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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 325 DE 03 DE MARÇO DE 2023


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 3 | nº 325 |03 de março de 2023


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Paralisação dos embarques à China fez arroba recuar 10% na semana

Até o momento (quinta-feira, 2 de fevereiro), as cotações do macho terminado acumulam perdas em torno de 10%, em média, nas praças monitoradas pela S&P Global


Segundo a consultoria, fazendo um comparativo com o caso atípico de “vaca louca” ocorrido no Brasil em 2021, as cotações da arroba bovina registraram, na época, queda de 16% entre setembro e dezembro (período de duração da paralisação dos embarques à China naquele ano). Com a falta de apetite para novas compras de gado gordo, sobretudo das unidades que operam majoritariamente para atender o fluxo de escoamento da proteína ao mercado chinês, o desarranjo no setor deve fomentar espaço para novos recuos da arroba, reforça a S&P Global. Pelos dados apurados pela Scot Consultoria, nesta quinta-feira, as cotações do boi, vaca e da novilha ficaram estáveis em São Paulo, na comparação como o dia anterior. Dessa maneira, relata a Scot, as ofertas de compra estão em R$ 277/@ de boi gordo, R$ 260/@ de vaca gorda e R$ 270/@ de novilha gorda (preços brutos e a prazo). Para o “boi-China” (abatido mais jovem, com até 30 meses de idade) não houve ofertas de compra, acrescenta a Scot. Em fevereiro/23, foram exportadas em torno de 7 mil toneladas/dia de carne bovina in natura, resultado 15,8% abaixo do volume diário de fevereiro/22, informou a Scot Consultoria, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 266/@ (à vista) vaca a R$ 246/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 276/@ (prazo) vaca a R$ 258/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 263/@ (prazo) vaca a R$ 243/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 236/@ (prazo) vaca a R$ 221/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 234/@ (à vista) vaca a R$ 216/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 234/@ (à vista) vaca a R$ 216/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 236/@ (prazo) vaca R$ 226/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 276/@ (à vista) vaca a R$ 246/@ (prazo); PA-Marabá: boi a R$ 219/@ (prazo) vaca a R$ 209/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 247/@ (prazo) vaca a R$ 240/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 221/@ (prazo) vaca a R$ 206/@ (prazo); RO-Cacoal: boi a R$ 221/@ (à vista) vaca a R$ 201/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 231/@ (à vista) vaca a R$ 216/@ (à vista).

PORTAL DBO


NOTA OFICIAL - Mapa confirma que caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina é atípico

Ministério está adotando imediatamente as providências para que as exportações da carne bovina brasileira sejam restabelecidas o mais breve possível


Conforme as indicações do corpo técnico do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a análise do laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) confirmou, na noite da quinta-feira (02), que o caso isolado de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) detectado no município de Marabá (PA) é atípico tipo H. O Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, comunicou imediatamente o resultado da amostra ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, imediatamente, iniciou a inserção das referidas informações no sistema para a comunicação oficial à OMSA e às autoridades chinesas. Assim que concluído o processo, será marcada uma reunião virtual com o governo chinês para tratar do desembargo da exportação da carne bovina ao país. "Ressalto que rapidez, eficiência e a transparência solicitada pelo Presidente Lula foi fundamental. Agradeço à nossa equipe e à do Governador do Pará, Helder Barbalho, que nos permitiu uma atuação rápida desde a identificação do caso", comentou Fávaro. Por se tratar de caso atípico, ou seja, ocorrido por causas naturais em um único animal de 9 anos de idade e com todas as providências sanitárias adotadas prontamente, o Ministério da Agricultura e Pecuária está adotando imediatamente as providências, de acordo com os protocolos sanitários, para que as exportações da carne bovina brasileira sejam restabelecidas o mais breve possível.

