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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 232 DE 11 DE OUTUBRO DE 2022


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 2 | nº 232 |11 de outubro de 2022



NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Cautela mantém preços do boi gordo estáveis

Na segunda-feira, 10 de outubro, o mercado brasileiro do boi gordo registrou baixa liquidez nos negócios. Nesse contexto, os preços da arroba permaneceram estáveis, informou a IHS Markit


Entre os Estados brasileiros, foram observadas variações pontuais (altas no valor da arroba do boi gordo) nas praças do Rio Grande do Sul e de Goiás, segundo apuração a IHS. No mercado gaúcho, alguns repiques de venda possibilitaram a precificação mais firme da arroba com foco no mercado externo. Por sua vez, em Goiás, diz a IHS, houve algumas indústrias locais que estavam com certa dificuldade em originar animais para além desta semana. Nas demais regiões, segundo a IHS, os preços do boi gordo seguem estáveis, refletindo a fraca atuação de ambas as pontas do mercado. Nas praças de São Paulo, de acordo com dados apurados pela Scot Consultoria, as cotações iniciaram a semana estáveis. O boi gordo segue cotado em R$ 285/@, enquanto a vaca e a novilhas gordas são negociadas, respectivamente, por R$ 267/@ e R$ 277/@ (preços brutos e a prazo). Os bovinos destinados ao mercado da China estão cotados em R$ 290/@ no mercado paulista (preço bruto e a prazo), acrescentou a Scot. Segundo a IHS Markit, há relatos de que as vendas de carne bovina ao mercado chinês sinalizam arrefecimento, situação que já começa a mexer na estratégia de abate de algumas plantas frigoríficas exportadoras. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 281/@ (à vista) vaca a R$ 256/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 298/@ (prazo) vaca a R$ 272/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 270/@ (prazo) vaca a R$ 253/@ (prazo); MS-Três Lagoas: boi a R$ 270/@ (prazo) vaca a R$ 250/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 256/@ (prazo) vaca a R$ 245/@ (prazo); MT-B. Garças: boi a R$ 256/@ (prazo) vaca a R$ 246/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 258/@ (à vista) vaca a R$ 243/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 259/@ (à vista) vaca a R$ 245/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 263/@ (prazo) vaca R$ 250/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 294/@ (à vista) vaca a R$ 261/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 258/@ (prazo) vaca a R$ 251/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 267/@ (prazo) vaca a R$ 2561/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 266/@ (prazo) vaca a R$ 256/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 263/@ (à vista) vaca a R$ 253/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 255/@ (à vista) vaca a R$ 239/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 265/@ (à vista) vaca a R$ 240/@ (à vista).

PORTAL DBO


Duas pessoas morrem por doença causada por infecção no cérebro na Bahia

Foi descartado que a causa tenha sido o consumo de carne de animais com "vaca louca"


