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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 592 DE 05 DE ABRIL DE 2024


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 4 | nº 592 | 05 de abril de 2024


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL

 

BOVINOS

 

Preços da arroba do boi gordo seguem em estabilidade

Em âmbito externo, o mercado chinês permanece fraco em relação aos valores pagos à carne brasileira, com os importadores exercendo pressão sobre as cotações, informou a Agrifatto. No Paraná, o boi vale R$225,00 por arroba. Vaca a R$200,00. Novilha a R$205,00. Escalas de abate de sete dias.

 

Na quinta-feira (4/4), os preços do boi gordo andaram de lado na maioria das principais praças pecuárias brasileiras, informaram as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário. Pelos dados da Agrifatto, o preço médio do macho terminado (entre lotes de animais “comuns” e de “boi-China”) se manteve em R$ 227,50/@ no Estado de São Paulo. Nas demais regiões cobertas pela consultoria (16 praças), a média permaneceu estável em R$ 215,65/@.  “Pelo segundo dia consecutivo, todas as 17 praças mantiveram suas cotações laterais”, ressaltou a Agrifatto. Segundo apuração da Scot Consultoria, a queda de braço entre frigoríficos e pecuaristas continua nas praças pecuárias do País. No estado de São Paulo, diz a Scot, as indústrias locais abriram a quinta-feira ofertando R$ 3/@ a mais para a novilha gorda, que agora vale R$ 220/@, no prazo, preço bruto. Para as demais categorias, os preços seguiram firmes no mercado paulista, com o boi “comum” apregoado em R$ 227/@, a vaca gorda negociada por R$ 205/@ e o “boi China” cotado em R$ 235@ (ágio de R$ 8/@ sobre o animal sem padrão-exportação, segundo a Scot. Sem mudanças significativas, o mercado chinês permanece fraco em relação aos preços pagos à carne bovina brasileira, com os importadores exercendo contínua pressão sobre as cotações, informou a Agrifatto. “Embora haja uma demanda razoável da China por carne bovina, o ponto de discussão reside nos novos valores de compra”, afirma a consultoria, acrescentando: “Enquanto algumas indústrias brasileiras optam por não fechar negócios devido aos baixos valores propostos, outras se encontram em uma situação em que não têm alternativa a não ser vender a preços mais baratos”. As últimas ofertas da China para compra de dianteiro foram em US$ 4.200/tonelada, segundo a Scot. “Este preço não é considerado satisfatório para os exportadores”, ressaltou a consultoria, completando: “Ainda assim, o mercado é soberano e os negócios são realizados nesses valores”. Preços dos animais terminados apurados pela Agrifatto na quinta-feira (4/4): São Paulo — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China”, R$235,00. Média de R$227,50. Vaca a R$200,00. Novilha a R$215,00. Escalas de abates de dez dias; Minas Gerais — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de onze dias; Mato Grosso do Sul — O “boi comum” vale R$215,00 a arroba. O “boi China”, R$225,00. Média de R$220,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$205,00. Escalas de abate de sete dias; Mato Grosso — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de nove dias; Tocantins — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$185,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de onze dias; Pará — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$185,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de treze dias; Goiás — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China/Europa”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de oito dias; Rondônia — O boi vale R$190,00 a arroba. Vaca a R$175,00. Novilha a R$180,00. Escalas de abate de onze dias; Maranhão — O boi vale R$205,00 por arroba. Vaca a R$180,00. Novilha a R$185,00. Escalas de abate de onze dias.

Scot Consultoria/Portal DBO/S&P Global/AGRIFATTO

 

Volume exportado de carne bovina in natura registra avanço de 33,79% em março/24. preço médio recua 5,9%

Volume exportado atingiu 166,3 mil toneladas em 20 dias úteis

 

O volume exportado de carne bovina in natura finalizou o mês de março/24 com 166,3 mil toneladas, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O volume exportado até o momento teve um crescimento de 33,79% frente ao registrado em março do ano anterior, com 124,3 mil toneladas em 23 dias úteis.  A média diária exportada até a quinta semana de março/24 ficou em 8,3 mil toneladas e isso representou um avanço de 33,7% frente ao comparativo anual. No ano anterior, a média diária exportada em março de 2023 ficou em 5,4 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 4.529 por tonelada, queda de 5,9% frente aos dados divulgados em março de 2023, com preços médios de US$ 4.811 mil por tonelada. O valor negociado para o produto até a quinta semana de março/24 ficou em US$ 753,3 milhões, tendo em vista que o preço comercializado durante o mês de março do ano anterior foi de US$ 598,4 milhões. A média diária ficou em US$ 37,6 milhões, um avanço de 25,9%, frente ao observado no mês de março do ano passado, com US$ 26 milhões.

