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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 20 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2021


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 1 | nº 20| 01 de dezembro de 2021



NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Arroba continua subindo nas praças brasileiras

Movimento de alta nas cotações pode ganhar fôlego neste início de dezembro, puxado pela entrada dos salários e do pagamento da primeira parcela do 13º


Na terça-feira, 30 de novembro, os preços do boi gordo voltaram a subir em muitas das praças brasileiras, reforçando a tendência de alta da arroba. Nas regiões pecuárias de São Paulo, mesmo com as escalas relativamente confortáveis – que atendem em média sete dias –, os frigoríficos abriram o dia pagando R$ 1/@ a mais para todas as categorias destinadas ao abate, informa boletim da Scot Consultoria. Os avanços nas cotações, diz a Scot, reflete a oferta restrita de animais prontos para abater e expectativa positiva frente ao consumo interno de carne bovina neste período final de ano. A referência de preço do macho terminado em São Paulo atingiu R$ 317/@, enquanto as cotações para vaca gorda e a novilha pronta para abater alcançaram R$ 296/@ e R$ 306/@ (valores brutos e a prazo), informa a Scot. “O desafio do cenário atual é ver até que ponto o mercado consumidor interno terá capacidade de absorver a demanda da proteína enquanto a dinâmica das exportações para China segue estagnada”, ponderam os analistas da Agrifatto. Na bolsa B3, o quadro ainda é de preços firmes. Os contratos futuros do boi gordo subiram para praticamente todas as posições, com exceção de novembro/21, que vencerá agora. Os demais contratos operam com valores acima de R$ 330/@, sustentados pela baixa disponibilidade de oferta de animais prontos para abater. “Os primeiros lotes de animais terminados a pasto só devem entrar no mercado brasileiro na etapa final do primeiro trimestre de 2022, fato que sugere suporte aos preços da arroba”, enfatizam os analistas da IHS. Entre as praças da região Centro-Sul do País, a oferta de animais gordos continua bastante escassa. No Mato Grosso do Sul, houve unidade que fixou negócios o boi gordo a R$ 320/@ (bruto e a prazo) para garantir a escala desta semana.

No interior paulista, informa a IHS, algumas plantas frigorificas também testaram preços mais altos para evoluir abates. Também foram registradas altas diárias nas praças do Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, relata a IHS. Nas regiões Norte e Nordeste, os preços da arroba bovina parecem ter se acomodado, acrescenta a consultoria. “Nos Estados de Tocantins, Pará, Maranhão e Bahia, as indústrias relataram que, depois das altas acumuladas, conseguiram evoluir bem suas escalas de abate, com unidades tendo fechado as suas programações de abate até o dia 9 de dezembro”, observa a IHS. Mesmo em Rondônia, onde os preços do boi gordo reagiram nesta terça-feira, as indústrias locais relataram que, depois das altas, também conseguiram formar escalas de abate um pouco mais confortáveis. No atacado, o ritmo das vendas ainda evolui de forma inconsistente devido ao período de final de mês, quando o poder de compra da população é mais fraco, relata a IHS. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 310/@ (à vista) vaca a R$ 296/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 317/@ (prazo) vaca R$ 302/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 305/@ (à vista) vaca a R$ 296/@ (à vista); MS-C. Grande: boi a R$ 312/@ (prazo) vaca a R$ 293/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 321/@ (à vista) vaca a R$ 306/@ (à vista); TO-Araguaína: boi a R$ 298/@ (prazo) vaca a R$ 288/@ (prazo).

PORTAL DBO


Rabobank projeta queda de 3% a 4% na exportação brasileira de carne bovina em 2021

O Rabobank revisou sua projeção para as exportações brasileiras de carne bovina neste ano para queda entre 3% e 4% em relação a 2020, segundo relatório divulgado na segunda-feira (29).


A projeção anterior era de uma redução de 2% nos embarques deste ano. O Rabobank disse que os impactos negativos da suspensão chinesa são mais claros, passados mais de dois meses desde a confirmação de dois casos de encefalopatia espongiforme bovina (EEB) atípicos no Brasil. “As expectativas ainda são positivas para uma retomada das exportações, mas a suspensão em vigor tem deixado o setor produtivo cada vez mais apreensivo”, disse o Rabobank. No mercado doméstico, os preços de carne bovina no atacado mostraram tendência de alta na primeira metade do ano. Após um pico em junho, os preços começaram a cair em linha com o movimento de preços do gado vivo. O Rabobank ainda estima queda de 4% a 5% no consumo de carne bovina brasileira em 2021. A produção total deve cair 3,5% devido à retenção de gado, levando a um aumento da oferta no ano que vem.