Duas pessoas morreram com a doença de Creutzfeldt-Jakob, causada pela infecção Encefalopatia Espongiforme Transmissível Humana, na Bahia este ano. Outras três pessoas estão infectadas, sendo que duas delas estão hospitalizadas. As informações foram divulgadas na segunda-feira, pela Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab). A doença, que é degenerativa, não tem uma causa definida. Uma das variantes da doença de Creutzfeldt-Jakob é causada pelo consumo de carne contaminada pela Encefalite Espongiforme Bovina – popularmente conhecida como "vaca louca" –, mas essa hipótese foi descartada. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 90% dos indivíduos infectados morrem em até um ano. Todos os pacientes contaminados com a doença de Creutzfeldt-Jakob na Bahia são residentes de Salvador. A Sesab não detalhou se eles consumiram carne contaminada. As duas pessoas que estão hospitalizadas tiveram casos confirmados no dia 6 de outubro, e o estado de saúde delas não foi divulgado. A Sesab também não informou quando os outros dois pacientes morreram. O quinto paciente tem estado de saúde em investigação pela Vigilância Epidemiológica estadual. O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) acompanha a situação da doença no estado. No último ano, três casos de doença de Creutzfeldt-Jakob foram confirmados entre Salvador, Simões Filho e Serrolândia. Dois deles morreram e o terceiro segue sob monitoramento. Como a doença é transmitida? De acordo com o Ministério da Saúde, a forma exata de transmissão da doença de Creutzfeldt-Jakob é desconhecida. No caso da variante, a infecção pode ser contraída a partir do consumo de carne e subprodutos bovinos contaminados, o que foi descartado nos casos da Bahia. Não existe evidências de que a doença pode ser transmitida pelo ar ou pelo contato social e casual, como uso de mesma roupa, mesmos copos e utensílios de cozinha ou contato íntimo – abraço, beijos, relações sexuais e outros. Também não há casos relatados de exposição por meio de superfícies, como pisos, paredes ou bancadas. Sintomas A doença de Creutzfeldt-Jakob tem uma rápida evolução, que pode levar à morte do paciente. Ela se caracteriza pelos seguintes sintomas: desordem cerebral com perda de memória; tremores; falta de coordenação de movimentos musculares; distúrbios da linguagem; perda da capacidade de comunicação; perda visual. Diagnóstico e tratamento A doença de Creutzfeldt-Jakob é diagnosticada a partir de exames de sangue e também por meio de exame neuropatológico de fragmentos do cérebro. A principal forma de tratamento são drogas antivirais e corticóides. De acordo com o Ministério da Saúde, aproximadamente 90% dos indivíduos infectados pela doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) morrem dentro de um ano. Ainda não há maneira efetiva de alterar a evolução da doença.

VALOR ECONÔMICO


NOTA OFICIAL DO MAPA

Esclarecimentos sobre casos de doenças neurodegenerativas na Bahia

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) esclarece que os casos de doenças neurodegenerativas investigados no estado da Bahia e veiculados na imprensa não estão relacionados à Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) - variante da DCJ (vDCJ), conhecida popularmente como Doença da “Vaca Louca”. Segundo o Ministério da Saúde, um caso está em investigação e ainda falta realizar exames para confirmação do diagnóstico. As informações disponíveis, até o momento, indicam para um possível caso de Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) esporádica, forma que não possui relação com a ingestão de carne e subprodutos de bovinos contaminados com Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) clássica e que não é transmitida de forma direta de um indivíduo para outro. Desde que a vigilância da DCJ foi instituída pelo Ministério da Saúde, nenhum caso da variante da doença de Creutzfeldt-Jakob (vDCJ) foi confirmado no País. Da mesma forma, a EEB clássica nunca foi detectada no rebanho bovino do Brasil em mais de 20 anos de existência do sistema de vigilância da doença, instituído e coordenado pelo Mapa. O Brasil detém, desde 2012, o reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como país de risco insignificante de EEB. O Mapa reforça ainda que o consumo de carne e produtos derivados de bovinos no Brasil é considerado seguro, não representando risco para a saúde pública.

MAPA


SUÍNOS


Arroba suína sobe em SP chegando em R$ 125,00/R$ 132,00

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF aumentou 2,46%/3,13%, chegando em R$ 125,00/R$ 132,00, enquanto a carcaça especial aumentou 2,17%/2,08%, atingindo R$ 9,40/kg/R$ 9,80/kg


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (7), o preço ficou estável somente em Santa Catarina, R$ 6,23/kg. Houve crescimento de 2,80% em Minas Gerais, subindo para R$ 6,97/kg, avanço de 0,78% no Rio Grande do Sul, custando R$ 6,47/kg, ampliação de 0,45% em São Paulo, valendo R$ 6,73/kg, e de R$ 0,16% no Paraná, fechando em R$ 6,40/kg.