Agência Safras

 

SUÍNOS

 

Suínos: predomina estabilidade nas cotações

Segundo pesquisadores do Cepea, o poder de compra de suinocultores paulistas frente ao farelo de soja vem crescendo há três meses, atingindo, em março, o melhor resultado desde novembro de 2020, em termos reais.

 

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF ficou estável, custando, em média, R$ 127,00, assim como a carcaça especial, com valor de R$ 9,90/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quarta-feira (3), houve queda somente no Paraná, na ordem de 0,48%, chegando a R$ 6,22/kg, e alta somente em Santa Catarina, de 0,17%, custando R$ 6,04/kg. Os valores ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 6,37/kg), Rio Grande do Sul (R$ 6,13/kg), e São Paulo (R$ 6,56/kg). 

Cepea/Esalq

 

Exportação de carne suína in natura em março fica abaixo de março/22 e fevereiro/24

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne suína in natura, referentes à quinta semana de março (20 dias úteis), não atingiram nem o faturamento ou o volume registrado em março de 2023, ficando também abaixo dos dados de fevereiro deste ano

 

A receita obtida, US$ 179,1 milhões, representa 77,38% do total arrecadado em todo o mês de março de 2023, que foi de US$ 231,5 milhões. No volume embarcado, as 78.827 toneladas são 82,77% do total registrado em março do ano passado, com 95.225 toneladas. Em relação ao mês de fevereiro, o faturamento de US$ 179,1 milhões em março representa queda de 6,09% em comparação com US$ 190,7 milhões arrecadados em fevereiro deste ano. Já o volume embarcado 78.827 toneladas, é 6,60% inferior em relação às 84.404 toneladas exportadas em fevereiro. O faturamento por média diária foi de US$ 8.9 milhões, quantia 22,6% menor do que a de março de 2023. No comparativo com a semana anterior, houve alta de 3,34% observando os US$ 8.6 milhões, vistos na semana passada. Nas toneladas por média diária, foram 3.941 toneladas, houve retração de 17,2% no comparativo com o mesmo mês de 2023. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, aumento de 3,59%, comparado às 3.804 toneladas da semana passada. No preço pago por tonelada, US$ 2.272, ele é 6,5% inferior ao praticado em março passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa queda de 0,24% em relação aos US$ 2.278, anteriores.

Agência Safras

 

Suinocultura independente: quinta-feira com praças (e preços) em direções diferentes

As principais praças que comercializam suínos no mercado independente tiveram movimentações diferentes na quinta-feira (4), com preços estáveis em algumas, queda ou falta de acordo, com sugestão de alta de preços a ser praticada pelos suinocultores

 

Em São Paulo o preço ficou estável em R$ 7,04/kg vivo pela quarta semana, com acordo entre suinocultores e frigoríficos, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). No mercado mineiro, houve alta, passando de R$ 6,40/kg vivo para R$ 6,80/kf vivo, sem acordo, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal não mudou, negociado a R$ 6,41/kg vivo pela segunda semana consecutiva. No Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 28/03/2024 a 04/04/2024), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve queda de 1,78%, fechando a semana em R$ 6,17/kg vivo. "Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo apresente baixa, podendo ser cotado a R$ 6,27/kg vivo", informou o Lapesui.

