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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 203 DE 30 DE AGOSTO DE 2022


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 2 | nº 203 |30 de agosto de 2022



NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Início de semana com estabilidade no mercado do boi gordo

Segundo a IHS, no mercado interno, o consumo de carne bovina parece não ganhar a tração esperada pelos agentes envolvidos com o setor pecuário


Os preços permaneceram inalterados nas principais regiões do País, apesar da indústria insistir na pressão de baixa da arroba; em SP, macho gordo vale R$ 293/@, no prazo, segundo os dados da Scot Consultoria. “A liberação de verba por parte dos programas sociais do governo federal ainda não estimulou o aumento da demanda doméstica pela proteína bovina”, observa a IHS. No front externo, o mercado observa com atenção se as exportações brasileiras de carne bovina irão continuar em ritmo forte no último quadrimestre do ano. Na segunda-feira, o dólar recuou para R$ 5, cotação que não era observada desde o início de junho, acrescenta a consultoria. A IHS Markit avalia que o início de um movimento de alta nos preços da arroba neste período de entressafra de boiada terminada a pasto está condicionado a uma retomada mais contundente do consumo doméstico da proteína bovina. No entanto, diz a IHS, o apetite do mercado externo, sobretudo da demanda chinesa, ainda será o principal driver do setor. Segundo os dados apurados pela Scot Consultoria, na segunda-feira, 29 de agosto, os preços do boi gordo nas praças paulistas ficaram estáveis em relação ao levantamento de sexta-feira (26/8). “Com as escalas de abate ainda alongadas, a maior parte das indústrias frigoríficas estão fora das compras”, ressalta a IHS. No interior de São Paulo, o boi gordo direcionado ao mercado interno (sem premiação) segue valendo R$ 293/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 274/@ e R$ 285/@, respectivamente (preços brutos e a prazo). O boi-China (abatido mais jovem, com até 30 meses) também segue com o mesmo valor de compra: R$ 305/@ (praças de SP), acrescenta a Scot. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 290/@ (à vista) vaca a R$ 265@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 300/@ (prazo) vaca a R$ 280/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 275/@ (prazo) vaca a R$ 260/@ (prazo); MS-Três Lagoas: boi a R$ 275/@ (prazo) vaca a R$ 255/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 270/@ (prazo) vaca a R$ 255/@ (prazo); MT-B. Garças: boi a R$ 270/@ (prazo) vaca a R$ 255/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 270/@ (à vista) vaca a R$ 255/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 265/@ (à vista) vaca a R$ 250/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 275/@ (prazo) vaca R$ 260/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 321/@ (à vista) vaca a R$ 297/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 262/@ (prazo) vaca a R$ 255/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 284/@ (prazo) vaca a R$ 275/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 270/@ (prazo) vaca a R$ 250/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 265/@ (à vista) vaca a R$ 255/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 265/@ (à vista) vaca a R$ 250/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 265/@ (à vista) vaca a R$ 255/@ (à vista).

PORTAL DBO


SUÍNOS


Suínos: estabilidade nos preços do PR, SC e RS

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF teve recuo de 3,70%/2,14%, custando R$ 130,00/R$ 137,00, enquanto a carcaça especial cedeu, pelo menos, 1,02%, valendo R$ 9,70/R$ 10,20 o quilo


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (26), houve recuo de 4,30% em Minas Gerais, chegando em R$ 7,35/kg, e de 1,19% em São Paulo, custando R$ 7,47/kg. Ficaram estáveis as cotações no Paraná (R$ 6,70/kg), Rio Grande do Sul (R$ 6,53/kg), e Santa Catarina (R$ 6,62/kg).

Cepea/Esalq


Suinocultura de MS vislumbra cenário otimista com recuperação do preço

Sistema Famasul lançou boletim técnico que traz panorama da cadeia produtiva no estado


