top of page
Buscar
  • prcarne

CLIPPING DO SINDICARNE Nº 451 DE 01 DE SETEMBRO DE 2023


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 3 | nº 451 |01 de setembro de 2023


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Boi gordo: agosto se encerra levando especulação baixista para setembro

Em SP, macho terminado segue valendo R$ 195/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são vendidas por R$ 185/@ e R$ 192/@, respectivamente, informou a Scot Consultoria


Na quinta-feira (31/8), os preços do boi gordo voltaram a recuar em algumas praças pecuárias do País, sugerindo que o movimento de baixa da arroba deve se estender para setembro. Segundo a S&P Global Commodity Insights, os fundamentos que explicam as fortes quedas nas cotações dos animais prontos para abate não têm prazo para sair de cena, ou seja, a procura interna pela carne bovina deve continuar enfraquecida, enquanto a maior parte dos frigoríficos permanecerá fora das compras de grandes lotes, resultando em um quadro de oferta de animais gordos terminados acima da demanda. A S&P Global lembra que, tradicionalmente, nos últimos meses do ano, a procura pela carne bovina tente a se aquecer, refletindo o aumento dos interesses dos importadores, como a China, além do período de festas, marcado pelo tradicional e indispensável churrasco entre amigos e familiares. Segundo apuração a Scot Consultoria, após o registro de quedas consecutivas, os preços do boi gordo se estabilizam no Estado de São Paulo. “Parte das indústrias optaram por ficar fora das compras devido às escalas de abate bem-posicionadas”, observou a Scot. Com isso, o boi gordo paulista está sendo negociado em R$ 195/@, a vaca gorda em R$ 185/@ e a novilha gorda em R$ 192/@ (preços brutos e a prazo). O “boi-China” (base SP) é vendido por R$ 200/@, no prazo, valor bruto. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 197/@ (à vista) vaca a R$ 179/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 202/@ (prazo) vaca a R$ 187/@ (prazo); MS-Dourados: boi a R$ 190/@ (à vista) vaca a R$ 180/@ (à vista); MS-C. Grande: boi a R$ 192/@ (prazo) vaca a R$ 182/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 182/@ (prazo) vaca a R$ 163/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 180/@ (à vista) vaca a R$ 161/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 180/@ (à vista) vaca a R$ 161/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 187/@ (prazo) vaca R$ 177/@ (prazo); PR-Maringá: boi a R$ 197/@ (à vista) vaca a R$ 179/@ (à vista); RS-Fronteira: boi a R$ 210/@ (à vista) vaca a R$ 195/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 182/@ (prazo) vaca a R$ 167/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 202/@ (prazo) vaca a R$ 187/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 182/@ (prazo) vaca a R$ 172/@ (prazo); RO-Cacoal: boi a R$ 170/@ (à vista) vaca a R$ 156/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 175/@ (à vista) vaca a R$ 163/@ (à vista).

S&P Global/Scot Consultoria/Portal DBO


SUÍNOS


Estabilidade para o mercado de suínos

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável, com preço médio de R$ 112,00, assim como a carcaça especial, cust 8,70/kg, em média


Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quarta-feira (30), houve leve alta de 0,34% no Paraná, chegando a R 5,89/kg, e baixa de 0,34% em Santa Catarina, custando R$ 5,80/kg. Ficaram estáveis os preços em Minas Gerais (R$ 6,27/kg), Rio Grande do Sul (R$ 5,7 em São Paulo (R$ 5,99/kg).

Cepea/Esalq


Suinocultura independente: preço sobe na maioria das praças. Queda no PR

Em São Paulo, o preço subiu, saindo de R$ 6,13/kg vivo para R$ 6,40/kg vivo, com consenso entre suinocultores e frigoríficos, segundo dados da Associa Paulista de Criadores de Suínos (APCS)


No mercado mineiro, houve aumento de R$ 6,30/kg vivo para R$ 6,50/kg vivo, com acordo entre suinocultores e frigoríficos, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal teve elevação de 5,70/kg vivo para R$ 6,06/kg vivo na semana. No Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 24/08/2023 a 30/08/2023), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve queda de 3,57%, fechando a semana em R$ 5,61/kg vivo. "Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo apresente alta, podendo ser cotado a R$ 5,90/kg vivo", informou o Lapesui.

