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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 570 DE 05 DE MARÇO DE 2024


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 4 | nº 570 | 05 de março de 2024


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL

 

BOVINOS

 

Março começa com estabilidade no mercado brasileiro do boi gordo

Segundo a consultoria Agrifatto, março traz a expectativa de uma melhoria no consumo de carne bovina no mercado interno, mas o receio em relação ao excesso de oferta (de boiadas gordas) ainda continua. No Paraná o boi vale R$225,00 por arroba. Vaca a R$205,00. Novilha a R$210,00. Escalas de abate de dez dias.

 

Pela apuração da Scot Consultoria, o mercado começou a primeira semana de março sem mudança de preços do boi gordo. Segundo a Scot, as cotações nas praças de São Paulo estão estáveis para todas as categorias. O boi comum está cotado em R$ 230/@, a vaca em R$ 205/@ e a novilha em R$ 220/@ (preços brutos e a prazo). A arroba do “boi-China” está valendo R$ 235 mercado paulista, com um ágio de R$ 5/@ sobre o animal “comum”. Na última semana, os preços do boi gordo registraram queda em algumas importantes praças pecuárias, lembrou a Agrifatto. Na média, o animal ficou cotado em R$ 233,55/@, com desvalorização de 1,14% no comparativo semanal. Por sua vez, considerando o indicador Cepea, o animal fechou a semana cotado em R$ 235,40/@, apresentando baixa de 0,50%. “As escalas alongadas promovem conforto para os frigoríficos, que, dessa maneira, continuam pressionando as cotações”, ressaltaram os analistas da Agrifatto. “Em São Paulo, as programações de abate estão em 11 dias úteis, o maior nível dos últimos meses”. Na avaliação da consultoria, as indústrias seguem sem dificuldades para realizar a compra de bovinos, ao mesmo tempo que o escoamento doméstico da carne está tímido. Novamente, a maior queda semanal ocorreu em Minas Gerais, onde o boi gordo voltou a ser cotado próximo dos R$ 220,24/@, acumulando desvalorização de 1,98%, relatou a Agrifatto. De acordo com a consultoria, as margens ruins se limitam aos pecuaristas. “A diferença entre o valor da carne vendida pelos frigoríficos (carcaça bovina) e do boi gordo adquirido atingiu o maior nível dos últimos 5 meses, em 1,89%”, informou a Agrifatto, completando: “Normalmente, esse valor é negativo, pois as unidades frigoríficas também fazem sua margem positiva com as vendas de miudezas e subprodutos bovinos”. A média histórica desse indicador é -3,27%, comparou a Agrifatto. Para os contratos futuros, as cotações do boi gordo passaram por mais uma semana de desvalorização, com o vencimento para maio/24 reduzindo 1,48% no comparativo semanal e ficando cotado a R$ 225,95/@, chegando a atingir o menor nível desde agosto/23 ao longo da última semana. Cotações: São Paulo — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China”, R$240,00. Média de R$230,00. Vaca a R$205,00. Novilha a R$220,00. Escalas de abates de doze dias; Minas Gerais — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$225,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de nove dias; Mato Grosso do Sul — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China”, R$230,00. Média de R$225,00. Vaca a R$205,00. Novilha a R$210,00. Escalas de abate de dez dias; Mato Grosso — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de dez dias; Tocantins — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de nove dias; Pará — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de doze dias; Goiás — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China/Europa”, R$225,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de dez dias; Rondônia — O boi vale R$200,00 a arroba. Vaca a R$185,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de doze dias; Maranhão — O boi vale R$205,00 por arroba. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de treze dias.

Scot Consultoria/Portal DBO/S&P Global/AGRIFATTO

 

Produção de carne bovina no Brasil deve crescer em 2024, diz USDA

Para atingir esse volume, o país deve abater 46,15 milhões de bovinos em 2024, acima dos 44,41 milhões de animais registrados em 2023

 

O Brasil deverá produzir 11,365 milhões de toneladas de carne bovina (em equivalente carcaça) em 2024, segundo informações divulgadas pelo boletim Gain Report, de adidos do departamento de agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume deve superar os 10,950 milhões de toneladas registradas em 2023. A previsão é de que o Brasil exporte 2,955 milhões de toneladas de carne bovina, superando as 2,898 milhões de toneladas embarcadas no ano passado. O consumo interno deve ficar em 8,465 milhões de toneladas neste ano, à frente das 8,107 milhões de toneladas em 2023. No caso da carne suína, o USDA prevê uma produção de 4,475 milhões de toneladas. Para atingir o volume, o país deve abater 47,64 milhões de suínos neste ano, acima dos 45,99 milhões de animais registrados no ano passado. A previsão é de que o país exporte 1,5 milhão de toneladas de carne suína, superando as 1,414 milhão de toneladas embarcadas em 2023. O consumo interno deve ficar em 3,177 milhões de toneladas, à frente das 3,063 milhões de toneladas demandadas no ano passado.