Depois de um semestre com preços pressionados, o mercado de suínos em Mato Grosso do Sul tem recuperação no valor de referência. No mês de julho houve valorização de 6,12% no preço do quilo do suíno vivo quando comparado ao mês anterior, e sinaliza um cenário otimista para a segunda metade do ano. A movimentação de animais para abate no acumulado do ano de 2022 foi de 1,75 milhão cabeças, 15,10% superior ao mesmo período de 2021 e 29,77% superior à média dos últimos 5 anos. “Nos meses de junho e julho houve redução nos abates, indicando que a oferta caminha para se ajustar à demanda”, explica a consultora de economia do Sistema Famasul, Eliamar Oliveira. As exportações de carne suína in natura totalizaram US$ 4,38 milhões em receita e volume de 1,87 mil toneladas no mês de julho de 2022. O resultado representou aumento de 31% na receita e alta de 26,37% no volume, frente aos números de junho. O estado ocupa o 5º lugar no ranking nacional de exportações desta proteína, respondendo com 1,38% da receita brasileira. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior – SECEX, quando comparamos os últimos sete meses deste ano com o mesmo período de 2021, houve redução de 21,96% no volume exportado. O destino que mais movimenta a receita nesta cadeia produtiva é Hong Kong com 26,72% do valor total, Cingapura com 15,40% e Emirados Árabes Unidos com 14,07%.

FAMASUL


China liberará reservas de carne suína a partir de setembro para garantir abastecimento durante feriados

O planejador estatal da China disse na segunda-feira que liberará reservas de carne suína a partir de setembro para garantir o fornecimento de carne durante os próximos feriados, quando a demanda normalmente aumenta. Os preços da carne suína subiram rapidamente nos últimos meses em meio à oferta mais apertada e à medida que os agricultores se abstiveram de vender suínos.

REUTERS


FRANGOS


Preço do frango na granja em São Paulo cai 1,69%

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja cedeu 1,69%, chegando a R$ 5,80/kg, enquanto o frango no atacado baixou 0,28%, atingindo R$ 7,23/kg


Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina não houve mudança de preço, custando R$ 4,25/kg, nem no Paraná, valendo R$ 5,45/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (26), a ave congelada ficou com preço estável, fixado em R$ 7,96/kg, enquanto o frango congelado teve leve queda de 0,12%, fechando em R$ 7,99/kg.

Cepea/Esalq


Preço da carne de frango passa a cair com redução na demanda doméstica

Os preços de carne de frango passaram a cair no final de agosto em regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) com o enfraquecimento da demanda doméstica


A redução no ritmo de exportação de carne de frango brasileira em julho também elevou a disponibilidade doméstica do produto, pressionando preços. "Diante disso, agentes vêm adotando como estratégia redução dos preços, visando crescimento na liquidez e diminuição nos estoques", disse o Cepea em nota na semana passada. Até sexta-feira (26), o preço do frango congelado medido pelo Cepea/Esalq na Grande São Paulo acumulava queda de 0,25% em agosto, a R$ 7,96/kg. A queda no preço começou a partir de terça-feira (23). Até então, o preço acumulava alta no mês. O preço do frango resfriado fechou sexta-feira (26) a R$7,99/kg, queda de 0,12% no acumulado de agosto.

CARNETEC


EMPRESAS


Cocamar cresce com safra de inverno e preços altos de soja, milho e trigo

Cooperativa, que projetava faturar R$ 11,7 bilhões, chegou a revisar seus números para menos de R$ 10 bilhões quando o recebimento da soja caiu 33% por causa da estiagem no verão

A cooperativa Cocamar deve fechar o ano com faturamento de R$ 11 bilhões, acima dos R$ 9,6 bilhões de 2021. “Dado o volume da SAFRA de inverno e também os preços de grãos mais altos do que o previsto, estamos confiantes”, diz Divanir Higino, presidente-executivo. É uma boa notícia depois que a cooperativa, que projetava faturar R$ 11,7 bilhões, chegou a revisar seus números para menos de R$ 10 bilhões quando o recebimento da soja caiu 33%, para 1,2 milhão de toneladas, por causa da estiagem no verão. Mas o milho, que deve saltar de 500 mil para 1,4 milhão de toneladas, e o trigo, que chegará a 100 mil toneladas, ou 10% mais, acabaram compensando parte da perda. A cooperativa prevê alcançar R$ 3 bilhões em comercialização de insumos e ampliar em 40% a venda de industrializados ao varejo, principalmente óleo de soja. Começou a operar neste mês usina de biodiesel em Maringá (PR), com capacidade anual de 200 mil toneladas. A Cocamar aplicou R$ 120 milhões na construção de unidades de recebimento de grãos em Palmital (SP) e Itaquiraí (MS) e na ampliação da estrutura em Cambé (PR), mas adiou a construção de outras três. Pesou na decisão a elevação do aço, que fez dobrar o custo estimado da construção, diz Higino.

