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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 204 DE 31 DE AGOSTO DE 2022


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 2 | nº 204 |31 de agosto de 2022



NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Viés de alta da arroba ainda não deu as caras

O mercado físico do boi gordo seguiu com baixa liquidez de negócios neste penúltimo dia do mês (30/8), um reflexo do fraco apetite comprador por parte dos frigoríficos brasileiros, informa a consultoria IHS Markit


Além disso, a IHS Markit aponta fatores que fundamentam a manutenção do ambiente de baixa liquidez no mercado pecuário. Um deles é o excesso de estoques de carnes nas câmaras frigoríficas, que vêm se acumulando pela dificuldade de escoamento do produto no atacado/varejo. Tal fato obrigou muitos frigoríficos a reduzir a capacidade diária de abate, observa a IHS. “Algumas plantas seguem atuando com cerca de 50% de seu volume operacional”, relatam os analistas. Segundo a IHS, a oferta de gado disponível para abate parece ser suficiente para atender às necessidades dos compradores, notadamente nas praças do Norte, Nordeste e Centro-Oeste do País. “Nessas regiões, os preços do boi gordo podem sofrer novos ajustes negativos no curto prazo, não só devido ao enfraquecimento da demanda por boiada gorda, mas também pela chegada dos primeiros lotes de animais provindos do segundo giro de confinamento”, observa a IHS. Segundos os dados apurados pela Scot Consultoria, na terça-feira, os negócios ficaram travados nas praças paulistas, sem alteração nos preços da arroba. O boi gordo está sendo negociado por R$ 293/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são vendidas, respectivamente, por R$ 274/@ e R$ 285/@ (preços brutos e a prazo). Bovinos com destino ao mercado da China seguem valendo R$ 305/@ no Estado de São Paulo, acrescenta a Scot. No mercado atacadista da carne bovina, a procura por reposição por parte da cadeia de distribuição e varejo permanece fraca e irregular, informa a IHS Markit. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 290/@ (à vista) vaca a R$ 265@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 300/@ (prazo) vaca a R$ 280/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 275/@ (prazo) vaca a R$ 260/@ (prazo); MS-Três Lagoas: boi a R$ 275/@ (prazo) vaca a R$ 255/@ (prazo); MT-Cáceres:

boi a R$ 270/@ (prazo) vaca a R$ 255/@ (prazo); MT-B. Garças: boi a R$ 270/@ (prazo) vaca a R$ 255/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 270/@ (à vista) vaca a R$ 255/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 265/@ (à vista) vaca a R$ 250/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 275/@ (prazo) vaca R$ 260/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 321/@ (à vista) vaca a R$ 297/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 262/@ (prazo) vaca a R$ 255/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 284/@ (prazo) vaca a R$ 275/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 270/@ (prazo) vaca a R$ 250/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 265/@ (à vista) vaca a R$ 255/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 265/@ (à vista) vaca a R$ 250/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 265/@ (à vista) vaca a R$ 255/@ (à vista).

PORTAL DBO


Tecpar vai retomar produção de kits contra brucelose e tuberculose

Objetivo é atender os pecuaristas brasileiros com produtos em quantidade, qualidade e com preço menor


O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), por meio do seu laboratório de pesquisa e produção de insumos para diagnósticos veterinários, vai retomar a produção de doses para kits de brucelose e tuberculose bovina. O combate às duas doenças é o principal desafio sanitário depois que o Estado obteve o reconhecimento como área livre de febre aftosa sem vacinação, em maio de 2021, junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). A retomada da produção vai ocorrer após cinco anos, quando, em 2017, a planta foi paralisada para melhorias visando atender às exigências sanitárias legais. Antes, entre 1989 e 2016, o Tecpar foi responsável em produzir 87% das doses para o Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Em 2016, último ano de atividade, o laboratório produziu 15 milhões de doses de insumos. “Existe esta lacuna de produção de kits de diagnóstico. Hoje, os kits usados pelos nossos produtores vêm do Uruguai e, pouca coisa, de São Paulo. Vamos retomar a produção de sete insumos”, informou Jorge Augusto Callado, Diretor-Presidente do Tecpar. O projeto para a incorporação da planta, na sede do Tecpar em Curitiba, já está em andamento. No dia 13 de setembro será lançado o edital para a contratação da empresa responsável pela obra, com prazo de execução de 15 meses. Em 2023 está programada a licitação dos equipamentos e contratação e treinamento dos técnicos. Em 2024, o planejamento envolve a qualificação das áreas e equipamentos, início da produção dos lotes pilotos e registo dos produtos. Desta forma, em 2025, começa a produção e o abastecimento nacional com os produtos do Tecpar. Os insumos que serão produzidos, futuramente, pelo Tecpar incluem a Tuberculina PPD Bovina, Tuberculina PPD Aviária, Antígeno Acidificado Tamponado (AAT), Prova Lenta (PL) em tubos, Anel do Leite Ring Test (RT), kit para diagnóstico da brucelose ovina e kit para diagnóstico da leucose bovina.

