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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 443 DE 22 DE AGOSTO DE 2023


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 3 | nº 443 |22 de agosto de 2023



NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Mercado físico do boi gordo inicia a semana sob forte especulação baixista

Segundo a S&P Global, a segunda-feira registrou ambiente moroso nos negócios, com boa parte dos agentes de mercado ausentes nas negociações


No Sul e Sudeste do País, alguns frigoríficos que foram às compras de boiadas gordas efetivaram novos negócios a preços mais baixos, resultando em recuos nas praças de São Paulo e do Paraná, informou a S&P Global. No mercado paulista, alguns pecuaristas cederam a venda de animais em cotações inferiores diante do clima quente e seco no interior do Estado, o que fomentou uma condição de liquidação de oferta remanescente. No Mato Grosso do Sul, a maior parte das indústrias permaneceram ausentes das compras na segunda-feira, porém os poucos compradores ativos conseguiram efetivar novos negociações a preços mais baixos. Na avaliação da S&P Global, o mercado físico deve permanecer nesta toada até a virada do mês, diante do fraco consumo doméstico nesta última metade de agosto. O setor externo esboça reação em termos de volumes, porém os preços da proteína brasileira também registram forte recuo ao longo das últimas semanas. Pelos dados apurados pela Scot Consultoria, grande parte dos frigoríficos paulistas ficam fora das compras de boiadas gordas nesta segunda-feira, aguardando o resultado das vendas no final de semana para definir os preços que serão ofertados. Com isso, diz a Scot, os preços de todas as categorias de animais destinados ao abate ficaram estáveis em relação à última sexta-feira (18/8). A arroba do boi gordo paulista está sendo negociada em R$ 210, a da vaca em R$ 195 e a da novilha em R$ 206 (preços brutos e a prazo), de acordo com a Scot. O “boi China” está cotado em R$ 220/@ (bruto e a prazo), base SP, com ágio de R$ 10/@ sobre o animal “comum”, acrescenta a consultoria. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 207/@ (à vista) vaca a R$ 187/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 219/@ (prazo) vaca a R$ 202/@ (prazo); MS-Dourados: boi a R$ 207/@ (à vista) vaca a R$ 187/@ (à vista); MS-C. Grande: boi a R$ 209/@ (prazo) vaca a R$ 189/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 192/@ (prazo) vaca a R$ 172/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 195/@ (à vista) vaca a R$ 175/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 190/@ (à vista) vaca a R$ 170/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 197/@ (prazo) vaca R$ 197/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 225/@ (à vista) vaca a R$ 204/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 197/@ (prazo) vaca a R$ 177/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 204/@ (prazo) vaca a R$ 192/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 197/@ (prazo) vaca a R$ 177/@ (prazo); RO-Cacoal: boi a R$ 185/@ (à vista) vaca a R$ 165/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 190/@ (à vista) vaca a R$ 172/@ (à vista).

S&P Global/Scot Consultoria/Portal DBO


Paraná é o quarto estado a conquistar adesão ao Sisbi-PEC

A Portaria nº 873, foi publicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no Diário Oficial da União, na quinta-feira (17)


O Serviço de Inspeção e Fiscalização de Insumos Pecuários da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) conquistou a equivalência junto ao Sistema Brasileiro de Inspeção e Fiscalização de Insumos Pecuários (Sisbi-PEC). Com essa conquista, o Serviço Veterinário Oficial do estado passa a ter seus procedimentos de fiscalização de produtos de uso veterinário, padronizados igualmente o Mapa, garantindo a segurança dos insumos aos pecuaristas e consumidores. “Com o reconhecimento da equivalência e a adesão do Estado ao Sisbi-PEC, o serviço oficial amplia sua capilaridade e capacidade de fiscalização do comércio de produtos veterinários, os empreendedores ganham celeridade nas autorizações necessárias para o funcionamento regular e os pecuaristas podem esperar maior segurança quanto aos produtos veterinários ofertados no comércio”, relata a diretora do Departamento de Suporte e Normas da Secretaria de Defesa Agropecuária, Judi Nóbrega. O Sisbi-PEC faz parte do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) e busca padronizar e harmonizar os procedimentos de inspeção e fiscalização de insumos pecuários, executados pelos entes partícipes do sistema, para assegurar a inocuidade, a identidade e a qualidade dos insumos utilizados na pecuária brasileira. O Paraná tornou-se o quarto estado a entrar no sistema, juntando-se com os estados do Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