O Estado de São Paulo


Frimesa: Central lança manual de compliance

A Frimesa lançou, no dia 24 de agosto, o Manual de Compliance, que é o resultado do trabalho dos colaboradores envolvidos no Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense aplicado pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, em parceria com a Escola de Negócios da PUCPR


O manual contém a cultura organizacional, os procedimentos preconizados e as práticas estabelecidas e servirá de fonte do saber, orientador dos processos e guia prático das ações. Sua constituição foi realizada por várias mãos que compõe a gestão estratégica da Frimesa aliados ao conhecimento teórico e prático para formar um programa estruturado e planejado. O Manual de Compliance da Frimesa é o guia orientador do comportamento e das ações de todos os colaboradores e públicos envolvidos em nossas atividades. Através dele, poderá fazer boas escolhas e ser exemplo a seus colegas. O documento está disponível no SoftExpert e no Portal eu.frimesa. Na oportunidade também foram entregues os certificados com mais de 168 horas de treinamento aplicados em oito módulos. De acordo com o presidente da Frimesa, Valter Vanzella, a cooperativa aplica seus valores diariamente em suas atitudes, produtos e serviços executados o que compromete e demonstra sua essência de integridade e conformidade em mais de 40 mil pessoas envolvidas em toda cadeia produtiva. “Os trabalhos continuam e agora é colocar na prática todo aprendizado. Temos muito trabalho pela frente”, avalia.

Imprensa Frimesa


MEIO AMBIENTE


Nova metodologia mede emissão de metano em reprodutores bovinos

Metodologia desenvolvida pela Embrapa Pecuária Sul (RS) é capaz de mensurar a emissão de gás metano (CH 4) em reprodutores bovinos de raças europeias. Denominada de Prova de Emissão de Gases (PEG), consiste na coleta do metano emitido por jovens reprodutores de uma mesma raça, mantidos sob condições idênticas de manejo e alimentação durante cinco dias


Depois, o gás é avaliado em laboratório e os animais são classificados de acordo com a emissão a partir de coeficientes previamente estabelecidos. O objetivo da PEG é identificar animais que apresentem menor emissão de metano por quilo de alimento consumido e por quilo de peso vivo produzido. A identificação dos jovens reprodutores com menor índice de emissão de metano pode ser empregada no melhoramento das raças, utilizando a genética na formação de progênies com essa característica. De acordo com a pesquisadora Cristina Genro, da Embrapa Pecuária Sul, identificar animais mais eficientes na relação entre consumo de alimentos, ganho de peso e menor emissão do gás, é mais uma ferramenta em prol da sustentabilidade da pecuária brasileira e da redução do impacto nas mudanças climáticas. A relevância da prova, segundo a pesquisadora, também está relacionada ao fato de o Brasil ter aderido ao Pacto Mundial do Metano na COP26, realizado na Escócia em 2021, no qual se comprometeu a reduzir a emissão desse gás, considerado fundamental na estratégia de mitigação do aquecimento global. Segundo dados do Observatório do Clima, 70,5% das emissões nacionais de metano são originadas da agropecuária, sendo 90% oriundos da fermentação entérica dos bovinos. Em 2022, foram realizadas PEGs com animais que participaram de outras provas de desempenho no centro de pesquisa. O objetivo foi validar a metodologia utilizada para a mensuração, bem como para a adaptação e ajustes no equipamento utilizado na coleta do gás. Segundo Genro, umas das mudanças feitas nesse período foi a inserção de dois sistemas de coleta e armazenagem do gás. “Com isso teremos mais segurança na coleta dos dados, pois caso um dos coletores ou tubos não funcione, teremos o outro para enviar para a análise”, afirma. As provas foram realizadas provas com reprodutores das raças angus, braford, charolês e hereford. “Nos resultados preliminares verificou-se uma média de emissão nesses reprodutores de 48 kg/animal/ano de metano, bem menor do que é preconizado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) para animais da mesma categoria, que é de 56 kg/animal/ano”, complementa a pesquisadora. A metodologia para aferir a emissão de metano pelos animais utiliza a técnica do gás traçador hexafluoreto de enxofre (SF 6). Para tanto, uma cápsula com a substância é administrada via oral ao reprodutor no início da prova. O SF6 liberado pela cápsula mistura-se aos gases da fermentação ruminal atuando como um traçador do gás metano produzido e eructado pelo animal. O ar expirado pelo bovino é captado por um tubo capilar de aço inoxidável posicionado na região logo acima das narinas. O tubo capilar é conectado por uma mangueira a um recipiente cilíndrico de alumínio, localizado no dorso do bovino, preenchido pelos gases captados durante os cinco dias de coleta. Depois, o recipiente é pressurizado com nitrogênio e as concentrações do metano e do SF6 são determinadas a partir de técnicas de cromatografia gasosa em laboratórios especializados. Além dos recipientes colocados nos animais, são distribuídos na área mais quatro cilindros providos de válvulas reguladoras de ingresso em cada período experimental, a fim de captar amostras do ambiente. A PEG é realizada logo após o término da Prova de Eficiência Alimentar (PEA), que gera os dados de consumo e desempenho individuais utilizados para os cálculos de emissão de gás metano por consumo de alimento e ganho de peso. Nas duas provas, a alimentação e o manejo são os mesmos, em um ambiente controlado e com oportunidades iguais para cada animal expressar seu potencial genético. A dieta fornecida aos animais é composta por 75% volumosa (silagem e feno) e 25% de concentrado.

