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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 236 DE 18 DE OUTUBRO DE 2022


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 2 | nº 236 |18 de outubro de 2022



NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Semana inicia com queda no mercado do boi gordo em São Paulo

Com escalas de abate ainda alongadas entre os frigoríficos e o mercado externo dando sinais de redução no ritmo de importações de carne bovina, os preços do boi gordo abriram a semana em queda nas praças do interior de São Paulo, informou na segunda-feira, 17 de outubro, a Scot Consultoria


Na comparação com última sexta-feira (14/10), a cotação do macho Nelore “comum” (direcionado ao mercado doméstico) registrou retração de R$ 3/@ no mercado paulista, ficando em R$ 282/@ (valor bruto e a prazo), de acordo com a Scot. A vaca e a novilha gordas tiveram baixa de R$ 2/@ na segunda-feira, atingindo, respectivamente, R$ 265/@ e R$ 275/@ (preços brutos e a prazo). O “boi-China” teve queda diária de R$ 5/@, e agora é negociado por R$ 285/@ (preço bruto e a prazo), acrescentou a Scot. Assim como a Scot Consultoria, a equipe de analistas da IHS Markit apurou retração nos preços dos animais terminados no Estado de São Paulo. “Munidos por uma boa cobertura de oferta de animais oriundas de contratos de boi a termo, as escalas de abate, em média, atendem mais de 10 dias entre os frigoríficos paulistas”. Desta forma, diz a IHS, a fraca procura por boiada gorda abriu espaço para ajuste negativo nos preços da arroba no interior paulista. No Mato Grosso do Sul, há relatos de unidades de abate exportadoras que estão optando por paralisar temporariamente as operações, relatou a IHS. Com isso, os preços do boi gordo também recuaram nesta segunda-feira no MS. No Mato Grosso, a morosidade de negócios também abriu espaço para ajustes negativos nos preços na região de Sinop. Na B3, as cotações dos contratos futuros do boi gordo, com vencimento em 2022, estão operando abaixo de R$ 300/@, já mais alinhado ao mercado spot. Em relação ao atacado da carne bovina, o fluxo das vendas no último final de semana ficou abaixo das expectativas do setor. Porém, como não houve relatos de sobras de mercadorias nos entrepostos, os preços dos cortes bovinos continuaram estáveis, informou a IHS. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 285/@ (à vista) vaca a R$ 261/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 292/@ (prazo) vaca a R$ 268/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 268/@ (prazo) vaca a R$ 253/@ (prazo); MS-Três Lagoas: boi a R$ 266/@ (prazo) vaca a R$ 250/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 256/@ (prazo) vaca a R$ 243/@ (prazo); MT-B. Garças: boi a R$ 256/@ (prazo) vaca a R$ 246/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 258/@ (à vista) vaca a R$ 243/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 254/@ (à vista) vaca a R$ 245/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 261/@ (prazo) vaca R$ 250/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 288/@ (à vista) vaca a R$ 261/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 256/@ (prazo) vaca a R$ 251/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 266/@ (prazo) vaca a R$ 2561/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 263/@ (prazo) vaca a R$ 256/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 261/@ (à vista) vaca a R$ 251/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 251/@ (à vista) vaca a R$ 242/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 258/@ (à vista) vaca a R$ 241/@ (à vista).

PORTAL DBO


Exportações de carne bovina já superam outubro de 2021

Dados são da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia


As exportações de carne bovina do Brasil ocorridas até a segunda semana de outubro já superaram o total embarcado no mesmo mês do ano passado, mostraram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) na segunda-feira (17/10). As vendas externas da proteína bovina in natura somaram 91.159 toneladas em somente nove dias úteis deste mês, contra 82.187 toneladas exportadas nos 20 dias úteis de outubro de 2021. O Brasil tem enviado cerca de 10,13 mil toneladas da carne por dia ao exterior, versus média diária de 4,12 mil um ano antes, de acordo com os dados. Vale lembrar que neste mês no ano passado a China estava ausente do mercado pela suspeita do Mal da Vaca Louca em MG e MS e as exportações caíram 43%. Nos últimos dois meses, o país registrou recordes mensais de embarques de carne bovina, impulsionados por compras da China.

