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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 109 DE 18 DE ABRIL DE 2022


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 2 | nº 109 |18 de abril de 2022


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Preços da boiada gorda registraram recuos quase que generalizados

A quinta-feira (14/4) que antecedeu o feriado nacional registrou operações isoladas no mercado do boi gordo, com baixa liquidez nos negócios, apontaram as consultorias do setor pecuário


Na semana, diante do descompasso entre oferta e demanda, os preços da boiada gorda registraram recuos quase que generalizados entre as principais praças pecuárias do Brasil, informam os analistas da IHS Markit. O fluxo dos embarques de carne bovina ao exterior se mantém em volumes superiores ao ano passado para igual período e isso injetou uma maior confiança no setor produtivo durante os primeiros meses de 2022, observam os analistas. No entanto, os exportadores brasileiros passaram a ficar mais cautelosos depois das novas medidas de lockdown (contra o avanço de novas contaminações por Covid-19) adotadas pela China. Além disso, os embargos temporários do governo chinês envolvendo algumas plantas frigoríficas brasileiras também trouxeram um clima de desconfiança entre os exportadores brasileiros. Nas últimas semanas, os preços da carne bovina subiram consideravelmente no exterior, mas a forte desvalorização do dólar frente ao real também acendeu um sinal de alerta no setor de exportação, já que o produto brasileiro ficou menos competitivo lá fora. O Brasil exportou de 48,15 mil toneladas da proteína nos primeiros seis dias úteis de abril, o que resultou numa média diária de 8,02 mil toneladas, um avanço de 27,9% em relação à média embarcada no mesmo mês do ano passado, quando ficou em 6,27 mil toneladas, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Quando comparado ao volume médio diário de embarque registrado em março/22, o ritmo de abril é 4,2% superior, informa a IHS. De acordo com o fluxo registrado nos primeiros seis dias úteis de abril, o Brasil pode exportar em torno de 150 mil toneladas até o final deste mês (caso o ritmo atual persista), prevê a IHS. “Na quinta-feira, os agentes do mercado estavam ausentes das operações, tanto de compras quanto de venda de bovinos, condição que gerou um cenário de preços estáveis na maior parte das praças pecuárias cobertas pela IHS Markit”, destacam os analistas da consultoria. Na avaliação da IHS Markit, neste período inicial de entressafra, cresceu o volume de ofertas de boiada gorda em grande parte das regiões do País, o que deve dar sustentação ao cenário de baixa nos preços da arroba até pelo menos o final de abril. No dia 14 de abril, a IHS Markit registrou recuo diário nos preços do boi gordo na praça de Feira de Santana (BA), de R$ 290/@ para R$ 285@, e em Cacoal (RO), saindo de R$ 275/@ para R$ 270/@.

Também houve queda nos preços das fêmeas gordas nas praças citadas acima, de R$ 280/@ para R$ 270/@ e R$ 265/@ para R$ 260/@. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 305/@ (à vista) vaca a R$ 280/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 332/@ (prazo) vaca a R$ 285/@ (prazo); MS-Dourados: boi a R$ 300/@ (à vista) vaca a R$ 280/@ (à vista); MS-C. Grande: boi a R$ 305/@ (prazo) vaca a R$ 280/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 290/@ (prazo) vaca a R$ 280/@ (prazo); MT-Tangará: boi a R$ 290/@ (prazo) vaca a R$ 280/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 290/@ (à vista) vaca a R$ 280/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 292/@ (à vista) vaca a R$ 275/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 300/@ (prazo) vaca R$ 280/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 340/@ (à vista) vaca a R$ 310/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 285/@ (prazo) vaca a R$ 275/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 290/@ (prazo) vaca a R$ 285/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 285/@ (prazo) vaca a R$ 270/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 285/@ (à vista) vaca a R$ 270/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 270/@ (à vista) vaca a R$ 260/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 280/@ (à vista) vaca a R$ 260/@ (à vista).