CANAL RURAL


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Falta de auditores agropecuários afeta exportação no Porto de Paranaguá

Situação está crítica, especialmente na área de produtos de origem vegetal, onde atuavam 14 auditores há seis anos. Hoje, só cinco trabalham no local


Atrasos na liberação de cargas com sementes, grãos e outros artigos de origem vegetal estão se tornado cada vez mais críticos no Porto de Paranaguá (PR), maior exportador de produtos agrícolas do Brasil, com destaque para a soja em grão e o farelo de soja. A falta de auditores fiscais federais agropecuários (affas) no local, já está impactando a exportação nesse porto, que em 2021 só ficou atrás de Santos, na exportação de soja e milho, com 13,9 milhões de toneladas. Os affas são servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que trabalham na inspeção e fiscalização dessas mercadorias, além de outras atribuições. São responsáveis pela emissão dos certificados fitossanitários, documento necessário para a liberação dessas cargas, após atestarem a conformidade do produto. O ANFFA Sindical, que representa os affas em todo o país, reconhece a gravidade da situação em Paranaguá e vem acompanhando os relatos dos auditores, preocupados e estressados com a escassez de mão de obra no estado. Segundo o ANFFA, o quadro é generalizado, o que já motivou ofícios do Sindicato ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), assim como ao Ministério da Economia, solicitando a realização de concurso público para a carreira, sem sucesso. Especialmente no Paraná, o Sindicato informa que desde 2016 vem diminuindo o número de affas, principalmente devido a aposentadorias. Informa também que somente na área de vegetais, onde estão ocorrendo os maiores atrasos nas liberações de cargas, já houve 14 auditores agrônomos trabalhando no local, mas que hoje, somente cinco atendem às demandas no Porto de Paranaguá, sendo que trabalham por escalas. Em contato com affas de Paranaguá, o ANFFA apurou ainda, que eles emitem, em média, 700 certificados fitossanitários por mês; analisam em torno de 600 processos de exportação vegetal, além da parte referente ao granel, às vistorias dos navios e às que são feitas nas áreas de exportação (redex). O Sindicato apurou também que a média de espera para a emissão dos certificados fitossanitários está em torno de cinco dias, podendo chegar a nove dias, em casos de não conformidades encontradas pelo auditor. Os affas destacam que a análise documental de cargas e produtos é feita manualmente, com verificação visual e por isso demanda tempo. Além da equipe reduzida, a falta de automação dos processos é outro desafio para aqueles que trabalham em Paranaguá. O ANFFA Sindical alerta para os riscos do quadro geral de falta de auditores agropecuários no Brasil. Segundo Janus Pablo, presidente do Sindicato, hoje o Mapa tem pouco mais de 2,5 mil affas na ativa. Comparado ao número de 2000, em que o contingente era de 4.040, verifica-se redução de 37,3% no nesse número de servidores, somente em 2021. “As aposentadorias, sem a devida reposição de affas, por meio de concursos públicos, agravam essa situação, conforme mostram esses dados do Mapa, de maio de 2021”, reforça o presidente e destaca a relevância do Porto também para a importação. “Trata-se de um dos principais pontos de entrada de fertilizantes do país, com 10,98 milhões de toneladas em 2021”, destaca.