REUTERS


SUÍNOS


Suínos: altas para o animal vivo; avanço de 2,33% em São Paulo

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 135,00/R$ 140,00, assim como a carcaça especial, valendo R$ 10,00/kg/R$ 10,30/kg


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (14), o preço ficou estável somente no Paraná, fixado em R$ 6,60/kg. Houve avanço de 2,33% em São Paulo, chegando a R$ 7,02/kg, ampliação de 0,91% no Rio Grande do Sul, custando R$ 6,64/kg, alta de 0,83% em Minas Gerais, atingindo R$ 7,33/kg, e de 0,16% em Santa Catarina, fechando em R$ 6,42/kg.

Cepea/Esalq


Exportação de carne suína já é 63% do total exportado em outubro de 2021

Receita por média diária está 40% acima da do ano passado


Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, as exportações de carne suína in natura na segunda semana de outubro (nove dias úteis) já representam em volume 63% do total embarcado em outubro de 2021. A receita, US$ 128,1 milhões, já representa 63,05% do montante obtido em outubro de 2021, com US$ 203,2 milhões. No volume embarcado, 51.193 toneladas, elas são 57,7% do total registrado em outubro do ano passado, com 88.668 toneladas. A receita por média diária, US$ 14.2 milhões, é 40,1% maior do que outubro de 2021. No comparativo com a semana anterior, leve queda de 1,0%. Em toneladas por média diária, 5.688 toneladas, avanço de 28,3% no comparativo com o mesmo mês de 2021. Em relação à semana anterior, recuo de 1,6%. No preço pago por tonelada, US$ 2.503, ele é 9,8% superior ao praticado em outubro passado. Frente ao valor da semana anterior, alta de 0,58%.

AGÊNCIA SAFRAS


FRANGOS


Frango com cotações estáveis na segunda-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,50/kg, assim como o frango no atacado, valendo em R$ 7,70/kg


Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. No Paraná, o valor ficou estável em R$ 5,23/kg, da mesma forma que Santa Catarina, custando R$ 4,20/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (14), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado não sofreram alteração nos preços, fechando, respectivamente, em R$ 8,07/kg e R$ 8,11/kg.

Cepea/Esalq


Exportação de frangos em nove dias atinge receita equivalente a 55,7% da de outubro/21

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, as exportações de carne de aves in natura até a segunda semana de outubro (nove dias úteis) seguem aceleradas em volume e em receita


A receita US$ 411.970,841, equivale a 64,3% do montante obtido em outubro de 2021, com US$ 640.816,159. No volume embarcado, as 201.664 toneladas são 55,7% do total registrado em outubro do ano passado, com 361.912 toneladas. Na receita por média diária, US$ 45.7 milhões, ela é 42,9% maior que a registrada em outubro de 2021. No comparativo com a semana anterior, baixa de 2,47%. Em toneladas por média diária, 22.407 toneladas, houve alta de 23,8% no comparativo com o mesmo mês de 2021. Em relação a semana anterior, queda de 1,8%. No preço pago por tonelada, US$ 2.042, ele é 15,4% superior ao praticado em outubro do ano passado. Frente ao valor atingido na semana anterior, leve queda de 0,67%.

AGÊNCIA SAFRAS


CARNES


Custos de produção de frangos de corte e de suínos sobem em setembro, diz Embrapa

Os custos de produção de frangos de corte e de suínos subiram em setembro segundo os estudos publicados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa (embrapa.br/suinos-e-aves/cias)


O Índice de Custo de produção de Frango, o ICPFrango, subiu 0,75% no mês de setembro em relação a agosto, fechando em 425,21 pontos. Já o ICPSuíno teve alta de 2,11%, fechando o mês passado em 446,05 pontos. Os custos da nutrição, com 0,69% de aumento, mas com um peso de 72% na composição do custo total, e o de aquisição dos pintinhos de um dia, com 2,08% de aumento, foram os dois itens que mais impactaram o ICPFrango de setembro de 2022. No ano, a alta já chega a 17,61%. O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná produzido em aviário tipo climatizado em pressão positiva, passou de R$ 5,45 em agosto para R$ 5,49 em setembro. No ano, o ICPFrango acumula alta de 5,37% e, nos últimos 12 meses, uma variação de 6,48%. Já a elevação no ICP Suíno foi influenciada pela nutrição, que aumentou 2,69% no mês e acumula 9,60% no ano. Assim, o custo total de produção por quilo de suíno vivo produzido em sistema tipo ciclo completo em Santa Catarina passou de R$ 7,64 em agosto para R$ 7,80 em setembro. Nos primeiros nove meses do ano, o ICPSuíno acumula 11,37% de alta e, nos últimos 12 meses, 13,46%. Até agosto de 2022 as variações percentuais dos itens de custo do ICPFrango e ICPSuíno relativas ao mês anterior, ao ano e aos últimos 12 meses eram apresentadas de forma ponderada, ou seja, a variação percentual de cada item de custo era multiplicada pelo seu peso na composição do custo total. Tendo em vista a necessidade de melhor comunicar a evolução dos itens de custo dos ICPFrango e ICPSuíno, a partir de setembro de 2022 as variações percentuais dos itens de custo passaram a ser apresentadas de forma absoluta, sem a ponderação da participação do item de custo no custo total. Destaca-se que esta mudança não afeta a variação percentual total dos índices.