Agrolink

 

Suínos/Cepea: Poder de compra frente ao farelo de soja é o maior desde nov/20

Levantamentos do Cepea mostram que o poder de compra de suinocultores paulistas frente ao farelo de soja vem crescendo há três meses, atingindo, em março, o melhor resultado desde novembro de 2020, em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-DI de fevereiro/24)

 

Isso porque, enquanto o preço do animal vivo se sustentou em relação a fevereiro, o do derivado caiu fortemente. Frente ao milho, o poder de compra do último mês foi o maior desde novembro do ano passado, também em termos reais. Considerando-se o suíno negociado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) e os insumos comercializados no mercado de lotes da região de Campinas (SP), o suinocultor paulista pôde comprar, na média de março, 3,55 quilos de farelo de soja com a venda de um quilo do animal, volume 7% superior ao adquirido em fevereiro. Quanto ao milho, no mesmo período, foi possível a compra de 6,39 quilos do cereal, quantidade 0,7% maior.

Cepea

 

FRANGOS

 

Preços do frango vivo estáveis no PR e SC

Quinta-feira (4) de mudanças nos preços do frango congelado ou resfriado em São Paulo

 

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável, valendo R$ 5,00/kg, assim como o frango no atacado, valendo R$ 6,62/kg. No caso do animal vivo, Paraná ficou não mudou, valendo R$ 4,56/kg, da mesma maneira que em Santa Catarina, com valor de R$ 4,43/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à quarta-feira (3), a ave congelada teve queda de 0,55%, chegando a R$ 7,17/kg, enquanto o frango congelado subiu 0,68%, valendo R$ 7,38/kg.

Cepea/Esalq

 

Ministério da Agricultura renova decreto de emergência zoossanitária para gripe aviária no Brasil

O decreto de emergência zoossanitária para a influenza aviária de alta patogenicidade deve ser renovado pelo Ministério da Agricultura, de acordo com informações do Broadcast Agro

 

O decreto inicial foi feito em 22 de maio de 2023, prorrogado por 180 dias em novembro. Vários Estados brasileiros, de forma independente, também passaram a decretar a medida desde então. Agora, o decreto vai até dia 3 de maio. O país contabiliza até agora 160 casos da doença, sendo 3 em aves de subsistência e 5 em mamíferos marinhos, de acordo com a plataforma do Ministério dedicada a informar os casos da doença.

Broadcast Agro

 

Volume e faturamento do frango exportado em março superam movimento de fevereiro

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne de aves in natura na quinta semana de março (20 dias úteis), superaram os números de fevereiro deste ano 

 

A receita obtida, US$ 688,6 milhões, representa 67,41% do total arrecadado em todo o mês de março de 2023, que foi de US$ 901,2 milhões. No caso do volume embarcado, as 391.278 toneladas são 80,86% do total registrado em março do ano passado, com 483.886 toneladas.

Em relação ao mês de fevereiro, o faturamento de março representa aumento de 7,71% em comparação com US$ 639,3 milhões arrecadados em fevereiro deste ano. Já o volume embarcado, 391.278 toneladas, é 6,1% maior do que as 368.654,796 toneladas exportadas em fevereiro. O faturamento por média diária foi de US$ 34,4 milhões, valor 23,6% menor do que o registrado em março de 2023. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 1,76%. Em toneladas por média diária, foram 19.563 toneladas, diminuição de 19,1% no comparativo com o mesmo mês de 2023. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se retração de 0,34% em relação às 19.631 toneladas da semana anterior. No preço pago por tonelada, US$ 1.760, ele é 5,5% inferior ao praticado em março do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa recuo de 1,43% no comparativo ao valor de US$ 1.785 visto na semana passada.

Agência Safras

 

LEGISLAÇÃO

 

STF mantém cobrança retroativa de impostos em casos de revisão de decisões tributárias

Maioria do STF decidiu que empresas não precisam pagar multas tributárias pelo não recolhimento da CSLL desde 2007