MAPA


SUÍNOS


Preços com quedas leves no mercado de suínos

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 141,00/R$ 146,00, assim como a carcaça especial, valendo R$ 10,60/kg/R$ 11,00/kg


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (1), apenas Minas Gerais ficou com preço inalterado, custando R$ 8,35/kg. Houve queda de 0,14% no Paraná, chegando em R$ 7,31/kg, recuo de 0,28% no Rio Grande do Sul, alcançando R$ 7,05/kg, baixa de 0,55% em Santa Catarina, descendo para R$ 7,27/kg, e de 1,03% em São Paulo, fechando em R$ 7,71/kg. Na quinta-feira (02) as principais bolsas que comercializam os suínos na modalidade independente apresentaram preços com comportamentos distintos. De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), há uma oferta restrita no mercado interno, o que contribuiu com os preços ao longo de fevereiro.

Cepea/Esalq


Suinocultura independente: preços em várias direções

No Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 23/02/2023 a 01/03/2023), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve alta de 2,15%, fechando a semana em R$ 7,34/kg vivo. "Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo apresente alta, podendo ser cotado a R$ 7,35/kg vivo", disse o Lapesui


Em São Paulo o mercado registrou queda, saindo de R$ 8,30/kg vivo para R$ 7,92/kg vivo, e nesta semana, diferente da anterior, houve acordo entre frigoríficos e suinocultores, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). No mercado mineiro, por mais uma semana, o valor ficou sem acordo entre criadores e frigoríficos, sendo que o preço sugerido na semana anterior (R$ 8,40/kg vivo) ficou novamente como sugestão para ser praticado nesta semana, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal teve queda, saindo de R$ 7,44/kg vivo para R$ 7,30/kg vivo nesta semana.

AGROLINK


Suínos/Cepea: Oferta restrita eleva cotações em fevereiro

A baixa disponibilidade de suínos impulsionou os preços do animal vivo e da carcaça especial na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea em fevereiro


Segundo colaboradores, a oferta restrita no mercado interno está atrelada à menor produção nas granjas, que, por sua vez, recuou como resultado dos elevados preços de importantes insumos da atividade suinícola (milho e farelo de soja) em anos recentes.

Cepea


FRANGOS


Preço do frango congelado ou resfriado em São Paulo tem alta

Segundo dados do Cepea/Esalq, uma reação no mercado começa a ser esboçada


Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,90/kg, assim como o frango no atacado, custando R$ 6,60/kg. Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Não houve alteração de preços em Santa Catarina nem no Paraná, valendo, respectivamente, R$ 4,30/kg e R$ 4,94/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (1), a ave congelada teve aumento de 1,27%, chegando a R$ 7,15/kg, e o frango resfriado subiu 1,68%, fechando em R$ 7,26/kg.

Cepea/Esalq


INTERNACIONAL


RaboResearch: Incerteza à frente para a indústria de carne bovina

De acordo com um novo relatório do Rabobank, 2022 foi um ano inesquecível para a indústria global de carne bovina, com preços recordes no varejo e na fazenda em muitas regiões devido à forte demanda do consumidor e oferta limitada. O Brasil também alcançou volumes e retornos recordes de exportação graças à crescente demanda chinesa. No entanto, o sentimento do consumidor suavizou no final de 2022, levando a preços mais fracos da carne bovina no início de 2023


A produção total de carne bovina deve ficar estável no primeiro trimestre de 2023, com um aumento de 5% na produção australiana e de 2% na produção brasileira, quase o suficiente para compensar as quedas nos EUA, UE e Nova Zelândia. Espera-se que a oferta global até 2023 se torne mais limitada à medida que a produção dos EUA cai. Os preços do gado na maioria das regiões continuaram sua tendência de queda, com a notável exceção sendo os EUA, onde a oferta mais limitada está fornecendo suporte aos preços. “O sentimento do consumidor enfraqueceu no final de 2022, levando a um abrandamento nos preços da carne bovina que fluiu até o início de 2023”, disse Angus Gidley-Baird, analista sênior de proteína animal do Rabobank. “Embora a oferta de carne bovina deva permanecer favorável para os preços, a confiança do consumidor continuará sendo um fator-chave na determinação dos retornos da carne bovina.” De acordo com o Rabobank, a China será um ponto focal importante em 2023, à medida que o país emerge dos bloqueios do COVID em meio a um ambiente econômico em desaceleração. Espera-se que o levantamento das restrições do COVID leve a uma recuperação no consumo doméstico, incluindo um aumento potencial no consumo de carne bovina. A demanda chinesa por carne bovina aumentará na segunda metade do ano, impulsionando os preços globais. “Embora o foodservice tenha sido o principal canal de consumo de carne bovina, agora vemos o aumento das vendas de carne bovina nos canais de varejo. Essa tendência é apoiada pelo crescimento robusto de novos fogões tecnológicos e fornos portáteis”, observou o relatório. Outra tendência em franco crescimento é o mercado de pratos pré-preparados, com crescimento de dois dígitos nos últimos dois anos.

