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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 234 DE 14 DE OUTUBRO DE 2022


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 2 | nº 234 |14 de outubro de 2022



NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Boi gordo: pressão de baixa persiste nas praças brasileiras

Na volta do feriado nacional, o volume de negócios no mercado físico do boi gordo pouco avançou na quinta-feira, 13 de outubro, informou a consultoria IHS Markit.


Segundo a Scot Consultoria, nas praças paulistas parte das indústrias frigoríficas continuou fora das compras na quinta-feira. “Parte dos frigoríficos que estão comprando pressionam os preços ofertando valores mais baixos”, informou. Os preços do boi gordo seguem estáveis no interior de São Paulo, valendo R$ 285/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 267/@ e R$ 277/@, respectivamente (preços brutos e a prazo). Bovinos destinados ao mercado da China estão cotados em R$ 290/@ (preço bruto e a prazo), de acordo com a Scot. A engenheira agrônoma Jéssica Olivier, analista de mercado da Scot, diz que o cenário visto até o momento é de estabilidade nos preços da arroba, mas a pressão baixista pode ser retomada nos próximos dias, refletindo “a oferta de bovinos terminados, provenientes do segundo giro de confinamento, a partir da segunda quinzena de outubro e início de setembro”. A analista chama a atenção para uma possível retração de compras por parte da China. Segundo ela, o preço pago pela tonelada da carne brasileira diminuiu. Em julho/22, o comprador chinês desembolsava US$ 7.082,93/tonelada, em média. Em agosto/22 e setembro/22, as cotações recuaram sucessivamente, para (US$ 6.516,09/tonelada e US$ 6.356,31/tonelada, respectivamente. Com o feriado do Dia Nacional da China, na primeira semana de outubro, as compras pararam, relata Jéssica. “Além disso, o Ano Novo chinês vem mais cedo este ano, estreitando a janela de compras de carne bovina”, disse a analista, que acrescentou: “Somado aos dois feriados, o estoque de carne no país oriental é alto”. Em meio ao cenário abordado anteriormente, diz Jéssica, as compras de carne bovina chinesa deverão desaquecer. A equipe de analistas da IHS Markit também cita a possiblidade de uma posição mais cautelosa dos compradores chineses. “Há rumores de que as vendas de carne bovina à China deverão perder intensidade nos próximos meses por efeito da recessão econômica que assola o país”, disse a IHS. Segundo apurou a consultoria, nas praças de Goiás e do Mato Grosso, a oferta de boiada gorda oriunda do segundo giro de confinamento já começa a chegar ao mercado. No Rio Grande do Sul, os preços do boi gordo voltaram a ceder em função do aumento na oferta de animais terminados, informou. “Boa parte desses lotes são boiadas que estavam em pastagem de inverno, que agora passam a dar lugar ao plantio das lavouras de grãos da safra 2022/23”, explicou a IHS. Entre as praças das regiões Norte e Nordeste do Brasil, foram observadas quedas nos preços da arroba no PA, TO, RO e MA, um reflexo do fraco interesse comprador das indústrias locais. No mercado atacadista de São Paulo, os preços dos principais cortes bovinos continuaram inalterados na quinta-feira, disse a IHS. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 281/@ (à vista) vaca a R$ 261/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 294/@ (prazo) vaca a R$ 268/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 268/@ (prazo) vaca a R$ 253/@ (prazo); MS-Três Lagoas: boi a R$ 266/@ (prazo) vaca a R$ 250/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 256/@ (prazo) vaca a R$ 243/@ (prazo); MT-B. Garças: boi a R$ 256/@ (prazo) vaca a R$ 246/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 258/@ (à vista) vaca a R$ 243/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 259/@ (à vista) vaca a R$ 245/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 261/@ (prazo) vaca R$ 250/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 288/@ (à vista) vaca a R$ 261/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 256/@ (prazo) vaca a R$ 251/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 266/@ (prazo) vaca a R$ 2561/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 263/@ (prazo) vaca a R$ 256/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 261/@ (à vista) vaca a R$ 251/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 251/@ (à vista) vaca a R$ 241/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 265/@ (à vista) vaca a R$ 241/@ (à vista).