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou na quinta-feira (4) os recursos apresentados por empresas contra a cobrança retroativa de impostos. Em fevereiro de 2023, o plenário fixou a tese de que uma decisão judicial definitiva (transitada em julgado) produz efeitos apenas enquanto permanecer o cenário que a justificou. Com isso, caso o cenário mude, a decisão anterior pode ser revista e deixar de ter eficácia. Na sessão desta tarde, o Supremo manteve esse entendimento. Neste ponto, a tese apresentada pelo relator, ministro Luís Roberto Barroso, saiu vencedora. Barroso defendeu que a cobrança dos tributos deve retroagir. Ele foi acompanhado por Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes, André Mendonça e por Rosa Weber, que votou antes de sua aposentadoria. Já os ministros Luiz Fux, Edson Fachin, Dias Toffoli e Nunes Marques votaram para que a cobrança fosse feita com base na data do último julgamento, ou seja, fevereiro de 2023. Além disso, a maioria dos ministros decidiu que as empresas não precisam pagar multas tributárias, de qualquer natureza, pelo não recolhimento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). No julgamento do ano passado, os ministros estabeleceram que a cobrança poderia ocorrer a partir de 2007, quando o STF validou a lei que criou a CSLL (ADI 15). Nos embargos de declaração, as empresas pediram que a cobrança fosse retomada apenas a partir da decisão nos recursos, em 2023, o que foi rejeitado pela Corte nesta tarde. A tese vencedora, neste caso, foi a de Mendonça. Acompanharam o entendimento de Mendonça contra as multas os ministros Fux, Barroso, Fachin, Toffoli e Nunes Marques.

Gazeta do Povo

 

GOVERNO

 

Desembolso do crédito rural chega a R$ 319,2 bilhões em nove meses

Até o momento, o total do desembolso corresponde a 73% do montante que foi programado para a atual safra para todos os produtores

 

Com um aumento de 14% em relação a igual período da safra passada, o montante do desembolso do crédito rural chegou a R$ 319,2 bilhões no Plano Safra 2023/24, no período de julho/2023 até março/2024. Os financiamentos de custeio tiveram aplicação de R$ 177 bilhões. Já as contratações das linhas de investimentos totalizaram R$ 75 bilhões. As operações de comercialização atingiram R$ 40 bilhões e, as de industrialização, R$ 25 bilhões. Foram realizados 1.670.825 contratos no período de nove meses do ano agrícola, sendo 1.252.972 no Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e 153.463 no Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural). Os demais produtores formalizaram 264.390 contratos, correspondendo a R$ 232,2 bilhões de financiamentos liberados pelas instituições financeiras. O total de R$ 319,2 bilhões corresponde a 73% do montante que foi programado para a atual safra para todos os produtores (pequenos, médios e grandes), que é de R$ 435,8 bilhões. Na agropecuária empresarial (médios e grandes produtores rurais), a aplicação do crédito rural atingiu R$ 273,5 bilhões de julho a março, correspondendo a uma alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse valor significa 75% do total programado pelo governo, de R$ 364,2 bilhões. Os valores concedidos aos pequenos e médios produtores em todas as finalidades (custeio, investimento, comercialização e industrialização) foram, respectivamente, de R$ 45 bilhões no Pronaf e, de R$ 41 bilhões no Pronamp. Nos financiamentos agropecuários para investimento, o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) teve contratações da ordem de R$ 6,6 bilhões, significando um aumento de 51% em relação a igual período na safra anterior. E os financiamentos para o Pronamp alcançaram R$ 4 bilhões, alta de 102%. Em relação às fontes de recursos do crédito rural, a participação dos recursos livres equalizáveis atingiu R$ 10,4 bilhões, significando um aumento de 191% em relação a igual período da safra anterior. Cabe destacar, ainda, a contribuição da fonte não controlada, a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA Livre), para o funding do crédito rural, que respondeu a 50% do total das aplicações da agricultura empresarial, nos primeiros nove meses da safra atual, se situando em R$ 138 bilhões, um aumento de 98% em relação a igual período da safra passada, quando essa fonte representou 29% (R$ 69,6 bilhões) do total das aplicações da agricultura empresarial.