PORTAL DBO


Na exportação, Preço médio da carne bovina in natura recua 26,4% na terceira semana de agosto/23

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o preço médio da carne bovina in natura exportada até a terceira semana de agosto/23 ficou em US$ 4.513 por tonelada, queda de 26,4% frente à agosto de 2022 com US$ 6.132 por tonelada


Para o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, “os valores estão caindo e estamos falando de US$ 4.513 mil por tonelada. Isso acaba contribuindo para a pressão baixista nas cotações da arroba bovina nas últimas semanas”, comentou. O volume exportado atingiu 124,6 mil toneladas até a terceira semana de agosto/23. No mesmo período do ano anterior, o volume ficou em 203,1 mil toneladas em 23 dias úteis. A média diária ficou em 8,9 mil toneladas, avanço de 0,8%, frente a agosto do ano anterior, com 8,83 mil toneladas. No comparativo semanal, a média diária apresentou um recuo de 3,26% frente à média que estava em 9,2 mil toneladas. O valor negociado para o produto ficou em US$ 562,5 milhões, tendo em vista que o preço comercializado durante o mês de agosto do ano anterior foi de US$ 1.245,977 milhões. A média diária, US$ 40,1 milhões representa queda de 25,8%, frente a agosto do ano passado, com US$ 54,1 milhões.

AGÊNCIA SAFRAS


SUÍNOS


Queda de preços generalizada no mercado de suínos

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF caiu 5,00%/4,10%, chegando a R$ 114,00/R$ 117,00, e a carcaça especial baixou 1,11%/1,08%, custando R$ 8,90/kg/R$ 9,20/kg


Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à sexta-feira (18), o preço ficou estável somente no Paraná, valendo R$ 6,21/kg. Houve queda de 0,30% em Minas Gerais, chegando R$ 6,65/kg, baixa de 0,66% no Rio Grande do Sul, atingindo R$ 6,02/kg, retração de 0,50% em Santa Catarina, com preço de R$ 6,00/kg, e de 0,61% em São Paulo, fechando em R$ 6,53/kg.

Cepea/Esalq


Exportações de carne suína na terceira semana de agosto desaceleram em relação a 2022

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne suína in natura nos 14 dias úteis de agosto registraram avanços mais tímidos no comparativo com agosto de 2022


A receita obtida com as exportações de carne suína até o momento em agosto, US$ 155.543,866, representa 61,32% do total arrecadado em todo o mês de agosto de 2022, que foi de US$ 253.644. No caso do volume embarcado, as 64.768 toneladas são 60,92% do total registrado em agosto do ano passado, quantidade de 106.305 toneladas. O faturamento por média diária até o momento foi de US$ 11,1 milhões, quantia 0,7% maior do que agosto de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 5,51% observando os US$ 11,7 vistos na semana passada. No caso das toneladas por média diária, foram 4.626 toneladas, houve tímida alta de 0,1% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se recuo de 5,1%, comparado às 4.878 toneladas da semana passada. Já o preço pago por tonelada, US$ 2.401, é apenas 0,7% superior ao praticado em agosto passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa baixa de 0,37% em relação aos US$ 2.410 anteriores.

AGÊNCIA SAFRAS


FRANGOS


Frango: preços estáveis na segunda-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,00/kg, enquanto o frango no atacado teve recuo de 0,49%, valendo R$ 6,15/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. No Paraná, o preço ficou estável em R$ 4,50/kg, assim como em Santa Catarina, com preço de R$ 4,06/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (18), o preço da ave congelada não mudou, cotado em R$ 6,63/kg, enquanto o frango resfriado cedeu 0,15%, fechando em R$ 6,53/kg.

Cepea/Esalq


Preços da Exportação de frango na 3ª semana de agosto caem 13,2%

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne de aves in natura nos 14 dias úteis de agosto seguem com o preço pago por tonelada abaixo do de agosto do ano passado


A receita, US$ 520 milhões, representa 62,73% do total de agosto de 2022, com US$ 828,9 milhões. No volume embarcado, as 287.635 toneladas equivalem a 72,25% do total registrado em agosto do ano passado, com 398.074,795 toneladas. A receita por média diária foi de US$ 37,1 milhões, valor 3,1% maior do que o registrado em agosto de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 10,99%. Em toneladas por média diária, 20.545 toneladas, avanço de 18,7% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Em relação à semana anterior, retração de 12,56%. No preço pago por tonelada, US$ 1.807, ele é 13,2% inferior ao praticado em agosto do ano passado. Em relação à semana anterior, representa leve alta de 1,80%.