Cepea/Esalq


Exportação de suínos cresce em volume e na receita na primeira semana de outubro

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, as exportações de carne suína in natura na primeira semana de outubro (cinco dias úteis), obtiveram uma receita de US$ 71,9 milhões, o que representa 35,4% do montante obtido em outubro de 2021, com US$ 203.2 milhões


No volume, as 28.915 toneladas são 32,7% do total registrado em outubro do ano passado, com 88.668 toneladas. A receita por média diária foi de US$ 14.3 milhões, valor 41,6% maior do que o de outubro de 2021. No comparativo com a semana anterior, avanço de 30,8%. Em toneladas por média diária, 5.783 toneladas, houve incremento de 30,4% no comparativo com o mesmo mês de 2021. Em relação à semana anterior, alta de 28,9%. No preço pago por tonelada, US$ 2.489, ele é 8,6% superior ao praticado em outubro passado. O resultado, frente ao da semana anterior, tem alta de 1,5%. Para o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, “precisamos de um bom desempenho das exportações de carne suína, e o resultado que vemos significa que o preço médio está aumentando mundialmente, e importante é que também que estamos pulverizando os destinos", disse.

AGÊNCIA SAFRAS


FRANGOS


Mercado estável para o frango NO PR

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,50/kg, assim como o frango no atacado, cotado em R$ 7,48/kg


Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. No Paraná, o valor ficou estável em R$ 5,23/kg, enquanto Santa Catarina registrou recuo de 12,86%, baixando para R$ 4,20/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (7), a ave congelada não sofreu alteração no preço, custando R$ 8,10/kg, enquanto a ave resfriada teve leve aumento de 0,12%, fechando em R$ 8,08/kg.

Cepea/Esalq


Exportação de frango na primeira semana de outubro cresce em volume e na receita

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, as exportações de frangos in natura na primeira semana de outubro (cinco dias úteis) apresentaram uma receita de US$ 234,6 milhões, equivalente a 36,7% do montante obtido em outubro de 2021, com US$ 640,8 milhões


O volume embarcado atingiu 114.110 toneladas, 31,5% do total registrado em outubro do ano passado, com 361.912 toneladas. A receita por média diária foi de US$ 46,9 milhões, valor 46,5% maior que o registrado em outubro de 2021. No comparativo com a semana anterior, houve ampliação de 30,8%. Em toneladas por média diária, 22.822 toneladas, houve aumento de 26,1% no comparativo com o mesmo mês de 2021. Quando comparado ao resultado da semana anterior, alta de 31,5%. No preço pago por tonelada, US$ 2.056, ele é 16,2% superior ao praticado em outubro do ano passado. O resultado, em relação ao valor da semana anterior, representa baixa de 16,08%. O analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, disse que além dos bons resultados de exportação que têm sido vistos, apoiados nos embarques para o Oriente Médio, reforçados pela Copa do Mundo no Catar, casos de influenza aviária no hemisfério Norte, o problema no fornecimento de gás em países da União Europeia vem como mais um ingrediente que pode favorecer o Brasil. A questão do abastecimento de gás na União Europeia, que já é afetada pela gripe aviária em alguns países, pode reduzir ainda mais a produção de carne de aves no bloco. Isso porque o aquecimento necessário nas granjas pode ser prejudicado, causando a mortandade das aves de criação comercial. Isso vem como mais um momento interessante para o Brasil, que não tem problemas sanitários na produção de frangos e possui o preço mais competitivo", comentou.

AGÊNCIA SAFRAS


CARNES


Índice global de preços de carnes cai 0,5% em setembro

O índice global de preços de carnes da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) caiu 0,5% em setembro, em relação a agosto, a terceira queda mensal consecutiva, disse a FAO em comunicado


Ainda assim, o índice ficou 7,7% acima do valor registrado em setembro de 2021. Os preços globais da carne bovina caíram em setembro com o aumento na oferta de carne bovina brasileira para exportação e crescimento nos abates em alguns países produtores, segundo o comunicado. Os preços da carne de frango tiveram leve redução, em um cenário de importações globais moderadas apesar da limitada oferta para exportação por parte de alguns grandes países exportadores em meio a surtos de gripe aviária. “Por outro lado, os preços globais da carne suína aumentaram ainda mais, refletindo o déficit de oferta de suínos prontos para abate na União Europeia”, disse a FAO. O índice de preços de carnes também sofreu impacto do declínio nos preços de carne ovina em setembro.