ANFFA Sindical


Indústria paranaense retoma ritmo de contratações em julho

Houve aumento de 32% em relação a junho, de 14% contra julho do ano passado e, no acumulado do ano, a alta de 3% já supera os sete primeiros meses de 2021. No estado, só a agropecuária mais demitiu mais do que contratou


Depois de um primeiro semestre com redução de 48% nos empregos formais na comparação com o mesmo período do ano passado, a indústria do Paraná reverteu a tendência de queda em julho. Houve crescimento de 32% contra junho, de 14% contra julho de 2021 e, no ano, o resultado já é de alta acumulada em 3%. No mês, foram abertas no setor 2.933 novas vagas, superando as 2.227 de junho e as 2.570 de julho do ano passado. Os dados divulgados em 29/8 pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério da Economia (Novo Caged) mostram que foram 16.090 contratações gerais no estado no mês passado. Das cinco atividades avaliadas, só a agropecuária mais demitiu mais do que contratou (-115). O setor de serviços lidera o ranking geral de empregos com carteira assinada no estado (10.408), seguido por indústria, comércio (1.909) e construção civil (955). “Os números apontam uma melhora de cenário na indústria. Tradicionalmente, de julho a outubro, o mercado de trabalho do setor abre oportunidades para dar conta da demanda de fim do ano”, justifica o economista da Federação das Indústrias do Paraná, Evânio Felippe. “A injeção de recursos oriundos do saque extraordinário do FTGS e a antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas também pode ter contribuído para o aumento no consumo em julho e uma demanda maior por produtos nas fábricas, o que explicaria o aumento nas contratações”, complementa. O segmento industrial acumula um saldo de 20.664 postos de trabalho abertos em 2022, totalizando quase 722 mil pessoas empregadas no Paraná. Em junho, esse estoque de trabalhadores no setor era de 719 mil. E, há um ano, de 693 mil pessoas em atividade. No ano, o estado perdeu posições no sul. De janeiro a julho, das 266.824 vagas criadas no país no segmento, São Paulo liderou o ranking, com 85.449 contratações. Na sequência vêm Rio Grande do Sul (35.645), Minas Gerais (30.035) e Santa Catarina (24.767). Em julho, dos 24 segmentos industriais avaliados, 18 tiveram saldo positivo. Os que mais criaram oportunidades foram alimentos (898), reparação e instalação de máquinas e equipamentos (405), confecções e artigos do vestuário (359), máquinas aparelhos e materiais elétricos (381) e fabricação de produtos de metal (288). Ficaram negativos o setor da madeira (-630), minerais não-metálicos (-74), fumo (-68), petróleo e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (ambos com -49) e outros equipamentos de transporte (-16). No resultado acumulado do ano, destaque para o segmento alimentício (3.719), seguido por confecções e artigos do vestuário (2.483), automotivo (2.032), máquinas e equipamentos (1.826), fabricação de produtos de metal (1.730) e produtos químicos (1.295). Só o setor moveleiro (-497) e de outros equipamentos de transporte (-45) têm saldo negativo no ano.

FIEP


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar fecha em menor patamar desde junho

O dólar terminou no menor patamar desde meados de junho na segunda-feira, na esteira da fraqueza da moeda norte-americana no exterior, nova alta das commodities e expectativas de fluxo ao Brasil


No fechamento, o dólar recuou 0,91%, a 5,033 reais na venda, menor valor para um encerramento de sessão desde 15 de junho (5,0278 reais). Lá fora, um índice da moeda norte-americana caía 0,35%, e vários pares do real --também correlacionados aos preços das commodities-- apreciavam. O real seguiu amparado por uma combinação de retornos mais altos da renda fixa, com ciclo de alta de juros provavelmente terminado, "valuation" atrativo e perspectiva de mais vendas de produtos agrícolas do Brasil à China. As indicações de atividade econômica brasileira resiliente apesar das incertezas domésticas e globais também têm chamado atenção, atraindo fluxo estrangeiro para a bolsa, o qual passa pelo mercado de câmbio. "A recuperação das commodities explica esse desempenho do real", disse Rodolfo Margato, economista da XP, lembrando que a moeda brasileira vinha de um ponto de partida mais fraco no fim de maio e por algumas semanas posteriormente registrou depreciação mais forte que alguns de seus pares. Desde meados de julho, quando tocou uma mínima desde fevereiro, o índice CRB de matérias-primas --referência global como medida dos preços de uma cesta de produtos básicos-- saltou 10,4%. Apenas nesta segunda, os preços internacionais do barril do petróleo subiram mais de 4%. "Temos visto movimento de exportadores que vinham mantendo divisas em moedas globais internalizando recursos", acrescentou o economista da XP, que ainda prevê dólar em 5 reais ao fim deste ano. Pelos dados mais recentes do Banco Central, na semana entre 15 e 19 de agosto o fluxo de câmbio contratado para operações comerciais foi superavitário em 1,115 bilhão de dólares --melhor resultado desde a semana finalizada em 1º de julho. Considerando o fluxo geral, o Banco MUFG Brasil prevê déficit em conta corrente de 18 bilhões de dólares para o país em 2022, valor considerado pelo banco ainda "pequeno" para os padrões brasileiros e "facilmente financiado" pelo investimento direto produtivo, estimado em 55 bilhões de dólares. Os economistas do MUFG Carlos Pedrodo e Mauricio Nakahodo, preveem, contudo, alguma redução na entrada líquida de investimentos estrangeiros em renda fixa, devido ao aumento das taxas de juros nos Estados Unidos, com potencial corte no incentivo para operações de "carry-trade" (arbitragem com taxa de juros).