TECPAR


SUÍNOS


Mercado de suínos com queda acentuada

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF teve recuo de 2,31%/2,92%, custando R$ 127,00/R$ 133,00, enquanto a carcaça especial cedeu 3,09%/2,94%, valendo R$ 9,40/R$ 9,90 o quilo


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à segunda-feira (29), houve queda de 3,28% no Paraná, chegando em R$ 6,48/kg, recuo de 3,17% em Santa Catarina, atingindo R$ 6,41/kg, desvalorização de 2,76% no Rio Grande do Sul, alcançando R$ 6,35/kg, retração de 2,68% em São Paulo, baixando para R$ 7,27/kg e baixa de 2,45% em Minas Gerais, fechando R$ 7,17/kg.

Cepea/Esalq


China embarga exportações de frigorífico dos EUA

A fábrica de processamento de carne suína da Tyson Foods Inc em Logansport, Indiana, foi suspensa de exportar produtos para a China, informou o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos na segunda-feira


A suspensão é efetiva em 29 de agosto, disse à agência. Nem o USDA nem a empresa disseram na segunda-feira por que as exportações para a China da fábrica Tyson Fresh Meats foram interrompidas. Em um comunicado à Reuters, Tyson disse: "Trabalhamos em estreita colaboração com o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos EUA para garantir que produzamos todos os nossos alimentos em total conformidade com os requisitos de segurança do governo. Estamos confiantes de que nossos produtos são seguros e esperamos que as consultas entre os governos dos EUA e da China resolvam esse assunto." A China proibiu as importações de carne de várias plantas de processamento em vários países no passado, devido a preocupações de importação de coronavírus. A maioria das agências globais de saúde disse que o risco de o vírus se espalhar em superfícies é baixo. Em 2020, a Tyson informou que a fábrica tinha mais de 2.200 funcionários e produzia três milhões de libras de carne suína diariamente.

Suinocultura Industrial


FRANGOS


Preços estáveis para o mercado do frango

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,80/kg, enquanto o frango no atacado baixou 0,41%, atingindo R$ 7,20/kg


Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina não houve mudança de preço, custando R$ 4,25/kg, nem no Paraná, valendo R$ 5,45/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à segunda-feira (29), tanto a ave congelada quanto a resfriada ficaram estáveis, valendo R$ 7,96/kg e R$ 7,99/kg, respectivamente.