PORTAL DBO


SUÍNOS


Mercado de suínos tem preços estáveis

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 130,00/R$ 135,00, enquanto a carcaça especial aumentou 1,03%/2,00%, atingindo R$ 9,80/kg/R$ 10,20/kg


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (11), devido ao feriado do Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado no dia 12, os preços andaram em direções diferentes. O valor do suíno vivo ficou estável apenas no Rio Grande do Sul, fixado em R$ 6,56/kg. Houve recuo de 0,30% no Paraná, chegando em R$ 6,59/kg, e de 0,27% em Minas Gerais, atingindo R$ 7,26/kg. Opostamente, foram registradas altas de 0,47% em Santa Catarina, valendo R$ 6,39/kg, e em São Paulo, fechando em R$ 6,86/kg.

Cepea/Esalq


Suínos/Cepea: Oferta limitada e demanda aquecida elevam preços

As cotações do suíno vivo e da carne têm registrado forte alta neste início de outubro


Segundo pesquisadores do Cepea, a oferta controlada de animais em peso ideal para abate e o aumento da procura de frigoríficos por novos lotes, devido à maior demanda doméstica, têm impulsionado os valores. No mercado do vivo, as valorizações foram verificadas em todas as praças acompanhadas pelo Cepea. De acordo com agentes do setor, mesmo com o feriado dessa quarta-feira, 12 (Dia de Nossa Senhora Aparecida) – ocasião que acarreta um dia a menos de abate na semana –, a demanda por novos lotes para abate deve se manter firme. Quanto à carne, agentes, atentos ao aquecimento da demanda na ponta final, reajustaram positivamente os preços da maioria dos produtos suinícolas.

Cepea


Suinocultura independente: preços em alta

O preço do quilo do animal vivo no mercado independente em São Paulo subiu, passando de R$ 7,61/kg para R$ 7,89/kg nesta quinta-feira (13), segundo informações da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS)


No mercado mineiro, o preço subiu de R$ 7,30/kg para R$ 7,60/kg, com acordo entre os frigoríficos e suinocultores, conforme dados da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Em Santa Catarina, segundo dados da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o preço do animal aumentou, saindo de R$ 6,63/kg vivo para R$ 6,88/kg vivo.

AGROLINK


USDA prevê aumento de 3% nas exportações de carne suína brasileira em 2023

A China permanecerá como principal cliente, mas Brasil deve seguir ampliando vendas para outros países do sudeste asiático e da América do Sul


O Brasil deve manter-se em 4º lugar no ranking entre os maiores exportadores de carne suína em 2023, de acordo com um relatório divulgado pelo Departamento Norte-americano de Agricultura (USDA, na sigla em inglês), seguindo responsável por uma fatia de 10% na participação do mercado. As exportações de carne suína do Brasil devem subir 3% no ano que vem em relação a 2022, com volumes robustos embarcados para a América do Sul e Sudeste Asiático, incluindo as Filipinas, onde a Peste Suína Africana (PSA) restringe a produção. A China permanecerá como principal destino do Brasil, mas as importações totais de carne suína da China devem cair devido ao aumento da produção local do gigante asiático. Em âmbito global, o USDA projeta que a produção em 2023 se eleve em 1%, atingindo volume de 111,0 milhões de toneladas, à medida que a produção chinesa aumenta. Espera-se que a produção de carne suína da China cresça 2% enquanto o setor continua se recuperando dos impactos da PSA, que atingiu a China em cheio em 2018. A expectativa, segundo o USDA, é de que os altos custos de produção dos suínos na China, especialmente com a alimentação dos animais, reduzam os incentivos à produção suínos com excesso de engorda. Estados Unidos, Brasil e México também devem expandir a produção, mais do que compensando as quedas de outros grandes produtores, incluindo a União Europeia e o Reino Unido. Questões como o preço da ração para os suínos aumentando, custos de energia e restrições ambientais devem diminuir a produção da UE. Os suinocultores do Reino Unido enfrentam altos custos de alimentação e o desafio do enfraquecimento da demanda interna pelo animal produzido localmente. Brasil e México continuam a expandir o setor suinícola para atender à crescente demanda doméstica, em parte impulsionado por consumidores que buscam alternativas à carne bovina com preços mais altos e demanda de exportação mais forte em vários países. A produção no Vietnã continua a se recuperar, pois a administração da PSA protegeu o setor de surtos em grande escala. As exportações globais, segundo o USDA, devem cair 2%, para 10,5 milhões de toneladas em 2023, à medida que as importações da China enfraquecem pelo segundo ano consecutivo. Apesar dos problemas persistentes com a PSA, as importações de carne suína das Filipinas também devem diminuir devido à o fim das políticas de favorecimento das importações em 2022 (o aumento temporário nos volumes de cotas de suínos terminou em maio de 2022 e as tarifas reduzidas foram estendidas até o final de 2022).