CARNETEC


Imea vê alta taxa de utilização dos frigoríficos em MT em novembro

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) espera que a taxa de utilização real dos frigoríficos em Mato Grosso fique alta em novembro após uma recuperação em outubro, segundo relatório divulgado na segunda-feira (29)


O abate total de bovinos no estado aumentou 18% em outubro, ante setembro, para 379,42 mil cabeças. A taxa de utilização dos frigoríficos subiu 7,06 pontos percentuais para 67,51%.

Cerca de 90% dos frigoríficos do estado estavam operando em outubro. “Por fim, para novembro é esperado que a utilização se mantenha em percentual elevado, uma vez que a demanda tende a ser mais aquecida e a oferta de animais confinados é maior”, disse o Imea. Na semana passada, o Imea disse que a retenção de animais no pasto poderia resultar em uma menor oferta de animais enviados para abate em Mato Grosso em novembro, elevando o valor da arroba e reduzindo os abates no mês.

CARNETEC


SUÍNOS


Suínos: terça-feira com preços mistos no mercado

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 140,00/R$ 145,00, assim como a carcaça especial, valendo R$ 10,40/R$ 10,80 o quilo


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à segunda-feira (29), o preço ficou estável somente em Minas Gerais, valendo R$ 7,47/kg. Foi registrado queda de 0,30% no Paraná, custando R$ 6,55/kg. Houve aumento de 0,59% em Santa Catarina, alcançando R$ 6,77/kg, avanço de 0,32% no Rio Grande do Sul, valendo R$ 6,36/kg, e alta de 0,26% em São Paulo, fechando em R$ 7,75/kg.

Cepea/Esalq


FRANGOS


Frango: cotações estáveis na terça-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,20/kg, assim como o frango no atacado, valendo R$ 6,55/kg.

Na cotação do animal vivo, os valores não mudaram em Santa Catarina, valendo R$ 3,70/kg, no Paraná, custando R$ 5,77/kg, e também em São Paulo, fixado em R$ 5,00/kg. Segundo informações do Cepea/Esalq, referentes à segunda-feira (29), tanto a ave congelada quanto a resfriada ficaram com valores estáveis, custando, respectivamente, R$ 6,85/kg e R$ 7,26/kg.

Cepea/Esalq


Alemanha relata outro caso de gripe aviária em fazenda

Um surto de gripe aviária H5N1 altamente patogênico foi encontrado em outra fazenda no norte da Alemanha, disseram autoridades


A doença foi confirmada em uma fazenda com cerca de 33.000 aves em Harburg, no estado da Baixa Saxônia, disse o Ministério da Agricultura do estado. É o nono caso na Baixa Saxônia entre fazendas, quintais e animais de estimação, enquanto 25 casos foram confirmados em aves selvagens no estado. A gripe aviária, mais frequentemente transportada de um país para outro por aves selvagens migratórias, tem se espalhado rapidamente na Europa, aumentando a preocupação na indústria avícola depois que surtos anteriores levaram ao abate de dezenas de milhões de aves e restrições ao comércio internacional. Surtos foram relatados na última semana em países como França, Croácia, Suíça e Áustria.

REUTERS


Exportação de carne de frango dos EUA aumenta mais de 4% nos nove primeiros meses de 2021

As exportações de carnes dos EUA fecharam os nove primeiros meses com um aumento de 4,36%


Ainda que tenham sofrido ligeiro declínio em setembro – redução de 3,36% sobre idêntico mês de 2020 – as exportações de carnes dos EUA fecharam os nove primeiros meses do corrente exercício com um aumento de 4,36%, totalizando 2,560 milhões de toneladas. Esse foi, também, o segundo maior volume de carne de frango já exportado pelos EUA em um período de 12 meses. Entre os 10 maiores importadores do produto, três dos países asiáticos (China, Taiwan e Vietnã) reduziram suas compras em mais de um terço (quedas de, respectivamente, 35,67%, 37,11% e 36,91%). O aumento registrado neste ano baseou-se, principalmente, nas exportações para dois países vizinhos, México e Cuba, cujas importações aumentaram 24,41% e 77,20%, também respectivamente, e representaram 33,12% (ou seja, praticamente um terço) do total exportado no período.