MAPA

 

Mapa implementa assinatura eletrônica para certificação sanitária nacional de produtos de origem animal

Com a digitalização, a emissão do certificado dará mais celeridade e segurança para as empresas

 

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) acaba de implementar a assinatura eletrônica para a emissão de Certificados Sanitários Nacionais (CSN) utilizados para o trânsito no território nacional de produtos de origem animal que serão posteriormente exportados. A iniciativa lançada na quarta-feira (3) pelo Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, tem o propósito de agilizar e facilitar o serviço público prestado, para uma melhor rastreabilidade e maior segurança tanto para os servidores quanto para as empresas. “O certificado sanitário assinado eletronicamente trará maior confiabilidade, segurança e transparência no processo de certificação emitidos pelo Brasil”, destacou o Ministro Fávaro. A nova ferramenta foi desenvolvida pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) e a Subsecretaria de Tecnologia da Informação (STI) dentro do Sistema SIGSIF (Sistema de Informação Gerencial do Serviço de Inspeção Federal). Para o auditor fiscal federal agropecuário - médico veterinário, a implementação da assinatura eletrônica traz agilidade visto que não precisará mais imprimir, carimbar e assinar centenas de certificados diariamente de forma física. Já para as empresas, o ganho está na facilitação e desburocratização do processo uma vez que terão acesso ao documento emitido de forma imediata e poderão realizar a sua impressão para apresentação aos órgãos de fiscalização do Brasil e dos países importadores. “A expectativa é trazer maior eficiência ao processo certificação sanitária, eliminando etapas burocráticas sem, no entanto, alterar os procedimentos técnicos de análise do certificado a ser emitido”, relata o Secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart. “É um momento histórico, um salto gigantesco que estamos promovendo para a facilidade de comércio no Brasil”, pontuou. Além da assinatura eletrônica, os certificados contam ainda com código de autenticidade e com QR Code, permitindo a checagem da veracidade do documento. Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), destacou o impacto da iniciativa para as empresas. “A decisão de tocar isso para a frente é um marco histórico para nós. A gente ganha horas e minutos preciosos de competitividade. Isso aqui é dinheiro na veia do Brasil, porque a gente consegue ser mais competitivo e mais rápido”, disse. A próxima etapa dessa modernização, já em desenvolvimento, será a implementação da extensão para a emissão de Certificados Sanitários Internacionais (CSI), de acordo com as tratativas e aceitação dos países importadores. Para que as exportações de produtos de origem animal ocorram é necessário que o Brasil emita o Certificado Sanitário, que é o documento oficial que atesta o cumprimento dos requisitos sanitários do Brasil e do país importador, englobando a rastreabilidade, a inocuidade e a segurança do produto. Esse procedimento é executado por servidores do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA), da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa.

MAPA

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

PIB da cadeia da soja e do biodiesel cresce 21% em 2023, mas renda real recua 5,3%, diz Cepea

O PIB total da cadeia da soja e do biodiesel cresceu 21% em 2023 frente ao ano anterior, conforme levantamento realizado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove)

 

O levantamento do Cepea/Abiove indica que o expressivo avanço anual se deve a elevações do PIB de todos os segmentos da cadeia produtiva, com destaque para a soja dentro da porteira. Entre 2022 e 2023, os crescimentos do PIB foram: de 6,24% para insumos; de 39,2% para a soja; de 6,82% para a agroindústria; e de 16,58% para os agrosserviços. No entanto, a renda real da cadeia em 2023 caiu 5,34% frente a 2022, devido ao comportamento de queda nos preços. De todo modo, a cadeia produtiva manteve sua elevada dimensão econômica, e agregou PIB expressivo de R$ 635,9 bilhões em 2023, representando 23,2% do PIB do agronegócio e 5,9% do PIB brasileiro. A população ocupada (PO) na cadeia da soja e do biodiesel em 2023 foi de 2,32 milhões de pessoas, 10,74% acima do ano anterior, garantindo novo recorde no mercado de trabalho dessa cadeia. Com esse resultado, as participações da PO da cadeia produtiva na PO do agronegócio e na do Brasil se mantiveram expressivas: em 10,07% e em 2,35%, respectivamente. O levantamento Cepea/Abiove indica que a agroindústria do biodiesel manteve destaque quanto ao aumento da geração de empregos, com avanço de 18,45% no número de pessoas ocupadas entre 2022 e 2023. Também houve aumento do emprego nos segmentos de insumos (6,15%) e de agrosserviços (17,04%), refletindo os excelentes resultados das produções dentro da porteira e agroindustrial, que estimulam os segmentos a montante e a jusante na cadeia produtiva. Por sua vez, a população ocupada reduziu no campo (-4,82%) e na agroindústria de esmagamento e refino (-5,13%). Em 2023, o valor exportado pela cadeia produtiva somou US$ 67,6 bilhões, ficando 10,24% acima do registrado em 2022. Segundo pesquisadores do Cepea/Abiove, esse aumento é atribuído aos maiores volumes embarcados (+24,59%), tendo em vista que os preços de exportação caíram (-11,52%). De 2022 a 2023, houve aumento nos valores exportados de soja, biodiesel e farelo de soja – em todos os casos, devido aos maiores volumes embarcados. Na mesma comparação, houve redução nos valores exportados de óleo de soja, glicerol e proteína de soja. Entre 2022 e 2023, os valores exportados pela cadeia produtiva aumentaram para a China (+21,86%), América do Norte (143,41%), Leste Asiático (2,24%) e Sudeste Asiático (+1,23%) – os quais, em conjunto, representaram 72,39% das exportações da cadeia produtiva no ano. Novas regulamentações têm mudado a composição das exportações da cadeia produtiva, com avanço para destinos como a União Europeia e América do Norte. Ressalta-se que escoamento de produtos da cadeia produtiva para o mercado chinês manteve-se expressivo ao longo de 2023.

