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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 261 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2022


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paran

Ano 2 | nº 261 |24 de novembro de 2022


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Meio de semana agitado em vários mercados. EM SP preços firmes

Segundo os dados apurados pela Scot Consultoria, nas praças de São Paulo, os negócios ocorrem com preços firmes e a ponta compradora tem aumentado as suas escalas de abate, que estão, em média, para 9 dias


Em SP, as referências estão em R$ 275/@ de boi gordo, R$ 260/@ de vaca gorda e R$ 270/@ de novilha gorda (preços brutos e prazo), informa a Scot. O boi-China está cotado em R$ 280/@ no mercado paulista (preço bruto e a prazo), acrescenta a Scot. A menor oferta de animais terminados, associada ao encurtamento nas escalas de abate de algumas unidades frigoríficas, agitou o mercado físico do boi gordo na quarta-feira (23/11), alimentando a possibilidade de recuperação mais consistente nos preços da arroba, informaram os analistas da IHS Markit. A IHS Markit captou altas nos preços da arroba em Cáceres e Tangará da Serra, ambas no MT, de R$ 243 para R$ 251, e valorizações marginais nas demais praças monitoradas no Estado. Em Balsas, no Maranhão, a arroba de R$ 258 para R$ 261. Em Belo Horizonte - MG, o boi gordo saiu de R$ 266 para R$ 271. Já em Gurupi, no Tocantins, os preços subiram de R$ 263 para R$ 271. “No mercado atacadista, registrou-se estabilidade nos preços dos principais cortes bovinos, embora a baixa liquidez tenha gerado a formação de volumes nos estoques”, informa a IHS Markit. “Esta situação deve no decorrer desta semana, há que não se observa uma procura mais vigorosa pela proteína, mesmo com a chegada do final do último final de semana”, acrescenta a consultoria. Com isso, as expectativas se voltam para a próxima semana, com a maior entrada da massa salarial, 13º salário e jogos do Brasil na Copa do Mundo, que estimulam a procura pela carne bovina, de longe a proteína preferida dos consumidores brasileiros. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 276/@ (à vista) vaca a R$ 266/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 278/@ (prazo) vaca a R$ 266/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 263/@ (prazo) vaca a R$ 246/@ (prazo); MS-Três Lagoas: boi a R$ 261/@ (prazo) vaca a R$ 243/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 251/@ (prazo) vaca a R$ 226/@ (prazo); MT-B. Garças: boi a R$ 243/@ (prazo) vaca a R$ 224/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 246/@ (à vista) vaca a R$ 225/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 242/@ (à vista) vaca a R$ 229/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 271/@ (prazo) vaca R$ 256/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 281/@ (à vista) vaca a R$ 255/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 248/@ (prazo) vaca a R$ 241/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 259/@ (prazo) vaca a R$ 251/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 266/@ (prazo) vaca a R$ 256/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 271/@ (à vista) vaca a R$ 253/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 234/@ (à vista) vaca a R$ 220/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 261/@ (à vista) vaca a R$ 241/@ (à vista).

PORTAL DBO


SUÍNOS


Altas para o suíno vivo no PR e SP, com demais cotações estáveis

O mercado de suínos finalizou a quarta-feira (23) com cotações mostrando leves altas para animal vivo no Paraná e São Paulo, ficando as demais cotações estáveis


De acordo com análise do Cepea/Esalq, as diferentes condições de oferta de suíno vivo pronto para o abate dentre as regiões acompanhadas pelo órgão têm resultado em variações distintas nos preços do animal. Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 130,00/R$ 135,00, assim como a carcaça especial, cotada em R$ 10,20 o quilo/R$ 10,60 o quilo. Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (22), houve leve alta de 0,70% em São Paulo, chegando a R$ 7,15/kg, e de 0,15% no Paraná, fechando em R$ 6,56/kg. Ficaram estáveis os preços em Minas Gerais (R$ 7,26/kg), Rio Grande do Sul (R$ 6,63/kg), e Santa Catarina (R$ 6,53/kg).