Canal Rural

 

SUÍNOS

 

Estabilidade nas cotações do mercado de suínos

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF ficou estável, custando, em média, R$ 122,00, assim como a carcaça especial, com valor de R$ 9,20/kg 

 

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à sexta-feira (1), houve tímida alta de 0,17% no Rio Grande do Sul, chegando a R$ 6,02/kg, e leve queda de 0,15% em São Paulo, caindo para R$ 6,60/kg. Os valores ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 6,38/kg), Paraná (R$ 6,09/kg), e em Santa Catarina (R$ 5,89/kg). 

Cepea/Esalq

 

China emite novos regulamentos para evitar grandes oscilações na capacidade de produção de suínos

A China emitiu na segunda-feira novas regulamentações para controlar a capacidade de produção de suínos do país, depois que uma expansão agressiva das fazendas nos últimos dois anos levou a um excesso de oferta de suínos e a perdas crescentes

 

A suinocultura, tal como outros sectores chineses, desde a construção de casas até os veículos eléctricos, tem priorizado nos últimos anos o crescimento e a quota de mercado em detrimento dos lucros, criando um excedente que fez baixar os preços dos suínos e está agora a excluir as importações. Com a procura em recessão, a indústria tem estado sob pressão para reduzir os seus rebanhos reprodutores e vender explorações. O Ministério da Agricultura da China, num comunicado, disse que grandes flutuações na capacidade de produção de suínos do país deveriam ser eficazmente evitadas. “A faixa normal de retenção e flutuação de fêmeas férteis e a redução da capacidade de produção e outras medidas estabelecidas no plano regulatório (anterior) não estão mais bem adaptadas para garantir uma produção suína estável sob a nova situação”, afirmou. A retenção normal de porcas reprodutoras será ajustada dinamicamente de acordo com as mudanças no consumo de carne suína e na eficiência da produção suína, afirmou. A China reduziu na semana passada o limite de retenção normal de porcas reprodutoras de 41 milhões para 39 milhões. De acordo com o edital, medidas regulatórias serão acionadas quando o número de porcas reprodutoras aumentar ou diminuir excessivamente para garantir um fornecimento estável de suínos. Ele disse que o número de suínos reprodutores nas principais fazendas nacionais permanecerá em mais de 150 mil cabeças e não menos que 120 mil cabeças. A China, que cria metade dos suínos do mundo, também detalhou medidas para estabilizar o número de grandes explorações suinícolas em mais de 130 mil.

Reuters

 

FRANGOS

 

Frango vivo cai 3,06% em Santa Catarina

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável, valendo R$ 5,20/kg, assim como o frango no atacado, valendo R$ 6,65/kg

 

Na cotação do animal vivo, o preço ficou estável no Paraná, valendo R$ 4,61/kg, enquanto em Santa Catarina, houve queda de 3,06%, chegando a R$ 4,44/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à sexta-feira (1), a ave congelada teve leve alta de 0,28%, chegando a R$ 7,28/kg, enquanto o frango resfriado subiu 0,27%, custando R$ 7,35/kg. 

Cepea/Esalq

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Frimesa registra queda de 18% no lucro de 2023, alta na produção de carne suína

A Frimesa registrou distribuição de sobras de R$ 36,4 milhões em 2023, 18% a menos que o registrado em 2022, apesar de um aumento no faturamento no ano passado, impulsionado pelo crescimento da produção de carne suína e produtos de valor agregado, segundo informações divulgadas pela empresa.

 

O faturamento bruto somou R$ 6,1 bilhões, R$ 613 milhões a mais que em 2022. A produção de carne suína da Frimesa em 2023 aumentou com o início das atividades da planta em Assis Chateaubriand – UFA, no oeste do Paraná, em março. O abate total de suínos nas três plantas industriais da Frimesa (Medianeira, Marechal Cândido Rondon e Assis Chateaubriand) cresceu 25,3% em 2023 para 2,96 milhões de cabeças. A industrialização de produtos subiu 18,3% para 351,4 mil toneladas de produtos. “Vencer as adversidades exigiu muito trabalho. Aumentamos consideravelmente os volumes de produção que sustentam as cadeias produtivas”, disse o presidente-executivo da Frimesa, Elias José Zydek, em nota. A Frimesa inclui as operações de cinco cooperativas filiadas: Copagril, Lar, Copacol, C. Vale e Primato, e mais de 3 mil produtores integrados de suínos e leite.