AGROLINK


Frango abatido encerra novembro com o menor valor dos últimos seis meses

Sem dar sinais de que o mercado já se encontra no período preparatório das Festas, o frango abatido encerra novembro com a menor cotação dos últimos seis meses. Ou seja: se encontra, no momento, com valores registrados pela última vez nos primeiros dias de junho passado


Até meados de setembro, o frango abatido experimentou um período de altas praticamente contínuas e que redundaram em uma valorização superior a 25%. Mas, nos últimos dois meses, as baixas também foram contínuas. De mais de 3% de setembro para outubro; e de quase 10% neste mês. Este desempenho também faz com que a variação em relação ao mesmo período do ano passado alcance o menor índice de 2021. Assim, se entre julho e agosto os preços registrados foram cerca de 60% superiores aos de um ano atrás, agora essa diferença não passa de 17%. O bom desempenho dos períodos anteriores faz com que o valor médio dos 11 primeiros meses do corrente exercício se encontre 43% acima da média registrada entre janeiro e novembro de 2020. Este ganho acompanha a evolução dos custos que, entre janeiro e outubro aumentaram (dados da Embrapa Suínos e Aves) 45% sobre idêntico período anterior. Porém, esse custo se restringe à área de produção, não envolvendo a área industrial onde o aumento de custos também foi significativo.

AGROLINK


EMPRESAS


Castrolanda: aniversário de 70 anos é celebrado com recorde de faturamento e foco na sustentabilidade

Os números são bastante satisfatórios: o acumulado anual até o mês de novembro traz um faturamento líquido de R$ 5 bilhões - um recorde para a história da Castrolanda. Com um mês para o fim do ano, o valor já ultrapassa em 16% o total faturado em 2020 – quando a cooperativa registrou R$ 4,3 bilhões acumulados


O crescimento exponencial é reflexo de uma atuação fundamentada em valores, que permite que colaboradores, cooperados e todos os envolvidos na cadeia produtiva tenham suas demandas levadas à sério e tenham garantido o direito de pautar decisões coletivas. O resultado deste processo é o crescimento econômico da Castrolanda andando de mãos dadas com o desenvolvimento da comunidade, em uma relação em que todos ganham. O último balanço anual da cooperativa traz o número de 1.053 cooperados ativos. São eles os principais responsáveis pela produção, concentrada em sete vertentes: grãos, suínos, batata, rações, sementes, ovinos e leite. Toda essa operação conta com o respaldo de mais 3,7 mil colaboradores, distribuídos nas 23 unidades da Castrolanda instaladas no Paraná e em São Paulo. Para celebrar a chegada dos 70 anos, a Castrolanda prepara novidades. Uma delas é o reposicionamento de setores da cooperativa para o mercado, em uma ação que instituirá novas arquiteturas de marcas para as áreas de Sementes, Helpen, Fertilizantes, Empório, Nutrição e Energias Renováveis. O evento de lançamento, realizado na manhã dessa terça-feira (30/11), também marcou a reinauguração do Memorial da Imigração Holandesa, como é chamado o Moinho de Vento da Castrolanda.

Imprensa Castrolanda


Os planos da BRF para a sociedade com o fundo soberano do Catar

Exercício da put dos catarianos em sociedade na Turquia custaria R$ 468 milhões à dona da Sadia


Com um colchão de liquidez de R$ 7 bilhões e um perfil de vencimento de dívidas bastante longo, a BRF não teria qualquer problema para desembolsar R$ 468 milhões pela participação que o fundo soberano do Catar (QIA) detém na Banvit, uma processadora de carne de frango controlada pela dona da Sadia. Uma das principais tacadas da BRF para se internacionalizar, a Banvit foi adquirida há quase cinco anos, numa operação de US$ 470 milhões em sociedade com o fundo soberano do Catar. A BRF detém 60% da holding que controla a Banvit e os catarianos, 40%. Desde então, o QIA tinha uma put contra a BRF, que vencia em novembro. Ao anunciar na manhã de ontem que está negociando a renovação da sociedade com o fundo soberano e estender o prazo de vencimento da put para 15 de dezembro, no entanto, a BRF chegou a suscitar dúvidas e algum temor no mercado com o nível de alavancagem, que já atingiu o limite prudencial de 3 vezes no terceiro trimestre deste ano. Em entrevista ao Pipeline, o Vice-Presidente de Finanças da BRF, Carlos Moura, afastou qualquer especulação. “Temos R$ 7 bilhões em liquidez para fazer isso e o impacto na alavancagem seria muito pequeno”, disse. Pelos cálculos do executivo, o exercício da put representaria um incremento de apenas 0,07 vez no indicador de endividamento. De qualquer forma, para a BRF é melhor preservar a liquidez para outros fins. “Não há qualquer discussão envolvendo trazer o fundo do Catar para dentro da BRF”, garante Carlos Moura. As conversas são exclusivamente pela renovação da sociedade na Turquia. As motivações da BRF para renovar a sociedade são de outra ordem, disse o executivo. “Queremos continuar sócios do QIA, um investidor de longo prazo com quem temos uma relação de alto nível. São sócios que nos apoiam muito nas decisões de investimentos”, disse Moura, que interage com o fundo como Vice-Presidente do board da Banvit - pelo acordo de acionistas, a BRF indica três membros e os catarianos, dois. No momento, o que está em jogo é uma tratativa que mantenha o QIA e, ao mesmo tempo, mude a condição de saída do fundo soberano da sociedade, evitando as constantes oscilações do valor justo da opção de venda, que é calculada a partir de um múltiplo de Ebitda da Banvit. Desde que comprou a Banvit, a BRF vem ganhando participação na Turquia, país que respondeu por 6,6% (R$ 2,6 bilhões) da receita líquida do grupo no ano passado, ficando só atrás de Brasil, China e Arábia Saudita.