CARNETEC


Preços de cortes nobres de carne bovina em SP caem em setembro

Os preços de alguns cortes nobres de carne bovina caíram nos supermercados no estado de São Paulo em setembro, com redução 6,88% no preço do filé mignon bovino, segundo dados do Índice de Preços aos Supermercados (IPS), calculado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe)


“Os preços dos cortes bovinos, que apresentaram forte elevação há dois anos, iniciaram um processo de desaceleração”, disse a Apas em nota divulgada na segunda-feira (10). Considerando todos os cortes incluídos na pesquisa, o preço da carne bovina ficou estável, com alta de 0,03% em setembro, em relação a agosto. As altas de 2,88% no preço da costela, 1,96% do coxão mole, 1,66% do patinho, 0,74% do acém e 0,41% do lagarto compensaram as quedas nos preços dos outros cortes. As principais reduções de preços em setembro, além do filé mignon (-6,88%), foram registradas para músculo (-3,36%), alcatra (-2,37%), fraldinha (-1,71%) e picanha (-1,4%). No acumulado do ano, o preço da carne bovina, considerando a média total, ainda subiu 1,12% em relação a janeiro a setembro do ano passado. Mas cortes de carne premium tiveram quedas nos preços, incluindo filé mignon (-18,55%) e picanha (-4,6%). O coxão mole (-4,59%) e o fígado (-6,87%) também registram fortes quedas de preços no ano. O preço dos cortes suínos continuou caindo, com deflação de 0,62% em setembro e 6,55% no ano. Já o preço das carnes de aves subiu 0,55% em setembro e teve alta de 5,85% no acumulado do ano, impactado pela redução na oferta enquanto vários países produtores enfrentam casos de gripe aviária.

CARNETEC


INTERNACIONAL


Surto de gripe aviária mata cerca de 47 milhões de aves no Arkansas (EUA)

Este já é considerado o pior surto desde 2015, quando 50 milhões de animais morreram


Um surto de gripe aviária foi confirmado em um rebanho de galinhas reprodutoras no Arkansas, um dos principais Estados produtores de aves dos EUA, disse o Departamento de Agricultura do país (USDA). Mais de 47 milhões de aves foram mortas pela doença, que se espalha rapidamente. Este já é considerado o pior surto desde 2015, quando 50 milhões de animais morreram. O caso, detectado no condado de Madison, é o primeiro confirmado no Arkansas este ano. O Estado abriga a Tyson Foods, a maior fornecedora de carne dos EUA, e vários outros processadores de aves, como George’s e Simmons Foods.

Dow Jones Newswires


Contratos futuros de suínos na China saltam recorde com oferta apertada

Os contratos futuros de suínos da China subiram até 6% na segunda-feira (10), depois que um aumento na demanda durante o feriado de uma semana do Dia Nacional, em meio à oferta apertada, elevou os preços spot