Carnetec

 

Castrolanda fatura R$ 6,7 bilhões e distribui R$ 57,4 milhões aos cooperados

Receita caiu 7,4% em relação a 2022 com a queda dos preços e a venda de fábrica da Alegra. Cooperativa paranaense distribuiu R$ 57,4 milhões aos cooperados

 

A cooperativa paranaense Castrolanda, com sede no município de Castro, registrou um faturamento bruto de R$ 6,7 bilhões no ano passado. O valor é 7,4% menor que os R$ 7,2 bilhões registrados em 2022 e foi impactado principalmente pela queda nos preços das commodities e dos insumos agrícolas, além da venda da Unidade Industrial de Carnes (UIC), onde era produzida a marca Alegra, à catarinense Aurora. Os dados foram divulgados durante a 73ª Assembleia-Geral Ordinária (AGO), realizada no fim de fevereiro, quando também foi informada a distribuição de R$ 57,4 milhões de sobras (equivalente ao lucro) aos cooperados. A planta vendida à Aurora pertencia à Unium, marca da intercooperação integrada também pelas cooperativas da região, Frísia e Capal. A operação e administração da unidade estava sob a responsabilidade da Castrolanda. “O mais importante é que a cooperativa se mantém financeiramente sólida frente às incertezas e inconstâncias do mercado. Mesmo diante das dificuldades, a Castrolanda seguiu agregando valor aos seus cooperados, reforçando sua segurança financeira para dar segurança e auxiliar no sucesso dos negócios dos produtores”, diz em nota o diretor-executivo da cooperativa, Seung Lee. Os dados de produtividade da cooperativa também foram divulgados durante a AGO. A cadeia leiteira atingiu a marca de 504 milhões de litros produzidos – um recorde para a Castrolanda. O volume é 6,7% maior que o 472 milhões de litros de leite produzidos em 2022. No mercado agrícola, foram 708 mil toneladas de grãos produzidas no ano passado – outro recorde da cooperativa - com aumento de 2,9% em relação ao ano anterior. A Castrolanda ainda registrou a produção de 53,3 mil toneladas de carne suína; 588,5 mil toneladas de ração nas unidades de Castro e Piraí do Sul; 24,3 mil toneladas de sementes industriais; 82,9 mil toneladas de batata para consumo e outras 11,6 mil toneladas de batata para semente. Na ovinocultura, foram 189 toneladas de carne produzidas.

Valor Econômico

 

ECONOMIA/INDICADORES

 

Dólar tem leve queda com mercado à espera de dados dos EUA e Powell

O dólar caiu ligeiramente frente ao real na segunda-feira, com investidores evitando fazer grandes apostas antes de dados econômicos dos Estados Unidos e de falas do chair do Federal Reserve, Jerome Powell

 

A moeda norte-americana à vista fechou em queda de 0,12%, a 4,9488 reais na venda. Na B3, aonde os negócios vão além das 17h, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,16%, a 4,9590 reais. "O principal fator de incerteza é como as nações mais fortes economicamente irão reagir aos desafios da inflação e quais são seus planos para a política monetária", disse Diego Costa, chefe de Câmbio para Norte e Nordeste da B&T Câmbio. "A quebra de expectativa de seis cortes de juros nos Estados Unidos e uma perspectiva de início de afrouxamento monetário na zona do euro apenas no meio do ano deixou o mercado mais cauteloso... Para calibrar essas expectativas, o mercado segue atento aos indicadores, às falas de representantes dos bancos centrais. "O chair do Fed, Jerome Powell, dará depoimento a parlamentares na quarta e na quinta-feira, fala que virá após moderação recente nas apostas de mercado sobre cortes de juros. No mês passado, dados dos índices de preços ao consumidor e ao produtor dos Estados Unidos surpreenderam para cima, embora a inflação medida pelo PCE -- indicador preferido do Fed -- tenha ficado dentro do esperado. "Nos EUA, embora o relatório de inflação PCE de janeiro não tenha impressionado muito as expectativas, a tendência de alta nos preços não parece estar se dissipando. Juntamente com a ausência de quaisquer sinais sérios de desaceleração no mercado de trabalho dos Estados Unidos, isso parece excluir a possibilidade de cortes na taxa de juros do Federal Reserve nos próximos meses", disse Eduardo Moutinho, analista de mercado do Ebury Bank. Na segunda-feira, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse em relação ao quadro fiscal do Brasil que o governo tem condições de entregar um resultado que surpreenda para melhor, o que, segundo alguns participantes do mercado, pode ter ajudado a apoiar o real, embora o foco tenha permanecido no cenário externo.