AGROLINK


Suínos/Cepea: Baixa demanda por suíno vivo e pela carne pressiona cotações

Os preços do suíno vivo e da carne seguem em queda na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea


Segundo dados levantados, esse cenário se deve a enfraquecimento da demanda doméstica em fim de mês e ao aumento da concorrência com a proteína bovina, cuja disponibilidade no mercado também estás forte. No mercado de carne suína, a diminuição na procura pela proteína tem levado indústrias a demandarem um volume menor de suínos para abate, resultando em pressão sobre os preços do animal.

Cepea


FRANGOS


Preços estáveis para o mercado do frango

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,00/kg, enquanto o frango no atacado teve alta de 1,32%, valendo R 6,15/kg


No caso do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. No Paraná, o preço ficou estável em R$ 4,48/kg, enquanto em Santa Catarina, houve incremento de 0,91%, custando R$ 4,42/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (31), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram estáveis, valendo, ambos, 6,34/kg.

Cepea/Esalq


Israel abre mercado para a carne de frango brasileira

O Ministro Carlos Fávaro afirmou que o Brasil é o primeiro país a ser autorizado a exportar essa proteína para os israelenses


Com autorização para exportar carne de frango para Israel, Brasil chegou a 42ª abertura de mercado desde janeiro. O Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, anunciou que Israel abriu seu mercado para a carne de frango brasileira. O Ministro afirmou que o Brasil é o primeiro país a ser autorizado a exportar essa proteína para Israel. “Mostra a competência dos nossos produtores”, reforçou, citando que este é o 42º mercado aberto pelo atual governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Fávaro também destacou que a gripe aviária de alta patogenicidade não atingiu granjas comerciais do país até o momento porque o avicultor brasileiro é muito eficiente. O Brasil confirmou 86 casos de gripe aviária até o momento, sendo 84 em aves silvestres e dois em criações de fundo de quintal. Focos fora de granjas comerciais não alteram o status sanitário na Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa). O Ministro da Agricultura disse que o governo federal continuará tomando as ações necessárias para preservar o status sanitário, que gera oportunidades para os exportadores. “Amanhã ou segunda-feira deve sair a medida provisória que regulamenta o uso dos R$ 200 milhões”, mencionou, citando o recurso alocado no Ministério da Agricultura para reforçar as medidas de controle da doença. Os recursos serão usados em ações para rápida identificação, testagem e cuidados sanitários dos casos suspeitos.

GLOBO RURAL


GOVERNO


Despesa crescerá 1,7% acima da inflação no primeiro ano do arcabouço

Expansão fica abaixo do teto de 2,5% instituído pela nova regra


No primeiro ano do novo arcabouço fiscal as despesas do governo federal crescerão 1,7% acima da inflação, prevê o projeto de lei do Orçamento de 2024, enviado nesta quinta-feira (31) ao Congresso Nacional. A expansão está abaixo do teto de 2,5% de crescimento real (acima da inflação) definido pela nova regra fiscal, publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. O novo arcabouço fiscal permite que as despesas cresçam acima da inflação, dentro de uma banda entre 0,6% e 2,5%. O percentual de crescimento real (acima da inflação) está atrelado às receitas. Isso porque o novo marco fiscal estabelece que os gastos aumentem até 70% da alta real das receitas nos 12 meses terminados em junho do ano anterior ao do Orçamento. Para 2024, o período de cálculo da inflação valerá entre julho de 2022 e junho de 2023. Como o projeto do Orçamento prevê crescimento de 2,43% das receitas em 2024 acima da inflação no próximo ano, o aumento real das despesas, ao aplicar o percentual de 70% do crescimento das receitas, ficará em 1,7%. Em valores absolutos, o governo terá uma expansão de R$ 128,93 bilhões em novas despesas. Desse total, R$ 32,42 bilhões estão condicionados à aprovação pelo Congresso de um crédito suplementar em 2024 para incorporar ao Orçamento a alta da inflação prevista para o segundo semestre deste ano. A maior parte dos R$ 128,93 bilhões se destinará a gastos obrigatórios, como a correção dos pisos para a saúde e a educação, pagamento das aposentadorias e pensões, programas sociais e o novo limite mínimo para investimentos de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) instituído pelo novo arcabouço fiscal. Apesar do limite de 1,7%, o arcabouço tem uma brecha que pode permitir um crescimento maior dos gastos no primeiro ano de vigência da nova regra. O mecanismo tem como objetivo incorporar a retomada dos pisos de 15% da receita corrente líquida (RCL) para gastos com a saúde e de 18% da receita líquida de impostos (RLI) para educação. Pela brecha, caso a arrecadação cresça mais que os 2,43% já estimados, a equipe econômica poderá incorporar a diferença ao limite de crescimento das despesas. Dessa forma, os gastos poderão se expandir em 2,5% no próximo ano. O novo arcabouço fiscal prevê resultado primário zero (nem déficit, nem superávit) em 2024, com uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual, podendo variar entre 0,25 de déficit e 0,25 de superávit em 2024. O resultado primário representa o déficit ou superávit nas contas do governo sem os juros da dívida pública. Para cumprir essa meta, o governo precisará de R$ 168 bilhões no próximo ano. Em entrevista coletiva nesta tarde, em Brasília, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, esclareceu que esse valor se refere à receita bruta. Ao descontar os repasses obrigatórios aos estados e aos municípios, a necessidade de receitas cai para cerca de R$ 124 bilhões, próximo ao valor da expansão das despesas.