Cepea/Esalq


FRANGOS


Frango congelado ou resfriado cai 0,12%

Mais um dia de mercado fraco para o frango, com leves quedas sendo registradas para a ave congelada ou resfriada, e demais cotações estáveis na quarta-feira (23).


De acordo com análise do Cepea/Esalq, o balanço da parcial de novembro (até o dia 16), as médias mensais ainda estão abaixo das registradas em outubro. Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,50/kg, assim como o frango no atacado, custando R$ 7,20/kg. No caso do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço ficou estável em R$ 4,19/kg, da mesma maneira que no Paraná, fixado em R$ 5,19/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (22), tanto a ave congelada quanto a resfriada baixaram 0,12%, cotadas, respectivamente, em R$ 7,99/kg e R$ 8,06/kg.

Cepea/Esalq


Indústria e governo aproveitam a Copa para promover o frango halal brasileiro no Catar

ABPA e ApexBrasil destacam o produto nas principais avenidas de Doha


A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) estão promovendo a carne de frango halal produzida no Brasil nas principais avenidas de Doha, capital do Catar, que sedia a Copa do Mundo de futebol. “Frango Halal do Brasil: trazendo sabor e sustentabilidade para mais de 150 países. Experimente no Catar”, dizem 30 painéis instalados na cidade, em inglês e em árabe. De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o evento esportivo é uma oportunidade única para fortalecer a imagem da avicultura nacional no mercado islâmico. O Brasil é o maior exportador de carne de frango halal do mundo e fornece 70% do total importado pelo Catar — cerca de 90,6 mil toneladas de janeiro a outubro deste ano, com receita de US$ 177,9 milhões.

VALOR ECONÔMICO


MEIO AMBIENTE


Minerva neutraliza emissões de gases do efeito estufa em seu e-commerce

Plataforma é a primeira do segmento de proteínas do país a ser considerada neutra em carbono


A Minerva Foods informou que neutralizou as emissões de gases causadores do efeito estufa gerada por seu e-commerce, o “Meu Minerva”. A plataforma é a primeira do segmento de proteínas a ser considerada carbono neutro no Brasil. O balanço de carbono da companhia de carnes é acompanhado pela MyCarbon, que intermedeia a compra de créditos para compensar as emissões que não podem ser evitadas. Os créditos vêm de projetos que ajudam a preservar a Floresta Amazônica. São consideradas no cálculo as emissões relacionadas ao funcionamento da plataforma (trabalhadores e equipamentos), além dos gases gerados nos centros de distribuição e transporte.

VALOR ECONÔMICO


INTERNACIONAL


Uruguai registra ano recorde de pecuária: até 80% mais renda e mais produção de carne

Apesar de o clima não ter ajudado na primavera e no verão no Uruguai, com um déficit hídrico que afetou diferente regiões, no exercício pecuário de 2021/22 (julho a junho), o país produziu 4% mais carne bovina com receitas até 80% maiores em alguns casos