VALOR ECONÔMICO


Marfrig faz balanço da operação na Argentina

Com marcas consagradas como Paty, de hambúrguer, e Vienissima, de salsicha, a Marfrig emprega mais de 3 mil pessoas e tem cinco plantas na Argentina, o que a posiciona como uma das maiores produtoras de carne bovina no país vizinho


O balanço foi feito pela companhia brasileira para celebrar o Dia da Amizade entre ambos os países. Além das duas tradicionais marcas Paty e Vienissima, outras linhas da Marfrig no país são Quick Food, La Morocha, Gaucho's Beef, Good Mark, Green Life, Paty Viena, ICB, Barfy, Tres Cruces e Good Beef. Entre os clientes locais de food service está a rede de fast food McDonald's. A Marfrig entrou na Argentina em meados de 2005 e é hoje uma das maiores exportadoras de carne bovina daquele país, incluindo industrializados como hambúrgueres e salsichas. Entre os destinos de exportação estão China, Hong Kong, União Europeia, Oriente Médio e Estados Unidos. As unidades da Marfrig no país têm capacidade de abater 1,2 mil cabeças de gado por dia e de produzir 72 mil toneladas de produtos processados por ano, sendo 39 mil toneladas só de hambúrguer, informou a companhia. As operações estão localizadas nos municípios de Baradero (produção de salsicha e fiambre), Campo Del Tesoro (hambúrguer), San Jorge (hambúrguer e abate) e Villa Mercedes (abate), além da unidade de Arroyo Seco, que produz vegetais congelados. “A Argentina é um mercado reconhecido mundialmente pela alta qualidade de sua carne e o nosso time no país trabalha para manter e alavancar esta posição, selecionando os melhores animais, fornecidos pelos mais de 800 produtores credenciados. A companhia também se preocupa em gerar e sustentar vínculos com os produtores, por meio de apoio técnico, visitas e capacitações”, disse no comunicado Miguel Gularte, CEO da operação da Marfrig na América do Sul. “As unidades estão habilitadas para exportação aos mercados mais importantes e o país ganha mais relevância e atratividade na América do Sul.”

CARNETEC


JBS levanta R$ 1,15 bi e supera meta em emissão de CRA ‘verde’

Companhia usará recursos para a compra de gado

A JBS encerrou ontem (30/11) sua emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) com uma arrecadação da R$ 1,15 bilhão. O montante superou a previsão inicial, de R$ 1 bilhão – ou acréscimo de 15% entre o projetado e o realizado. A operação ocorreu por meio da emissão de duas séries simultâneas, uma de dez e outra de 15 anos, em linha com a oferta pública registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no fim de outubro. Cada série captou aproximadamente metade do valor total, que será utilizado para a compra de gado. A emissão dessa CRA tem características “verdes”, uma vez que operação terá metas de sustentabilidade (SLB, na sigla usada pelo mercado). No caso da JBS, as taxas de juros estarão atreladas à meta do grupo de controlar a origem — direta e indireta — de 100% do gado até 2025. Caso em 2026 a gigante não tenha atingido essa adesão, as taxas da operação sobem 0,25%. Quanto à remuneração, nos títulos de dez anos, a taxa será de IPCA + 5,87% ao ano. Na tranche que vencerá em 2026, será IPCA + 6,20% ao ano. Segundo o cronograma, a oferta deverá ser registrada na CVM no dia 17 de dezembro, com a liquidação prevista para o dia 22 de dezembro.