AGÊNCIA BRASIL


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Safra de soja do Paraná 23/24 estimada em 21,9 mi t, queda de 2%, diz Deral

A safra de soja do Paraná 2023/24 foi estimada na quinta-feira em 21,9 milhões de toneladas, queda de 2% ante o recorde de 2022/23 apontou o Departamento de Economia Rural (Deral), do governo do Estado, prevendo leve recuo nas produtividades.


Já a área plantada com soja no Estado, que costuma ser o segundo produtor brasileiro da oleaginosa, foi estimada em 5,8 milhões de hectares, ante 5,79 m hectares na safra anterior. Enquanto a soja deve ganhar um pequeno espaço, o milho da primeira safra deverá ter uma redução de área de 16%, para 317 mil hectares. O estado costuma plantar mais o cereal na segunda safra.

REUTERS


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar sobe 1,70% com disputa técnica e preocupação com área fiscal

O dólar à vista encerrou a quinta-feira com alta no Brasil, chegando a oscilar 10 centavos de real durante o dia, refletindo a disputa de investidores pela formação da Ptax, as preocupações do mercado com o Orçamento do governo e a alta da moeda norte-americana exterior


O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9523 reais na venda, com alta de 1,70%. Foi o maior avanço percentual em um fechamento desde 3 de agosto, quando subiu 1,97%. Na B3, às 17:16 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,59%, a 4,9220 reais. A divisa dos EUA oscilou em alta durante praticamente toda a sessão. Pela manhã, parte do impulso era dado pela atuação de investidores comprados interessados na formação da Ptax. A Ptax é uma taxa de câmbio calculada pelo Banco Central com base nas cotações do mercado à vista e que serve de referência para a liquidação de contra futuros. No fim de cada mês, agentes financeiros costumam tentar direcioná-la a níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas (no sentido alta das cotações) ou vendidas em dólar (no sentido de baixa). Além da Ptax, as cotações reagiam a alguns dados econômicos que deram força à moeda norte-americana. Os gastos dos consumidores, que representam dois terços da atividade econômica dos EUA, aumentaram 0,8% no mês passado, informou o Departamento de Comércio. A projeção dos economistas era 0,7%. Por outro lado, a inflação medida pelo índice de preços de PCE subiu 0,2% no mês passado, repetindo a taxa mensal vista em junho. Assim, o dólar tinha alta firme ante uma cesta de moedas fortes, o que contribuía para o avanço também no mercado brasileiro. Além disso, o Orçamento para 2024 traz uma ampliação de gastos de 129 bilhões de reais em relação a este ano. Para cumprir a meta de primário zero, o estabelece um aumento de 168 bilhões de reais em arrecadação, incluindo receitas ainda não aprovadas. “Eles vão lutar para atingir a meta zero, mas terão que buscar outras fontes de receita”, comentou Evandro Caciano, head de câmbio da Trace Finance. No exterior, o dólar se mantinha em alta ante as moedas fortes.