Enquanto isso, a contração da produção dos EUA continua sendo um ponto focal. “O estoque de vacas de corte caiu para o ponto mais baixo desde 1962, e os estoques de confinamento estão mostrando um declínio”, disse Gidley-Baird. “Espera-se que isso cause uma redistribuição dos suprimentos globais de carne bovina e um aperto geral do mercado”. A oferta de carne bovina brasileira deve ser ainda maior este ano, com a China permanecendo como o principal destino das exportações, embora os preços médios de importação em 2023 devam cair devido ao aumento dos volumes. “O declínio nos volumes dos EUA deve apoiar o aumento do comércio da Austrália”, explicou Gidley-Baird. “Os volumes da Austrália provavelmente aumentarão à medida que os preços diminuírem, apoiados ainda mais pelo potencial aumento na demanda por produtos refrigerados com o crescimento nas vendas de carne bovina no varejo da China. Enquanto isso, um aumento nas vendas no varejo por meio do comércio eletrônico e o crescimento no mercado de pratos preparados proporcionarão oportunidades para os exportadores da Nova Zelândia capturarem mais valor”.

BEEF MAGAZINE


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Estimativa de safra de soja do Paraná tem leve alta, milho fica estável, aponta Deral

A safra de soja do Paraná 2022/23 foi estimada na quinta-feira em 20,9 milhões de toneladas, alta de cerca de 200 mil toneladas na comparação com a previsão de janeiro, de acordo com novos números publicados pelo Departamento de Economia Rural (Deral)


O leve aumento ante a estimativa anterior ocorreu após o órgão da Secretaria de Agricultura reduzir a projeção ao final de janeiro, citando impactos da seca em dezembro. Com a colheita de soja tendo sido realizada em 17% da área e com mais da metade da safra em maturação, o Deral espera agora um aumento de 70% na produção na comparação com a temporada anterior, atingida severamente pela seca. O Paraná deverá ser o segundo produtor de soja do Brasil em 2022/23, atrás do Mato Grosso e após perdas reduzirem produtividades no Rio Grande do Sul. O Deral manteve a previsão de produção de milho primeira safra em 3,69 milhões de toneladas, com um alta anual de 24%, e estimou o potencial do cereal da segunda safra em 15,38 milhões de toneladas, praticamente estável ante a previsão anterior e com projeção de aumento de 16% versus 2021/22. A colheita de milho de verão atingiu 26% da área no início da semana, enquanto 62% dos campos estavam em estágio de maturação. Para a segunda safra de milho, o plantio atingiu 26%. Analistas têm chamado a atenção para uma boa parte da segunda safra de milho do Paraná ser semeada fora do período ideal, após um alongamento de ciclo e problemas climáticos na soja na primeira safra. Plantar milho fora do calendário ideal, principalmente no Paraná, deixa a safra mais sujeita a riscos de geadas mais para frente. Mais da metade da safra de milho do Paraná e Mato Grosso do Sul, segundo e terceiro produtores do cereal de inverno no Brasil, deverá ser plantada fora da janela climática ideal, o que eleva os riscos principalmente para geadas, segundo a consultoria AgRural.