PORTAL DBO


China suspende compra de carne de unidades de JBS, Marfrig e Naturafrig por uma semana

Na semana passada, a GACC suspendeu as importações de duas unidades brasileiras de carne bovina e uma produtora de aves, também por uma semana, a partir de 8 de abril. Essa proibição envolveu unidades de carne bovina da JBS em Goiás e da Marfrig no Mato Grosso e uma unidade de frango em São Paulo de propriedade da Zanchetta

A Administração Geral de Aduanas da China (GACC) suspendeu por uma semana as importações de três exportadores brasileiros de carne bovina - JBS SA, Marfrig e Naturafrig -, informou o jornal Valor Econômico, citando um comunicado enviado à embaixada do Brasil em Pequim. A decisão afeta quatro unidades localizadas no Mato Grosso e em São Paulo e entrou em vigor no sábado. De acordo com o comunicado, os técnicos identificaram a presença de ácido nucleico do novo coronavírus na embalagem externa de quatro lotes de produtos congelados dessas empresas enviados para a China. A decisão afeta o frigorífico da JBS em Barra do Garças, no Mato Grosso, e as unidades da Marfrig em Várzea Grande, no Mato Grosso, e Promissão, em São Paulo, e o frigorífico da Naturafrig em Pirapozinho, também no Estado de São Paulo. As empresas não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

Reuters


SUÍNOS


Suínos: quinta-feira (14) fechou com alta

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em em R$ 105,00/R$ 115,00, enquanto a carcaça especial subiu 2,30%/2,22%, custando R$ 8,90 o quilo/R$ 9,20 o quilo


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (13), o preço ficou estável apenas em São Paulo, valendo R$ 5,91/kg. Houve alta de 0,82% no Rio Grande do Sul, chegando em R$ 4,91/kg, aumento de 0,64% em Santa Catarina, atingindo R$ 4,70/kg, avanço de 0,42% no Paraná, custando R$ 4,74/kg, e de 0,17% em Minas Gerais, fechando em R$ 5,78/kg. Na quinta-feira (14), os preços do suíno comercializado no mercado independente tiveram alta na maior parte das praças produtoras. Lideranças da área pontuam que houve uma conjunção de fatores, como a semana de entrada da massa salarial, feriadão de Páscoa com fim da Quaresma e também a queda das temperaturas nas regiões Sul e Sudeste, o que animou o consumo.

Cepea/Esalq


Suínos/Cepea: Preços sobem na maior parte das praças

Os preços do suíno vivo no mercado independente se elevaram na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea nesta semana


Com preço mais competitivo frente a outras carnes, as vendas do vivo e da carcaça estão aquecidas. Além disso, a proximidade do fim da Quaresma e a expectativa de temperaturas mais amenas têm levado compradores a iniciarem a criação de estoques de carne suína. Apesar das recentes altas nos preços do suíno vivo, as desvalorizações registradas no começo deste mês fazem com que a média da parcial de abril ainda esteja inferior à de março.

Cepea


Suinocultura independente: preços reagem em semana de entrada de salários e feriadão de Páscoa

Na quinta-feira (14), os preços do suíno comercializado no mercado independente tiveram alta na maior parte das praças produtoras com a semana de entrada da massa salarial, feriadão de Páscoa com fim da Quaresma e também a queda das temperaturas nas regiões Sul e Sudeste


No Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 07/04/2022 a 13/04/2022), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve alta de 1,72%, fechando a semana em R$ 5,07/kg vivo. "Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo apresente queda, podendo ser cotado a R$ 5,05/kg", informou o Lapesui. Em São Paulo, de acordo com informações da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), o preço saiu de R$ 6,13/kg vivo para R$ 6,67/ kg vivo. Na outra ponta, o consumo está numa semana promissora, tanto que houve alta também no preço da carcaça. Na Bolsa de Santa Catarina o preço também se elevou, saindo de R$ 5,27/kg para R$ 5,66/kg vivo. Minas Gerais também registrou alta, saindo de R$ 5,80/ kg para R$ 6,80/kg, de acordo com dados fornecidos pela Associação de suinocultores do Estado de Minas Gerais. Conforme dados da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), a Pesquisa Semanal do Preço do Suíno, milho e farelo de soja no Rio Grande do Sul apontou aumento de 30 centavos no preço do suíno independente. Na quinta-feira (14), a cotação registrada foi de R$ 5,92. O custo médio da saca de 60 quilos de milho ficou em R$ 89,00. Já o preço da tonelada do farelo de soja é de R$ 2.588,33 e da casquinha de soja é de R$ 1.112,50, ambos para pagamento à vista, preço da indústria (FOB).

AGROLINK


FRANGOS


Frango: variações leves na quinta-feira (14)

Considerando-se as médias do frango vivo comercializado no estado de São Paulo e do milho vendido em Campinas (SP), o avicultor de corte consegue comprar, nesta parcial de abril, 4,22 quilos do cereal com a venda de um quilo de frango, 26,3% a mais que em março e a maior quantidade desde julho/20


Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave no atacado teve alta de 0,64%, chegando em R$ 7,90/kg, o frango na granja ficou estável, valendo R$ 6,50/kg. Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço, enquanto Santa Catarina ficou estável em R$ 4,07/kg, e no Paraná houve queda de 0,52%, chegando em R$ 5,70/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (13), tanto a ave congelada quanto a resfriada ficaram estáveis, custando, respectivamente, R$ 7,95/kg e R$ 8,10/kg.

Cepea/Esalq


Frango/Cepea: Relação de troca entre frango vivo e milho é a menor desde julho/20

Com a forte valorização do frango vivo e a queda no preço do milho, o poder de compra do avicultor frente ao cereal neste mês é o maior desde julho de 2020


Já em relação ao farelo de soja, o cenário atual é o mais favorável desde novembro/21. No mercado de frango, segundo colaboradores do Cepea, a demanda está firme, sustentada pelas aquecidas exportações da proteína e pelo aumento da procura doméstica no início do mês. Já para o milho, a possibilidade de a segunda safra ser recorde vem mantendo os preços do cereal em queda. Para o farelo de soja, a finalização da colheita somada à pressão cambial e à menor demanda pelo produto pressionam as cotações domésticas. Dessa forma, considerando-se as médias do frango vivo comercializado no estado de São Paulo e do milho vendido em Campinas (SP), o avicultor de corte consegue comprar, nesta parcial de abril, 4,22 quilos do cereal com a venda de um quilo de frango, 26,3% a mais que em março e a maior quantidade desde julho/20. De farelo de soja, considerando-se o derivado negociado no mercado de lotes de Campinas, o poder de compra do avicultor paulista apresenta o melhor resultado desde novembro/21. Com a venda de um quilo de frango é possível a compra de 2,37 quilos do farelo de soja, 27% a mais que em março.

Cepea


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Exportações do Paraná crescem em março

Comodities mais valorizadas no mercado internacional podem ser os motivos da alta. Carnes, segundo item mais vendido pelo estado, representando 18,6% da pauta de exportações do Paraná, teve alta de 30% nos primeiros três meses deste ano, na comparação com igual intervalo do ano passado


