças acompanhadas pelo Cepea. Apesar disso, as quedas nos valores do suíno registradas do início até meados do mês fizeram com que a média de janeiro/23 ainda ficasse inferior à registrada em dezembro/22.

Cepea


FRANGOS


Frango: mercado estável na quinta

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,90/kg, enquanto o frango no atacado subiu 0,49%, custando R$ 6,18/kg


Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. No Paraná, não houve mudança no preço, fixado em R$ 4,97/kg, assim como Santa Catarina, valendo R$ 4,29/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (1), a ave congelada ficou estável em R$ 6,56/kg, enquanto o frango resfriado teve recuo de 2,22%, fechando em R$ 6,61/kg.

Cepea/Esalq


Gripe aviária ronda o país, e vigilância é intensificada

Eventual entrada do vírus no país pode prejudicar exportações

Depois de duas décadas, a gripe aviária de alta patogenicidade - quando quase todos os animais infectados apresentam sintomas da doença - tornou-se uma ameaça concreta à produção brasileira. Nove países das Américas Central e do Sul confirmaram 75 focos da doença nos últimos meses e já tiveram que sacrificar 1,2 milhão de aves. Uma eventual entrada do vírus no país pode afetar as exportações brasileiras de carne de frango, que em 2022 alcançaram o recorde de 4,8 milhões de toneladas, ou US$ 9,7 bilhões, em parte favorecidas pelo impacto da influenza no Hemisfério Norte e pela interrupção das vendas de países atingidos pela doença. A notificação de um caso em Cochabamba, na Bolívia, no último fim de semana, causou alvoroço no Brasil, já que significa que o vírus ultrapassou a Cordilheira dos Andes, considerada uma barreira natural. Até então, a doença havia chegado à metade sul do continente em aves migratórias concentradas na rota do Pacífico. “Nosso medo é que a gripe aviária chegue ao Brasil em aves que migram dentro do continente, para áreas como Pantanal e Bahia”, diz Fabiano Benitez, Coordenador do programa de sanidade avícola da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron). O Estado é o mais próximo de Cochabamba. O Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart, afirma, porém, que o risco de o vírus atingir granjas comerciais é “totalmente controlado”, devido ao alto padrão de biossegurança da avicultura brasileira e do Sistema Veterinário Oficial (SVO), que conta com mais de 3 mil profissionais habilitados. No ano passado, 1,2 mil médicos veterinários foram capacitados para atuar na vigilância ativa do vírus. “O período de maior risco vai até maio, por conta desse fluxo migratório de aves. A vigilância será intensificada”, garante. O Secretário explicou que produtos de proteína animal importados não representam risco real de introdução do vírus no Brasil. O trabalho principal de prevenção à gripe consiste no monitoramento dos locais onde as aves vindas do Hemisfério Norte pousam e se reproduzem. Ele conta com a ajuda de órgãos estaduais e federais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). São cinco rotas migratórias (Atlântica, Nordeste, Brasil Central, Amazônia Central/Pantanal e Amazônia Ocidental) e 21 sítios de reprodução reconhecidos pelo Departamento de Saúde Animal para vigilância ativa dos vírus da influenza aviária, sobretudo em regiões úmidas e com grande quantidade de alimento, como Pantanal (MS), Estação Ecológica do Taim (RS), Ilha Comprida (SP), Fernando de Noronha (PE) e Ilha de Marajó (PA). Planos de vigilância e contingência permanentes da influenza foram intensificados. As medidas preveem a coleta de amostras em criações de aves de subsistência localizadas em áreas em que há mais risco de contato com aves migratórias aquáticas. A área no raio de 10 quilômetros desses locais é alvo do controle de espécies anseriformes (patos, gansos e marrecos) e os charadriiformes (gaivotas, jaçanãs, maçaricos e trinta-réis). O fluxo migratório ocorre entre os meses de novembro e maio. “A busca não é aleatória, é dirigida para encontrar aves migratórias. Já temos os mapas de risco dessas questões para ver se encontramos algum animal com sintoma”, afirma Goulart. “Pedimos que, em caso de aumento da mortalidade ou sinais clínicos suspeitos, que os produtores entrem em contato rapidamente”, reforça Benitez, do Idaron.