USDA


FRANGOS


Frango: ave congelada ou resfriada em SP passa dos R$ 8,00/kg

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,50/kg, enquanto o frango no atacado teve aumento de 0,39%, chegando em R$ 7,65/kg


Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. No Paraná, o valor ficou estável em R$ 5,23/kg, da mesma forma que Santa Catarina, valendo R$ 4,20/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (11), devido ao feriado do Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado no dia 12, o frango congelado sofreu recuo de 0,49%, chegando a R$ 8,06/kg, enquanto a ave resfriada aumentou 0,25%, fechando em R$ 8,10/kg.

Cepea/Esalq


EMPRESAS


Cooperativa Capal ultrapassa faturamento de R$ 2 bilhões no 1º semestre de 2022

Com 62 anos de operação, a cooperativa Capal fechou o primeiro semestre de 2022 com receita bruta de R$ 2,1 bilhões e investimentos que alcançaram R$ 109,1 milhões


A cooperativa, criada em 1960 por 21 produtores rurais da colônia holandesa de Arapoti, na Região dos Campos Gerais, tem hoje 3,4 mil associados em 21 unidades de negócios no Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola representa 65% das operações da Capal, produzindo 862 mil toneladas de grãos por ano, principalmente soja, trigo, milho e café, produzidos em mais de 163 mil hectares de terras. Já a produção de leite é de 12 milhões de litros por ano oriundos de 320 produtores. O Presidente Executivo da Capal, Adilson Roberto Fuga, destaca justamente a produção de grãos pelo crescimento. No primeiro semestre, a cooperativa produziu mais de 615 mil toneladas. Já a produção de leite nos seis primeiros meses do ano ficou em 64 milhões de litros comercializados. “Essa produção é refletida em investimentos nas unidades da cooperativa", enfatiza Fuga. Na matriz em Arapoti, por exemplo, estão sendo construídos dez novos silos, sei para armazenamento de grãos e quatro para matérias-primas para ração, além de montagem final de novo secador de grãos. Na cidade paranaense de Wenceslau Braz, são mais um novo armazém de sementes com mais de 9 mil metros quadrados e infraestrutura para tratamento de sementes, ensaque e expedição. Também estão recebendo melhorias as unidades da Capal de Curiúva e Santana do Itararé, ambas no Paraná. Todas as obras em andamento serão concluídas ainda em 2022. A cooperativa tem como investimentos consolidados a Unidade Industrial de Carnes (que produz a marca Alegra), a Unidade de Beneficiamento de Leite (marca Colônia Holandesa) e o Moinho (farinha de trigo Herança Holandesa). A Capal também integra o sistema de intercooperação Unium com a Frísia e Castrolanda. A associação dessas cooperativas participa de dois dos maiores empreendimentos dos últimos anos no Paraná: a Maltaria Campos Gerais e uma queijaria, ambas em Ponta Grossa. Com aporte bilionário, a maltaria é um dos maiores investimentos industriais do estado nos últimos quatro anos, no valor de R$ 3 bilhões. A Capal participa do projeto pela Unium em associação com outras três cooperativas: Agrária, bom Jesus e Coopagrícola. A planta vai fornecer malte para cervejarias de todo o Brasil, criando 3 mil empregos diretos e beneficiando outras 12 cooperativas. A maltaria começa a operar em 2028, mas deve ter produção plena em 2032. “No final de cada ano, apuramos as sobras e parte, algo em torno de 30% a 35% do resultado final, a cooperativa devolve ao cooperado. Em 2021, a devolução de sobras foi de R$ 60,8 milhões”, completa o Diretor.

GAZETA DO POVO


INTERNACIONAL


Romênia confirma surto de peste suína africana em fazenda de suínos

A Romênia confirmou um surto de peste suína africana em uma grande fazenda de porcos no condado de Timis, no Oeste, e que 39.000 animais serão abatidos, disse o prefeito do condado na quarta-feira


A febre que afeta porcos e javalis se espalhou pela Europa Oriental nos últimos anos. Não afeta humanos. "É oficial, há um surto em Timis", disse o prefeito do condado, Mihai Ritivoiu, no Facebook, acrescentando que as autoridades locais e a agência de segurança alimentar estão se reunindo para concordar com os próximos passos. "Devemos tomar medidas para combater a propagação da doença. A prioridade é proteger outras duas fazendas, cada uma com dezenas de milhares de porcos, localizadas a poucos quilômetros de distância". Centenas de casos foram relatados na Romênia e em vários outros estados da União Europeia este ano entre porcos mantidos em quintais e pequenas propriedades, bem como em várias grandes fazendas privadas. Surtos também foram detectados recentemente na Alemanha e na Itália.