O contrato para suínos vivos para janeiro, o mais ativo na bolsa de commodities de Dalian, subiu 5,8%, o maior ganho diário desde que os futuros de suínos foram lançados no ano passado, para 23.735 yuans (US$ 3.336,71) por tonelada às 14h42. 0642 GMT). O clima mais frio e um aumento no consumo durante o feriado impulsionaram a demanda por suprimentos de carne fresca, elevando o volume diário de abate, disse Wu Li, analista da Tianfeng Agriculture, em nota no domingo. Os preços spot de suínos atingiram 26,2 yuans por quilo no domingo, um aumento de 8% desde 25 de setembro, acrescentou a nota. Os preços são os mais altos desde março de 2021. Os futuros subiram com o forte aumento nos preços spot quando Dalian reabriu para negociação na segunda-feira. A produção de suínos da China diminuiu nos últimos meses, após meses de grandes perdas por parte dos agricultores desde o ano passado, levando alguns a reduzir a criação. Os produtores começaram a aumentar a produção novamente este ano à medida que os preços melhoraram, mas a expansão da oferta leva meses e muitos estão cautelosos por causa da demanda incerta de carne na economia em desaceleração da China. O planejador estatal da China disse no domingo que liberaria um novo lote de carne suína das reservas estatais para tentar esfriar os preços. O planejador do estado procurou tranquilizar o mercado de que a oferta é suficiente e culpou os agricultores por reter a oferta. Também culpou reportagens não oficiais da mídia por alimentar as preocupações do mercado. Outras medidas são esperadas, disse Yuan Song, analista-chefe da trading Juxing Agriculture Group, que pode incluir mais vendas de reservas de carne suína e as autoridades buscando promessas de grandes produtores para manter a produção estável. As ações dos produtores de suínos também subiram na segunda-feira, com os principais produtores Muyuan Foods Co Ltd e Wens Foodstuff Group Co Ltd ambos subindo 7%. Os preços mais fortes do suíno também elevaram as empresas avícolas, que enfrentaram perdas no primeiro semestre deste ano. As ações dos criadores de frango Shandong Yisheng Livestock & Poultry Breeding, Shandong Xiantan Co Ltd e Shandong Minhe Animal Husbandry atingiram o limite diário de 10%. ($ 1 = 7,1133 yuan chinês renminbi)

REUTERS


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Cooperativismo do Paraná lança projeto ESG+COOP

O conceito expresso pela abordagem de ESG (Environment, Social and Governance – boas práticas ambientais, sociais e de governança) tem ganhado força como fator de diferenciação nos negócios.


Neste mês de outubro, será lançado o Programa ESG+COOP, iniciativa viabilizada por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR). A agenda de lançamento inicia no dia 20, em Ponta Grossa, tendo como anfitriã a Sicredi Campos Gerais. Depois, em 26 de outubro, o lançamento acontece em Maringá, no Sicoob Metropolitano, e no dia seguinte (27), em Toledo, no Sicoob Metropolitano. PRC 200 - O Projeto "ESG+Coop" integra o Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico de desenvolvimento do cooperativismo paranaense. O superintendente do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), Leonardo Boesche, explica que a sistematização e organização das ações de ESG das cooperativas foi uma demanda identificada nas entrevistas com lideranças, dirigentes e gestores do setor, durante a construção do PRC200. O tema se transformou no projeto de número 14, entre os 20 que compõem o planejamento estratégico do setor. “O objetivo é criar um programa de monitoramento, avaliação e certificação das cooperativas paranaenses, com o foco no atendimento a requisitos ambientais, sociais e de governança e desempenho”, explicou. “Vamos trabalhar para organizar os indicadores e ter uma divulgação adequada das ações e iniciativas de ESG do cooperativismo”, ressaltou. De acordo com Boesche, o projeto ESG+Coop tem como resultados esperados o fortalecimento da imagem das cooperativas, com a sistematização e divulgação do que o setor faz para a melhoria das questões ambientais e os impactos sociais positivos da cadeia produtiva do cooperativismo. Diante de um cenário de maior exigência do mercado, um relatório de atividades consistente, que demonstre as ações concretas de ESG, continua o superintendente, abre oportunidades de negócios e melhora o acesso a crédito aos empreendimentos cooperativistas. “Trabalhar nas três dimensões que formam a sigla ESG é um desafio, dada à complexidade dos temas. Mas precisamos começar e vamos atuar para descomplicar o processo, organizando os indicadores do sistema, para que tenhamos padrões comparativos, com a emissão de certificação às cooperativas que estiverem atuando conforme os preceitos exigidos pelo mercado”, afirmou.