VALOR ECONÔMICO


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Caged: Paraná chega a 176 mil novos empregos em 2021, quarto melhor resultado do país

À frente do Paraná, estão apenas São Paulo (812.484), Minas Gerais (300.660) e Santa Catarina (187.147). O acumulado leva em consideração as vagas formais abertas entre janeiro e outubro


Somente no mês de outubro, o saldo registrado foi de 15.747 vagas. É o sexto do País em números absolutos, ficando atrás de São Paulo (76.952), Minas Gerais (21.327), Rio de Janeiro (19.703), Rio Grande do Sul (19.478) e Santa Catarina (17.713). A alta no mês foi puxada pelos setores de serviços, com saldo de 6.800 vagas, e de comércio, com 5.171 vagas. Na sequência, estão a indústria (3.723) e os setores de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (219). O único setor em baixa no período foi o de construção civil, com saldo negativo de 166 vagas. Considerando os ajustes aplicados pelo Caged, foram 25.154 vagas abertas em janeiro, 41.388 em fevereiro, 10.549 em março, 9.697 em abril, 15.521 em maio, 15.478 em junho, 13.925 em julho, 21.826 em agosto, 15.059 em setembro e 15.747 em outubro. As vagas geradas no mês de outubro mostram uma descentralização dos polos produtivos através de uma performance geral positiva em diferentes regiões do Estado. Dos 399 municípios paranaenses, 264 apresentaram saldo positivo — o equivalente a 66,2% do total. Os principais geradores de emprego no período foram Curitiba (3.645), Maringá (1.064), Londrina (959), Foz do Iguaçu (745), Cascavel (563), Toledo (482), Pinhais (409), São José dos Pinhais (404), Matelândia (341) e Guarapuava (328). Dentre os demais municípios, 17 tiveram saldo zero e outros 118 apresentaram saldo negativo.

Agência de Notícias do Paraná


Terminal de contêineres de Paranaguá ultrapassa 1 milhão de unidades movimentadas

A marca foi registrada na terça-feira (30/11). A expectativa da TCP, empresa que administra o terminal, é fechar o ano com crescimento de 11,7% em relação ao ano passado (1,09 milhão de TEUs)


Em 2020, o terminal movimentou, em doze meses, 983.383 TEUs. “Essa marca nos coloca em um patamar mundial diferente. O Porto de Paranaguá passa a ser mais um dos poucos portos a atingirem essa movimentação”, afirma o Diretor-Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. Segundo o executivo da empresa pública que administra os portos de Paranaguá e Antonina, isso gera uma atenção internacional de investidores e de clientes enxergando Paranaguá como opção. “Traz, além de credibilidade, mais oportunidade de investimentos e mais negócios, o que impulsiona a geração de emprego e renda para a região”, destaca. O principal destaque do desempenho foi no segmento de exportação de cargas refrigeradas, já que o terminal é considerado a maior porta de saída de carnes congeladas do Brasil. Segundo os dados da TCP, do total de cargas movimentadas nos 11 primeiros meses do ano, 57,52% corresponderam à exportação, com destaque para as carnes e demais congelados, e 42,48% à importação, protagonizados por bens de consumo e eletroeletrônicos. No período, a ferrovia movimentou 115.310 TEUS.

Agência de Notícias do Paraná


Com expectativa “atrativa” de retorno, Nova Ferroeste é apresentada a investidores

Com previsão de taxa de retorno de investimento de 11% ao ano e payback (tempo de retorno sobre o investimento inicial) de 17 anos, a Nova Ferroeste começa a ser apresentada oficialmente ao mercado nesta quarta-feira (1). A sondagem de mercado acontece por meio de encontros virtuais durante seis dias. A agenda segue até dia 8 de dezembro


Já há 20 inscritos, entre eles construtoras, operadores ferroviários e fundos de investimentos do Brasil, Itália, Espanha, China e Emirados Árabes. “As condições são muito favoráveis. Uma taxa de retorno de 11% para um projeto de infraestrutura é muito bom. Só para se ter um comparativo, a taxa de retorno em rodovias é de 8,5%”, destaca Luiz Henrique Fagundes, Coordenador do Plano Estadual Ferroviário. Além disso, segundo ele, ter o investimento inicial pago em 17 anos para um empreendimento de 70 anos (prazo da concessão) “é muito atrativo”. O coordenador atribui as condições favoráveis à grande demanda. “Será o segundo maior corredor de exportação de grãos e contêineres do país, vai ter muita receita”, estima. A sondagem faz parte do Programa de Parcerias e Investimentos do Ministério da Economia. Nos encontros, será apresentado o Estudo de Viabilidade Técnica Ambiental e Jurídica (EVTEA-J), um levantamento realizado ao longo de 13 meses por uma equipe formada por engenheiros e economistas. O estudo concluiu que o traçado principal terá 1.304 quilômetros de malha férrea, ligando Maracaju (MS) a Paranaguá (PR). Quando concluída, a Nova Ferroeste, deve transportar no primeiro ano 38 milhões de toneladas de produtos. Depois de seis décadas, o volume chegaria a 85 milhões de toneladas/ano. A Nova Ferroeste foi projetada para trafegar com contêineres double stack, um sobre outro, o que diminui o custo logístico. O estudo aponta que a redução da despesa com transporte pode chegar a 30% em comparação ao transporte rodoviário, que predomina hoje na movimentação de cargas. O investimento total da Nova Ferroeste será de R$ 29,4 bilhões. Na semana passada, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) do projeto foi protocolado no Ibama com a solicitação de licença prévia para o início da obra. A expectativa é que esta licença seja emitida até final de março de 2022. A previsão é levar o projeto a leilão na Bolsa de Valores do Brasil (B3) no segundo trimestre de 2022. A empresa, ou consórcio vencedor do leilão, deverá construir e explorar a estrada de ferro por 70 anos.