REUTERS


Ministro dos Transportes vai ao Paraná receber rodovias estaduais para concessão

O Ministro dos Transportes, Renan Filho, vem ao Paraná nesta sexta-feira (3) para, junto com o governador Carlos Massa Ratinho Junior, assinar as delegações das rodovias estaduais dos lotes 1 e 2 da nova concessão. São os lotes já aprovados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Além desses, há ainda outros 4 lotes sendo analisados


Com a assinatura, que acontece às 10 horas, no Palácio Iguaçu, o Paraná delega as rodovias estaduais ao governo federal. A partir daí, o Ministério dos Transportes vai coordenar a realização dos leilões para a transferência da operação das estradas à iniciativa privada. Vence o leilão quem oferecer o maior desconto na tarifa. Não há limite para o desconto e nem valor de outorga. A concessão será por 30 anos a partir da assinatura do contrato. Ainda não há informações sobre a provável data dos leilões e nem previsão da assinatura dos novos contratos. Os contratos anteriores venceram em 27 de novembro de 2021 sem que fosse iniciado o processo para as novas concessões. Desde então, as rodovias do Paraná estão sendo mantidas por meio de contratos emergenciais. O modelo de concessão deve ser o mesmo proposto pelo governo do Paraná, que sofreu críticas da oposição. Em janeiro, por iniciativa do Ministro Renan Filho, houve reunião das equipes do Ministério dos Transportes e da Secretaria de Infraestrutura e Logística do Paraná. O ministro queria conhecer detalhes da proposta paranaense para avaliar se seriam necessárias mudanças. Lote 1: Extensão total de 473,01 km, engloba as ligações entre Curitiba e Guarapuava (Trevo do Relógio) e Guarapuava a Ponta Grossa, além da Região Metropolitana de Curitiba. Lote 2: Extensão total de 600 km. Engloba as ligações entre Curitiba-Litoral, Ponta Grossa-Jaguariaíva, Jaguariaíva-Ourinhos (na divisa com São Paulo) e Ourinhos-Cornélio Procópio.

GAZETA DO POVO


ECONOMIA/INDICADORES


PIB cresce 2,9% em 2022, mas queda no quarto trimestre aponta para desaceleração este ano. AGRO teve queda de 1,7%

A economia brasileira encolheu no quarto trimestre e fechou 2022 em desaceleração frente ao ano anterior, com a força do setor de serviços no pós-pandemia sendo ofuscada por uma retração da agropecuária e o desempenho mais modesto da indústria


O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 2,9% em 2022, depois de ter avançado 5% em 2021, informou na quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No quarto trimestre, a economia sofreu queda de 0,2% sobre os três meses anteriores. Foi a primeira retração do ano, após o PIB ter crescido 0,3% no período de julho a setembro, em dado revisado de uma expansão de 0,4% informada antes. Em relação ao quarto trimestre de 2021, o PIB apresentou alta de 1,9%, abaixo de expectativa de avanço de 2,2% nessa base de comparação. O destaque no ano passado foi o setor de serviços, que acumulou alta de 4,2%, beneficiado pelo fim ou redução das restrições de controle da Covid e um mercado de trabalho forte, enquanto a indústria cresceu 1,6% e o setor agropecuário teve queda de 1,7%, refletindo a queda na produção de soja. Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias cresceu 4,3% e a formação bruta de capital fixo, uma medida dos investimentos, teve alta de 0,9%. O consumo do governo aumentou 1,5% e as exportações contribuíram com salto de 5,5%. A Coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, destacou que os números do quarto trimestre são coerentes com a expectativa de desaceleração diante da política monetária restritiva adotada pelo Banco Central para conter a inflação, que reduziu os impactos da política fiscal expansionista adotada pelo governo Jair Bolsonaro para estimular a atividade no ano eleitoral. Ela afirmou que a indústria foi particularmente afetada no período também pela guerra na Ucrânia, redução da demanda da China diante das fortes restrições à Covid e alta das commodities. A indústria sofreu queda de 0,3% no quarto trimestre sobre os três meses anteriores, com serviços crescendo 0,2% e a agropecuária, 0,3%. Já sob a ótica da demanda, o destaque negativo foi a formação bruta de capital fixo, que encolheu 1,1%, enquanto o consumo das famílias e do governo cresceu 0,3% cada um. O PIB somou 9,9 trilhões de reais no ano passado. Já o PIB per capita (por habitante) alcançou 46.154,60 reais, com avanço de 2,2% sobre o ano anterior. De acordo com a mais recente pesquisa Focus com economistas realizada pelo BC ainda antes da divulgação dos dados do PIB do quarto trimestre, os mercados calculam que a economia brasileira crescerá este ano 0,84%, indo a 1,50% em 2024. O Ministério da Fazenda destacou em nota a política monetária "significativamente contracionista" como obstáculo ao crescimento, assim como o setor externo, mas apontou expectativa de recuperação diante da safra recorde e de medidas do governo.