OCEPAR


Paraná: Receita sobe 24% entre janeiro e agosto segundo a SEF

A receita corrente teve aumento nominal de 24% e aumento real de 14% entre janeiro e agosto de 2022, decorrente da inflação acumulada de 8,73% nos últimos doze meses e de programas de recuperação fiscal.


A Secretaria de Estado da Fazenda apresentou na Assembleia Legislativa o resultado fiscal do segundo quadrimestre do Paraná. A receita corrente teve aumento nominal de 24% e aumento real de 14% entre janeiro e agosto de 2022, decorrente da inflação acumulada de 8,73% nos últimos doze meses e de programas de recuperação fiscal. A arrecadação de impostos (ICMS, IPVA e ITCMD), taxas e contribuições apresentou um crescimento de 21% (R$ 22,4 bilhões) em valores nominais e 11% (R$ 18,5 bilhões) em valores reais, descontados da inflação, em comparação ao mesmo período do ano passado. Esse cenário atípico de arrecadação é decorrente da inflação acumulada de 8,73% nos últimos doze meses (IPCA) e de programas de recuperação fiscal (Refis) que aconteceram no período, mas ele já está sendo alterado com as mudanças na tributação do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e telecomunicações, com perdas de quase R$ 450 milhões aos cofres públicos com a Lei Complementar 194/2022 e projeção de perdas mais severas a partir de 2023, na casa de R$ 3,2 bilhões. Segundo a apresentação, somente em agosto deste ano a arrecadação no setor de combustíveis teve redução de R$ 72 milhões, no setor de energia elétrica de R$ 213 milhões e no setor de telecomunicações de R$ 34 milhões. Esse impacto do ICMS não fica integralmente com o Estado, pois parte do valor arrecadado com o tributo deve ser repassado para os municípios e demais Poderes, dentre várias outras vinculações obrigatórias. "Houve aumento em função da arrecadação normal do Estado e transferências da União. A Receita Patrimonial do Estado também cresceu em função da taxa básica de juros. Essa melhora é substantiva, mas se observarmos a evolução a partir de julho, com as mudanças nas alíquotas, há perda de arrecadação na comparação com o ano passado", afirmou o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior. As despesas correntes do Governo do Paraná também tiveram um aumento real, de cerca de 6% em comparação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro a agosto deste ano as despesas foram de R$ 29,5 bilhões, ante R$ 25,6 bilhões do mesmo período do ano passado. As despesas com Pessoal e Encargos Sociais (ativo) representaram um aumento em 7% devido aos reajustes, reestruturações de carreiras, além do pagamento de promoções e progressões. Outras despesas correntes (despesas comuns da gestão) tiveram um aumento de 18%, chegando a R$ 9,7 bilhões. Os gastos com educação (R$ 8,7 bilhões no quadrimestre) e saúde (R$ 2,2 bilhões no mesmo período) estão perto dos limites constitucionais. As despesas com pessoal (funcionalismo) representaram 39,48% no período.

AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar fecha abaixo de R$5,20 com cena local benigna

O dólar recuou na segunda-feira, fechando abaixo dos 5,20 reais, na contramão do avanço da moeda norte-americana no exterior diante de temores globais de aperto monetário e escalada nas tensões geopolíticas.