Reuters

 

Ibovespa fecha em queda em sessão de baixa liquidez

Sessão não teve gatilhos macroeconômicos nem apetite por risco nos mercados globais diante de incertezas sobre o início do ciclo de afrouxamento monetário nos EUA

 

Em sessão sem gatilhos macroeconômicos e com baixo apetite por risco nos mercados globais diante de incertezas sobre o início do ciclo de afrouxamento monetário nos Estados Unidos e com agenda cheia nos próximos dias, o Ibovespa hoje teve sessão negativa e com pouca liquidez. No fim do dia, o índice recuou 0,65%, aos 128.341 pontos. Nas mínimas intradiárias, tocou os 128.278 pontos, e, nas máximas, os 129.307 pontos. O volume financeiro negociado na sessão (até as 18h20) foi de R$ 12,80 bilhões no Ibovespa e R$ 17,82 bilhões na B3. Em Nova York, o índice S&P 500 recuou 0,12%, aos 5.130 pontos, o Dow Jones fechou em queda de 0,25%, aos 38.989 pontos, e o Nasdaq caiu 0,41%, aos 16.207 pontos. Agentes aguardam, nos próximos dias, uma série de eventos como os testemunhos do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, no Congresso americano, e a divulgação do relatório do mercado de trabalho dos EUA ("payroll") de fevereiro. Na China será divulgada pelo governo a meta de crescimento do país para o ano. "O mercado está esperando os eventos da semana. Com o investidor local com convicção baixa e o estrangeiro sacando recursos, a liquidez diminui e fica até chato acompanhar o pregão", diz um analista. "Se pensarmos que o estrangeiro sacou R$ 9,45 bilhões em fevereiro e a bolsa ainda teve alta mensal de 0,97%, me parece que o investidor local foi às compras. Mas o apetite pode ter diminuído nos últimos dias devido à falta de gatilhos", aponta um gestor.

Valor Econômico

 

BNDES tem lucro líquido de R$ 11,9 bi em 2023, queda anual de 5% ante 2022

De acordo com o diretor financeiro do banco, Alexandre Abreu, o resultado foi influenciado pela devolução de recursos ao Tesouro Nacional 

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 11,9 bilhões em 2023, uma queda anual de 5% em relação a 2022. Os números foram apresentados hoje pelo diretor financeiro do BNDES, Alexandre Abreu, durante a divulgação do balanço da instituição. De acordo com Abreu, o resultado foi influenciado pela devolução de recursos ao Tesouro Nacional. O diretor afirmou que a instituição está trabalhando para recompor a situação do caixa. “Se tivéssemos mantido o caixa e não devolvido recursos ao Tesouro, teríamos resultado R$ 1,1 bilhão superior e um lucro de R$ 13 bilhões em 2023”, observou. Já o lucro recorrente do BNDES atingiu R$ 5,3 bilhões no quarto trimestre, registrando alta anual de 54%. O patrimônio líquido do BNDES ficou em R$151,3 bilhões, um aumento anual de 15%. A carteira de participações acionárias teve ganhos de R$ 17,3 bilhões no ano passado. “A decisão de não vender os ativos e prorrogar junto ao TCU [Tribunal de Contas da União] e Fazenda a dívida com o Tesouro se mostrou acertada”, disse o diretor financeiro. Na apresentação, o banco informou ainda ter registrado um crescimento anual de 88% nas consultas e 32% nas aprovações em 2023. Os desembolsos, por sua vez, subiram 17%. O BNDES desembolsou R$ 114,4 bilhões em 2023, informou nesta segunda-feira (4) o diretor de planejamento da instituição, Nelson Barbosa. De acordo com Barbosa, 82% do crédito foi oferecido a taxas de mercado, sem subsídio. Os desembolsos cresceram 17% em 2023 frente a 2022 e representaram 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado. “Em 2022, os desembolsos representaram 1% do PIB. Já houve recuperação em 2022 e ela continuou em 2023”, afirmou. O banco trabalha com a expectativa de desembolsar de R$ 125 bilhões a R$ 160 bilhões em 2024, segundo o diretor. “R$ 125 bilhões é basicamente estável em relação ao PIB, cerca de 1,1%. Já R$ 160 bilhões representaria 1,4%. Quanto maior o investimento na economia, maiores tendem a ser os desembolsos do BNDES”, disse. O diretor de planejamento disse ainda que o BNDES adquiriu 25% das debêntures de infraestrutura emitidas no ano passado, mostrando que o banco complementa o mercado de capitais e não o substitui. Na apresentação, o banco também divulgou que as captações internacionais atingiram US$ 3,2 bilhões em 2023 e que está negociando outro US$ 3,9 bilhões.

Valor Econômico

 

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