REUTERS


PIB sugere crescimento mais modesto, expectativa é de recuperação, diz Fazenda

O Ministério da Fazenda afirmou na quinta-feira que os dados do Produto Interno Bruto de 2022 divulgados mais cedo sugerem um ritmo mais modesto de crescimento para este ano, mas ressaltou que ainda assim há uma expectativa de recuperação da atividade na margem diante da safra recorde estimada para 2023 e de medidas como a valorização do salário mínimo e aumento da faixa de isenção do imposto de renda


"Em contrapartida, vale citar como vetor negativo para o crescimento prospectivo a política monetária no campo significativamente contracionista", afirmou a Secretaria de Política Econômica do ministério em nota. "O setor externo pode ser outro vetor de desaceleração, a depender do ritmo de arrefecimento da atividade global em função do ciclo de aperto monetário nas economias centrais, com destaque para os EUA e Europa." O IBGE informou nesta quinta que o PIB do Brasil encolheu 0,2% no quarto trimestre de 2022 sobre o trimestre imediatamente anterior, com alta no ano de 2,9%. Os dados vieram, no geral, em linha com o esperado pelo mercado. A secretaria estimou que o carregamento estatístico do PIB de 2022 para 2023 é de 0,2%.

REUTERS


Dólar à vista fecha em leve alta de 0,25%, a R$5,2043 na venda

Após chegar a subir 0,72% no fim da manhã, o dólar à vista fechou esta quinta-feira com uma alta mais moderada ante o real, mas ainda assim no campo positivo, influenciado pelo exterior, onde a moeda norte-americana também subia ante divisas de outros países exportadores de commodities


A ata do último encontro de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), divulgada pela manhã, foi o gatilho para o avanço do dólar em todo o mundo. O documento trouxe novas preocupações com o controle da inflação na zona do euro, elevando a percepção de que os juros subirão ainda mais. Esta leitura se juntou à expectativa de que, nos Estados Unidos, os juros também possam ficar mais elevados para conter a inflação, o que dá força à moeda norte-americana. O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,2043 reais, em alta de 0,25%. Na B3, às 17:12 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,51%, a 5,2395 reais.

REUTERS


Com Petrobras no foco, Ibovespa fecha em queda pela quinta sessão seguida

Índice voltou ao patamar de 103 mil pontos, o que ocorreu pela última vez em 16 de dezembro, no auge da discussão da PEC da Transição


Com o exterior volátil e o cenário político local se mantendo no foco, o Ibovespa registrou o quinto pregão consecutivo de queda na quinta-feira. A operação da Petrobras segue no foco dos investidores. Assim, o índice voltou ao patamar de 103 mil pontos, o que ocorreu pela última vez em 16 de dezembro, no auge da discussão da PEC da Transição. O referencial local recuou 1,01%, aos 103.326 pontos. Na mínima intradiária, o índice à vista tocou os 103.321pontos, e, na máxima, os 104.912 pontos. Em Nova York, o S&P 500 subiu 0,76%, aos 3.981 pontos, o Dow Jones fechou em alta de 1,05%, aos 33.003 pontos, e o Nasdaq avançou 0,73%, aos 11.462 pontos.

VALOR ECONÔMICO


IPC-Fipe sobe 0,43% em fevereiro

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo fechou fevereiro com alta de 0,43 por cento, após avanço de 0,63 por cento no mês anterior, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta quinta-feira. O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

REUTERS


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