VALOR ECONÔMICO


INTERNACIONAL


América do Sul eleva dependência da China na carne bovina

Região obteve receitas de US$ 19 bilhões com exportações dessa proteína em 2022


A América do Sul está cada vez mais dependente de um único mercado de carne bovina. No ano passado, a China ficou com 53,3% do volume de toda a carne brasileira exportada. A participação chinesa nas receitas foi ainda maior, de 61%. A situação argentina é ainda mais concentradora. No ano passado, 77,6% do volume de carne bovina enviado para o exterior teve como destino o mercado chinês, segundo o IPCVA (Instituto de Promoção da Carne Bovina da Argentina). A situação do Uruguai não é muito diferente. Nas três primeiras semanas de janeiro, os chineses compraram 54% da carne bovina exportada pelo país, segundo o Inac (Instituto Nacional de Carnes). O cenário não deve mudar muito neste ano na região, provavelmente com o Brasil ganhando uma fatia ainda maior do mercado chinês. O rebanho de bovinos encolhe em vários países importantes, como nos Estados Unidos e na Argentina, e cresce no Brasil, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O rebanho chinês deverá superar a barreira dos 100 milhões de cabeças neste ano, mas o consumo do país asiático cresce em ritmo maior do que o da produção interna. A esperada recuperação da economia e o fim das barreiras contra a Covid-19 vão aumentar o consumo e elevar a necessidade de importação dos chineses. Nos cálculos do USDA, os chineses aumentam a produção de carne bovina para 7,35 milhões de toneladas, mas o consumo sobe para 10,9 milhões, obrigando o país a elevar as importações para 3,5 milhões. Em 2019, as compras externas se limitavam a 2,2 milhões de toneladas. A produção mundial de carne bovina fica estável, em 59,2 milhões de toneladas, mas os preços perderam o patamar elevado que vinham obtendo, o que facilita as importações chinesas. O Uruguai, que conseguia um valor médio de US$ 6.969 por tonelada em 2022, vendeu a US$ 5.572 neste início de ano. A Argentina, que exportou a US$ 5.472, na média de 2022, comercializou a US$ 4.000 por tonelada em dezembro. Alguns mercados, como o da Itália, ainda pagam até US$ 8.710. Os preços obtidos pelo Brasil também recuaram, segundo a Secex (Secretaria de Comércio Exterior). Em janeiro de 2022 atingiam US$ 5.236, na média, valor que recuou para US$ 4.843 no mês passado. As exportações brasileiras de carnes bovinas e derivados somaram US$ 13,1 bilhões em 2022. As do Uruguai e as da Argentina, incluindo carnes resfriada, congelada e processada, subiram para US$ 2,6 bilhões e US$ 3,4 bilhões, respectivamente.

FOLHA DE SP


LEGISLAÇÃO


Trabalhadores da indústria querem que STF declare autocontrole inconstitucional

Nova lei para a fiscalização agropecuária foi aprovada e sancionada no fim da gestão de Jair Bolsonaro