REUTERS


Ibovespa fecha quase estável

O Ibovespa fechou quase estável na segunda-feira, com Petrobras avançando mais de 2%, para nova máxima histórica, na esteira da alta do petróleo no exterior


Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,02%, a 112.323,12 pontos. O volume financeiro somou 20,5 bilhões de reais, abaixo da média diária de 29,2 bilhões de reais em agosto. De acordo com o analista Fábio Perina, do Itaú BBA, do ponto de vista gráfico, apesar da queda de 1% na última sexta-feira, o Ibovespa não perdeu o suporte em 111.900 pontos, o que abriria caminho para um movimento de realização de lucros. Em comentário a clientes, ele destacou que o grande desafio do Ibovespa em superar a região entre 112.800 e 114.400 pontos continua e que "o cenário ficou mais distante para um novo rali acima dos 114 mil pontos, já que a força para cima do mercado internacional não tem mais, ao menos por enquanto". No exterior, Wall Street teve uma sessão abatida, com agentes financeiros ainda processando a perspectiva de que o banco central norte-americano irá sacrificar o crescimento econômico para ancorar a inflação se necessário. O S&P 500 fechou com declínio de 0,67%. "Os investidores seguem cautelosos", observou o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos, citando os comentários do chair do Federal Reserve na sexta-feira, mas também de dirigentes do Banco Central Europeu apoiando a continuidade de aumento na taxa de juros para combater a inflação.

REUTERS


Dívida pública federal cai 0,7% em julho, diz Tesouro

O custo médio das novas emissões da dívida interna também cresceu moderadamente, indo de 12,03% ao ano em junho para 12,09% ao ano em julho


A dívida pública federal do Brasil caiu 0,70% em julho sobre junho, a 5,804 trilhões de reais, informou o Tesouro Nacional na segunda-feira, em mês com relativa estabilidade em indicadores de custo e prazo dos títulos. No período, a dívida pública mobiliária interna teve recuo de 0,66%, a 5,559 trilhões de reais. De acordo com o Tesouro, a redução do estoque da dívida foi explicada por um resgate líquido de 81,6 bilhões de reais e uma apropriação positiva de juros no valor de 40,5 bilhões de reais. Segundo o órgão, o mês passado foi marcado por um ambiente de aversão ao risco no exterior, refletindo incertezas sobre inflação e crescimento no mundo. No entanto, após subir ao longo do mês com o cenário externo e discussões fiscais no Brasil, a curva de juros futuros encerrou julho praticamente estável. No mês, o custo médio do estoque da dívida pública federal caiu, passando de 10,90% ao ano em junho para 10,76% no mês passado. Na dívida interna, o custo do estoque subiu ligeiramente de 10,98% ao ano para 11,00% em julho. O custo médio das novas emissões da dívida interna também cresceu moderadamente, indo de 12,03% ao ano em junho para 12,09% ao ano em julho. No período, também houve um leve alongamento do prazo médio de vencimento dos títulos brasileiros para 3,90 anos, ante 3,88 anos registrados em junho.

REUTERS


Brasil abre 218.902 vagas formais de trabalho em julho, abaixo do esperado, mostra Caged

O Brasil abriu 218.902 vagas formais de trabalho em julho, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Previdência.


Resultado representa piora em relação a junho do ano passado, quando foram criados 306,5 mil empregos formais. O resultado do mês passado, que ficou bem abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de criação líquida de 260 mil empregos, é fruto de 1,887 milhão de admissões e 1,668 milhão de desligamentos.