GAZETA DO POVO


Paraná tem mais de 3 milhões de endividados; cada um deve, em média, quase R$ 5 mil

Quinto estado brasileiro com mais endividados, o Paraná tem 3,3 milhões de pessoas com alguma dívida em seu nome, ou 28% de sua população, de acordo com dados da Serasa. A empresa brasileira de análise de crédito, sustenta que o total devido pelos paranaenses superou neste ano R$ 15 bilhões


Com o resultado, o Paraná tem menos endividados apenas do que São Paulo (15 milhões de pessoas), Rio de Janeiro (6,2 milhões), Minas Gerais, (5,9 milhões) e Bahia (4 milhões). Por aqui, o valor médio de cada dívida bate R$ 1.398, porém, quando divididos pelo número de endividados (ou seja, o valor médio da dívida por pessoa), esse número sobre para R$ 4.683. Os principais débitos são com os bancos e operadoras de cartão de crédito, que respondem por 27,7% dos débitos, seguidos pelo varejo, com 17,8%, e os serviços, com 16,7%. A cidade com mais endividados no estado é Curitiba. São 598.395 inadimplentes responsáveis por 1,8 mil dívidas. Juntos, os débitos somam R$ 3,3 bilhões na capital. No Paraná, os números pioraram do ano passado para cá. Em outubro de 2020, o número de endividados aqui era de 3,1 milhões de pessoas e o total devido batia R$ 14,9 bilhões. Uma realidade que contrasta com uma leve melhora no país. "No início da pandemia, entre março e abril de 2020, nós vimos um aumento no número de inadimplentes no Brasil. O pico nesse número aconteceu em abril de 2020, quando atingimos 65,91 milhões. Após isso, percebemos uma queda no número de inadimplentes devido algumas ações podem ter auxiliado na queda da inadimplência, como a Medida Provisória do Governo Federal, que permitiu que as empresas não negativassem os consumidores, a flexibilização de pagamentos que algumas empresas ofereceram e a menor concessão de crédito pelas instituições financeiras, por exemplo", diz Gabriel Cantu, especialista da Serasa.

GAZETA DO POVO


INTERNACIONAL


Carne bovina: EUA irão reduzir a produção de carne bovina em 2022, mas exportações continuarão fortes, prevê Rabobank

No próximo ano, oferta nos Estados Unidos deverá sofrer recuo de 2,5%, enquanto os embarques norte-americanos de proteína vermelha podem apresentar crescimento entre 2% a 4%, estima banco