A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins (CNTA) apresentou na quinta-feira uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei que instituiu a fiscalização agropecuária por autocontrole no país, aprovada e sancionada no fim da gestão de Jair Bolsonaro com amplo apoio das indústrias do setor. A ação contesta o artigo 5º da lei, que trata do credenciamento de pessoas físicas e jurídicas para a realização de atividades de defesa agropecuária até então exercidas apenas por servidores públicos; a forma como o projeto tramitou no Senado Federal, sem a análise de comissões temáticas e com alteração do texto em Plenário, sem o devido retorno à Câmara dos Deputados; a prorrogação de contratos temporários de médicos veterinários acima do limite legal; e os riscos à saúde e à vulnerabilidade na relação trabalhista dos empregados das agroindústrias. "Não há apenas violação à garantia de acesso de cargos públicos por meio de concurso público, mas também há violação à Constituição em razão da delegação de poder de polícia a agente privado que atua com finalidade lucrativa", diz a ação elaborada pelo escritório Torreão Braz Advogados, de Brasília, e protocolada no STF. O principal argumento é que a legislação "transfere aos trabalhadores da indústria de alimentação agropecuária - subordinados aos agentes produtores mantenedores da relação de emprego - a responsabilidade de certificar a sanidade dos produtos de propriedade do empregador, com alto valor comercial atrelado, sem amparo da fiscalização ostensiva do Estado, em total desprezo à previsão constitucional". A ação diz que o cenário incrementa a insegurança do trabalhador na manutenção do emprego e aumenta os riscos à saúde desses profissionais, principalmente em frigoríficos, por "submetê-los ao contato direto com produtos potencialmente lesivos à integridade física, sem a presença qualificada do Estado para a identificação prévia e a tomada de providências preventivas". A CNTA diz que há "omissão estatal" no processo de autocontrole e que os empregados não terão "liberdade real para realizar o controle rígido de fiscalização". Segundo a entidade, a condenação e o descarte de produtos com desconformidades colocarão em risco a relação de emprego com o dono da agroindústria. A peça também destaca potenciais riscos à "saúde pública consumidora". A ação questiona, ainda, a prorrogação por seis anos dos contratos por tempo determinado de médicos veterinários firmados com o Ministério da Agricultura, incluída na lei por emenda. Segundo a CNTA, o limite legal é de dois anos. A ADI também contesta a inclusão da "agricultura familiar" no rol de atividades cuja adoção dos programas de autocontrole é facultativa. A entidade defende que a alteração não foi apenas textual, o que demandaria nova análise na Câmara dos Deputados, o que não ocorreu. O projeto aprovado no Senado foi encaminhado para o Palácio do Planalto e sancionado no dia 29 de dezembro. A ADI não fala em terceirização das atribuições dos servidores, termo afastado também pelo Ministério da Agricultura sobre as mudanças feitas pela lei. A ação, no entanto, diz que a legislação promove um "desmantelamento" do poder de polícia estatal sobre a produção agropecuária, tornando-o, inclusive, "inexequível e impraticável". O Ministério da Agricultura e os agentes privados da agroindústria já foram avisados sobre o processo. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), crítico da proposta de autocontrole, vai entrar como amicus curiae no processo.

VALOR ECONÔMICO


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Indústria fecha 2022 com saldo positivo de empregos no Paraná

Quantidade de pessoas que seguem trabalhando no setor aumentou 2% na comparação com o ano anterior


A indústria encerrou o ano passado com 15.271 novas vagas de trabalho abertas no Paraná. Foi a terceira atividade econômica que mais abriu oportunidades, superada pelo setor de serviços (77 mil) e de comércio (21 mil). Mesmo com alta na oferta, o saldo de empregos (admissões menos os desligamentos) caiu 65% em relação a 2021, quando chegou a 44.430 novos contratados. Mesmo assim, houve aumento de 2,2% na quantidade total de trabalhadores atuando no setor industrial em 2022, o chamado estoque. Atualmente, são quase 717 mil pessoas em atividade na área contra 701 mil no ano anterior. A indústria nacional criou 251,9 mil vagas no ano passado, 47% menos do que o registrado em 2021. Os números foram divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Governo Federal. “Todos os grandes setores da economia criaram vagas no Paraná no ano passado. Mas houve perda no dinamismo. A atividade industrial desacelerou ao longo dos últimos meses em função da queda no ritmo de produção nas fábricas”, informou o economista da Fiep, Evânio Felippe. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de janeiro a novembro de 2022, a produção industrial do estado caiu 3,8% e, no período de 12 meses, 3,3%. Estes resultados, segundo Felippe, impactam diretamente no mercado de trabalho. “Enquanto as admissões na indústria ficaram estáveis, as demissões do setor cresceram 10% no período”. A trajetória de redução na produção industrial é decorrente de diversos fatores, explica o economista. O conflito geopolítico na Ucrânia aumentou de forma generalizada o preço de vários insumos e matérias-primas utilizados nas fábricas, impactando nos custos de produção. Some-se a isso a alta no preço do petróleo, da energia e a volatilidade do dólar, que influencia no custo de vários produtos utilizados pela indústria. “Tivemos um cenário de forte elevação da inflação no Brasil e no mundo, o que afeta o consumo das famílias e, por consequência, limita as vendas no varejo, reduzindo produção das empresas”, explica. Ele cita ainda a taxa básica de juros. “Os sucessivos aumentos promovidos pelo Banco Central para tentar controlar a inflação tornaram o custo do crédito mais caro no mercado”, diz. Dos 24 segmentos da indústria de transformação avaliados pelo Novo Caged, seis tiveram redução nas contratações no ano passado no Paraná. Madeira foi a que teve maior impacto, com o fechamento de 2.820 postos de trabalho. Na sequência vem móveis (-1.743), minerais não metálicos (-112), produtos têxteis (-125) e, igualmente, fumo e outros equipamentos de transporte (-42). Já o setor alimentício liderou o ranking de admissões com saldo de 6.394, totalizando 209,6 mil trabalhadores atuando no mercado paranaense (estoque). Um crescimento de 3,15% frente ao resultado obtido em 2021. Máquinas e equipamentos vêm na sequência, com 1.899 novas vagas. Depois seguem manutenção e reparação de máquinas e equipamentos (1.471), fabricação de produtos de metal (1.450), produtos químicos (1.361), automotivo (1.352) e celulose e papel (1.264).

