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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 589 DE 02 DE ABRIL DE 2024


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 4 | nº 589 | 02 de abril de 2024 


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS

 

Boi gordo: mercado anda de lado neste início de abril

As 17 praças acompanhadas pela Agrifatto registraram estabilidade nos preços da arroba; em SP, animal terminado vale R$ 225/@, em média, segundo apuração da consultoria. No Paraná, o boi vale R$225,00 por arroba. Vaca a R$200,00. Novilha a R$205,00. Escalas de abate de sete dias

 

As indústrias brasileiras continuam comprando lotes de boiadas gordas de maneira comedida, enquanto os pecuaristas resistem como podem ao movimento de baixa na arroba, aproveitando as chuvas recorrentes que dão um “fôlego” para as pastagens, permitindo a retenção do gado por um pouco mais de tempo, relatou na segunda-feira (1/4) a Agrifatto. Na avaliação da consultoria, com o início da primeira quinzena de abril/24, o escoamento da carne bovina do mercado doméstico pode apresentar melhorias, estimulado pela entrada dos salários nas contas dos trabalhadores. Paralelamente, as boas condições das pastagens devem continuar dando condições para a manutenção dos animais gordos nas fazendas, o que pode resultar em sustentação das cotações da arroba ao longo desta semana. Na segunda-feira de escassas negociações, o preço médio do boi gordo em São Paulo permaneceu em R$ 225/@, apurou a Agrifatto. Nas demais regiões cobertas pela consultoria (16 praças), a média de preço se manteve R$ 214,70/@. “Todas as 17 praças acompanhadas mantiveram as suas cotações estáveis”, informa a Agrifatto. No mercado futuro, na última quinta-feira, a maioria dos contratos do boi gordo sofreu desvalorização. O papel com vencimento para abril de 2024 foi negociado em R$229,10/@, com queda de 0,37% em relação ao dia anterior. Preços dos animais terminados apurados pela Agrifatto na segunda-feira (1/4): São Paulo — O “boi comum” vale R$215,00 a arroba. O “boi China”, R$235,00. Média de R$225,00. Vaca a R$205,00. Novilha a R$220,00. Escalas de abates de dez dias; Minas Gerais — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de onze dias; Mato Grosso do Sul — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$205,00. Escalas de abate de sete dias; Mato Grosso — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de nove dias; Tocantins — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$185,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de doze dias; Pará — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$185,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de treze dias; Goiás — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China/Europa”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de oito dias; Rondônia — O boi vale R$190,00 a arroba. Vaca a R$175,00. Novilha a R$180,00. Escalas de abate de onze dias; Maranhão — O boi vale R$205,00 por arroba. Vaca a R$180,00. Novilha a R$185,00. Escalas de abate de onze dias.

Scot Consultoria/Portal DBO/S&P Global/AGRIFATTO

 

Boi gordo: preços atravessam 1º trimestre em movimento de queda

Valor médio demonstrado pelo índice Cepea/B3 mostra decréscimo de R$ 20 desde dezembro em SP

 

Desde o encerramento de dezembro, o preço médio da arroba do boi gordo no estado de São Paulo (representado pelo indicador Cepea/B3) caiu R$ 20, ou 8% – o indicador encerrou o ano de 2023 em R$ 252,30 e opera na casa dos R$ 232 nesta semana. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o lento ritmo de vendas de carne bovina no mercado doméstico, as escalas alongadas dos frigoríficos e, agora, a aproximação dos meses mais frios – quando as condições das pastagens pioram e pecuaristas são pressionados a elevar a oferta – influenciam as baixas nas cotações. Na quarta-feira (27), o índice fechou a R$ 231,80 para a arroba (livre de Funrural), o que representa uma variação negativa de 1,53% dentro do mês.