Mesmo com a taxa média de câmbio em alta, fator que tende a desestimular as exportações porque o produto vendido lá fora fica mais caro, as exportações do Paraná cresceram 20,5% em março, na comparação com o mês anterior. A apreciação do real frente ao dólar de um mês para outro foi de 3,9%. Em relação a março de 2021, também houve aumento de 2,6% nas vendas de produtos paranaenses no exterior, assim como no acumulado deste primeiro trimestre de 2022, que segue 26% maior do que o resultado obtido no mesmo período do ano passado. A taxa média de câmbio no primeiro trimestre deste ano ficou 4,2% abaixo da registrada em igual período de 2021. Este cenário de valorização do real junto à moeda americana, que poderia ser um entrave ao comércio internacional, não se confirmou. Em março, foi negociado US$ 1,7 bilhão em mercadorias no exterior, chegando o total do ano, até o terceiro mês, a US$ 4,5 bilhões em valores exportados. Uma das explicações, de acordo com o economista da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Evânio Felippe, é a valorização do preço das comodities no mercado internacional, um dos principais produtos exportados pelo estado. “Outra explicação é que o conflito entre Ucrânia e Rússia gerou um descompasso entre demanda e oferta. O Brasil como importante player de comodities pode se beneficiar da situação”, lembra. Uma prova é a alta da soja exportada pelo Paraná, que representa 26% da pauta total de itens vendidos pelo estado no exterior. Só no primeiro trimestre deste ano foi negociado US$ 1,2 bilhão. Um crescimento de 17% em relação ao registrado no mesmo período de 2021. Carnes, segundo item mais vendido pelo estado, representando 18,6% da pauta de exportações do Paraná, teve alta de 30% nos primeiros três meses deste ano, na comparação com igual intervalo do ano passado. Já foram vendidos este ano US$ 836,8 milhões para fora do país. Em terceiro lugar vem a madeira, que representa 10,5% da pauta e cresceu 40% este ano, com US$ 471,5 milhões negociados. E, por último, com 8,1% de representatividade na pauta e 12% de elevação nas exportações, está material de transporte, com US$ 363,7 milhões em vendas. As importações somaram US$ 1,8 bilhão em março, com crescimento de 21% frente a fevereiro, e de 30% frente a março de 2021. No acumulado do ano, o Paraná negociou US$ 4,7 bilhões em produtos originários de outros países. Um crescimento de 24,5% em relação ao consolidado no primeiro trimestre do ano passado. Os principais itens comprados pelo estado foram produtos químicos (adubos, pesticidas e fertilizantes), que estão diretamente ligados à natureza da atividade econômica do Paraná, o agronegócio. Eles representam 26% da pauta de importações do estado e tiveram alta de 17% este ano na comparação com o adquirido nos três primeiros meses de 2021, somando US$ 1,2 bilhão. Na sequência, vem material elétrico e eletrônico (14% da pauta, US$ 672 milhões negociados e 65% de alta este ano); produtos mecânicos (9,6% da pauta, US$ 449 milhões negociados e 3,6% de alta); petróleo (8,6% da pauta, US$ 406 milhões negociados e alta de 16% este ano); e material de transporte (8,2% da pauta, US$ 387 milhões negociados, mas queda de 23% este ano). A partir destes resultados, pelo terceiro mês seguido, o saldo da balança comercial do Paraná ficou negativo, em US$ 69 milhões em março. Em fevereiro, foi de US$ 52 milhões e, em janeiro, fechou em US$ 80 milhões. No trimestre, a balança registra déficit de US$ 201 milhões, valor 3,8% melhor do que o registrado no mesmo intervalo de 2021, que foi de US$ 209 milhões.

FIEP


Turismo cresce 15,9% no primeiro bimestre deste ano no Paraná, aponta IBGE

Os dados constam na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse pequeno recorte está dentro de um ciclo de retomada do setor. No acumulado dos últimos doze meses o aumento é de 26,3%