Em média, os pecuaristas tiveram uma renda de US$ 129 por hectare, segundo os resultados das pastas verdes do Instituto Plano Agrícola. O que aconteceu foi “o melhor ano de 21” que o instituto registrou, comentou seu diretor geral, Carlos Molina, durante a apresentação dos dados. “Mais produto, mais custos, mais receita, mais quilos produzidos, mais preço”, destacou Molina sobre as 150 empresas que participaram do Programa de Monitoramento do Plano Agrícola. Todas as empresas pecuárias analisadas (ciclo completo e criação) apresentaram crescimento de longo prazo, com altos e baixos de produtividade diretamente relacionados a eventos climáticos adversos, explicou Molina. Nas empresas de ciclo completo que se desenvolvem no norte do país, na zona de basalto, pela primeira vez os custos cresceram 21% de um ano para o outro, neste cenário e apesar de razão insumo-produto ter caído 9%, as receitas foram de US$ 134 por hectare, 46% a mais do que em 2020/21, quando foram de US$ 92 por hectare. A renda desses arrendatários cresceu 63%, ficando em US$ 101 por hectare, com uma renda de US$ 85. Em uma área de 1.600 hectares, o desempenho das empresas manteve-se estável em relação ao ano anterior, apesar de terem sofrido os efeitos do clima, por falta de água. A marcação bovina foi localizada em 84% e a marcação dos ovinos em 80%, com taxa de extração de 40%. No Norte, os produtores que completaram o ciclo em 2021/22 conseguiram produzir 97 quilos de carne bovina por hectare, mantendo a produtividade estável. Segundo Molina, “a manutenção da produtividade nesse cenário climático mostra, sem dúvida, a força das empresas”. Além do aumento da produtividade, os preços também subiram. O valor do gado aumentou 29% e ficou em US$ 2,22 em média por quilo, enquanto o de ovinos subiu 13%, com média de US$ 2,10 por quilo. Os US$ 129 por hectare é o valor mais alto da série de recordes que o Plano Agrícola tem desde 2001. Para alcançar esses resultados, foram repetidos aspectos-chave que permitiram aos produtores enfrentar cenários favoráveis ​​por um lado (como melhor preço do gado) e de outro adverso (por causa do clima, aumento dos custos de produção, inflação e queda do dólar) destacou o diretor do instituto, Carlos Molina. “Não existe decisão mágica” para obter bons resultados, explicou, mas é uma sequência de decisões tomadas com informação e a tempo. “A chave é o manejo do pasto”, enfatizou. Os pecuaristas de ciclo completo que produziram no leste do país tiveram uma receita bruta de US$ 251 por hectare, 49% a mais que no ciclo passado, “a receita mais importante para essas empresas em toda a série”. A renda de capital cresceu 80% neste caso e atingiu US$ 133 por hectare, apesar de os custos de produção subirem 23%. Em termos relativos, foi nessas empresas que os custos mais cresceram, disse Molina. Embora o valor dos arrendamentos tenha aumentado e tenha ficado em US$ 83 por hectare, os produtores arrendatários tiveram um crescimento de 120%: de US$ 46 no ano anterior, eles passaram a gerar US$ 103 por hectare. Em uma área de 1.100 hectares que no ano anterior foi duramente atingida pela seca, após dois anos de queda por conta do clima, a produtividade aumentou 5%, atingindo assim uma média de US$ 107 quilos por hectare. Os resultados foram positivos, salientou Molina, mas a produtividade ainda está longe dos 115 quilos por hectare do exercício 2018/19, que foi “o melhor ano”. No total, entre bovinos e ovinos, a produtividade total cresceu 4%. O preço do gado subiu 24% naquela região e 60% o da ovelha, enquanto o valor da lã (Corriedale naquela parte do país) caiu 22%.

EL OBSERVADOR


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Assembleia aprova constitucionalidade da privatização da Copel

Com 38 votos favoráveis e 14 contrários, a Assembleia Legislativa do Paraná aprovou, na tarde desta quarta-feira (23), em primeira discussão, o projeto de lei que autoriza o Governo do Estado a transformar a Companhia Paranaense de Energia (Copel) em uma Corporação sem acionista controlador