Cepea/Esalq


EMPRESAS


Em dia de mudança no comando executivo, BRF cai 1,1% na B3

Papéis da Marfrig, atual controladora da dona da Sadia, caíram 3,8%


As ações da BRF não conseguiram sustentar a valorização do início do dia e encerraram em queda na B3 na terça-feira (30/8), data em que a companhia anunciou mudanças em seu comando executivo. Os papéis da empresa recuaram 1,1%, a R$ 16,19. Pouco depois do início do pregão, os papéis da dona da Sadia chegaram a subir 4%, sob o impacto da renúncia de Lorival Luz e do anúncio de que seu substituto será Miguel Gularte, até então o principal executivo da Marfrig. As ações da companhia, atual controladora da BRF, terminaram o dia em baixa de 3,78%, a R$ 13,49. O mercado já esperava uma mudança dessa natureza desde que a Marfrig assumiu o controle da BRF. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, a BRF estava em uma "sinuca de bico" sob o comando de Lorival Luz, sem conseguir destravar o seu potencial de crescimento por falta de caixa. O mau humor de investidores e analistas cresceu no anúncio dos resultados do segundo trimestre. Para a XP, a mudança foi positiva. “Miguel deve ser capaz de tornar a BRF mais ágil, eliminando a inércia incômoda que era responsável por oportunidades perdidas no passado da BRF”, dizem os analistas Leonardo Alencar e Pedro Fonseca, em relatório. Segundo eles, a acomodação dos preços dos grãos usados nas rações e o aumento da demanda por carne de frango, que se traduziu em aumento de margens no segundo trimestre de 2022, representaram uma melhoria de fundamentos para a BRF. A companhia teve prejuízo líquido de quase R$ 470 milhões no intervalo entre abril e junho. No trimestre anterior, a perda líquida da empresa havia sido de R$ 1,5 bilhão. “Prevemos que o momentum positivo continue nos resultados da empresa, mas, como mencionamos anteriormente, um processo de turnaround [recuperação de valor e performance] é muito mais profundo, e estamos ansiosos para ver como a nova governança afetará a BRF”, dizem os analistas da XP, que mantiveram em "neutra" sua recomendação para as ações da dona da Sadia. Em comentário sobre a Marfrig, Leonardo Alencar e Pedro Fonseca disseram que a ascensão do então diretor de industrializados Rui Mendonça ao posto de CEO deve garantir uma “transição tranquila”. Mendonça vai substituir Miguel Gularte, que assumirá o comando da BRF. Os analistas disseram ainda que, a despeito da piora das margens na National Beef, as ações da Marfrig caíram exageradamente, e que por isso a recomendação continua sendo de compra dos papéis. No segundo trimestre, a Marfrig teve lucro líquido de R$ 560 milhões. Uma fonte que conhece bem os negócios da Marfrig disse que a queda das ações da empresa não tem relação com a troca de comando. “Rui é um cara experiente, já foi COO da Marfrig também. O recuo está mais relacionado a um potencial evento societário do que a uma mudança de management", afirmou. Segundo levantamento do Valor Data, neste ano, as ações ordinárias da BRF acumularam queda de 25,1% até ontem, quando fecharam a R$ 16,87. Os papéis da Marfrig, por sua vez, recuaram 31,9% entre o início de 2022 e esta segunda-feira, para R$ 13,86.

VALOR ECONÔMICO


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Confiança do Comércio no Paraná em agosto é a mais alta de 2022

A confiança dos comerciantes no Paraná atingiu em agosto o maior patamar até aqui em 2022.


O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) fechou em 126,1 pontos, o maior para o mês de agosto na série histórica. O indicador é quase 5% maior do que agosto de 2021 e 1,9% maior em relação a julho desse ano. O Icec paranaense ficou acima da média nacional, que também subiu em agosto, fechando em 124 pontos. O índice é aferido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio-PR). O destaque da confiança foi no comércio de médio e grande porte, que têm mais de 50 funcionários. Nesse segmento, o índice de confiança subiu 6,6%, indo de 127,1 pontos em julho para 135,5 pontos em agosto. Entre as empresas de menor porte o crescimento do Icec foi de 1,9%, saindo de 123,7 pontos em julho para 126 pontos em agosto. O comércio do Paraná teve crescimento nos três fatores que formam o Icec. Todos fecharam agosto acima dos 100 pontos, o que aponta um cenário favorável. O subindicador Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec) subiu 5,2% fechando em 112,2 pontos; as Expectativas do Empresário do Comércio (Ieec) aumentaram 0,3% com 149,8 pontos, e o quesito Investimentos do Empresário do Comércio (Iiec) cresceu 1% com 116,1 pontos.

GAZETA DO POVO


Deral informa colheita do milho safrinha em 91% no Paraná enquanto plantio de verão vai à 7%

A Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná divulgou, por meio do Departamento de Economia Rural (Deral), seu o relatório de plantio e colheita das principais safras do estado