Cepea


SUÍNOS

 

Suínos com cotações estáveis na 2ª feira

De acordo com as informações divulgadas pela Scot Consultoria, a carcaça suína especial apresentou estabilidade e está cotada em R$ 9,60/kg, enquanto o preço médio da arroba do suíno CIF também seguiu sem alteração e está próximo de R$ 127,00/@

 

Segundo levantamento realizado pelo Cepea na última quinta-feira (28), o Indicador do Suíno Vivo em Minas Gerais registrou queda de 0,16% e está cotado em R$ 6,35/kg. No Paraná, o preço do animal também teve recuo de 0,16% e está precificado em R$ 6,30/kg. Já na região de Santa Catarina, o animal apresentou desvalorização de 0,65% e está precificado em R$ 6,08/kg. Em São Paulo, o valor ficou próximo de R$ 6,71/kg e apresentou ganho de 0,45%. No Rio Grande do Sul, o valor do suíno seguiu estável e está cotado em R$ 6,16/kg. 

Cepea/Esalq

 

FRANGOS

 

Frango no atacado paulista teve valorização de 0,31% na 2ª feira

A Scot Consultoria reportou que o preço do frango no atacado paulista registrou valorização de 0,31%, em que está precificada em R$ 6,43/kg. Já o preço para o frango na granja paulista seguiu estável e cotado em R$ 5,00 /kg

 

As cotações permaneceram estáveis para o frango vivo, na qual a referência para o animal em Santa Catarina seguiu próximo de R$ 4,45/kg, conforme foi divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Já no estado do Paraná, o frango vivo também seguiu com estabilidade e sendo negociado em R$ 4,56/kg. Com base no levantamento realizado pelo Cepea na última quinta-feira (28), o preço do frango congelado seguiu estável e cotado em R$ 7,19/kg. Já a referência para o frango resfriado houve uma valorização de 4,58%, em que o animal está sendo comercializado em torno de R$ 7,31/kg. 

Cepea/Esalq

 

EVENTOS

 

Desafios do setor de proteína animal são o foco do Inovameat Toledo

Evento no Paraná deve reunir 2 mil pessoas até a próxima quarta-feira e vai abordar inovações e tecnologias para a cadeia produtiva de suínos, aves, peixes e pecuária leiteira

 

Começou na segunda-feira (1/4) o Inovameat Toledo - Inovação na Produção de Proteína Animal. O evento segue até a próxima quarta-feira, no Centro de Convenções e Eventos Ismael Vicente Sperafico, em Toledo, na região Oeste do Paraná. Realizado pelo Sindicato Rural de Toledo e pela Associação Comercial e Empresarial do município, o evento deve reunir 2 mil pessoas durante a programação. Com foco em inovações e tecnologias para a cadeia produtiva de suínos, aves, peixes e pecuária leiteira, o objetivo do Inovameat é também debater os desafios para os produtores, a fim de contribuir para a sustentabilidade das propriedades e das atividades agrícolas. Entre os temas que serão abordados estão novos conceitos em produção de proteína animal, em áreas como tecnologia, inteligência artificial (IA), transição energética, sanidade, bem-estar animal, produção para pequenas propriedades e conectividade no campo. “A conectividade no campo é a base para atrair e manter os jovens no setor agrícola, garantindo sua relevância e sustentabilidade no futuro”, afirma Diego Bonaldo, secretário municipal do Agronegócio, Inovação, Turismo e Desenvolvimento Econômico e membro da comissão organizadora do Inovameat. Nesse contexto, Bonaldo destaca também a importância da produção de biometano e energia a partir dos resíduos gerados pela suinocultura e avicultura, demonstrando o potencial tecnológico para enfrentar os desafios ambientais e energéticos da área. “Esses são aspectos fundamentais para a inovação e a competitividade do setor. Vamos discutir um novo conceito de produção de proteína animal, que atenda às demandas dos consumidores e dos mercados internacionais”, ressalta. Segundo o secretário, Toledo tem se destacado como polo tecnológico no segmento de proteína animal, com investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Bonaldo pontua que, nos últimos 10 anos, o município vem se sobressaindo quando se trata do Valor Bruto de Produção (VBP) do setor agropecuário. Em 2022, o VBP foi de R$ 4.290.849.170,82, impulsionado pelas cadeias produtivas da suinocultura e da avicultura, com movimentação, respectivamente, de R$ 1.752.151.312,62 (40,08% do total) e R$ 1.305.163.503,68 (29,86%). Principais componentes da ração que alimenta frangos e porcos, os grãos também ocupam papel de destaque, com 69.201 toneladas de soja faturadas por R$ 196.508.003,67 (4,5%) e 578.975 toneladas de milho comercializadas por R$ 509.116.238,25 (11,65%). Com entrada gratuita - mediante inscrição prévia no site do evento -, o Inovameat Toledo terá palestras técnicas voltadas às cadeias produtivas locais, painéis sobre o papel da mulher na representatividade do agro, dia de campo coordenado pela Embrapa Suínos e workshops e ações interativas da Carreta Agro pelo Brasil, do sistema CNA/Senar, voltados à inovação e tecnologia. Gastronomia molecular e sorvete feito à base de proteína de frango estão entre as novidades que serão apresentadas pelos expositores na programação.