Cepea/Esalq

 

ECONOMIA/INDICADORES

 

Dólar termina em alta ante real de olho no exterior

Após sustentar leves perdas durante a maior parte do dia, o dólar à vista fechou a quinta-feira em leve alta ante o real, em sessão marcada por uma busca por ativos de maior risco após a divulgação de números mais fracos que o esperado do mercado de trabalho dos EUA

 

O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,0526 reais na venda, em alta de 0,21%. Às 17h23, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,04%, a 5,062 reais na venda. Desde a tarde de quarta-feira já havia no mercado uma percepção mais positiva em relação à política monetária dos EUA, após a divulgação de dados do setor de serviços norte-americano e de declarações do chair do Federal Reserve, Jerome Powell. Durante um evento, Powell afirmou que há riscos de se cortar os juros muito cedo, mas também de se esperar demais. Ao mesmo tempo, afirmou que a política monetária está apertada e funcionando e que o mercado de trabalho está se reequilibrando. Com as palavras de Powell, o dólar já havia recuado ante o real na quarta-feira, em meio à percepção de que o Federal Reserve cortará de fato os juros ainda em 2024. “O pessoal está repercutindo o Powell que, apesar dos dados fortes de inflação e atividade, manteve o tom dizendo que está olhando os números para cortar juros, mantendo inclusive a possibilidade de corte no curto prazo”, avaliou Matheus Massote, especialista em câmbio da One Investimentos. Operador ouvido pela Reuters pontuou ainda que as notícias de que os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e da Casa Civil, Rui Costa, concordaram sobre pagamento de dividendos extraordinários da Petrobras animou os mercados de modo geral, o que favoreceu a busca por ativos de maior risco no Brasil, como ações. Às 16h51, o dólar à vista foi cotado a 5,0549 reais (+0,26%), na máxima da sessão. O movimento ocorreu em meio a certa tensão militar no exterior entre Israel e Irã. Durante a tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total positivo de 1,752 bilhão de dólares em março, com saídas líquidas de 5,540 bilhões de dólares pelo canal financeiro e entradas líquidas de 7,292 bilhões de dólares pela via comercial.

Reuters

 

Ibovespa tem alta discreta com Petrobras volátil e piora em NY

O Ibovespa fechou com uma alta tímida na quinta-feira, distante da máxima da sessão, quando superou 129 mil pontos, minado pela queda da Petrobras após as ações experimentarem forte volatilidade com o noticiário envolvendo o comando da estatal e a distribuição de dividendos.