Embrapa Suínos e Aves


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Chuvas prejudicam colheita de trigo e plantio de grãos no Paraná

Segundo o Deral, umidade e baixas temperaturas afetaram a qualidade dos produtores


As chuvas que caíram no Paraná em setembro e no início de outubro prejudicaram a colheita de trigo e o plantio de soja, milho e feijão no Estado, informou o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura. A colheita de trigo alcançou 50% da área semeada, e, na semana encerrada na sexta-feira, as áreas consideradas ruins aumentaram de 4% para 7%. Segundo o Deral, os trabalhos já estão encerrados em lavouras que antes sofreram com seca ou geadas. Dos cerca de 500 mil hectares que ainda não foram colhidos, 69% estavam em boas condições, ante 73% na semana anterior. Cerca de 24% estavam com qualidade considerada média. Já a semeadura de soja e milho evoluíram muito lentamente por causa das chuvas, que inviabilizaram as atividades em muitas fazendas. Além do solo encharcado, realçou o Deral, as temperaturas mais baixas que as normalmente registradas nesta época do ano afetam o planejamento dos produtores. De acordo com o órgão, o plantio de milho atingiu 75% da área estimada nesta safra 2022/23, e 91% das plantações estavam em boas condições até sexta-feira. A semeadura de soja chegou a apenas 26% da área prevista, com 98% das lavouras em boas condições. Os produtores de feijão, por sua vez, plantaram 54% da área projetada para o Paraná nesta temporada de verão, e o excesso de umidade e as baixas temperaturas não favorecem o desenvolvimento das plantas que já estão no campo, sempre conforme o Deral.

VALOR ECONÔMICO


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar começa a semana recuando frente ao real

O dólar fechou em queda frente ao real na segunda-feira, acompanhando recuperação internacional do apetite de investidores por risco na esteira da reversão de um plano de corte de impostos no Reino Unido, embora temores sobre o aperto monetário do banco central norte-americano continuassem no radar


A moeda norte-americana à vista caiu 0,41%, a 5,3014 reais na venda, marcando sua primeira queda diária em uma semana. Na B3, às 17:08 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,53%, a 5,3125 reais. Guilherme Esquelbek, analista da Correparti Corretora, disse que a depreciação do dólar tanto no mercado local quanto no exterior foi reflexo de procura global por risco na esteira da notícia de que o governo britânico reverterá boa parte de um plano fiscal anunciado no final de setembro. O novo ministro das Finanças do Reino Unido, Jeremy Hunt, descartou na segunda-feira a maior parte dos 45 bilhões de libras em cortes de impostos não compensados pelo governo proposta por Kwasi Kwarteng, seu antecessor. Kwarteng foi demitido na semana passada depois que seu polêmico plano fiscal lançou ondas de estresse pelo mercado de títulos britânico, contaminando o sentimento global. Além de refletir o noticiário britânico, o movimento de depreciação do dólar e avanço das ações na segunda-feira foi atribuído por parte dos mercados a uma correção, depois de forte aversão a risco global na sexta passada, em meio a temores sobre a persistência da inflação nos Estados Unidos e seu impacto sobre a já agressiva trajetória de aperto monetário do Federal Reserve, o banco central do país. O Goldman Sachs disse em relatório recente que "o dólar tem muita coisa jogando a favor dele no momento", já que dados econômicos norte-americanos têm se mostrado relativamente resilientes e há um forte apelo global por segurança em um ambiente de risco instável, ao mesmo tempo que "é difícil encontrar um candidato para ser substituto" da divisa norte-americana. No entanto, a moeda norte-americana ainda recua 4,9% frente à brasileira até agora no ano, com o patamar elevado da taxa Selic, atualmente em 13,75%, servindo como colchão para o real ao impulsionar o redirecionamento de recursos para o mercado de renda fixa doméstico, de acordo com especialistas.