Globo Rural

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Pesquisa aponta 85% dos produtores rurais não satisfeitos com a Copel

Levantamento escancara caos no campo: 38,7% sofreram mais de 20 quedas de luz nos últimos 12 meses e 50,6% ficaram, em média, mais de cinco horas às escuras a cada apagão

 

Uma pesquisa inédita encomendada pelo Sistema FAEP/SENAR-PR e realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas aferiu a avaliação de agricultores e pecuaristas paranaenses a respeito dos serviços prestados pela Copel. Exatos 85% dos entrevistados não estão satisfeitos com a estabilidade no fornecimento. O grau de insatisfação aumenta nos polos produtivos que se dedicam a atividades intensivas no uso de energia, como avicultura, piscicultura, suinocultura e pecuária leiteira. A pesquisa entrevistou 514 produtores rurais, entre 26 de fevereiro e 14 de março, em diversas regiões do Paraná. Do total, 38,9% dos entrevistados declararam estar insatisfeitos com a estabilidade no fornecimento e energia elétrica, enquanto 30,9% afirmaram estar muito insatisfeitos. Outros 15,2% responderam que não estão satisfeitos, nem insatisfeitos com esse quesito. O principal motivo para a avaliação negativa é a falta constante de energia elétrica (44%), seguido pela demora na resolução dos problemas (14%) e muita oscilação na rede (12,3%). O maior índice de descontentamento se concentra no Oeste do Paraná, que se notabiliza por ser a principal região produtora de peixes de cultivo e uma potência na avicultura e na suinocultura. Lá, 38,4% dos produtores disseram estar muito insatisfeitos com os serviços e outros 38,4% se declararam insatisfeitos. O Sudoeste e o Sudeste do Paraná, que têm ênfase em atividades como a avicultura e bovinocultura de leite, também registraram altos patamares de insatisfação com a estabilidade no fornecimento de energia elétrica. Mais da metade dos produtores rurais ouvidos enfrentou mais de uma dezena de apagões ao longo do último ano. Segundo a pesquisa, 38,7% dos produtores verificaram mais de 20 casos de queda de luz nos últimos 12 meses. Outros 19,1% dos entrevistados vivem em propriedades que sofreram entre 10 e 20 episódios de falta de energia. Apenas 1,4% dos agropecuaristas ouvidos não sofreu com apagões: 41,6% dos produtores relataram que tiveram equipamentos queimados e 27,2% afirmaram que perderam produção em razão das quedas. A pesquisa também aferiu a demora no restabelecimento do fornecimento de energia elétrica após as quedas. Mais da metade dos produtores (50,6%) ficaram, em média, mais de cinco horas às escuras, a cada apagão. Mais uma vez, a Copel caiu no ranking de desempenho divulgado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Entre as 29 distribuidoras de grande porte (com mais de 400 mil clientes) do país, a companhia paranaense ocupa o 25º lugar. Em 2021, a Copel estava na décima posição: ou seja, a empresa despencou 15 postos em apenas três anos. A classificação da Aneel leva em conta o número de quedas de energia elétrica e a duração de cada período de apagão. Dados compilados pelo Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR) mostram o aumento do número de apagões ao longo dos últimos três anos. Em 2023, o Paraná teve uma média de 30,9 mil ocorrências com interrupção de energia a cada mês. Também no ano passado, a Copel teve que ressarcir consumidores em R$ 506 mil, por falhas na tensão da rede. Entre 2011 e 2018, a média anual dessas compensações ficou abaixo de R$ 70 mil. Em agosto de 2023, o governo do Paraná vendeu ações da Copel na Bolsa de Valores, arrecadando R$ 2,6 bilhões. Em setembro, um lote suplementar foi negociado, rendendo outros R$ 464 milhões. Também no ano passado, o Conselho de Administração da Copel aprovou a distribuição de R$ 958 milhões de dividendos a acionistas. Para mais de 85% dos produtores rurais paranaenses não houve melhora nos serviços da Copel após a privatização. Para 37,7% dos entrevistados, o fornecimento de energia piorou. Para outros 43,6%, os serviços permaneceram da mesma forma que estavam antes da privatização. O Senge-PR apresenta dados que corroboram a percepção. Segundo a entidade, após a privatização o número de quedas de energia aumentou 41% no Paraná, enquanto o tempo de reparo subiu 55%.