As atividades turísticas cresceram 15,9% no primeiro bimestre deste ano no Paraná na comparação com o mesmo período do ano passado, que ainda registrava os primeiros momentos da vacinação contra a Covid-19 no território nacional, o que impedia o pleno funcionamento do setor. Os dados constam na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a análise da entidade, os números acompanharam a evolução da campanha de imunização e a segurança do turista em retornar as viagens e o consumo. A retomada dos voos comerciais, o aumento no número de ligações aéreas e o crescimento visível na movimentação no Litoral, nas praias de água doce (Oeste e Noroeste) e nos atrativos, como o Parque Nacional do Iguaçu, ajudam a explicar esses números. Na análise mensal do IBGE, fevereiro deste ano registrou crescimento de 14,9% no setor em relação a fevereiro do ano passado e uma pequena queda de 2,2% em relação a janeiro, o mês das férias. Desde abril de 2021 todos os comparativos mensais do instituto em relação aos mesmos meses dos anos anteriores apontam evolução constante. Os picos de crescimento foram de 88% em abril e 74% em maio do ano passado, diante da base comparativa muito baixa de 2020. No indicador de receita, que mostra a evolução monetária do setor, houve crescimento de 24,4% no bimestre de 2021, 33,7% no acumulado de doze meses e 23,5% em fevereiro deste ano (em relação ao mesmo mês do ano passado). O índice nacional de atividades turísticas caiu 1% em fevereiro frente ao mês anterior, após também ter recuado em janeiro (-0,4%). No bimestre o crescimento foi de 29% e no acumulado dos últimos doze meses alcança 39%. No entanto, segundo o IBGE, com a crise provocada pela pandemia o segmento ainda se encontra 10,9% abaixo do patamar de fevereiro de 2020.

AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


BRDE lidera ranking de operações com recursos do BNDES na Região Sul

Líder entre as instituições que operam em parceria com o banco federal no Sul, incluindo aquelas comerciais e cooperativas de crédito, o BRDE ocupa também a primeira posição em todo o país como agente financeiro do programa BNDES Automático.


Com um total de R$ 671,7 milhões em operações liberadas no primeiro trimestre deste ano (janeiro a março), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aparece nas primeiras posições em diferentes classificações no ranking de utilização de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na classificação geral em termos de recursos liberados junto ao BNDES, o BRDE também aparece em segundo lugar, ficando atrás apenas do Bradesco (R$ 1,4 bilhão), mas à frente de instituições como Itaú, Santander, Sicredi, Banco do Brasil e Banrisul. Neste período, o BRDE soma 5.728 operações aprovadas junto ao seu principal parceiro de funding (captação de financiamento). Apenas no Paraná, os valores dessa relação com o BNDES chegaram a R$ 140 milhões nesse mesmo período, para micro e pequenas empresas. A atuação do BRDE no Estado nesses três meses do ano é marcada por recursos para o agronegócio, energias limpas e renováveis, além do setor industrial.

AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar tem leve alta na quinta, mas fechou semana mais curta com queda

Na quinta-feira, a moeda norte-americana subiu 0,17%, vendida a R$ 4,6968


O dólar fechou em alta na quinta-feira (14), último dia de negociações da semana. O fim de semana prolongado atenuou o apetite dos investidores por risco. A moeda norte-americana subiu 0,17%, vendida a R$ 4,6968. A semana terminou com leve queda de 0,27%. Na quarta-feira, o dólar avançou 0,26%, cotado a R$ 4,6888. Com o resultado de hoje, passou a acumular baixa de 1,31% na parcial do mês. No ano, tem queda de 15,75% frente ao real. Além de citar a cautela antes do fechamento dos mercados na Sexta-Feira Santa, Victor Beyruti, economista da Guide Investimentos, chamou a atenção para temores fiscais antes da apresentação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2023, na quinta-feira, depois que o governo decidiu conceder um reajuste de 5% a todos os servidores públicos federais a partir de julho. A medida do governo busca debelar paralisações que já afetam órgãos públicos e faz aceno ao funcionalismo público antes das eleições presidenciais deste ano. O custo do reajuste anunciado está estimado em cerca de 6 bilhões de reais para os seis meses de vigência neste ano, quantia "bem superior aos 1,7 bilhões de reais que seriam usados para custear o aumento apenas da categoria de segurança pública" anunciado inicialmente pelo governo, apontou Beyruti. O temor dos mercados é que o aumento das despesas afete ainda mais a credibilidade fiscal do Brasil, que foi abalada no final do ano passado com a alteração da regra do teto de gastos sob a PEC dos Precatórios. No exterior, o ambiente também não estava muito favorável a moedas de países emergentes, com a política monetária dos principais bancos centrais do mundo em foco pouco depois do anúncio da decisão do mais recente encontro do Banco Central Europeu. A instituição manteve planos de reduzir lentamente seu estímulo, continuando bem mais suave em sua abordagem de combate à inflação que o banco central dos Estados Unidos, o Federal Reserve.