As estimativas fazem parte do novo relatório sobre setor pecuário divulgado na noite de segunda-feira (29/11) pelo Rabobank, banco com sede na Holanda, presente em 40 países, incluindo o Brasil. Com isso, a projeção de queda na produção norte-americana resultará em maior aperto na oferta global da proteína no próximo ano, além de ocasionar algumas mudanças nos fluxos comerciais do produto, acrescentam os analistas. Segundo o banco, após atingir o pico em 2019, o rebanho bovino norte-americano seguiu em ritmo lento de queda ao longo de 2020 e ganhou maior intensidade de 2021, impulsionado por problemas na economia e também pela estiagem nas áreas de produção. No acumulado deste ano, os abates de vacas de cortes e de leite cresceram 10% e 2%, respectivamente, nos EUA – na média, registraram elevação de 6%. Porém, mesmo com a queda na produção, os embarques de carne bovina dos EUA irão crescer em 2022, puxados pelas demandas dos tradicionais compradores do produto norte-americano (Japão, Coreia do Sul, México e Canadá) e também pelo crescimento dos negócios envolvendo importadores da China, destaca o banco. Em março de 2021, os volumes para a China ultrapassaram 19.000 toneladas, o que colocou o país asiático como o terceiro maior cliente mundial dos exportadores norte-americanos. Desde então, as vendas ao mercado chinês continuaram subindo, atingindo 29.000 toneladas exportadas em setembro. “A oferta limitada da Austrália e interrupções no fornecimento da Argentina e do Brasil, além da crescente demanda por carne bovina de alta qualidade na China, têm sustentado esse crescimento das exportações dos Estados Unidos”, justifica o banco. “Esperamos que os volumes para a China continuem em ritmo de alta em 2022, alimentando o crescimento geral das exportações norte-americanas”, ressalta o Rabobank. O crescimento da demanda doméstica e a contração esperada na produção de carne bovina podem resultar em aumento das importações norte-americanas de carne bovina. No entanto, lembra o banco, a Austrália e a Nova Zelândia, dois tradicionais fornecedores de carne bovina magra aos EUA, sofrem atualmente com problemas de oferta de animais para abate. Na Austrália, o processo de reconstrução do rebanho segue lento e a redução do abate de vacas no país ajuda a limitar o volume de exportações. Nos primeiros nove meses de 2021, os embarques de carne bovina australiana ao mercado norte-americano caíram 44%, em relação ao mesmo período do ano passado. Por sua vez, a Nova Zelândia vem priorizando as vendas ao mercado da China, o que fez os embarques os EUA recuarem 5% no período de janeiro a setembro deste ano. Em seu relatório, o Rabobank destaca ainda o avanço das compras norte-americanas de carne bovina do Brasil, que cresceram 61% nos primeiros nove meses deste ano, para 108.896 toneladas.

Rabobank


ECONOMIA/INDICADORES


Dólar à vista fecha em alta de 0,45%, a R$5,6367

O dólar fechou a última sessão de novembro em alta, acima de 5,63 reais e na máxima em um mês, impulsionado por chances de redução mais acelerada de estímulos nos Estados Unidos, o que fortalece o caso de altas antecipadas de juros no país, movimento que por sua vez eleva a atratividade da moeda norte-americana


O dólar à vista fechou a terça-feira em alta de 0,45%, a 5,6367 reais, maior valor desde 1º de novembro (5,6712 reais). Com essa nova valorização, a moeda praticamente zerou a queda acumulada em novembro, ficando com variação negativa de 0,09% --o dólar chegou a registrar baixa de 4,23% no mês até dia 11. Em 2021, a cotação salta 8,58%.

REUTERS


Ibovespa renova mínima do ano e fecha 5º mês de perdas

No dia, índice fechou em queda de 0,87%, afetado pelas preocupações com a variante ômicron do novo coronavírus e com as declarações do Presidente do Fed


Após pouco mais de 12 meses, o IBOVESPA voltou a ser negociado na faixa dos 100 mil pontos no pregão de hoje. A queda na sessão esteve relacionada aos novos temores com a variante ômicron do novo coronavírus e ao discurso mais inclinado ao aperto monetário do Presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell. Assim, o principal índice do mercado acionário local fechou o mês de novembro em queda de 1,53 % - o quinto consecutivo de perdas. O Ibovespa se afastou dos menores níveis do dia na última hora de sessão e fechou em queda de 0,87%, aos 101.915,45 pontos, novas mínimas de 2021. O volume financeiro negociado dentro do índice hoje foi expressivo, totalizando R$ 34 bilhões, nível bem acima da média diária anual de cerca de R$ 24 bilhões. O movimento de aversão ao risco foi generalizado nos principais mercados acionários do mundo. Em Nova York, o Dow Jones fechou o pregão em queda de 1,86%, enquanto o S&P 500 caiu 1,90% e o Nasdaq teve baixa de 1,55%. Em meio ao crescimento das ameaças relacionadas à recuperação da economia global, os agentes financeiros aguardavam a participação do presidente do Fed, Jerome Powell, no Comitê Bancário do Senado, com a expectativa de que a autoridade poderia indicar uma maior parcimônia para a retirada de estímulos devido à variante ômicron. No entanto, Powell reiterou a intenção de debater um processo mais rápido da redução de compras de ativos (“tapering”) e sinalizou que o assunto deve ser colocado em pauta na última reunião deste ano do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), em dezembro. “O risco de uma inflação mais alta aumentou”, disse. Assim, mesmo após uma longa série negativa de perdas para o índice brasileiro, a aparente mudança de tom do presidente do banco central americano desencadeou um novo movimento negativo nas ações locais.