FAEP

 

Deral destaca aumento de 33% na área de feijão e divulga estimativa da safra de inverno no Paraná

A área da segunda safra de feijão no Paraná no ciclo 2023/2024 atingiu um novo recorde para a época. A estimativa foi revisada em março para 391,4 mil hectares, 12% superior à projetada em fevereiro, de 348 mil hectares, e 33% maior do que a área semeada no ciclo 2022/2023, de 295 mil

 

As informações estão na Previsão Subjetiva de Safra (PSS). O relatório é produzido pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Segundo o Deral, o aumento na área consolida a preferência do plantio no verão em detrimento do plantio na primavera, quando agronomicamente a planta teria condições de responder melhor, mas acaba substituída pela soja. “Caso as condições climáticas continuem ajudando, a produção de feijão na segunda safra do Paraná pode chegar a 777 mil toneladas, ainda que existam riscos até a confirmação desta produção”, explica o agrônomo do Deral Carlos Hugo Godinho. Outro destaque do relatório deste mês é a primeira estimativa para as culturas de inverno na safra 23/24, e o Deral projeta uma retração na intenção de plantio. O aumento da área dedicada à segunda safra de grãos limitou a possibilidade de plantio a partir de abril, pois muitas áreas estarão ocupadas pelo feijão e pelo milho no período de semeadura do trigo. A área está estimada em 1,17 milhão de hectares de trigo, 17% inferior aos 1,41 semeados em 2023. Canola, centeio, cevada e triticale também devem ocupar uma área menor. Além do avanço da segunda safra, também explicam essa redução a menor rentabilidade esperada pelos produtores comparativamente aos anos anteriores e o desânimo ocasionado pela frustração da safra de 2023. Com a entrada da safra de inverno, é possível estimar uma produção total de grãos de 41 milhões de toneladas no Paraná. “Esse volume já é 10% inferior ao colhido em 22/23”, completa o chefe do Deral, Marcelo Garrido. O relatório mensal do Deral relativo a março de 2024 também revisou a área de soja. Espera-se que, ao final da safra, o Paraná colha 18,3 milhões de toneladas em 5,77 milhões de hectares. Este volume é 3,5 milhões de toneladas menor que a expectativa inicial para a safra, que era de 21,8 milhões de toneladas. A perda percentual no campo chega a 16%.  “Nesta semana a colheita chegou a 87% da área e as condições climáticas, no geral, estão favoráveis para avançar nos próximos dias”, diz o analista do Deral Edmar Gervásio. De acordo com ele, os preços se mantêm estáveis nos últimos três meses, com a saca de 60kg sendo comercializada entre R$ 103,00 e R$ 110,00. A colheita da primeira safra de milho 23/24 chegou a 91% dos 297 mil hectares plantados nesta safra. A produção esperada é de 2,5 milhões de toneladas, com uma perda estimada no campo de 418 mil toneladas ou 14% a menos do que a expectativa inicial de produção. Já o plantio da segunda safra de milho atingiu 99% dos 2,4 milhões de hectares esperados nesta safra. A expectativa de produção para a safra é de 14,2 milhões de toneladas. “A produção foi revisada para baixo, pois os fatores climáticos como calor intenso e chuvas irregulares afetaram o desenvolvimento do milho e com isso já é possível apontar uma safra menor que a inicialmente esperada”, explica Gervásio.

