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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 567 DE 29 DE FEVEREIRO DE 2024


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 4 | nº 567 | 29 de fevereiro de 2024 

NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL

 

BOVINOS

 

Boi gordo: ofertas de compras são cada vez menores

De acordo com a Scot, a cotação da arroba paulista ficou estável na quarta-feira, em R$ 235/@; o “boi-China” também andou de lado em SP e segue valendo R$ 240/@. No Paraná o boi vale R$225,00 por arroba. Vaca a R$205,00. Novilha a R$210,00. Escalas de abate de nove dias.

 

Com os pecuaristas cedendo, a pressão baixista sobre o boi gordo ganhou ainda mais intensidade, relatou na quarta-feira (28/2) a Agrifatto. “Ainda que os negócios tenham se mantido com preços estáveis em grande parte das praças brasileiras, as ofertas dos frigoríficos no “balcão” ficam cada vez menores”, observou a consultoria. Pelos dados apurados pela Scot Consultoria, a cotação dos bovinos segue pressionada na praça de São Paulo, resultando em queda nas cotações da vaca e da novilha na quarta-feira. Com isso, o preço da vaca gorda sofreu recuo diário de R$ 3/@ (ou -1,4%) e agora vale R$ 205. Por sua vez, a novilha gorda caiu R$ 5/@ (-2,2%) no mercado paulista, para R$ 220/@, de acordo levantamento da Scot. A cotação do boi gordo paulista ficou estável nesta quarta-feira, em R$ 235/@, acrescenta a Scot. O “boi-China” também andou de lado no Estado de São Paulo e segue valendo R$ 240/@.

“Mas há negócios abaixo da referência para o boi-China”, relatou a Scot. Na B3, os contratos futuros do boi gordo recuaram na terça-feira (27/2), informa a Agrifatto. O vencimento para maio/24 teve queda diária de 0,81% e ficou cotado a R$ 225,40/@, o seu menor patamar desde meados de agosto/23. Seguindo a tendência de baixa no curto prazo, o contrato para março/24 fechou o pregão regular de 27/02 cotado em R$ 229,85/@. Nos 15 primeiros dias úteis de fevereiro/24, as exportações brasileiras de carne bovina in natura ficaram em 143,48 mil toneladas, resultando em uma média de 9,56 mil toneladas/dia. “Diante disso, estimamos que, até ao final do mês, exportemos 172 mil toneladas, superando em 8,51% o recorde de fevereiro/22”, prevê a Agrifatto. Cotações: São Paulo — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China”, R$240,00. Média de R$230,00. Vaca a R$210,00. Novilha a R$220,00. Escalas de abates de doze dias; Minas Gerais — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$225,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de dez dias; Mato Grosso do Sul — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China”, R$230,00. Média de R$225,00. Vaca a R$205,00. Novilha a R$210,00. Escalas de abate de nove dias; Mato Grosso — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de nove dias; Tocantins — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de dez dias; Pará — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de treze dias; Goiás — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China/Europa”, R$225,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de onze dias; Rondônia — O boi vale R$200,00 a arroba. Vaca a R$185,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de doze dias; Maranhão — O boi vale R$205,00 por arroba. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de doze dias.

Scot Consultoria/Portal DBO/S&P Global/AGRIFATTO

 

Boi/Cepea: Com maior oferta e demanda retraída, preços encerram mês em queda

Os preços do boi gordo e da carne encerram fevereiro em queda. Segundo pesquisadores do Cepea, além da maior oferta de animais para abate, a demanda retraída por parte de frigoríficos reforça a pressão sobre as cotações

 

Apesar dos valores mais baixos da arroba, a instabilidade das vendas no atacado e as escalas alongadas têm limitado o interesse comprador em adquirir novos lotes. Considerando-se todas as negociações em praças paulistas, o intervalo médio entre o fechamento da venda/compra e o abate reduziu ligeiramente de janeiro para fevereiro (até o dia 27), passando de 15 para 13 dias, o que ainda significa escala alongada, conforme pesquisadores do Cepea. 