REUTERS


Nova Zelândia propões taxar CO2 do gado

Agricultores contestam a decisão


O governo da Nova Zelândia propôs taxar os gases de efeito estufa que os animais de fazenda produzem quando arrotam e também seus gases como parte de um plano para combater as mudanças climáticas, segundo informações do abc.es. O governo disse que o imposto agrícola seria o primeiro do mundo e que os agricultores deveriam poder recuperar o custo cobrando mais por produtos ecológicos. Mas os agricultores rapidamente condenaram o plano. O principal sindicato, Federated Farmers, disse que o plano "arrancará as entranhas de uma pequena cidade da Nova Zelândia" e as fazendas serão substituídas por árvores. O presidente da Ranchers, Andrew Hoggard , disse que os agricultores tentaram trabalhar com o governo por mais de dois anos em um plano de redução de emissões que não diminuiria a produção de alimentos. "Nosso plano era manter os agricultores cultivando", disse Hoggard. Em vez disso, ele disse que os agricultores venderiam suas fazendas "tão rápido que você nem ouvirá os cães latindo na parte de trás do caminhão enquanto se afastam", relata a AP. Parlamentares da oposição do partido conservador ACT disseram que o plano realmente aumentaria as emissões globais ao transferir a agricultura para outros países que eram menos eficientes na produção de alimentos. A indústria agrícola da Nova Zelândia é vital para sua economia. Os produtos lácteos, incluindo aqueles usados para fazer fórmula infantil na China, são os maiores exportadores do país. Na Nova Zelândia existem apenas 5 milhões de pessoas, mas o dobro (10 milhões) de gado bovino e gado leiteiro e 26 milhões de ovelhas. Cerca de metade de suas emissões de gases de efeito estufa vêm de fazendas. Animais de fazenda produzem gases que aquecem o planeta, principalmente metano dos arrotos e gases do gado.

AGROLINK


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Produção na indústria paranaense mantém tendência de queda em agosto

Ritmo das operações caiu 1,5% na comparação com julho, 2,2% em relação a agosto do ano passado e, no ano, a indústria já acumula retração de 1%


A queda na renda, a taxa básica de juros da economia (Selic) elevada e as dificuldades para consumo de produtos de maior valor agregado podem estar contribuindo com a desaceleração da produção nas indústrias paranaenses, sobretudo em alguns setores em que é preciso planejar um investimento de longo prazo, como moveleiro, automotivo, eletrodomésticos e máquinas e equipamentos. Segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção industrial do Paraná ficou negativa em 1,5% na comparação com o resultado de julho, que já vinha de queda. O indicador também ficou 2,2% abaixo do registrado em agosto de 2021 e, no ano, acumula déficit de 1%. Nos últimos 12 meses, o estado registra leve queda de 0,9%. O estado acompanhou a tendência nacional, que também mostra que a indústria brasileira encolheu 0,6% em relação a julho. De janeiro a agosto, o Brasil registra queda de 1,3%, e, nos últimos 12 meses, o resultado é de -2,7%. Porém, na comparação com agosto do ano passado, os números apontam uma alta de 2,8%. Para o economista Marcelo Alves, da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), os números apontam que essa é uma consequência natural das condições econômicas do país nos últimos meses. “Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio, 80% das famílias brasileiras estão endividadas. Seja por conta dos reflexos do período crítico da pandemia, seja pela condição econômica de juros elevados ou pela queda na renda/desemprego”, explica. “Isso leva a dificuldades para alavancar o consumo, principalmente de bens de maior valor como automóveis, produtos da linha branca, máquinas e equipamentos e imóveis”, exemplifica. Das 13 atividades avaliadas no Paraná, pelo IBGE, seis estão crescendo este ano. São elas a de bebidas (+0,86%), seguido por petróleo (+0,24%), papel e celulose (+0,21%), automotivo (+0,07%), máquinas e equipamentos (+0,06%) e borracha e material plástico (+0,04%). As que enfrentam maior dificuldade são produtos de madeira (-0,77%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-0,51%), alimentos (-0,46%), móveis (-0,31%) e minerais não-metálicos (-0,25%). Já pelo resultado de agosto, comparado com o mesmo mês de 2021, o destaque positivo é o setor automotivo, com 5,17% de alta, seguido por bebidas (+0,48%), borracha e material plástico (+0,39%), produtos de metal (+0,38%) e celulose e papel (+0,19%). Os segmentos que ficaram abaixo do esperado foram máquinas e equipamentos (-4,33%), petróleo (-1,49%), madeira (-1,39%), fabricação e produtos químicos (-0,47%), alimentos (-0,39%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-0,31%), móveis (-0,24%) e minerais não metálicos (-0,20%)