FIEP


Produtores do Paraná cobram indenização do seguro rural na Justiça

Mais de 300 agricultores recorreram ao judiciário para tentar reverter os critérios que seguradoras adotaram para negar pagamento de apólices


Mais de 300 produtores rurais do Paraná acionaram o Tribunal de Justiça do Estado (TJ-PR) para tentar reverter critérios que as seguradoras adotaram para negar o pagamento de apólices de seguro rural da safra 2021/22. No ciclo passado, quando os agricultores paranaenses sofreram com a seca, as perdas na produção de soja foram de 41% no Estado. A maioria das mais de 300 ações são contra a Newe Seguros. A empresa vendeu 13,3 mil apólices de seguro rural em 2021 no Paraná e, até agora, pagou R$ 460,1 milhões em indenização para 5,6 mil desses contratos. Agricultores que tiveram sinistros contestam os critérios que a seguradora utilizou para indeferir os pedidos de indenização ou para calcular o valor do ressarcimento. Os produtores alegam "atendimento falho e omisso, demora excessiva no processo de atendimento, solicitações extemporâneas de documentos e regulação dos sinistros", segundo comunicado da Federação da Agricultura do Paraná (Faep). "Os relatos mais graves são de descumprimento dos critérios técnicos de análise pré-estabelecidos no contrato de seguro, implicando em indenizações parciais ou indeferimento definitivo por parte da seguradora por má condução da lavoura", informou Ana Paula Kowalski, do Departamento Técnico e Econômico da Faep. Segundo os relatos, a seguradora negou, total ou parcialmente, o pagamento da indenização a produtores que teriam plantado "no pó" e que conduziram mal as lavouras. O estágio de desenvolvimento da soja na época da seca também teria sido uma das alegações. Em nota, a Newe relatou que em todas as safras há uma "minoria de sinistros que são recusados, sempre com base no clausulado das apólices e na legislação aplicável, o que não foi diferente nas safras de inverno de 2021 e do verão de 2021/22". A seguradora destacou que as apólices não permitem o pagamento de indenização para todos os casos e que os segurados precisam cumprir condições e obrigações para receber o pagamento, como seguir as recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), o tipo predominante do solo, a data do plantio, a utilização de sementes certificadas e o plantio em condições ideais, entre outros fatores. A companhia relatou ainda que conduz um processo criterioso de verificação das ocorrências de sinistros para "evitar a cobertura e pagamento de casos com inconsistências, inexistência de prejuízos e não-atendimento das condições contratadas". Segundo a Newe, a maioria dos produtores segue as exigências dos contratos. A empresa ressaltou que as contestações na Justiça representam uma "pequena fração do número de sinistros regulados pela companhia" e que a existência de processos judiciais por si só não depõe necessariamente contra a companhia como um atestado de má conduta. "Assim como nos processos de regulação de sinistros, a companhia explicará em cada um dos casos os motivos de suas posições e decisões", completou. Em atuação desde 2017, a Newe informou que já emitiu mais de 50 mil apólices e recebeu mais de 27 mil avisos de sinistros. Cerca de 16 mil delas são da safra de 2021/22, que geraram pagamento de R$ 1,2 bilhão em indenizações até agora. A Faep informou ainda que os produtores que se sentiram lesados devem denunciar os casos à Superintendência de Seguro Privado (Susep).