REUTERS


Especialistas veem mais alívio na inflação e crescimento maior em 2022 e menor em 2023, mostra Focus

O mercado segue vendo mais alívio na inflação brasileira este ano em meio a medidas do governo para conter a alta dos preços e reduções nos custos de combustíveis, enquanto a perspectiva de crescimento econômico melhorou para 2022, mas seguiu piorando para 2023


A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central na segunda-feira mostrou que os especialistas veem agora alta do IPCA este ano de 6,70%, contra 6,82% no levantamento anterior. A perspectiva para os preços administrados passou a queda de 1,96%, de recuo de 1,80% antes, depois de medidas como a imposição de teto para as alíquotas de ICMS e, mais recentemente, reduções de preços de combustíveis anunciadas pela Petrobras nas refinarias. Para o ano que vem, a inflação deve ficar em 5,30%, um recuo de 0,03 ponto percentual ante o levantamento da semana anterior, com alívio de 0,12 ponto na perspectiva para o avanço dos preços administrados, a 6,7%. Nos dois casos, entretanto, a inflação terminaria acima do teto da meta oficial, que é de 3,5% para 2022 e de 3,25% para 2023, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para a atividade, as mudanças no Focus mostraram direções divergentes. A previsão é de que Produto Interno Bruto (PIB) cresça 2,10% este ano, desacelerando a 0,37% em 2023. Enquanto a previsão para 2022 melhorou em 0,08 ponto percentual, para o próximo piorou em 0,02 ponto. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda manutenção do cenário para a taxa básica de juros, com a Selic calculada em 13,75% ao final de 2022 e em 11,00% em 2023.

REUTERS


Juro bancário médio sobe para 39% ao ano em junho, maior valor em quatro anos, diz Banco Central

Para as pessoas físicas, a taxa média de juros no crédito livre passou de 50,4% para 51,5% ao ano de maio para junho


Como efeito do ciclo de alta acelerada da Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom), a taxa média de juros no crédito livre passou de 38% ao ano em maio para 39% ao ano em junho, informou nesta segunda-feira, 29, o Banco Central. Trata-se da maior taxa desde abril de 2018, quando ficou 40,6% ao ano, ou seja, em pouco mais de quatro anos. Em maio deste ano, o juro médio estava em 38% ao ano. O juro bancário médio com recursos livres não inclui os setores habitacional, rural e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Nesta segunda, o BC divulgou os dados de maio e junho, mas as Estatísticas de Crédito continuam defasadas devido aos efeitos da greve dos servidores do órgão, encerrada no início de julho. Nesta época do ano, já estariam disponíveis os números do sétimo mês de 2022. Para as pessoas físicas, a taxa média de juros no crédito livre passou de 50,4% para 51,5% ao ano de maio para junho, enquanto para as pessoas jurídicas foi de 21,9% para 22,6%. Entre as principais linhas de crédito livre para a pessoa física, destaque para o cheque especial, cuja taxa passou de 127,9% ao ano para 129,2% ao ano de maio para junho. É a maior taxa desde abril de 2022, quando somou 132,7% ao ano. Para comparação, no crédito pessoal, a taxa passou de 40,6% para 41,4% ao ano. Desde 2018, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200. Em janeiro de 2020, o BC passou a aplicar uma limitação dos juros do cheque especial, em 8% ao mês (151,82% ao ano). Além da limitação do juro, os dados atuais refletem uma revisão realizada na série histórica do BC. Os números passaram a considerar o fato de alguns bancos cobrarem juro no cheque especial apenas após dez dias de atraso no pagamento da fatura. Antes, era considerado todo o período de atraso. Esta mudança fez com que o nível do juro no cheque especial, na nova série histórica, fosse menor em anos anteriores. Já nas operações com cartão de crédito rotativo, os juros bancários cobrados das pessoas físicas subiram de 368,8% ao ano, em maio, para 370,4% ao ano, em junho de 2021. Essa é a maior taxa desde agosto de 2017 (428% ao ano). O crédito rotativo do cartão de crédito, cuja demanda em 2021 foi a maior em dez anos, pode ser acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento, mas não quer ficar inadimplente. Os dados divulgados na segunda pelo Banco Central mostraram ainda que, para aquisição de veículos, os juros foram de 27,2% ao ano em maio para 27,4% em junho. A taxa média de juros no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), foi de 27,6% ao ano em maio para 28,1% ao ano em junho. No sexto mês de 2021, estava em 20,0%. Já o Indicador de Custo de Crédito (ICC) subiu 0,3 ponto porcentual em junho ante maio aos 20,5% ao ano. O porcentual reflete o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque. Na prática, o indicador reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.