REUTERS


Ibovespa fecha em queda e termina agosto com receio sobre cenário fiscal

O Ibovespa fechou em queda na quinta-feira, com a recente deterioração nas contas públicas corroborando dúvidas sobre o déficit fiscal zero do próximo ano, enquanto medidas para aumentar as receitas públicas trouxeram preocupações sobre os potenciais efeitos nos resultados das empresas


Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,39%, a 115.906,02 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro da sessão somava 19 bilhões de reais. Com tal desempenho, o Ibovespa acumulou queda de 4,95% em agosto, encerrando uma sequência de quatro meses em alta. Essa performance foi acompanhada de forte saída de capital externo da bolsa paulista, com as vendas superando as compras em 12,56 bilhões de reais em agosto até o dia 29.

REUTERS


Consumo em supermercados tem alta forte em julho, mas reajuste do diesel preocupa

O consumo dos lares brasileiros em julho teve em julho o maior crescimento mensal do ano tirando o desempenho no período da Páscoa, mas a associação que representa os supermercados do país, Abras, manifestou na quinta-feira preocupações sobre o impacto da alta recente dos preços dos combustíveis sobre as vendas nos próximos meses


O consumo em supermercados, semelhante às vendas do setor, teve crescimento de 4,24% em julho ante junho e avançou 3,37% sobre o mesmo mês do a passado, em uma performance que aproximou o acumulado de 2023 à projeção da Abras para o ano todo de expansão de 2,5%. Até o mês passado, o crescimento do consumo estava em 2,52%. A expansão no consumo ocorreu em meio a uma baixa nos preços. Segundo a Abras, a cesta de 35 produtos pesquisada pela entidade teve preço em julho 730,06 reais em média, menor valor desde fevereiro de 2022. Mas o vice-presidente da entidade, Marcio Milan, afirmou em apresentação a jornalistas que os reajustes nos preços dos combustíveis já estão fazendo hortifrutigranjeiros aumentarem os preços de seus produtos em 5% a 8% para setembro ante relativamente estabilidade nos meses anteriores.

REUTERS


Número de pessoas trabalhando sobe e desemprego no Brasil cai a 7,9% no tri até julho

A taxa de desemprego do Brasil caiu a 7,9% no trimestre encerrado em julho, resultado mais baixo para o período de nove anos, mostrando que o mercado de trabalho segue resiliente com aumento no número de pessoas trabalhando


O dado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgado na quinta-feira foi ainda o mais baixo para qualquer trimestre desde o findo em dezembro de 2022 (7,9%), depois de ter ficado em 8,5% nos três meses imediatamente anteriores, até abril. O dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também mostrou forte recuo ante a taxa de 9,1% vista no mesmo período do ano anterior em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters. O mercado de trabalho brasileiro mostrou resiliência na primeira metade de 2023, mas a perda do fôlego da atividade econômica deve levar a um aumento taxa de desemprego de forma lenta à frente, ainda que se mantendo em patamares historicamente baixos. “Esse recuo no trimestre encerrado em julho ocorreu principalmente pela expansão do número de pessoas trabalhando”, explicou Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa. No trimestre até julho, o total de ocupados chegou a 99,334 milhões, uma alta de 1,3% em relação aos três meses encerrados em abril e um ganho de 0,7% mesmo período de 2022. O número de desempregados, por sua vez, caiu 6,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior, a 8,522 milhões de pessoas, o que também represe recuo de 13,8% ante o trimestre até julho de 2022 e marcou o menor contingente de desempregados desde junho de 2015. Segundo o IBGE, na comparação trimestral, o aumento da ocupação foi influenciado pelo grupamento de Administração pública, defesa, seguridade socia educação, saúde humana e serviços sociais (mais 593 mil pessoas); seguido de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais administrativas (mais 296 mil pessoas). Os trabalhadores com carteira assinada no setor privado aumentaram 0,6% no período, mas os que não tinham carteira dispararam 4,0% no trimestre. No setor público, houve aumento de 2,6%. No período, a renda foi de 2.935 reais, contra 2.916 reais nos três meses até abril e 2.792 reais no trimestre até julho do ano passado.

REUTERS


Dívida pública bruta fica em 74,1% do PIB em julho, mostra BC

A dívida pública bruta do Brasil como proporção do PIB chegou a 74,1% em julho, de 73,6% no mês anterior, informou o Banco Central na sexta-feira. No mês, o setor público consolidado registrou um déficit primário de 35,809 bilhões de reais. Economistas consultados em pesquisa da Reuters esperava negativo de 28,0 bilhões de reais.

REUTERS


POWERED BY

EDITORA ECOCIDADE LTDA

041 3289 7122

041 99697 8868


3 visualizações0 comentário

Σχόλια


bottom of page