 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,09%, a 127.427,53 pontos. O volume financeiro somou 31,1 bilhões de reais. Nos EUA, o retorno do título de 10 anos do Tesouro norte-americano marcava 4,3074% no final do dia, de 4,355% na véspera, após dados corroborarem apostas de que o Federal Reserve deve promover três cortes na taxa de juros este ano, conforme sinalizado em projeções da autoridade monetária. A agenda macroeconômica dos EUA mostrou nesta quinta-feira que os anúncios de demissões aumentaram 7% em março, atingindo o maior patamar desde janeiro de 2023, enquanto os pedidos semanais de auxílio-desemprego cresceram mais do que o esperado. O S&P 500, uma das referências do mercado acionário norte-americano, porém, mudou de direção e encerrou em baixa de 1,23%, o que pesou no pregão brasileiro, com Wall Street reagindo a falas de autoridades do Fed adotando uma abordagem cautelosa sobre as perspectivas de cortes na taxa de juros. O presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, disse na quinta-feira que, na reunião do banco central dos EUA no mês passado, ele previu dois cortes na taxa de juros este ano, mas se a inflação continuar a estagnar, talvez não seja necessário fazer nenhum corte até o fim do ano. As atenções agora se voltam para dados sobre a criação de vagas nos EUA, que serão divulgados na sexta-feira, conforme agentes financeiros continuam calibrando suas apostas sobre os próximos movimentos do banco central da maior economia do mundo. "O mercado está bem atento pra ver se traz um pouco mais de clareza... sobre o possível corte de juros nos Estados Unidos", afirmou o analista da CM Capital, Alex Carvalho. Ele avaliou que uma redução em junho favorecerá o desempenho dos mercados, principalmente da bolsa brasileira, que está precisando de um "fôlego novo". "Em 2024, (o Ibovespa) está devendo, vem muito lateral" afirmou. Até o momento, o Ibovespa acumula queda de cerca de 5% neste ano.

Reuters

 

Brasil tem superávit comercial de US$7,5 bi em março e governo piora projeção para 2024

A balança comercial brasileira registrou superávit de 7,483 bilhões de dólares em março, segundo dados do governo divulgados na quinta-feira, com recuo significativo das exportações no mês

 

Também na quinta, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) piorou sua projeção para o saldo comercial do país em 2024, passando de um resultado positivo de 94,9 bilhões de dólares previsto em janeiro para um superávit de 73,5 bilhões de dólares. Se confirmada a nova projeção, o ano será encerrado com um saldo comercial 25,7% abaixo do observado em 2023, quando ficou positivo em 98,9 bilhões de dólares. A piora na perspectiva para este ano foi influenciada por uma previsão de exportações mais fracas, de 332,6 bilhões de dólares, contra 348,2 bilhões de dólares estimados em janeiro. Ao mesmo tempo, o MDIC vê 259,1 bilhões de dólares em importações neste ano, acima dos 253,8 previstos há três meses. Para a corrente de comércio, que soma exportações e importações, a projeção foi revisada para 591,7 bilhões de dólares, contra estimativa anterior de 602,0 bilhões de dólares. O saldo positivo de 7,5 bilhões de dólares em março ficou acima da estimativa apontada em pesquisa da Reuters com economistas, que apontava expectativa de saldo positivo de 6,9 bilhões de dólares para o período. O desempenho da balança comercial no mês passado foi 30,4% mais fraco do que os 10,8 bilhões de dólares de saldo registrados em março de 2023. O valor das exportações caiu 14,8%, a 27,980 bilhões de dólares, enquanto as importações caíram 7,1%, a 20,498 bilhões de dólares. O diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do MDIC, Herlon Brandão, afirmou que a comparação entre os saldos apresentou grande diferença porque março de 2023 registrou recorde histórico no valor dos embarques de produtos ao exterior. Os dados da pasta mostraram ainda que o saldo comercial acumulado no primeiro trimestre foi de 19,079 bilhões de dólares, 22,2% maior que o observado no mesmo período de 2023. O desempenho foi resultado de exportações de 78,272 bilhões de dólares e importações de 59,194 bilhões de dólares.