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Brasil abre 253.083 vagas formais de trabalho em outubro, abaixo do esperado

O Brasil abriu 253.083 vagas formais de trabalho em outubro, queda de 30,9% sobre o desempenho registrado no mesmo mês de 2020, apontou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na terça-feira pelo Ministério do Trabalho e Previdência


Dentre os cinco setores mapeados, houve fechamento de vagas apenas na agricultura (-5.844 postos). O destaque positivo ficou com o setor de serviços, com abertura de 144.641 empregos, seguido por comércio (+70.355 postos), indústria (+26.697) e construção (+17.236 postos). Em outubro do ano passado, a criação havia sido de 366.295 postos, conforme série do Caged com ajustes. O resultado também veio abaixo da criação líquida de 270.000 postos projetada por analistas em pesquisa Reuters. No ano, esta foi a performance mensal mais fraca desde abril, quando foram abertas 82.188 vagas, sempre na série com ajustes. No acumulado de janeiro a outubro, foram abertas 2.645.974 vagas, sobre fechamento de 278.997 postos em igual período de 2020, no melhor desempenho para o período desde 2010 (+2.742.001 empregos criados).

REUTERS


Governo revisa dados do Caged de novo e aponta corte de mais de 191 mil empregos em 2020

O que começou como criação de 142 mil vagas e foi revisado para geração de 75,8 mil postos, agora foi novamente revisto e passou para um fechamento de 191,5 mil empregos formais no ano passado


Uma nova revisão dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) levou o saldo de empregos formais em 2020 para o campo negativo. Considerando os dados mais recentes, o país fechou 191.502 vagas no ano passado. há 10 horas De acordo com os dados do Ministério do Trabalho e da Previdência, foram 15.619.434 admissões e 15.810.936 desligamentos em 2020. Em janeiro deste ano, o governo havia divulgado a criação de 142.690 vagas com carteira assinada no ano passado, resultado de 15.166.221 de admissões e 15.023.531 de desligamentos. O saldo do período foi comemorado pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, e pela equipe. Considerando as informações disponibilizadas em outubro deste ano, esse saldo já havia sido reduzido para 75.883 novos empregos formais, fruto de 15.437.117 admissões e 15.361.234 desligamentos. Agora, as informações mais recentes levaram a uma nova queda no saldo. O movimento é explicado pela incorporação de informações enviadas fora do prazo pelas empresas. Os dados do Caged podem ser atualizados até 12 meses após a data da movimentação. Ao longo da pandemia, especialistas alertaram para o risco de subnotificação dos desligamentos pelas empresas. Técnicos da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (agora Ministério do Trabalho e Previdência) foram questionados sobre o tema diversas vezes durante as divulgações mensais dos dados e negaram essa possibilidade.

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Renda média do trabalhador recua há 4 trimestres e se aproxima de valor de 2012, diz IBGE

A redução da renda reflete uma retomada do mercado de trabalho marcada pelas ocupações mais precárias e, por isso, com menores rendimentos


A renda média dos trabalhadores recuou 4% no terceiro trimestre deste ano, em relação aos três meses anteriores para R$ 2.459, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada na terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a quarta queda seguida na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o que faz o valor se aproximar do menor nível da série história, iniciada em 2012. O movimento de retrações começou no quarto trimestre de 2020, com perda de 4%, seguido por recuos de 0,8% no primeiro trimestre e de 2,8% no segundo trimestre. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores considera a soma de todos os trabalhos. Com a nova queda, o valor médio de renda se aproxima do menor nível da série histórica que considera apenas os trimestres padrões do calendário, de R$ 2.438, registrado no primeiro trimestre de 2012, há quase dez anos. A série considera os valores reais, ou seja, desconta o efeito da inflação. Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, a queda do rendimento do trabalhador foi de 11,10%. Naquele momento, a renda média era de R$ 2.766, ou seja, há uma redução de R$ 204, para os R$ 2.459. As taxas já consideram a nova série da Pnad Contínua, reponderada por sexo e idade, para reduzir os vieses de cobertura trazidos pela coleta da pesquisa por telefone, por causa da pandemia, como a presença maior de idosos entre os entrevistados. A queda da renda reflete uma retomada do mercado de trabalho marcada pelas ocupações mais precárias e, por isso, com menores rendimentos. Assim, a despeito da redução dos desempregos e do aumento dos trabalhadores ocupados, a massa de rendimentos se mantém praticamente estável. No terceiro trimestre de 2021, a massa de rendimentos real habitualmente recebida por pessoas ocupadas (em todos os trabalhos) foi de R$ 223,549 bilhões, uma queda de 0,1% em relação ao segundo trimestre (R$ 202 milhões a menos), mas que é considerada estatisticamente estável, segundo o IBGE. Frente ao terceiro trimestre de 2020, houve baixa de 0,7% (menos R$ 1,688 bilhão).

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