Apesar de a primeira discussão tratar apenas da constitucionalidade da proposta, não discutindo o mérito, a votação foi precedida de longo debate e discussões acaloradas sobre a proposição, que, na prática, significa a privatização da Copel, com o Governo do Estado vendendo a maior parte de suas ações (deve ficar com 15%) e deixando de ter o controle acionário da companhia. Mesmo com a ampla maioria dos votos a favor do projeto, nenhum deputado presente no plenário defendeu a privatização na tribuna da Assembleia. Apenas parlamentares contrários à proposta manifestaram-se. “Estamos assistindo a um atentado contra a democracia. Mistura de uma série de matérias extremamente sérias, graves, que exigiriam de nós tempo, cautela, sobriedade e respeito com o povo do Paraná para que a melhor decisão fosse tomada com participação popular. Democracia é uma construção participativa, não se impõe de cima para baixo”, declarou Goura (PDT), criticando o fato de o projeto estar sendo discutido em regime de urgência e ter sido votado dois dias depois de ser apresentado ao Legislativo. “A principal razão para votarmos contra é a promessa do governador, em discurso de campanha, dizendo que não irá privatizar a Copel. A palavra do governador não vale nada, então?”, questionou Mabel Canto (PSDB), que reproduziu áudio de uma declaração do governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) afirmando que “a Copel não deixará de ser dos paranaenses”, em discurso de campanha. Durante a discussão do projeto, Mabel ainda apresentou requerimento para que a votação fosse adiada em uma sessão, mas o requerimento foi rejeitado. Tadeu Veneri (PT) leu carta enviada pelo vice-presidente da Confederação Nacional das Indústrias, Edson Campagnolo, que afirmou que o projeto representa uma traição do governador Ratinho Junior, “que acaba de ser reeleito com apoio de 70% da população paranaense” e questiona se os deputados queriam entrar para a história como os responsáveis pelo Paraná se desfazer de sua principal empresa. O projeto de privatização da Copel foi o primeiro votado na sessão desta quarta-feira, após aprovação de requerimento de inversão de pauta apresentado pelo líder do governo, Marcel Micheletto (PL). A Assembleia ainda realizou uma sessão extraordinária na quarta-feira, com o objetivo de votar o projeto em segunda discussão (de mérito). Mas como o projeto recebeu emendas da bancada da oposição, precisará ser submetido, novamente, à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Para que a proposição, bem como os demais projetos do pacote de 17 proposições do Poder Executivo, seja aprovada ainda nesta semana, a Assembleia realizará três sessões extraordinárias na manhã de quinta-feira (24).

GAZETA DO POVO


Deputado diz que Taxa do Agro no PR pode voltar

O deputado paranaense Delegado Jacovós (PL) afirmou que o projeto de lei que cria o Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Logística do Estado (FDI/PR) a partir da taxação de produtos agropecuários foi retirado da pauta da reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na terça-feira (22)


Em vídeo nas redes sociais, Jacovós, que é presidente da Comissão de Finanças e Tributação do Estado, diz que o PL pode voltar à pauta desde que “queiram que ele volte à pauta”. “Entidades do agronegócio certamente já estão em negociação com o governo. Nós esperamos que não volte à pauta, mas, obviamente, se voltar à pauta, vamos ter que colocar em discussão. Por ora (o PL) está retirado de pauta”, explicou. Segundo Jacovós, a mensagem é para deixar “o pessoal do agro com um pouco mais de tranquilidade”. Na última segunda-feira (21), o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), encaminhou à Assembleia Legislativa do Estado (Alep) o PL que prevê a tributação da comercialização de milho, soja, trigo, cana-de-açúcar, mandioca, toras, gado, suíno e frango. Cada produto terá uma taxa específica, baseada na Unidade Padrão Fiscal do Paraná (UFP/PR) por tonelada. Entidades como Associação dos Produtores de Soja e Milho do Paraná (Aprosoja Paraná) e Sociedade Rural do Paraná se manifestaram contrárias à medida.

Broadcast


Descarga de fertilizantes se mantém em ritmo acelerado nos portos de Paranaguá e Antonina

Até o fim do primeiro semestre do ano, o Brasil havia importado cerca de 19,2 milhões de toneladas de fertilizantes, 20% a mais do que no mesmo período do ano anterior


Mesmo com uma previsão de redução na importação de fertilizantes até o final de 2022 em 30%, os portos do Paraná mantêm um ritmo alto de descarga do produto. Apenas nos dois últimos dias a Agência Marítima Fortenave atendeu, simultaneamente, quatro navios carregados de fertilizantes, sendo dois navios atracados no porto de Paranaguá e outros dois no Porto Ponta do Félix, em Antonina. Ao todo, estas embarcações totalizaram a descarga de 107.236 toneladas do insumo, vindos da Jordânia, Nigéria, Egito e China. Além disso, até a tarde de terça-feira (22/11), oito navios estavam aguardando para descarregar o produto em Paranaguá e Antonina, e em torno de 12 estão a caminho dos portos paranaenses, segundo informações do lineup das empresas responsáveis pelo agenciamento marítimo. O diretor da empresa responsável pelo agenciamento marítimo das quatro embarcações, Ismael Pires, explica que uma série de fatores contribuem para que o Porto de Paranaguá continue sendo um dos maiores importadores de fertilizantes do Brasil, incluindo a atividade do agente marítimo. "A Portos do Paraná investe em infraestrutura marítima e terrestre e na produtividade dos navios. Em contrapartida, temos nos portos do Paraná agências marítimas com grande expertise e que dão suporte em todo o trabalho entre as partes envolvidas no transporte marítimo. Ou seja, entre o armador, afretador, a autoridade portuária e despachantes aduaneiros", afirma Ismael. Segundo o diretor da Fortenave, Ismael Pires, mesmo com o mercado de fertilizantes passando por um momento de ajuste nos estoques, as descargas continuam porque o país depende do produto estrangeiro. “O Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes utilizados no agronegócio. Já os Portos do Paraná estão entre as principais portas de entrada dos adubos no país, com 30% do total”, conclui Pires. Até o fim do primeiro semestre do ano, o Brasil havia importado cerca de 19,2 milhões de toneladas de fertilizantes, 20% a mais do que no mesmo período do ano anterior.