VALOR ECONÔMICO


Duas novas áreas do Porto de Paranaguá vão a leilão na B3 com previsão de investimento de R$ 1,2 bi

Segundo maior porto do Brasil em movimentação de cargas, o Porto de Paranaguá, do Paraná, vai leiloar mais duas áreas no dia 24 de fevereiro


Irão a leilão, para arrendamento, na Bolsa de Valores do Brasil, a B3, a PAR09 e a PAR50. A primeira tem 26.576 metros quadrados e se destina à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais. A segunda, com 85 mil metros quadrados, é voltada para granéis líquidos. As duas áreas ficam no lado oeste do cais do porto. A previsão de investimentos é de um total de R$ 1,2 bilhão, sendo R$ 910,6 milhões para a PAR09 e R$ 338,2 milhões para a PAR50. O processo de arrendamento, por meio de leilão, vem acontecendo de forma contínua no Porto de Paranaguá nos últimos anos. Há novas áreas a serem leiloados e outras em estudo para futuro repasse à iniciativa privada. Desde 2019, foram arrendadas as seguintes áreas com seus respectivos investimentos: PAR01 (R$ 87 milhões), PAR12 (R$ 22 milhões) e a PAR32 (R$ 4,17 milhões). Além das duas que serão leiloadas este mês, estão em andamento para futuros arrendamentos a PAR14 e a PAR15. A primeira área a ir a leilão, em 2019, foi a PAR01, arrematada pela Klabin. O novo armazém, já em operação, fica em área de cerca de 27,5 mil metros quadrados no cais do Porto de Paranaguá, com conexões viárias e ferroviárias e capacidade de movimentar até 1,2 milhão de toneladas de celulose por ano. A PAR12 foi arrematada em dezembro de 2020, já sob responsabilidade da Portos do Paraná. O lance vencedor, de R$ 25 milhões, foi da Ascensus Gestão e Participações. A área tem 74,1 mil metros quadrados, com capacidade estática para 4 mil veículos. A construção está em andamento e a previsão é que as operações iniciem no primeiro semestre de 2023. Em 2022, foi a vez da PAR32, uma área de aproximadamente 6,6 mil m², destinada à movimentação de carga geral, em especial açúcar ensacado. O espaço já conta com estrutura, no berço de atracação 205. O prazo de arrendamento é de 10 anos, prorrogáveis a critério do poder concedente. A empresa vencedora foi a FTS Group, com arremate de R$ 30 milhões. Além da PAR09 e PAR50, que irão a leilão neste mês, a PAR14 e PAR15 tiveram as consultas e audiência públicas realizadas em 2022. Localizadas a leste do Porto de Paranaguá, as áreas são destinadas à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais. A PAR14 tem 49.841 m² e prevê investimento de cerca de R$ 1,2 bilhão. Na PAR15, com 38.859 m², o investimento previsto é de R$ 656,8 milhões. Ambas são áreas já ocupadas e operacionais. Outras áreas estão em estudo pela Portos do Paraná para futuros leilões. Com estudos mais avançados, a PAR03 será destinada à movimentação e armazenagem de granéis sólidos minerais, principalmente fertilizantes. A área tem 38 mil m² e engloba o pátio localizado em frente à sede administrativa da Portos do Paraná e o Terminal Público de Fertilizantes. O levantamento preliminar aponta a necessidade de investimentos mínimos de R$ 233 milhões, valor que ainda pode ser alterado. Outra área, a PAR05, de cerca de 30 mil m² está com os estudos em fase inicial.

GAZETA DO POVO


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar fecha no menor valor desde agosto

O dólar se recuperou depois de ter sido negociado abaixo do nível de 5,00 reais pela primeira vez em quase oito meses, mais ainda fechou no menor patamar desde agosto na quinta-feira, depois que uma nova desaceleração no ritmo de aperto monetário nos Estados Unidos e a sinalização de juros elevados por mais tempo no Brasil