SEAB-PR/Deral

 

107 mil novos empregos em 78% das cidades: Paraná é destaque

O Paraná gerou 107.805 novas vagas de emprego no acumulado dos últimos doze meses (março de 2023 a fevereiro de 2024), atrás de São Paulo (435.164), Rio de Janeiro (164.185) e Minas Gerais (160.738) De acordo com o Caged, 311 municípios, o que equivale a 78% do total de 399, tiveram alta no mercado de trabalho no período

 

De acordo com o Caged, 311 municípios, o que equivale a 78% do total de 399, tiveram alta no mercado de trabalho no período. Em um deles, Flor da Serra do Sul, o número de admissões foi o mesmo que o de desligamentos. As outras 87 cidades registraram saldo negativo no período. Curitiba liderou as contratações com 22.682 vagas abertas. Entre os dez melhores resultados também estão Londrina (7.243), Maringá (6.465), São José dos Pinhais (5.956), Ponta Grossa (4.459), Foz do Iguaçu (2.887), Cascavel (2.735), Assis Chateaubriand (2.657), Araucária (2.561) e Colombo (2.239). O Caged também aponta que o Estado gerou 52.091 vagas de emprego com carteira assinada no primeiro bimestre de 2024, terceiro melhor saldo do País no período. Foram 19.048 novas vagas em janeiro e 33.043 postos abertos em fevereiro. O Paraná ficou atrás apenas de São Paulo (137.498) e Santa Catarina (52.193), com um saldo mais alto inclusive que o de estados mais populosos, como Minas Gerais (47.538) e Rio de Janeiro (18.624). Entre os 399 municípios paranaenses, 303 tiveram saldo positivo na abertura de vagas no bimestre, o que equivale a 76% do total. Em cinco deles, o número de admissões e de desligamentos foi o mesmo, e nos outros 93, o saldo foi negativo. Respondendo por um terço das vagas abertas, Curitiba liderou a geração de empregos no Estado no período, com 17.768 novos postos. Na sequência aparecem Londrina (3.081), Maringá (2.706), Cascavel (2.001), Araucária (1.557), Ponta Grossa (1.428), Toledo (1.418), São José dos Pinhais (1.312), Foz do Iguaçu (689), Apucarana e Francisco Beltrão, com 624 vagas cada. Completam o top 30 as cidades de Arapongas (584), Palmas (584), Pinhais (554), Pato Branco (547), Colombo (541), Ibiporã (539), Rolândia (487), Paranavaí (465), Irati (447), Campo Largo (420), Fazenda Rio Grande (418), Guarapuava (412), Assis Chateaubriand (377), Medianeira (370), Campina Grande do Sul (368), Campo Mourão (342), Paiçandu (342), Sarandi (326) e Almirante Tamandaré (312). E com essa movimentação positiva no mercado de trabalho, o Paraná chega a um estoque 3.143.492 trabalhadores com carteira assinada.

Agência Estadual de Notícias

 

ECONOMIA/INDICADORES

 

Dólar à vista fecha em alta de 0,86%, a R$5,0588 na venda

O dólar à vista fechou a segunda-feira com alta firme no Brasil, pela segunda sessão consecutiva acima dos 5 reais, em um dia marcado pela divulgação de dados fortes sobre a indústria norte-americana, o que fez as cotações refletirem a perspectiva de que o corte de juros nos EUA pode ser novamente adiado

O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,0588 reais na venda, em alta de 0,86%. Em dois dias úteis, a divisa acumulou ganho de 1,57%. Às 17h05, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,74%, a 5,0745 reais na venda.