Agrolink


Caderno regional agropecuário analisa formação do preço de terras no Paraná

As variáveis que contribuem para a formação do preço de terras agrícolas no Paraná são analisadas no terceiro volume, publicado na quarta-feira (23/11) pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), por meio do Departamento de Economia Rural (Deral)


O trabalho mostra que, além das características físico-químicas do solo, há condicionantes ligadas a fatores econômicos, logísticos e geográficos que valorizam ou fazem decair os valores de uma mesma classe em regiões semelhantes. Entre essas variáveis estão as condições da malha rodoviária, a presença de entrepostos recebedores da produção ou a proximidade com grandes centros consumidores. O caderno analisa o que tem acontecido em cada um dos Núcleos Regionais da Seab no Estado, divididos pelas Regiões Intermediárias de Cascavel, Curitiba, Guarapuava, Londrina, Maringá e Ponta Grossa. Os dados de estudo são de março de cada ano, que servem de referencial para a região. A Pesquisa de Preços de Terras Agrícolas é um serviço prestado desde 1998 pela Seab. Entre os objetivos está disponibilizar à sociedade um referencial para negócios. O trabalho leva em consideração as oito classes de capacidade de uso da terra, conforme disposto no Manual para Levantamento Utilitário e Classificação de Terras no Sistema de Capacidade de uso. O Caderno Regional Agropecuário é de periodicidade trimestral, elaborado pelos Residentes Técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), contando com representantes dos 23 núcleos regionais da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab).

Agência Estadual de Notícias


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar acompanha exterior e recua após ata do Fed

O dólar fechou em queda frente ao real na quarta-feira, acompanhando o tombo da moeda norte-americana no exterior após a publicação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve


A moeda norte-americana à vista teve queda de 0,17%, a 5,3709 reais na venda, depois de trocar de sinal algumas vezes durante a sessão. A ata da última reunião de política monetária do banco central dos Estados Unidos mostrou que uma "maioria substancial" dos formuladores de política monetária concordou que "provavelmente seria apropriado em breve" desacelerar o ritmo das altas das taxas de juros. O índice que compara o dólar a uma cesta de seis pares fortes acelerou suas perdas na esteira da publicação da ata, e, por volta de 16h50 (de Brasília), despencava 0,9%. Uma moderação no ritmo de alta de juros pelo banco central provavelmente abriria espaço para a valorização de moedas consideradas mais arriscadas, dizem especialistas, já que tornaria o diferencial de juros entre os EUA e outras economias menos favorável à maior economia do mundo. Apesar da queda do dólar nesta quarta-feira, Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX, citou a permanência de "ambiente de incerteza e cautela dos investidores por conta da falta de consenso a respeito do texto da PEC da Transição". O senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator-geral do Orçamento de 2023, disse à Reuters na quarta avaliar que a PEC precisará contemplar despesas de pelo menos 100 bilhões de reais fora do teto, sob o risco de as contas se ficarem inexequíveis. Caso se consolide um cenário fiscal excessivamente agressivo em termos de gastos, "o câmbio, que é a variável que está relativamente calma neste momento, vai piorar bastante", disse Gustavo Arruda, chefe de pesquisa para América Latina do banco francês BNP Paribas, em coletiva de imprensa na quarta-feira.