Cepea


SUÍNOS

 

Suínos: tendência baixista na quarta-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF ficou estável, custando, em média, R$ 122,00, enquanto a carcaça especial teve queda de 2,13%, com valor de R$ 9,20/kg. 

 

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à terça-feira (27), o preço ficou estável somente em São Paulo, fixado em R$ 6,65/kg. Houve recuo de 2,30% em Minas Gerais, chegando a R$ 6,38/kg, baixa de 0,96% no Paraná, atingindo R$ 6,22/kg, queda de 0,33% no Rio Grande do Sul, custando R$ 6,01/kg, e de 1,51% em Santa Catarina, fechando em R$ 5,87/kg. 

Cepea/Esalq

 

Suínos/Cepea: Preços médios caem em fevereiro

Os preços médios do suíno vivo no mercado independente caíram em fevereiro, na comparação com o mês anterior. 

 

Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio do aumento no número de animais disponível para abate, associado à menor procura pela proteína suína, sobretudo neste período de encerramento de mês. Nem mesmo as fortes altas registradas no início de fevereiro foram suficientes para garantir avanço das médias mensais. No mercado de carne, diante da demanda enfraquecida, agentes do setor adotaram a estratégia de baixar os preços na tentativa de melhorar a liquidez, ainda conforme pesquisadores do Cepea.

Cepea

 

FRANGOS

 

Frango com cotações estáveis ou leves quedas

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável, valendo R$ 5,20/kg, enquanto o frango no atacado caiu 0,30%, valendo R$ 6,60/kg

 

Na cotação do animal vivo, o preço não mudou no Paraná, fixado em R$ 4,55/kg, assim como em Santa Catarina, com valor de R$ 4,36/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à segunda-feira (26), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado tiveram baixa de 0,54%, custando, respectivamente, R$ 7,30/kg e R$ 7,36/kg. 

Cepea/Esalq

 

CARNES

 

Agronegócio cobra reforço da fiscalização federal no Paraná

A indústria agropecuária do Paraná tem enfrentado sucessivos problemas por falta de profissionais de fiscalização, uma vez que o SIF (Serviço de Inspeção Federal) não possui pessoal suficiente, o que tem criado dificuldades para o pleno funcionamento principalmente de abatedouros que trabalham com o mercado exportador

 

Por conta disso, Sindiavipar, Sistema Ocepar e Sindicarne elaboraram ofício conjunto e entregaram em mãos ao ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, por ocasião de sua visita ao Show Rural Coopavel, expressando grande preocupação com esse problema, uma vez que o Paraná é o maior produtor de carne de frango do Brasil. "Solicitamos ao Ministério da Agricultura e Pecuária a disponibilização de mais profissionais qualificados para fortalecer e contribuir com a defesa sanitária estadual. Precisamos unir esforços e compartilhar responsabilidades para garantir a segurança e qualidade dos produtos avícolas paranaenses", explica o presidente do Sindiavipar, empresário cascavelense Roberto Kaefer.

Site Alerta Paraná

 

Auditores Fiscais Federais Agropecuários se reúnem com o ministro Carlos Fávaro para tratar de reestruturação da carreira

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) se reuniu na quarta-feira (28) com o Ministro da Agricultura e Pecuária (MAPA), Carlos Fávaro, para debater sobre a necessidade de reestruturação da carreira

 

Segundo o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo, o Ministro Fávaro mostrou engajamento na negociação, tendo se reunido com interlocutores do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para tratar da proposta apresentada. Além disso, garantiu que em reunião a ser realizada nesta quinta-feira (29) entre o MGI e o Anffa Sindical, haverá uma nova apresentação de proposta. "Estamos tratando tudo com muito equilíbrio. Assim que recebermos a proposta, vamos debatê-la e encaminhar as decisões para nossos filiados por meio de Assembleia Geral Nacional Extraordinária”, explicou Janus Pablo.