Reuters

 

Ibovespa fecha em queda pressionado por Treasuries

O Ibovespa fechou em queda na segunda-feira, com as ações de bancos entre as maiores pressões negativas, entre elas as preferenciais do Itaú Unibanco, que recuaram mais de 3%, em sessão também pressionada pelo aumento nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos

 

Na contramão, IRB(Re) e Hapvida avançaram em meio à análise dos respectivos resultados do último trimestre de 2023, bem como perspectivas de ambas as empresas. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,87%, a 126.990,45 pontos. Na máxima do dia, chegou a 128.658,86 pontos. Na mínima, a 126.771,8 pontos. O volume financeiro somou 19,9 bilhões de reais. De acordo com o analista Leandro Ormond, da Aware Investments, a semana começou com dados nos EUA sugerindo uma atividade econômica forte e prevê divulgações que podem dar mais pistas sobre a política monetária global à frente, com destaque para números do mercado de trabalho dos EUA na sexta-feira. "Se os dados ao longo da semana vierem indicando uma atividade econômica ainda resiliente, as expectativas do início do corte de juros no exterior podem ser novamente revistas", afirmou, avaliando que isso também pode fazer com que o mercado reavalie as expectativas para a Selic nos próximos meses. Além disso, acrescentou Ormond, com juros altos por mais tempo no exterior, o fluxo de saída do capital estrangeiro pode continuar pressionando as ações na bolsa paulista. No acumulado do ano, o saldo de capital externo na B3 está negativo em quase 23 bilhões de reais. Nos EUA, o rendimento dos Treasuries de 10 anos avançava a 4,3191% no final da tarde, de 4,194% na última sessão. O S&P 500, uma das referências do mercado acionário norte-americano, fechou em baixa de 0,2%. O setor industrial nos EUA cresceu pela primeira vez desde 2022, segundo o PMI industrial do Instituto de Gestão do Fornecimento (ISM, na sigla em inglês), que aumentou para 50,3 no mês passado, a maior e primeira leitura acima de 50 desde setembro de 2022, ante 47,8 em fevereiro. O dado gerou dúvidas sobre a possibilidade de o Federal Reserve realmente confirmar os três cortes nas taxas de juros estimados pela autoridade monetária no mês passado. No mercado futuro juros dos EUA, a chance de um corte nas taxas em junho passou para 57%, de 64% há uma semana, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME. Aplicativo de probabilidade de taxas da LSEG mostrou também redução no número de cortes para cerca de dois estes anos, de três há algumas semanas.

Reuters

 

Demanda forte impulsiona crescimento da indústria do Brasil em março, mostra PMI

A indústria do Brasil seguiu em expansão em março, embora de forma mais lenta, com o ritmo mais forte de demanda em mais de dois anos e meio alimentando a produção e o emprego, de acordo com pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês)

 

A S&P Global informou na segunda-feira que seu PMI da indústria brasileira ficou em 53,6 em março, de 54,1 em fevereiro. Apesar da perda de força, o índice permanece acima da marca de 50 que separa crescimento de contração pelo terceiro mês seguido. "O desempenho do setor no primeiro trimestre de 2024 foi consideravelmente melhor do que o registrado no quarto trimestre de 2023. De fato, a média para o PMI foi a mais alta desde os três meses até setembro de 2021", destacou a diretora associada de economia da S&P Global Market Intelligence, Pollyanna De Lima. A demanda foi essencial para o resultado de março, exercendo influência positiva em várias outras medidas do índice. As novas encomendas aumentaram pelo terceiro mês seguido, no ritmo mais forte desde julho de 2021, com destaque para a fabricação de bens de capital. Diante disso, os fabricantes elevaram a produção em março, com a segunda taxa de expansão mais forte desde meados de 2021, e a criação de vagas de trabalho. Entretanto, eles ainda informaram dificuldades com a demanda externa, citando Ásia, Europa e América Latina como pontos de fraqueza. As vendas externas diminuíram pelo 25º mês seguido, mas o ritmo de redução perdeu um pouco de força em relação a fevereiro. Houve ainda leves altas nos custos de insumos e de produção. Entrevistados citaram ter pagado mais por frete internacional, metais, plásticos e têxteis. "As pressões de custos permaneceram relativamente leves e a inflação de preços cobrados caiu para uma mínima de três meses, aumentando a probabilidade de outro corte na taxa de juros", disse De Lima. O planejamento de aquisições e de inaugurações de novas fábricas, novos produtos e investimentos sustentaram as previsões positivas para a produção ao longo dos próximos 12 meses, com o subíndice de confiança apontando forte grau de otimismo.

Reuters

 

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