REUTERS


Ibovespa fecha em queda de 0,18%

Nos últimos minutos da sessão, índice eliminou parte dos recuos acumulados no dia, acompanhando parcialmente a melhora em Wall Street


Investidores globais analisaram a ata da última reunião de política monetária do Fed. Após ajustes, o referencial local registrou queda de 0,18%, aos 108.841 pontos. O volume financeiro negociado na sessão foi de R$ 18,74 bilhões no Ibovespa e R$ 23,66 bilhões na B3. Em Nova York, o S&P 500 avançou 0,59%, aos 4.027 pontos, Dow Jones registrou ganhos de 0,28%, aos 34.194 pontos e Nasdaq oscilou positivamente em 0,99%, aos 11.285 pontos. Em sessão com noticiário fraco, agentes financeiros seguiram adicionando prêmios de risco nos ativos locais em meio às indefinições relacionadas ao montante de gastos que deve ficar fora do teto nos próximos anos. O mercado precifica, cada vez mais, que o Banco Central pode precisar voltar a aumentar a Selic, o que impacta diretamente as ações mais ligadas à economia local e sensíveis às taxas de juros. Durante evento da BlackRock, o presidente do BC, Roberto Campos Neto afirmou que, “claramente”, o Brasil está em um ponto de inflexão no qual “fazer mais [política fiscal] pode significar ter um efeito menor ou contrário ao que se espera em termos de geração de emprego e de levar benefício para quem está na ponta”. Ele também deu ênfase à mudança na precificação da curva de juros brasileira, que deixou de precificar cortes na Selic e passou a indicar aumentos nos juros devido às incertezas fiscais.

VALOR ECONÔMICO


Deputados de Goiás aprovam taxação do agro no Estado

Assembleia aprova a criação do Fundeinfra, que será mantido com recursos vindos do setor


A Assembleia Legislativa de Goiás aprovou na quarta-feira, com 22 votos favoráveis e 14 contrários, a criação do Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), que será mantido com recursos obtidos por meio de taxação do agro no Estado. O texto segue para sanção do governador Ronaldo Caiado, autor do projeto. O Executivo estadual espera arrecadar R$ 1 bilhão por ano ao tributar o setor produtivo em 1,65%. Caberá ao Fundeinfra implementar políticas e ações administrativas de infraestrutura agropecuária, dos modais de transporte e de recuperação, manutenção, conservação, pavimentação e implantação de rodovias. Na terça, produtores invadiram o Plenário da Alego, que teve sua sessão encerrada. Na quarta-feira, a votação ocorreu de forma híbrida — com alguns parlamentares participando pela internet.

VALOR ECONÔMICO


Clima econômico do Brasil cresce 30 pontos, revela FGV

O Índice de Clima Econômico (ICE) do Brasil, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 30 pontos do terceiro para o quarto trimestre deste ano e chegou a 84,5 pontos, em uma escala de 0 a 200


Esse é o melhor resultado do indicador, calculado com base na avaliação de especialistas em economia, desde o terceiro trimestre de 2021 (118,5 pontos).O Índice da Situação Atual, que mede o presente, subiu 49,4 pontos no período e chegou a 92,3. Já o Índice de Expectativas, que apura a avaliação sobre os próximos meses, avançou 10,2 pontos e atingiu 76,9. Outras quatro nações tiveram altas além do Brasil: México (14 pontos), Paraguai (13,6), Peru (7,8) e Bolívia (3,8). Cinco países tiveram queda: Chile (-1,7 pontos), Argentina (-4), Colômbia (-4,1), Equador (-5,5) e Uruguai (-14,4). Com a alta, o ICE do Brasil tornou-se o terceiro maior da região, ficando atrás apenas do Paraguai (114,7 pontos) e Uruguai (108,2 pontos). Na América Latina, o ICE médio é de 66,5 pontos. Os principais problemas apontados pelos especialistas no país são a falta de inovação, infraestrutura inadequada, falta de competitividade internacional, aumento das desigualdades de renda e falta de mão de obra qualificada.

AGÊNCIA BRASIL


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