A moeda norte-americana à vista caiu 0,42%, a 5,1921 reais. No Brasil, o Dia de Nossa Senhora Aparecida interromperá as negociações locais na quarta-feira. Na B3, onde os negócios vão além das 17h (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,25%, a 5,2115 reais. A desvalorização da moeda norte-americana no mercado local veio na contramão do avanço de um índice do dólar contra uma cesta de seis pares fortes, que subia 0,3% nesta tarde. O bom humor no mercado de câmbio local ficou claro na semana passada, quando o dólar acumulou queda de 3,34% frente ao real, seu maior tombo semanal em mais de dois meses, numa tendência de depreciação desencadeada pelo primeiro turno das eleições presidenciais. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o mais votado no pleito de domingo retrasado, mas disputará um tenso segundo turno com o atual presidente Jair Bolsonaro (PT), que teve desempenho superior ao estimado pelas principais pesquisas de opinião. Investidores também se tranquilizaram após a formação de um Congresso significativamente alinhado a pautas conservadoras e liberais. "Os resultados... foram percebidos como não necessariamente uma redução da probabilidade de uma vitória de Lula, mas potencialmente uma diminuição da chance de uma mudança desestabilizadora em direção a uma política (fiscal) heterodoxa no Brasil", disse o Goldman Sachs em relatório desta segunda-feira. Isso desencadeou, ainda que parcialmente, um "ciclo virtuoso" nos mercados locais de câmbio e juros, avaliou o banco. "Alguns investidores macro possivelmente esperavam por uma redução na incerteza eleitoral antes de se engajarem mais ativamente com uma narrativa macroeconômica positiva no Brasil", disse o Goldman Sachs no documento, acrescentando que o real também tende a se beneficiar da perspectiva de manutenção dos juros locais em patamar elevado por um período prolongado. Apesar da baixa recente do dólar no mercado doméstico, investidores alertavam para a permanência de um cenário externo adverso, conforme os principais bancos centrais do mundo seguem elevando suas taxas de juros, capitaneados pelo Federal Reserve.

REUTERS


Ibovespa recua com NY e peso de Vale

O Ibovespa caiu na segunda-feira, seguindo o recuo das bolsas de Nova York, em especial das ações de tecnologia, enquanto investidores avaliam o cenário de alta de juros e o desenrolar da guerra na Ucrânia


O Ibovespa caiu 0,37%, a 115.940,64 pontos. O volume financeiro somou 25,5 bilhões de reais. "Ibovespa está acompanhando as bolsas norte-americanas e a queda do petróleo. Vale também ajuda a puxar para baixo, já que o papel estava muito inflado devido a compras da Cosan", disse Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da Renascença. "No resto, o mercado vai ficar esperando política de juros, principalmente nos Estados Unidos e Europa", acrescentou. Os principais índices em Wall Street cederam entre 0,3% e 1%, quarto recuo consecutivo, diante da queda de ações de fabricantes de chips, após o governo Biden publicar um amplo conjunto de controles de exportação de microprocessadores, novo acirramento de tensões entre Rússia e Ucrânia no final de semana e manutenção do foco na política monetária. Por aqui, o índice de inflação IGP-M caiu mais do que o esperado em setembro, com novo alívio nos preços de combustíveis e de commodities, divulgou a FGV pela manhã. Na terça-feira, o IBGE publica o IPCA do mês passado. Gestores da Verde Asset, uma das principais do país, disseram em carta de desempenho mensal que o resultado do primeiro turno das eleições "trouxe surpresas importantes para a maioria dos analistas", com um Congresso mais conservador do que se projetava. "O próximo presidente, independente de quem vencer no segundo turno, terá que trabalhar com restrições impostas por essa composição legislativa", escreveram.

REUTERS


Focus: Analistas veem inflação mais branda em 2022 e 2024

Analistas consultados pelo Banco Central ajustaram levemente suas estimativas econômicas na pesquisa Focus divulgada na segunda-feira, passando a ver inflação um pouco mais branda neste ano e em 2024.


O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, apontou que a expectativa para a alta do IPCA este ano sofreu ajuste de 0,03 ponto percentual para baixo, a 5,71%. Para 2023 a conta para a alta dos preços permaneceu em 5,00%, mas para 2024 também foi reduzida em 0,03 ponto percentual, a 3,47%. O centro da meta oficial para a inflação em 2022 é de 3,5% e para 2023 é de 3,25%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento permaneceu em 2,70% para este ano, mas subiu a 0,54% em 2023, de 0,53% antes. Para 2024, a expectativa segue sendo de expansão de 1,70%. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros deve encerrar 2022 a 13,75% e 2023 a 11,25%, caindo a 8,0% em 2024, sem alterações.

REUTERS


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