Reuters

 

Indicador antecedente de emprego no Brasil sobe pelo 4° mês seguido em março, diz FGV

O Indicador Antecedente de Emprego do Brasil avançou em março pela quarta vez consecutiva, renovando uma máxima desde outubro de 2022, informou na quinta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV)

 

O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, subiu 1,0 ponto em março, para 79,5 pontos, maior nível desde outubro de 2022 (79,8). "Essa sequência de resultados positivos sugere um primeiro semestre favorável para o mercado de trabalho, mas o patamar ainda baixo do indicador e o ritmo de recuperação não deixam imaginar que essa retomada vai ser em ritmo mais forte do que já vem ocorrendo", avaliou Rodolpho Tobler, economista da FGV Ibre. "A continuidade desse cenário favorável no ambiente macroeconômico é fator chave para a evolução do indicador." Entre os componentes de destaque do IAEmp em março estão os de Emprego Previsto da Indústria e de Tendência dos Negócios de Serviços que contribuíram com 0,6 e 0,7 ponto, respectivamente, para a leitura geral. Dados recentes do IBGE mostraram que o Brasil registrou uma taxa de desemprego de 7,8% no trimestre até fevereiro, diante do aumento no número de pessoas em busca de trabalho.

Reuters

 

Arrecadação cresce em março, mas em ritmo menos ‘brilhante’ 

Mesmo com resultado aquém do esperado, governo acha cedo para revisão da meta fiscal 

 

Depois de um primeiro bimestre muito forte, a arrecadação federal teve um desempenho menos brilhante em março, comenta-se nos bastidores do governo. A avaliação, porém, é que ainda é cedo para discutir alguma revisão da meta fiscal de 2024. Dados preliminares informados ao Valor por fonte da área técnica com acesso ao Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), base de dados do governo federal, corroboram essa informação. Março teria sido um mês de receitas elevadas, possivelmente um recorde, mas insuficientes para alcançar os valores projetados pelo governo para atingir a meta de zerar o déficit público ao final deste ano. Os números indicam que as receitas diretamente administradas pela Receita Federal cresceram cerca de 15% em termos nominais, na comparação com igual mês do ano passado. O desempenho seguiu robusto, com taxas de crescimento de dois dígitos, como as vistas em janeiro e fevereiro. No entanto, a expectativa de arrecadação do governo era mais elevada do que isso. Os dados apontam para frustração, por exemplo, em relação aos recolhimentos do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). O forte desempenho desses tributos no primeiro bimestre pode estar relacionado a recolhimentos antecipados, avaliou a fonte. Outro dado que chama a atenção é o recolhimento do Imposto de Renda sobre os fundos exclusivos, medida aprovada pelo Legislativo no ano passado. O montante que aparece no Siafi é da ordem de R$ 3 bilhões, ante recolhimentos na casa dos R$ 4 bilhões vistos desde dezembro. Não é possível saber, só com bases nesses números, o que aconteceu. E certamente é prematuro estabelecer qualquer tendência a partir desses resultados, alertou a fonte. Escolha de meta menor para 2025 seria sinal político ruim para a solidez do arcabouço fiscal. No entanto, medidas propostas pelo governo para elevar as receitas em 2024 não avançaram no Congresso Nacional, o que ajuda a explicar o resultado aquém do esperado. É o caso da extinção do Programa Emergencial de Recuperação do Setor de Eventos (Perse) e da volta da cobrança de contribuição previdenciária sobre a folha em 17 setores intensivos em mão de obra, além de prefeituras. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem chamado a atenção para a existência de despesas que estão no orçamento sem a correspondente cobertura de receitas. Ele repete que o resultado das contas públicas depende de decisões dos três Poderes da República, e não é tarefa exclusiva do Executivo. A área econômica considera que, se o Congresso não concorda com as medidas propostas para elevar receitas, é necessário ajustá-las ou encontrar alternativas. O diálogo com o Legislativo em torno dessas medidas está em aberto, e é por isso que se considera prematuro rever a meta fiscal de 2024. No momento, as atenções da área econômica estão concentradas na definição da meta de 2025. Os números que balizarão essa decisão estão em fase de fechamento. Desde o ano passado, há indicação que o objetivo deverá ser um superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). No entanto, as dificuldades vistas este ano são uma demonstração dos riscos que existem em se estabelecer um objetivo muito ambicioso. Por outro lado, a escolha de uma meta menor para 2025 seria um sinal político ruim para a solidez do novo arcabouço fiscal. A meta fiscal do próximo ano será definida até o próximo dia 15, data final para envio ao Congresso Nacional do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025. 

Valor Econômico

 

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