O relatório semanal apontou que 91% das lavouras de segunda safra já foram colhidas no estado. Enquanto isso, os 100% de área restante estão em maturação. As regiões mais atrasadas nas atividades são Jacarezinho (48%), Paranavaí (50%) e Cornélio Procópio (72%). Do lado da qualidade dessas áreas, os técnicos do Departamento classificaram 66% das lavouras como em boas condições, 27% em médias e 7% em ruins. Ao mesmo tempo, o relatório traz o avanço das atividades de plantio da safra verão de milho, com 7% da área já semeada, com 90% das lavouras em germinação e 10% já em desenvolvimento vegetativo. No total, o estado deve cultivar 406.446 hectares. As localidades mais adiantadas no plantio são Francisco Beltrão (40%), Laranjeiras do Sul (19%), Ponta Grossa (15%) e Pato Branco (5%). Detalhando as regiões paranaenses, os técnicos do Deral destacam que foram retomados gradativamente os trabalhos de colheita na região Norte, com relatos de perdas em decorrência da estiagem e do ataque de cigarrinhas. Já nas regionais Oeste e Centro-Oeste, a colheita se aproxima do fim com rendimento bastante variado. “Em Toledo vão se confirmando produtividades abaixo do esperado”. Os rendimentos também estão abaixo do esperado na região Noroeste, devido ao ataque de cigarrinhas e as condições climáticas. Na região Sul, os trabalhos de colheita já estão finalizados na maior parte das áreas, restando apenas pequenas parcelas, assim como na região Sudoeste.

SEAB-PR


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar tem maior alta em 4 semanas e corrige acima de R$5,10 com impulso externo

O dólar deu um salto na terça-feira e fechou na maior alta diária em quatro semanas, com o real liderando as perdas entre pares globais, conforme o mau humor externo ditou uma realização de lucros no mercado local de câmbio


O dólar à vista subiu 1,57%, a 5,112 reais, maior valorização percentual diária desde 2 de agosto (1,93%). Voltou, assim, a operar acima de sua média móvel de 100 dias, abaixo da qual havia fechado na véspera pela primeira vez desde junho. O real liderou o bonde das moedas em depreciação na terça-feira, numa lista encabeçada sobretudo por divisas correlacionadas às commodities e que nos últimos dias haviam tido performance superior ao mercado geral na esteira do rali das matérias-primas. Mas nesta sessão o petróleo, por exemplo, desabou mais de 5% nos mercados internacionais, e o minério de ferro --um dos principais produtos da pauta de exportação brasileira-- caiu abaixo de 100 dólares a tonelada nas bolsas de Dalian e Cingapura, em meio a temores relacionados à Covid-19. O real é tido como uma moeda de "beta" alto --ou seja, tende a variar mais em comparação a uma referência--, o que em parte explica os movimentos mais dilatados da taxa de câmbio doméstica. A despeito de preocupações com mais despesas públicas a partir de 2023, o mercado entende que não haverá ruptura da política macrofiscal e que algum sinal de controle de gastos poderá ser emitido por qualquer um dos dois principais postulantes ao Palácio do Planalto que se sair vitorioso nas eleições. A queda recente do dólar no Brasil levou estrategistas do Morgan Stanley a considerar que a moeda norte-americana entrou em "bear market" (mercado em baixa) também numa abordagem estratégica semanal --um "bear market" diário já era considerado. Mas em termos mensais os profissionais seguem vendo "bull market" (mercado em alta) para o dólar.

Reuters


Ibovespa fecha em queda com Wall St e tombo do petróleo

A BRF ON cedeu 1,1%, a 16,19 reais, após disparar quase 8,5% nos primeiros negócios, depois de anunciar que o presidente-executivo da companhia, Lorival Luz, renunciou ao cargo, e que ele será substituído por Miguel Gularte, que atuava como presidente da Marfrig. A Marfrig detém 33,27% da BRF, da qual é o maior acionista. MARFRIG ON fechou em queda de 3,78%, a 13,49 reais. O conselho de administração da Marfrig aprovou a eleição de Rui Mendonça Junior para ocupar o cargo de diretor presidente


O Ibovespa teve queda na terça-feira, contaminado por Wall Street, com números de emprego acentuando preocupações sobre o ciclo de aumento dos juros nos Estados Unidos, enquanto Petrobras desabou na esteira do tombo do petróleo no exterior. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,68%, a 110.430,64 pontos. O volume financeiro somava 24,2 bilhões de reais. Nos EUA, o S&P 500 recuou 1,1%, na terceira baixa seguida, com um aumento nas vagas de emprego em aberto em julho reforçando apostas de que o Federal Reserve manterá trajetória agressiva de aperto da política monetária. O presidente do Fed de Nova York, John Williams, também disse nesta terça-feira que o BC dos EUA provavelmente precisará elevar sua taxa básica de juros acima de 3,5%. Para o superintendente da Necton/BTG Pactual, Marco Tulli, o medo em relação aos próximos movimentos da taxa de juros dos EUA foi o maior peso negativo nos mercados. "E ainda teve Vale caindo", disse, mencionando peso relevante do papel no Ibovespa.