Anffa Sindical

 

EMPRESAS

 

BRF pretende expandir produção com uso de capacidade ociosa em 2024

A BRF trabalha com capacidade ociosa que permitirá à companhia elevar a produção sem a necessidade de realizar fortes investimentos em 2024, segundo o diretor financeiro Fábio Mariano em teleconferência com analistas na terça-feira (27)

 

A empresa pretende investir entre R$ 2,8 bilhões e R$ 3 bilhões em 2024. “É importante considerar que a companhia, nos anos da pandemia, estendeu bastante a capacidade de produção em produtos processados. Essa capacidade ainda não foi utilizada plenamente”, disse Mariano. A recuperação nos preços de produtos e a redução nos custos tendem a colaborar para a rentabilidade da companhia no primeiro trimestre de 2024, segundo o executivo. A BRF informou nesta semana que registrou lucro líquido de R$ 754 milhões no quarto trimestre de 2023, revertendo um prejuízo de R$ 956 milhões no mesmo período de 2022, favorecida pelo desempenho das vendas, pela recuperação do preço da proteína in natura de frango no mercado doméstico e pela queda do custo de grãos. O presidente da BRF, Miguel Gularte, disse que novas habilitações conquistadas pela companhia em 2023 também devem colaborar para o desempenho da empresa em 2024, em um ano em que as condições de mercado doméstica e externa estão mais “normalizadas”. A BRF conquistou 66 novas habilitações ao longo de 2023 para novos destinos na América Latina, Ásia, Europa e África. “As novas habilitações trazem a máxima que temos repetido trimestre a trimestre, de que a melhor opção é ter várias opções”, disse Gularte.

Carnetec

 

NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ

 

Concessionárias iniciam operação nas rodovias dos lotes 1 e 2 do Paraná

Usuários têm à disposição serviços operacionais e de emergência em mais de mil quilômetros de estradas, com atendimentos de guinchos, ambulâncias e retirada de animais das pistas. Cronograma de obras prevê mais de R$ 30 bilhões em investimentos

 

As concessionárias Via Araucária e EPR Litoral Pioneiro deram início, na quarta-feira (28), às operações das rodovias do Paraná dos Lotes 1 e 2. Com isso, os usuários de mais de mil quilômetros de estradas paranaenses passaram a ter à disposição novos serviços operacionais e de assistência em caso de emergência, como atendimento de guinchos, ambulâncias e retirada de animais das pistas. Os contratos de concessão preveem também que as empresas executem planos de investimentos de mais de R$ 30 bilhões ao longo dos próximos 30 anos, com duplicações, construção de faixas adicionais, viadutos, trincheiras e ciclovias, entre outras obras. Nos primeiros anos, no entanto, as obras vão focar em manutenção das rodovias. A Via Araucária começou a operar 473 quilômetros das rodovias BR-277, BR-373, BR-376, BR-476, PR-418, PR-423 e PR-427, nas regiões de Curitiba, Região Metropolitana, Centro-Sul e Campos Gerais. A EPR Litoral Pioneiro assumiu a concessão de 605 quilômetros das rodovias BR-153, BR-277 e BR-369 e as estaduais PR-092, PR-151, PR-239, PR-407, PR-408, PR-411, PR-508, PR-804 e PR-855 entre Curitiba, Litoral do Paraná, Campos Gerais e Norte Pioneiro. O início da operação não implica na retomada imediata das cobranças de pedágio. A Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) deve informar, ainda, com 10 dias de antecedência a data exata o início das cobranças e os valores das tarifas. A previsão da agência é que isso aconteça até o final de março. Em todos os trechos concedidos, as duas empresas estão trabalhando, ao todo, com 84 veículos para atendimento aos usuários. São ambulâncias, guinchos, caminhões-pipa, caminhões para resgate de animais, carros de inspeção e apoio. Nas rodovias atendidas pela EPR Litoral Pioneiro, os usuários podem acionar os serviços de emergência pelo telefone 0800 277 0153. Nas estradas administradas pela Via Araucária, o número de contato é 0800 277 0376. Os motoristas e passageiros também já podem utilizar as bases de Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) distribuídas ao longo das rodovias. Os investimentos mais expressivos serão direcionados principalmente para a duplicação das rodovias, que serão executadas conforme os projetos e licenciamentos ficarem prontos. Ao todo, serão quase 700 quilômetros duplicados nos dois lotes. O Lote 1, que abrange 473 quilômetros de diversas rodovias e é administrado pela Via Araucária, terá 344 quilômetros de duplicações e 215 quilômetros de faixas adicionais. O contrato prevê também a construção de 32 quilômetros de vias marginais, 27 quilômetros de ciclovia e 63 viadutos e trincheiras. A empresa começou a operar com 420 colaboradores e 37 veículos, sendo quatro guinchos pesados, seis guinchos leves, dois caminhões para resgate de animais, dois caminhões-pipa, dez ambulâncias (sendo três com UTI) e 13 veículos para inspeção de tráfego. No Lote 2, a EPR Litoral Pioneiro será responsável por 605 quilômetros de rodovias. O contrato inclui a duplicação de 350 quilômetros, 138 quilômetros de faixas adicionais, 73 quilômetros de vias marginais e 72 quilômetros de ciclovias, além de 107 novos viadutos, 52 passarelas, 35 pontos de correção de traçado e oito passa-faunas. Entre as obras mais aguardadas está a instalação de faixas adicionais em 81 quilômetros da BR-277 entre Curitiba e Paranaguá. Os serviços da concessionária serão realizados por 47 veículos, sendo 15 viaturas de inspeção de tráfego, sete guinchos para veículos leves, cinco guinchos para veículos pesados, três caminhões-pipa, três caminhões para resgate de animais e 14 ambulâncias, sendo três delas com UTI móvel.