AGÊNCIA SAFRAS


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Lote 1 da nova concessão rodoviária vai a leilão na sexta

O valor máximo estipulado para o quilômetro rodado do Lote 1 é de R$ 0,10673. Essa é a tarifa-base que será disputada, cujos descontos terão impacto sobre as tarifas estabelecidas no edital para cada uma das cinco praças de pedágio


O leilão do Lote 1 da nova concessão rodoviária do Paraná será nesta sexta-feira (25). A disputa envolve 473 quilômetros de rodovias federais e estaduais entre Curitiba, Região Metropolitana, Centro-Sul e Campos Gerais do Paraná. A empresa ou consórcio vencedor deverá investir pelo menos R$ 7,9 bilhões em obras de melhorias e manutenção em trechos das rodovias BR-277, BR-373, BR-376, BR-476, PR-418, PR-423 e PR-427. O contrato será de 30 anos. Segundo o edital, 344 quilômetros serão duplicados e 210 quilômetros receberão faixas adicionais (terceiras faixas). Também estão previstos 44 quilômetros de novos acostamentos, 31 quilômetros de novas vias marginais, 27 quilômetros de ciclovias e 86 viadutos, trincheiras e passarelas. A concessionária contratada também deverá arcar com aproximadamente R$ 5,2 bilhões em custos operacionais durante o período, o que inclui serviços médicos e mecânicos, pontos de parada de descanso para caminhoneiros e sistema de balanças de pesagem. O valor máximo estipulado para o quilômetro rodado do Lote 1 é de R$ 0,10673. Essa é a tarifa-base que será disputada, cujos descontos terão impacto sobre as tarifas estabelecidas no edital para cada uma das cinco praças de pedágio: São Luiz do Purunã (BR-277), Lapa (BR-476), Porto Amazonas (BR-277), Imbituva (BR-373) e Irati (BR-277). A média da tarifa por quilômetro rodado do antigo Anel de Integração era de R$ 0,19/km (vigente em novembro de 2021), ou seja, na largada da disputa o preço já será 47,3% menor, mesmo com um grande pacote de novas obras. O edital foi publicado no dia 12 de maio, logo após a delegação das rodovias paranaenses para a União. Pelo edital, as propostas vão ser apresentadas na Bolsa de Valores (B3), em São Paulo, nesta segunda-feira (21), entre 10h e 12h, e devem conter Garantia da Proposta; Proposta Econômica Escrita; e Documentos de Qualificação. No dia 24 de agosto, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai divulgar no seu site a lista das garantias não aceitas. No dia 25 de agosto, o Dia D, serão abertos os envelopes com as propostas de desconto e anunciadas as empresas ou consórcios habilitados para a disputa do leilão ao vivo. Uma das grandes novidades dessa concessão é a existência de recursos vinculados ao desconto. A partir de 18% de desconto, as empresas serão obrigadas a realizar um aporte financeiro de R$ 100 milhões a cada ponto percentual de desconto até os 23%. Entre 23% e 30% de desconto, o valor adicional deverá ser de R$ 120 milhões a cada ponto, que passará a ser de R$ 150 milhões para descontos acima de 30%, sempre de forma cumulativa. O dia 25 de agosto é o mais emblemático do leilão porque define publicamente o vencedor. Mas ainda há alguns passos até a formalização do contrato. No dia 8 de setembro será publicada a Ata de Julgamento do Leilão e os recursos das empresas serão recebidos até o dia 13. A publicação do julgamento dos recursos pela ANTT vai ocorrer no dia 5 de outubro. No dia 27 de outubro o resultado será homologado e até o dia 29 de dezembro deve ocorrer a assinatura do contrato. Essas datas estão sujeitas a alterações. O lote terá cinco praças de pedágio. As tarifas do edital para veículos de passeio são R$ 9,19 (São Luiz do Purunã), R$ 12,11 (Lapa), R$ 11,57 (Porto Amazonas), R$ 10,60 (Imbituva) e R$ 10,80 (Irati). Com os descontos sobre a tarifa-base, no entanto, esses valores devem ser reduzidos, uma vez que o leilão foi programado para livre concorrência sobre desconto em cima da tarifa de R$ 0,10673 por quilômetro.

AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar sobe no Brasil após decepção com corte de juros pela China

O dólar à vista voltou a subir na segunda-feira ante o real, em dia marcado por nova decepção com a condução da economia chinesa, que penalizou algumas moedas de exportadores de commodities


O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9792 reais na venda, com alta de 0,26%. Na B3, às 17:10 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,13%, a 4,9915 reais. O gigante asiático surpreendeu os investidores globais com corte de juros menor que o esperado. A taxa de empréstimo primária de um ano (LPR) foi reduzido em 10 pontos base, para 3,45%, enquanto a LPR de cinco anos ficou em 4,20%. Neste contexto de dúvidas sobre a recuperação da economia chinesa, algumas moedas ligadas a commodities -- como o real -- foram novamente penalizadas. Apesar do impulso vindo de fora, o dólar não se distanciou tanto do nível de fechamento da sessão anterior. “A China reduziu juros, mas o mercado acredita que não foi na intensidade que deveria. Isso trouxe um mau humor para os negócios, que fez o dólar subir, mas nada de excepcional”, comentou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. “A margem (de oscilação) foi estreita, com os investidores também aguardando o principal evento da semana, o simpósio de Jackson Hole”, acrescentou. Promovido anualmente pelo Federal Reserve, o evento em Jackson Hole, no estado de Wyoming, terá na sexta-feira participação do chair do Fed, Jerome Powell. “A expectativa de que ele volte a falar de novas altas de juros nos EUA acaba incomodando o mercado. Este é um ponto que contribui para a alta do dólar hoje (segunda-feira)”, pontuou Cristiane Quartaroli economista do Banco Ourinvest.

REUTERS


Ibovespa fecha em queda com riscos externos e falta de catalisadores no Brasil

O Ibovespa fechou em queda na segunda-feira, após uma trégua na última sessão, retomando a tendência negativa que tem marcado agosto, em meio a preocupações com a política monetária norte-americana e o ritmo da economia chinesa


Investidores também aguardam o desfecho de discussões envolvendo a votação final do novo arcabouço fiscal no país, que precisa ser apreciado novamente pela Câmara dos Deputados após mudanças no texto feitas na votação da matéria no Senado. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,83%, a 114.454,65 pontos, de acordo com dados preliminares, quase perdendo o patamar dos 114 mil pontos na mínima do dia. O volume financeiro somava 17 bilhões de reais, mais uma vez abaixo da média diária do ano, de 25,9 bilhões de reais. Na última sexta-feira, o Ibovespa quebrou uma série histórica de 13 pregões de baixa, fechando com sinal positivo pela primeira vez em agosto, mas a alta foi modesta, de apenas 0,37%, em meio a persistentes incertezas na cena global.

REUTERS


Mercado eleva previsão da inflação de 4,84% para 4,9% este ano

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – subiu de 4,84% para 4,9% neste ano. A estimativa está no Boletim Focus da segunda-feira (21)

Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,86%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos. A estimativa para 2023 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%. Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 61%. A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Diante da forte queda do IPCA, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, iniciou, neste mês, um ciclo de redução da Selic. A última vez em que o BC tinha diminuído a Selic foi em agosto de 2020, quando a taxa caiu de 2,25% para 2% ao ano, em meio à contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2023 em 11,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 9% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano, para os dois anos. A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano ficou em 2,29%, a mesma do boletim da semana passada. Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 1,33%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente. A previsão para a cotação do dólar está em R$ 4,95 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,00.

Agência Brasil


Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 2,41 bi na 3ª semana de agosto

Em agosto, por ora, a balança acumula superávit de US$ 6,59 bilhões


A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,41 bilhões na terceira semana de agosto, informou a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/Mdic). O valor é resultado de exportações de US$ 7,32 bilhões e importações de US$ 4,91 bilhões no período. Em agosto, a balança acumula superávit de US$ 6,59 bilhões. No ano, o saldo positivo chega a US$ 60,14 bilhões. A média diária de exportações em agosto, até a terceira semana (US$ 1,417 bilhão), subiu 5,9% na comparação com agosto de 2022. A alta foi puxada pelos embarques da agropecuária (+15,2%), seguidos por indústria extrativa (+13,1%). A indústria de transformação, por sua vez, exportou 1,3% menos no período, quando comparada a agosto de 2022. A média diária de importações até a terceira semana de agosto caiu 18,4%, para US$ 947 milhões, quando comparada a igual mês do ano anterior. O setor agropecuário foi o que mais puxou o recuo (-32,9%), seguido da indústria extrativa (-15,5%) e da indústria de transformação (-18,2%).

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