FIEP


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar à vista fecha praticamente estável, a R$5,2723 na venda

O dólar teve uma sessão de reviravoltas na quinta-feira e fechou praticamente estável, abandonando perdas registradas na parte da tarde depois de pela manhã ter saltado mais de 2%, acima de 5,38 reais, na esteira de dados de inflação norte-americanos mais altos do que o esperado


A moeda norte-americana à vista fechou em 5,2723 reais na venda, praticamente inalterado em relação à cotação de encerramento de terça-feira, véspera de feriado, de 5,2724 reais. Na B3, às 17:08 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,40%, a 5,2940 reais.

REUTERS


Ibovespa fecha em baixa, mas acima de 114 mil pontos com apoio de NY

O Ibovespa fechou em queda na quinta-feira, pressionado por Vale, mas distante da mínima da sessão, beneficiado pela melhora em Wall Street, mesmo após dados mais fortes do que o esperado sobre a inflação norte-americana


Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,17%, a 114.633,45 pontos, segundo dados preliminares. O volume financeiro somava 28,1 bilhões de reais, com a sessão também marcada pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa e do índice futuro. Pela manhã, o Ibovespa chegou a 112.690,12 pontos, contaminado pelas preocupações com os próximos passos do banco central dos Estados Unidos após uma alta acima do esperado nos preços ao consumidor daquele país. Em Nova York, o S&P 500 também sofreu na abertura, alcançando 3.491 pontos no pior momento, com os receios sobre os efeitos na economia da manutenção da política monetária restritiva do Federal Reserve. Wall Street, contudo, reagiu e o S&P 500 fechou em alta de 2,59%, 3.669,86 pontos, reflexo de cobertura de posições vendidas e movimentos técnicos.

REUTERS


Fluxo cambial do Brasil foi negativo em US$184 mi na semana passada, diz BC

O Brasil perdeu 184 milhões de dólares em termos líquidos pelo câmbio contratado na semana passada, de acordo com dados do Banco Central da quinta-feira, com um forte déficit na conta comercial mais do que compensando os ingressos pelo lado financeiro


Houve saída líquida de 1,083 bilhão de dólares por meio de operações comerciais na semana passada, contra saldo positivo de 3,383 bilhões na semana finda em 30 de setembro. A conta financeira, por sua vez, recebeu entradas no valor de 899 milhões de dólares na semana passada, que coincidiu com os primeiros cinco dias úteis do mês de outubro. No período de 26 a 30 de setembro, as operações financeiras haviam registrado rombo de 3,338 bilhões de dólares. No mês passado, o Brasil registrou déficit de 3,850 bilhões de dólares pelo câmbio contratado como um todo, resultado mensal mais fraco desde maio (-5,760 bilhões de dólares) e o pior para setembro desde o rombo de 6,446 bilhões de dólares registrado em 2019. O fluxo cambial ainda está positivo em 17,151 bilhões de dólares no acumulado de 2022.

REUTERS


Consumo das famílias tem alta de 7,23% em agosto. De janeiro a agosto alta é de 2,67%

No entanto, em comparação com setembro de 2021, quando o conjunto de produtos custava R$ 675,73, a cesta teve alta de 8,76%