Agência Estadual de Notícias

 

Com endividamento em queda, Paraná mantém contas equilibradas e investimentos

A diretora-geral da Secretaria da Fazenda, Marcia do Valle, apresentou em audiência pública, na terça-feira (27), o Relatório de Gestão Fiscal referente ao ano de 2023. Receitas correntes do Estado cresceram 3% em termos reais, para R$ 62,7 bilhões. O Paraná destinou R$ 15,8 bilhões à educação e R$ 5,9 bilhões à saúde no ano passado

 

A Secretaria da Fazenda reduziu a taxa de endividamento de 58,3% em 2022 para 48,7% em 2023. No que diz respeito à poupança corrente, o Paraná registrou índice de 89,97% no Capag. O número indica equilíbrio entre as receitas correntes e as despesas obrigatórias. Por fim, a liquidez passou de 7,21% para 25,50%. Acompanhada por técnicos da Fazenda, a diretora-geral ofereceu uma análise detalhada das receitas, despesas, resultados e limites que regem as finanças do Estado, e respondeu às perguntas dos deputados estaduais. As receitas correntes atingiram a marca de R$ 62,7 bilhões ao longo de 2023. A cifra representa aumento real de 3% em comparação com o ano anterior, quando esse tipo de receita foi de R$ 58,4 bilhões. O crescimento nas receitas correntes foi verificado em meio a um cenário fiscal desafiador, com quedas na arrecadação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em setores cruciais como energia e comunicações. Os dois segmentos observaram recuos de 36% e 39%, respectivamente, nos valores recolhidos. A retração foi provocada principalmente por reduções das alíquotas de ICMS para combustíveis, energia elétrica e comunicações, determinadas ainda em 2022 pelo Congresso Nacional. A medida resultou em significativa frustração fiscal nos Estados, inclusive o Paraná. A compensação iniciada no ano passado pelo governo federal cobrirá 53% das perdas observadas no segundo semestre de 2022. Já as receitas de capital do Estado cresceram 137% em relação ao ano anterior, alcançando R$ 4,8 bilhões em 2023, ante R$ 1,9 bilhão no ano anterior. O aumento significativo nas receitas de capital foi impulsionado principalmente pela oferta de ações que destinou R$ 3,2 bilhões ao Estado e transformou a Copel em uma corporação em agosto do ano passado. De 2022 para 2023, as despesas correntes empenhadas aumentaram 12% em termos reais, passando de R$ 46,4 bilhões para R$ 54,4 bilhões. Gastos com pessoal e encargos sociais subiram de R$ 29,6 bilhões para R$ 33,3 bilhões (aumento real de 8%). Juros e encargos da dívida apresentaram incremento real de 19%, de R$ 966 milhões para R$ 1,2 bilhão, e outras despesas correntes registraram aumento de 26%, de R$ 15,8 bilhões para R$ 19,9 bilhões. As despesas de capital empenhadas, que incluem amortização de dívidas, investimentos e inversões financeiras, mantiveram-se estáveis, totalizando R$ 7,352 bilhões em 2023, valor semelhante ao registrado no ano anterior. Outra despesa elevada em 2023 foi o pagamento de R$ 1,7 bilhão em precatórios, aumento de 19% em relação a 2022. O Paraná destinou R$ 15,8 bilhões à educação e R$ 5,9 bilhões à saúde, valores que representam 32,9% e 12,3% das receitas líquidas de impostos, respectivamente. Os montantes superam as diretrizes da LRF, que estabelece limites mínimos de 30% e 12% para as duas áreas. As despesas com pessoal totalizaram R$ 25,7 bilhões em 2023, equivalente a 43% da receita corrente líquida (RCL). A LRF determina um teto de 49% para essas despesas do Executivo.