REUTERS


Ibovespa quebra série de baixas e fecha em alta

O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira, quebrando uma série de cinco quedas, em movimento favorecido pela trajetória positiva em mercados acionários no exterior, enquanto MRV&Co tombou mais de 11% após declínio em vendas e expressivo consumo de caixa no terceiro trimestre


Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,5%, a 113.749,96 pontos, de acordo com dados preliminares, após acumular um declínio de 4,67% nas cinco sessões anteriores. O volume financeiro nesta segunda-feira somava 21,8 bilhões de reais.

REUTERS


‘Prévia’ do PIB do Banco Central aponta queda de 1,13% na economia em agosto

Resultado é o maior recuo do indicador desde março de 2021. No acumulado do ano, alta é de 2,76%


A economia brasileira mostrou queda em agosto e interrompeu uma sequência de duas altas mensais seguidas, conforme o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado na segunda-feira, 17. O indicador caiu 1,13%, considerando a série livre de efeitos sazonais, uma espécie de compensação que se faz para comprar períodos diferentes. Trata-se do maior recuo do indicador desde março de 2021.mConhecido como uma espécie de “prévia do BC” para o Produto Interno Bruto (PIB), o IBC-Br serve mais precisamente como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A projeção atual do BC para a atividade doméstica em 2022 é de crescimento de 2,7%, conforme o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de setembro.

O ESTADO DE SÃO PAULO


Mercado reduz de 5,71% para 5,62% estimativa de inflação em 2022

Previsão para 2023 passou de 5,00% para 4,97%, enquanto, para 2024, a estimativa arrefeceu de 3,47% para 3,43%


A projeção de inflação para 2022 cedeu de 5,71% para 5,62%, a 16ª redução seguida. Há um mês, a mediana era de 6,00%. A previsão para 2023 passou de 5,00% para 4,97%, enquanto, para 2024, a estimativa arrefeceu de 3,47% para 3,43%. Há um mês, as medianas eram de 5,01% e 3,50%, nessa ordem. Os dados são do Boletim Focus, que mostrou nova melhora nas expectativas para a alta do IPCA – índice de inflação oficial – em 2022, mas também nos anos considerados pelo Banco Central no horizonte de política monetária – 2023 e 2024 –, um bom sinal para a estratégia de juros adotada pelo órgão. As medianas na Focus para a inflação oficial em 2022 e 2023 estão se aproximando do teto da meta para esses horizontes, mas ainda apontam para três anos de descumprimento do mandato principal do BC, considerando o estouro de 2021. Para 2024, a projeção do mercado segue acima do alvo central de 3,00%, mas tem se movimentado na sua direção. A meta para 2022 é de 3,50%, com tolerância superior de até 5,00%, enquanto, para 2023, a meta é de 3,25%, com banda até 4,75%. Para 2024, os limites são de 1,50% e 4,50%. Atualmente, o horizonte relevante da política monetária considera os anos de 2023 e, em menor grau, de 2024, mas, devido às incertezas sobre a política de desoneração tributária sobre os combustíveis, o Banco Central tem dado ênfase ao horizonte de 12 meses até o primeiro trimestre de 2024. Como o horizonte é móvel, cada vez mais, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC vai olhar para a inflação em 2024 para tomar suas decisões. Na Focus, a previsão para 2025 permaneceu em 3,00%, porcentual igual ao de 66 semanas atrás. A meta para o ano é de 3,00%, com intervalo de 1,5% a 4,5%. No Copom de setembro, o BC atualizou suas projeções para a inflação com estimativas de 5,8% em 2022, 4,6 % em 2023 e 2,8% para 2024. O colegiado manteve a selic em 13,75% ao ano, decretando o fim de seu mais longo ciclo de alta de juros. O Boletim Focus divulgado mostrou melhora marginal da estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022. A projeção para a alta do PIB em 2022 passou de 2,70% para 2,71%, contra 2,65% há um mês. Já a estimativa para a expansão do PIB em 2023 cresceu de 0,54% para 0,59%, ante 0,50% um mês antes. Considerando apenas as 45 respostas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa para o PIB no fim de 2022 cedeu de 2,70% para 2,72%. No caso de 2023, houve 45 atualizações nos últimos cinco dias úteis, com variação da mediana de 0,53% para 0,70%. O Relatório Focus ainda mostrou manutenção na projeção para o crescimento do PIB em 2024, em 1,70%. Para 2025, a mediana foi mantida em 2,00%. Quatro semanas atrás, as taxas eram as mesmas.

O ESTADO DE SÃO PAULO


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