Reuters


Governo central tem superávit de R$19,309 bi julho, aponta Tesouro

O governo central, que reúne Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, registrou um superávit primário de 19,309 bilhões de reais em julho, divulgou o Tesouro na terça-feira


O dado veio melhor que a projeção do mercado, de superávit de 17,6 bilhões de reais, segundo pesquisa Reuters com analistas. No acumulado de janeiro a julho, o superávit nas contas públicas foi de 73,088 bilhões de reais, contra um rombo de 73,088 bilhões de reais em igual período de 2021. Em 12 meses, o superávit primário é de 115,6 bilhões de reais, equivalente a 1,38% do Produto Interno Bruto (PIB).

Reuters


Confiança de serviços cai em agosto ante julho, mostra levantamento da FGV

Índice de Confiança de Serviços vinha de cinco altas consecutivas


O Índice de Confiança de Serviços (ICS) caiu 0,2 ponto na passagem de julho para agosto, na série com ajuste sazonal, para 100,7 pontos, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) na terça-feira, 30. Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 0,8 ponto. “Depois de cinco altas consecutivas, a confiança de serviços se acomodou em agosto. Nesse mês, apesar de uma avaliação favorável sobre a situação atual dos negócios, há uma percepção de desaceleração na demanda atual. Apesar disso, ainda é cedo para afirmar que haverá uma reversão da tendência positiva que vinha ocorrendo pois existem perspectivas otimistas em relação a demanda nos próximos meses, principalmente no que diz respeito a serviços prestados às famílias. Apesar de um ambiente macroeconômico desafiador e com sinais de desaceleração, a redução da inflação e as medidas de estímulo feitas pelo governo parecem sustentar os resultados favoráveis até o momento”, avaliou Rodolpho Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial. Em agosto, o Índice de Situação Atual (ISA-S) recuou 0,7 ponto, para 100,1 pontos. O Índice de Expectativas (IE-S) avançou 0,4 ponto, para 101,3 pontos. Segundo a FGV, a confiança de serviços vinha apresentando resultados favoráveis desde março, com trajetória positiva disseminada entre os segmentos pesquisados, com destaque para os serviços prestados às famílias, que continuaram subindo em agosto. A confiança do subsetor de serviços prestados às famílias vinha sendo influenciada pela melhora das avaliações sobre a situação atual, mas em agosto passou a ser puxada pelas expectativas. “A desaceleração da inflação e o aumento dos recursos das famílias com aumento dos programas do governo podem estar influenciando essa melhora nas expectativas do segmento”, completou Tobler. A coleta de dados para a edição de agosto da Sondagem de Serviços foi realizada com 1.548 empresas entre os dias 1º e 26 do mês.

O ESTADO DE SÃO PAULO


IGP-M passa a cair 0,70% em agosto com novo alívio de combustíveis, diz FGV

Os preços de combustíveis continuaram fornecendo alívio e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a cair 0,70% em agosto, marcando a primeira taxa negativa desde setembro do ano passado, depois de ter subido 0,21% no mês anterior


O dado divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na terça-feira ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters, de queda de 0,54%. Com isso, o índice passou a acumular em 12 meses avanço de 8,59%, desacelerando com força ante a taxa de 10,08% em julho e marcando o patamar mais fraco desde junho de 2020 (7,31%). Em agosto de 2021, o IGP-M havia subido 0,66% sobre o mês anterior e acumulava alta de 31,12% em 12 meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, caiu 0,71% no mês, depois de ter avançado 0,21% em julho. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, acelerou a queda a 1,18% em agosto, depois de ceder 0,28% no mês anterior. "Os combustíveis fósseis --dada a redução do ICMS e dos preços na refinaria-- seguem exercendo expressiva influência sobre os resultados do IPA e do IPC, ambos com taxa negativa em agosto", explicou em nota André Braz, coordenador dos índices de preços. No atacado, ele destacou as quedas nos preços da gasolina (-8,23%, de +4,47% em julho) e do diesel (-2,97%, de +12,68%) como principais responsáveis pelo arrefecimento da inflação. Para o consumidor, o alívio mais expressivo partiu dos custos de passagens aéreas (-17,32%, contra -5,20% no mês anterior) e etanol (-9,90%, de -9,41%). O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta de 0,33% no período, de 1,16% antes. O IGP-M calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Reuters


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