Agência Estadual de Notícias

 

Mirando a descarbonização, Copel consegue autorização da Aneel para paralisar a termelétrica de Figueira

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a Copel a paralisar a operação comercial da usina termelétrica de Figueira, movida a carvão mineral, no Estado do Paraná – a decisão é parte da estratégia da companhia de descarbonizar a sua matriz de geração de energia, tornando-se uma empresa totalmente renovável.

Gazeta do Povo

 

ECONOMIA/INDICADORES

 

Dólar tem alta firme com exterior antes de dados de inflação nos EUA

Após duas sessões em queda, o dólar à vista fechou a quarta-feira com alta firme ante o real, acompanhando o avanço quase generalizado da moeda norte-americana no exterior, em sessão marcada pela fuga dos investidores de ativos de maior risco e pela expectativa com novos dados de inflação nos Estados Unidos, na quinta-feira

 

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9712 reais na venda, em alta de 0,77%. Em fevereiro, a moeda norte-americana acumula alta de 0,66%. Na B3, às 17:22 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,73%, a 4,9685 reais. Depois de ceder 1,20% nos últimos dois dias, o dólar à vista subiu ante o real com investidores recompondo posições compradas com o auxílio do exterior, onde a moeda norte-americana também avançava. A expectativa dos investidores recaía sobre o índice PCE de janeiro -- o indicador preferencial de inflação do Federal Reserve --, que será anunciado na quinta-feira. Como vem ocorrendo nos últimos meses, investidores e analistas estarão atentos aos dados para determinar quando o Fed iniciará o processo de corte de juros. Em uma sessão marcada pela aversão a risco, em que os investidores buscaram a segurança do dólar e dos títulos norte-americanos, os principais índices de ações em Nova York recuaram nesta quarta-feira, assim como as moedas de países exportadores de commodities e emergentes. No Brasil, o dólar à vista oscilou em alta durante toda a sessão. Profissionais lembraram que nesta quinta-feira ocorrerá a definição da Ptax de fim de mês, o que tende elevar a volatilidade no câmbio durante o período da manhã -- quando também serão divulgados os dados do PCE nos Estados Unidos.

Reuters

 

Ibovespa fecha em queda pressionado por Petrobras com receio sobre dividendos

O Ibovespa fechou em queda na quarta-feira, abaixo dos 131 mil pontos, pressionado particularmente pelo tombo de mais de 5%das ações da Petrobras, em meio a preocupações sobre o montante de dividendos a ser distribuído pela estatal

 

Indice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,16%, a 130.155,43 pontos. O volume financeiro somou 23,9 bilhões de reais. Na visão do chefe da EQI Research, Luís Moran, o Ibovespa tem oscilado principalmente com o cenário macro internacional e eventos específicos de alguns papéis, em especial aqueles com maior peso no índice, como o caso de Petrobras nesta sessão. Ele reforçou, no entanto, que o Ibovespa continua em um patamar razoável, principalmente considerando a saída de estrangeiros da bolsa paulista, o que sugere um mercado "saudável, com vontade de subir". Dados da B3 até o dia 26, mostram que o capital externo no segmento Bovespa está negativo em 10,87 bilhões de reais em fevereiro, acumulando no ano déficit de 18,77 bilhões de reais. Em Wall Street, os principais índices acionários também terminaram o dia no vermelho, em sessão marcada por dados revisados sobre o PIB norte-americano. O S&P 500 encerrou com declínio de 0,17%.