O consumo das famílias brasileiras teve alta de 7,23% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2021, segundo levantamento divulgado hoje (13) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). No acumulado dos 8 primeiros meses do ano, a alta é de 2,67% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o vice-presidente Institucional e Administrativo da Abras, Marcio Milan, o crescimento do último mês foi impulsionado pelos benefícios sociais concedidos pelo governo federal a partir de agosto. Além disso, também houve, de acordo com ele, impacto da redução do desemprego e da inflação, com a desoneração dos preços da energia e combustíveis. “A gente vem observando a empregabilidade: o emprego vem crescendo e o desemprego vem caindo”, disse. A partir dos últimos resultados, a Abras também revisou a projeção de crescimento do consumo das famílias neste ano, de 2,8% para um crescimento de 3% a 3,3%. “O reflexo do auxílio, que começou em agosto, da queda dos preços, que se acentuou em setembro, mostra que a nossa projeção está com certeza no caminho de chegar a 3% ou 3,3%”, ressaltou Milan. A cesta com os 35 produtos mais consumidos em supermercados registrou queda de 1,71% em setembro na comparação em agosto, custando R$ 745,03. No entanto, em comparação com setembro de 2021, quando o conjunto de produtos custava R$ 675,73, a cesta teve alta de 8,76%.

ABRAS


Mercado vê superávit fiscal de R$40 bi em 2022 e rombo de R$57,8 bi em 2023, mostra Prisma

O mercado financeiro melhorou mais uma vez a projeção para o resultado primário do governo neste ano, mas voltou a piorar a estimativa para rombo em 2023 em meio a incertezas sobre o arcabouço fiscal e o cumprimento de promessas de campanha por candidatos, mostrou relatório Prisma Fiscal divulgado na quinta-feira pelo Ministério da Economia


De acordo com o documento, que capta projeções de agentes de mercado para as contas públicas, a mediana das expectativas para o resultado primário do governo central em 2022 ficou em superávit de 40 bilhões de reais, ante saldo positivo de 30,5 bilhões de reais projetado em setembro. Se confirmado, será o primeiro resultado no azul em nove anos. As estimativas do mercado apontam para uma elevação na projeção da receita líquida do governo, de 1,851 trilhão de reais para 1,861 trilhão de reais. Também houve um aumento nas expectativas para a despesa total, passando de 1,810 trilhão de reais no relatório anterior para 1,819 trilhão de reais na pesquisa deste mês. Com a melhora nos dados do ano, os analistas consultados pela pasta reduziram a previsão para a dívida bruta do governo geral em 2022 para 77,55% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 78,19% na pesquisa de setembro. Para 2023, as projeções de mercado indicam um retorno ao déficit primário, com rombo ainda maior do que o previsto anteriormente. A nova projeção aponta para déficit de 57,8 bilhões de reais, ante saldo negativo de 43,2 bilhões de reais no levantamento anterior. A estimativa é que a dívida bruta suba a 81,8% do PIB no ano que vem --acima dos 81,7% previstos no mês passado. Ainda não há clareza sobre o quadro fiscal do país em 2023. O Orçamento do ano que vem foi enviado ao Congresso pelo governo com a previsão de um rombo de 63,7 bilhões de reais, número que não incorpora promessas de manutenção do Auxílio Brasil em patamar elevado, que originalmente valeria até dezembro, e correção da tabela do Imposto de Renda. Tanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto o presidente Jair Bolsonaro (PL), que disputarão o segundo turno das eleições, se comprometeram a implementar essas medidas, mas não definiram soluções para financiar as iniciativas.

REUTERS


Vendas no varejo desaceleram e crescem 0,3% em setembro, aponta indicador da Cielo

As vendas no varejo em setembro mostraram desaceleração, com crescimento de 0,3%, descontada a inflação, ante o mesmo período do ano passado, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) divulgado na quinta-feira


Apesar do crescimento positivo por 11 meses seguidos, o dado é o menor desde novembro de 2021, quando o ICVA indicou 2,1% de expansão. De acordo com a Cielo, os efeitos de calendário ajudaram o resultado porque houve uma sexta-feira a mais e uma quarta-feira a menos, data em que o comércio está menos aquecido. Excluindo esse efeito, houve recuo de 0,2% na comparação deflacionada. Na opinião de Diego Adorno, gerente de produtos de dados da Cielo, uma das razões para a desaceleração está no setor dos postos de combustível, que já vinha perdendo ritmo e apresentou uma queda em setembro em relação ao mesmo mês de 2021. "É um reflexo de dois fatores: da redução recente do preço dos combustíveis e de uma base comparativa mais forte, em setembro de 2021, que vinha de um processo de afrouxamento de quarentena", afirmou no comunicado. O ICVA é apurado junto a 1,1 milhão de varejistas no país credenciados à companhia e distribuídos por 18 setores.

REUTERS


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