A moeda norte-americana à vista fechou em queda de 0,35%, a 5,0457 reais na venda, patamar de encerramento mais baixo desde 29 de agosto de 2022 (5,0330). Mais cedo, o dólar caiu até 2,42%, para 4,9408 reais, mas se recuperou ao longo da tarde, o que Jefferson Rugik, presidente-executivo da Correparti Corretora, atribuiu ao avanço da divisa norte-americana no exterior e a um movimento por parte de importadores, que aproveitaram o "barateamento" da moeda para ir às compras. O tombo recente do dólar tanto no exterior quando no mercado local foi desencadeado em parte pela decisão da véspera do Federal Reserve de elevar sua meta de taxa de juros em 0,25 ponto percentual, uma desaceleração em relação a aumentos anteriores de 0,50 e até 0,75 ponto. "Nos Estados Unidos há um otimismo em relação ao cenário inflacionário do país, enquanto o Federal Reserve vem reduzindo paulatinamente o ritmo de sua alta de juros... A ação do banco central mostra uma moderação", disse Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX. Ao mesmo tempo, destacou Mattos, o Banco Central do Brasil decidiu na quarta-feira manter a Selic em 13,75% ao ano e indicou que as taxas permanecerão elevadas por mais tempo. Para além do fator juro, alguns investidores apontaram o resultado das eleições para as lideranças do Congresso como um suporte adicional para o real, depois que o governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu o que queria ao ver reeleitos Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) como presidente do Senado. "Câmara e Senado consolidaram condições de governabilidade melhores, isso é super positivo para a questão da atividade", disse Bruno Mori, planejador financeiro pela Planejar, que também citou uma reabertura econômica na China como mais um impulso para a divisa doméstica e outras moedas de países emergentes. Com o real nadando a favor da correnteza, a tendência para o mês de fevereiro é de que o dólar rompa definitivamente a barreira dos 5,00 reais para baixo, acrescentou o especialista. Até agora em 2023, a divisa norte-americana cai 4,40% frente à brasileira. No acumulado de 2022, o dólar recuou 5,30% em relação ao real.

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Ibovespa fecha em queda com tombo em Vale e Petrobras

A BRF ON caiu 7,7%, a 7,91 reais, devolvendo boa parte da alta acumulada nos dois pregões anteriores, de 13,81%, em sessão de baixa do setor de proteínas


O Ibovespa fechou em queda na quinta-feira, pressionado pelo declínio de Vale e da Petrobras, enquanto bancos privados tiveram dia positivo, apesar do resultado frustrante do Santander Brasil. Índice de referência da bolsa brasileira, o Ibovespa caiu 1,72%, a 110.140,64 pontos. O giro financeiro na sessão somou 30,2 bilhões de reais. O dia também foi marcado pela repercussão da decisão do Banco Central de manter a Selic em 13,75% ao ano na véspera, embora o Copom tenha ressaltado que a incerteza fiscal e a deterioração nas expectativas de inflação do mercado elevam o custo para que atinja suas metas. Para o C6 Bank, o BC sugeriu que manterá a Selic em 13,75% ao ano por mais tempo do que eles esperavam, adiando o ciclo de redução de juros. "Por ora, nosso cenário contempla queda de juros na segunda metade de 2023", afirmaram em nota a clientes. Ao adotar um tom mais cauteloso com a ancoragem das expectativas de inflação, o BC corroborou o alívio na parte longa da curva de juros, que foi influenciada ainda pela queda do dólar ante o real. Na visão de Tiago Cunha, gestor de ações da Ace Capital, não faltaram argumentos para a baixa do Ibovespa, após performance mais positiva em janeiro. Além do Copom, ele também apontou a queda do minério de ferro na China, influenciando o desempenho da Vale. No exterior, Wall Street fechou sem uma direção única, com o S&P 500 e o Nasdaq em alta, beneficiados pela disparada de Meta após anunciar recompra de ações e prometer cortar custos em 2023, um dia após o Federal Reserve desacelerar o ritmo de aperto monetário nos Estados Unidos. O Dow Jones, porém, encerrou com sinal negativo.