Reuters

 

Governo central tem superávit primário de R$79,3 bi em janeiro, diz Tesouro

O governo central registrou superávit primário de 79,3 bilhões de reais em janeiro, ante um saldo positivo de 78,9 bilhões de reais no mesmo mês do ano passado, informou o Tesouro Nacional na quarta-feira

 

O governo central compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previdência Social. O superávit primário de janeiro se deve a um resultado positivo nas contas de Tesouro e Banco Central, no valor de 96,0 bilhões de reais, contra um déficit de 16,7 bilhões de reais na conta da Previdência Social. No mês passado, a arrecadação da União foi recorde, marcando o melhor resultado para qualquer mês. "Comparado a janeiro de 2023, o resultado primário observado decorre da combinação de aumento real de 3,0% (R$ 6,9 bilhões) da receita líquida e aumento real de 6,8% (R$ 10,1 bilhões) das despesas totais", pontuou o Tesouro.

Reuters

 

IGP-M passa a cair 0,52% em fevereiro com quedas nos preços de soja e milho, diz FGV

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a cair 0,52% em fevereiro, depois de ter registrado alta de 0,07% no mês anterior, com destaque para a queda nos preços de soja e milho, mostraram dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na quarta-feira

 

A expectativa em pesquisa da Reuters era de queda de 0,50%, e com o resultado do mês o índice passou a acumular em 12 meses deflação de 3,76%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, registrou queda de 0,90% em fevereiro, contra recuo de 0,09% no mês anterior. André Braz, coordenador dos índices de preços, destacou a queda acentuada nos custos da soja e do milho, respectivamente de 14,18% e 7,11%. "Apesar de o El Niño ter prejudicado algumas safras brasileiras, não se observa uma redução generalizada na produção agrícola nacional", disse ele. "Contrabalanceando esse cenário, a ampliação da oferta global de grãos promete atenuar as pressões inflacionárias sobre os preços dos alimentos no Brasil, proporcionando um alívio moderado à inflação", completou. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, subiu 0,53% em fevereiro, de uma alta de 0,59% no mês anterior. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou a subir no período 0,20%, de uma alta de 0,23% em janeiro.

Reuters


Confiança de serviços no Brasil cai em fevereiro com piora das expectativas, diz FGV

A confiança do setor de serviços do Brasil teve queda em fevereiro em meio à piora das expectativas futuras, mostraram os dados divulgados na quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV)

 

No mês, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) caiu 1,5 ponto, para 94,2 pontos, após ter subido em janeiro. A FGV informou que a queda do ICS em fevereiro foi influenciada exclusivamente pela piora das perspectivas dos empresários do setor para os próximos meses. O Índice de Expectativas (IE-S), que reflete as perspectivas para os próximos meses, caiu 2,9 pontos, 92,1 pontos. "É cedo para esperar um ciclo de quedas no setor que enfrenta um ambiente macroeconômico de manutenção da queda na taxa de juros e bons resultados no mercado de trabalho. Ainda assim, não está evidente que a melhora nos fatores econômicos já tenha impactado a confiança dos empresários”, avaliou em nota Stéfano Pacini, economista do FGV IBRE. Já Índice de Situação Atual (ISA-S), indicador da percepção sobre o momento presente do setor de serviços, ficou estável em 96,4 pontos. "O resultado ratifica a percepção de perda de fôlego do setor sobre a situação atual observada desde o segundo semestre de 2023. Apesar disso, nota-se certa resiliência na demanda, disse Pacini. Após cinco cortes consecutivos de meio ponto percentual pelo Banco Central, a taxa Selic está atualmente em 11,25%, nível ainda elevado e restritivo à economia. O BC tem indicado manutenção do ritmo de afrouxamento monetário para as próximas reuniões, mas ponderando que os juros devem continuar em patamar contracionista.

Reuters

 

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