G1/GLOBO


Ibovespa terminou a semana em queda, com reajuste de servidores no Brasil

O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em queda na quinta-feira (14)


Na quarta-feira, o principal índice de ações da bolsa brasileira subiu 0,55%, a 116.782 pontos. A semana terminou com queda de 1,81%. Por aqui, pesou nos mercados o reajuste de 5% dado pelo governo federal ao funcionalismo público. O dia também marca o vencimento de opções sobre as ações locais. No exterior, a estratégia de aperto monetário do Banco Central Europeu e dados de atividade nos EUA estiveram no radar dos mercados. Com o resultado, passou a acumular queda de 3,18% no mês. No ano, no entanto, o ganho é de 10,84%.

G1/GLOBO


Exportações do agronegócio sobem em março e atingem valor recorde

O aumento foi motivado pela elevação de 27,6% nos preços dos produtos exportados, segundo o Ministério da Agricultura. O volume foi 1,4% maior.


As exportações do agronegócio atingiram em março US$ 14,53 bilhões, valor recorde para o mês e 29,4% superior a março de 2021. "O aumento foi motivado pela elevação de 27,6% nos preços dos produtos exportados", disse o Ministério da Agricultura. O volume foi 1,4% maior. Já as importações do setor somaram US$ 1,42 bilhão, alta de 5,9%. "O complexo soja (grão, farelo e óleo) permanece liderando as exportações brasileiras, com a cifra recorde de US$ 7,56 bilhões, respondendo por mais da metade do valor exportado de produtos do agronegócio em março", destacou a pasta. "Só as vendas externas de óleo de soja passaram de US$ 117,52 milhões em março de 2021 para US$ 328,77 milhões em março de 2022, alta de 179,8%, impulsionada pela redução na oferta de óleo de girassol, já que o maior produtor e exportador mundial é a Ucrânia, que enfrenta um conflito com a Rússia. "Em relação às carnes, a pasta diz que as exportações ultrapassaram, pela primeira vez, a marca de US$ 2 bilhões para meses de março (US$ 2,10 bilhões). A carne bovina foi o produto mais exportado, com recorde de US$ 1,11 bilhão e 191,58 mil toneladas exportadas, puxado pela demanda chinesa. No mês passado, as vendas para a China atingiram US$ 6,01 bilhões (alta de 26,6%). Os principais produtos foram soja em grãos (US$ 4,56 bilhões, com crescimento de 26,0%); carne bovina in natura (US$ 677,48 milhões, +108,5%); celulose (US$ 271,11 milhões, +30,3%); carne de frango in natura (US$ 123,08 milhões, +20,8%); açúcar de cana em bruto (US$ 96,63 milhões, +41,2%). De janeiro a março de 2022, as exportações do agronegócio somaram US$ 33,82 bilhões (alta de 45,9%), A importação somou US$ 3,78 bilhões (recuou de 2,1%). "Tanto as exportações no período como as importações do agronegócio foram afetadas pela alta dos preços médios. No caso das exportações, houve variação positiva em preços (+24,9%) e em volumes (+16,8%). Já as importações registraram alta de preços médios (+18,7%) e redução do índice de quantum no período (-17,8%)", informou o Ministério.

O ESTADO DE SÃO PAULO


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