O Estado de São Paulo


Confiança da indústria do Brasil sobe em agosto com visão melhor sobre situação atual, diz FGV

A confiança da indústria no Brasil teve alta em agosto, impulsionada por melhora na percepção de empresários sobre o momento atual do setor, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na segunda-feira, citando possível efeito da redução dos preços de combustíveis e energia


O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da FGV subiu 0,8 ponto em agosto, a 100,3 pontos, depois de ter caído acentuadamente no mês anterior. O Índice Situação Atual (ISA) da sondagem avançou 1,4 ponto neste mês, para 102,8 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) ganhou 0,3 ponto, para 97,9. "A melhora do ambiente de negócios no mês foi possivelmente influenciada pela descompressão de custos com a queda de preços de combustíveis e energia", disse em nota Stéfano Pacini, economista da FGV Ibre, acrescentando que a leitura do ICI mostra que o setor industrial mantém um bom nível de atividade no terceiro trimestre. "Os níveis de demanda ainda estão positivos e os estoques se mantêm equilibrados, apesar do cenário ainda problemático quanto ao suprimento de alguns tipos de insumos. Esse quadro favorável se reflete nas previsões ainda favoráveis para a evolução do emprego." Um indicador de expectativas de emprego para os três meses seguintes teve alta pelo quinto mês seguido, de 0,7 ponto, a 104,6 pontos, informou a FGV. Esse resultado foi o melhor desde outubro de 2021 (108,1). Apesar do resultado positivo de agosto, Pacini alertou que ainda há alguma cautela dos empresários em relação ao futuro, diante de um segundo semestre marcado pelas eleições presidenciais e com expectativa de manutenção de juros elevados no Brasil.

REUTERS


Agropecuária gerou 15,8 mil empregos em julho, mostra Caged

O resultado do mês ficou abaixo do registrado em julho de 2021, quando o setor gerou 25,520 mil empregos


A agropecuária brasileira gerou 15,870 mil postos de trabalho com carteira assinada em julho de 2022, resultado de 103,950 mil contratações e 88,080 mil dispensas. Os números estão no relatório do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na segunda-feira (29/8) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. Os números incluem os segmentos de agricultura, pecuária, produção florestal e pesca e aquicultura. O setor seguiu a tendência registrada nos demais setores da economia analisados no Caged, que tiveram saldo positivo de empregos formais no mês passado. Apesar disso, o resultado do mês ficou abaixo do registrado em julho de 2021, quando o setor gerou 25,520 mil empregos. Em julho de 2022, a região onde a agropecuária gerou mais empregos foi o Sudeste, com 6,555 mil vagas. Depois, aparecem Nordeste (4,339 mil); Centro-oeste (2,987 mil) e Norte (1,497 mil). A exceção foi o Sul, com saldo negativo de 183 vagas no mês passado. Na área agrícola, a maior geração de postos de trabalho em julho foi registrada nas lavouras temporárias: 9,217 mil postos com carteira assinada (25,569 mil contratações e 20,352 mil demissões), com destaques para lavouras de soja, cereais e de cana-de-açúcar. As lavouras permanentes geraram 2,060 mil postos de trabalho (23,042 mil admissões e 20,982 mil dispensas). A pecuária encerrou o mês de julho com a geração de 1,401 mil empregos com carteira assinada (23,469 mil contratados e 22,068 mil demitidos. O desempenho foi liderado pelas criações de bovinos e de aves. Por outro lado, suínos, caprinos e ovinos tiveram perda de vagas. Entre os meses de janeiro e julho, a agropecuária brasileira gerou 102,490 mil empregos formais, de acordo com o Caged. Nos primeiros sete meses do ano, foram 753,188 mil contratações e 650,698 mil demissões, aumento de 6,1% em comparação com o mesmo período no ano passado. Considerando todos os setores da economia analisados pelo Ministério do Trabalho e Previdência, o mês de julho teve um saldo positivo de 218,902 mil postos de trabalho com carteira assinada. No período, o Caged registrou 1.886.537 admissões e 1.667.635 demissões. O resultado foi puxado pelo setor de Serviços, com 81,873 mil vagas formais (846,097 mil contratações e 764 mil dispensas). Em seguida, aparecem indústria (50,503 mil), Construção (32,082 mil) e Comércio (38,574 mil). O desempenho de julho deste ano foi menor que o registrado no mesmo mês 2021, quando, de acordo com o Caged, as admissões superaram as demissões em 316,725 mil postos de trabalho com carteira assinada.

GLOBO RURAL


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