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IPPA/Cepea: Índice de Preços ao Produtor sobe mais de 10% em 2022

O IPPA/Cepea (Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários) acumulou alta nominal de 10,1% em 2022, de acordo com pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Os preços agropecuários tiverem leve recuo frente aos industriais em 2022, já que, no mesmo período, o IPA-OG-DI de produtos industriais, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), aumentou 10,7%


Segundo pesquisadores do Cepea, o incremento dos preços domésticos esteve alinhado ao cenário internacional. Entre 2021 e 2022, os preços internacionais de alimentos (FAO Food Index) subiram 14,3%. Já a taxa de câmbio nominal recuou 4,3%, amenizando em certa medida a transmissão da alta internacional para o mercado interno. Ressalta-se que, a partir deste presente relatório, o IPPA/Cepea passa a ser analisado pela Equipe do Cepea em termos de suas variações nominais – até setembro de 2022, discutiam-se as variações reais frente ao IPA-OG-DI. No site do Cepea, ambos, o índice nominal e o real, são disponíveis para download. Pesquisadores do Cepea destacam que todos os grupos que compõem o IPPA/Cepea subiram em 2022 frente ao ano anterior, mas o destaque foi para o Índice composto por produtos hortifrutícolas. Assim, de 2021 para 2022, o IPPA-Hortifrutícolas/Cepea teve expressiva alta nominal de 36,7%, reflexo das valorizações observadas para a batata (51,3%), o tomate (23,2%), a banana (51,5%), a laranja (8,9%) e a uva (27,7%). Na sequência, esteve o IPPA-Cana e Café/Cepea, que registrou avanço nominal de 20,7%, reflexo do comportamento dos preços da cana (18,8%) e do café (31,2%). Também de 2021 para 2022, o IPPA-Pecuária/Cepea teve elevação nominal de 8%, refletindo os resultados da arroba bovina (4,0%), do frango (8,7%), do leite (23,7%) e dos ovos (19,2%). Por fim, o IPPA-Grãos/Cepea apresentou alta nominal de apenas 7,1%, influenciado pelos avanços observados para o algodão (23,5%), soja (11,3%) e trigo (20,1%). Especificamente no último trimestre de 2022 (de outubro a dezembro/22), o IPPA/Cepea recuou 3,8% frente ao trimestre anterior (de julho a setembro/22), também em termos nominais.

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CNI: Indústria de transformação teve crescimento em cinco de seis indicadores em 2022

O encerramento do ano registrou resultados positivos como o crescimento das horas trabalhadas, da massa salarial e do rendimento. Apenas a Utilização da Capacidade Instalada caiu


Os indicadores industriais da Confederação nacional da Indústria (CNI), apontam avanço da indústria de transformação em 2022 na comparação com o ano anterior. O encerramento do ano registrou resultados positivos para a indústria de transformação com cinco dos seis indicadores monitorados positivos na comparação anual, apenas a Utilização da Capacidade Instalada sofreu queda. Os indicadores consultam indústrias que, ao todo, representam 95% do PIB industrial. De acordo com a economista da CNI Larissa Nocko, os principais fatores que contribuíram para a melhora dos indicadores foram a reorganização das cadeias de suprimentos, a desaceleração inflacionária e a atividade econômica mais aquecida, com reflexo no mercado de trabalho. O faturamento real recuou 0,4% em dezembro em relação ao resultado de novembro, mas encontra-se no segundo ponto mais alto desde 2015 e mostrou crescimento em relação a 2021. Na comparação acumulada de janeiro a dezembro de 2022 frente ao mesmo período de 2021, o faturamento registra alta de 2,8%. O número de horas trabalhadas na produção avançou 0,6% em dezembro em comparação com o mês anterior. Em relação a 2021, o crescimento é de 2,7%. O emprego industrial permaneceu estável pelo segundo mês consecutivo, reforçando sua desaceleração após sucessivas altas entre o segundo semestre de 2020 e o de 2022. Na comparação com 2021, o emprego cresceu 1,5%. O rendimento médio real dos trabalhadores da indústria avançou 0,8% em dezembro de 2022, na comparação com novembro. Ao longo de 2022, foram sete altas em 12 meses, de modo que o comportamento predominante foi de crescimento em 2022. No acumulado de janeiro a dezembro, o avanço é de 2,1%. O rendimento médio real dos trabalhadores da indústria avançou 0,8% em dezembro de 2022, na comparação com novembro. Ao longo de 2022, foram sete altas em 12 meses, de modo que o comportamento predominante foi de crescimento em 2022. No acumulado de janeiro a dezembro, o avanço é de 2,1%. A massa salarial também avançou em dezembro e na comparação com 2021. A utilização da capacidade instalada recuou em dezembro e na comparação com 2021.

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