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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 185 DE 04 DE AGOSTO DE 2022


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 2 | nº 185 |04 de agosto de 2022



NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Boi gordo: preço recua R$ 2/@ em SP

Pelos dados apurados pela IHS Markit, o mercado brasileiro do boi gordo teve aumento de liquidez nesta quarta-feira, após iniciar os primeiros dias da semana em ritmo moroso de negócios


Tal comportamento, diz a consultoria, contribuiu para novos avanços nas escalas de abate das principais indústrias frigoríficas do País. A aparente facilidade no preenchimento das escalas de abate pegou de surpresa boa parte dos pecuaristas consultados pela IHS Markit nesta quarta-feira. Segundo apurou consultoria, já existem unidades com volumes de operação preenchidas para 15-20 de agosto. “Essa condição deve ainda proporcionar um ambiente de preços fragilizados, já que muitos frigoríficos devem continuar testando novas efetivações a valores abaixo das máximas vigentes”, prevê a IHS. Na quarta-feira, 3 de agosto, os preços do boi gordo no interior de São Paulo – referência para as demais praças pecuárias brasileiras – repetiram o comportamento registrado no dia anterior e cederam mais R$ 2/@ (mesmo patamar de baixa verificado na terça-feira, 2 de agosto), ficando em R$ 304/@ (macho comum, direcionado ao mercado interno), valor bruto e a prazo, segundo informa a Scot Consultoria. “O cenário permanece: escalas longas e baixa necessidade de compra pela indústria paulista”, reforçou a Scot. A novilha gorda teve recuo diário de R$ 1/@, atingindo R$ 297/@ em Sã Paulo, enquanto a cotação da vaca gorda permaneceu estável nesta quarta-feira, em R$ 280/@ (valores brutos, no prazo), acrescenta a Scot. O boi-China segue ao redor de R$ 315/@ na praça paulista. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 300/@ (à vista) vaca a R$ 275/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 315/@ (prazo) vaca a R$ 285/@ (prazo); MS-C. Grande: boi a R$ 287/@ (prazo) vaca a R$ 270/@ (prazo); MS-Três Lagoas: boi a R$ 290/@ (prazo) vaca a R$ 265/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 287/@ (prazo) vaca a R$ 272/@ (prazo); MT-B. Garças: boi a R$ 290/@ (prazo) vaca a R$ 270/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 290/@ (à vista) vaca a R$ 270/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 285/@ (à vista) vaca a R$ 270/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 290/@ (prazo) vaca R$ 275/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 324/@ (à vista) vaca a R$ 272/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 280/@ (prazo) vaca a R$ 282/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 284/@ (prazo) vaca a R$ 280/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 280/@ (prazo) vaca a R$ 265/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 280/@ (à vista) vaca a R$ 263/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 270/@ (à vista) vaca a R$ 255/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 275/@ (à vista) vaca a R$ 260/@ (à vista).

PORTAL DBO


Brasil passará a exportar carne bovina com osso para o Uruguai

O Brasil passará a exportar carne bovina com osso para o Uruguai e alimentação de origem não animal (aditivos alimentares, premixes e alimentos compostos) para o Marrocos


As aberturas foram oficializadas em julho com aceite dos protocolos fitossanitários pelos países envolvidos, segundo informações da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura obtidas pelo Broadcast Agro. Ao todo, no mês passado sete mercados foram abertos para produtos agrícolas brasileiros, incluindo soro fetal bovino para a China – estas antecipadas na última semana. No ano, a pasta totaliza 39 ações de aberturas de mercados.

ESTADÃO CONTEÚDO


Abates têm alta de 4% no segundo trimestre

No segundo trimestre de 2022 foram abatidas aproximadamente 5,5 milhões de cabeças de gado no Brasil, alta de 4% quando comparado ao primeiro e segundo trimestre de 2021, segundo informações divulgadas pela Minerva Foods, na publicação Panorama Setorial, do 2º trimestre de 2022

O preço médio da arroba (indicador Boi Gordo Esalq/BM&F para o estado de São Paulo) atingiu R$ 325,0/@ no 2T21. Em dólares, o preço do gado no trimestre seguiu US$ 4,4/ kg. As exportações brasileiras de carne bovina atingiram 463 mil toneladas no segundo trimestre de 2022, uma expansão de 18% na comparação anual e estável ante o trimestre anterior. A receita de exportação no trimestre, alcançou US$ 3,0 bilhões, um aumento de 54% na comparação com o ano anterior e de 15% com o 1T22, impulsionado pelo movimento de alta nos preços da carne bovina no mercado internacional. O preço médio da carne bovina em dólar atingiu US$ 6,5/kg, uma alta de 31% comparado ao 2T21 e 17% ante o 1T22. Em reais, o preço médio do trimestre foi de R$ 32,0/kg, crescimento de 22% na base anual e de 10% ante o trimestre anterior. O movimento de alta nos preços reflete a forte demanda internacional e o desbalanceamento entre a oferta e demanda por carne bovina no mercado global.

MINERVA FOODS


SUÍNOS


Suínos: queda de preços no PR e SC

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 124,00/136,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 9,40/R$ 9,70 o quilo


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (2), houve queda de 1,73% em Santa Catarina, atingindo R$ 6,24/kg, e de 0,49% no Paraná, alcançando R$ 6,08/kg. Foi registrado alta de 1,61% em Minas Gerais, chegando em R$ 6,96/kg, avanço de 0,43% em São Paulo, valendo R$ 6,97/kg, e de 0,32% no Rio Grande do Sul, fechando em R$ 6,27/kg.

Cepea/Esalq


FRANGOS


Preços do frango estáveis

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 6,10/kg, enquanto o frango no atacado subiu 0,13%, chegando em R$ 7,68/kg


Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina não houve mudança de preço, custando R$ 4,25/kg, nem no Paraná, valendo R$ 5,53/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (2), a ave congelada ficou com valor fixado em R$ 7,98/kg, enquanto a resfriada teve leve aumento de 0,12%, fechando em R$ 8,01/kg.

Cepea/Esalq


CARNES


Carnes mantêm alta no exterior, mas caem no mercado interno

O Brasil perdeu o ritmo das exportações de carnes “in natura” no mês passado, em relação a igual período do ano anterior. Apesar de uma desaceleração nos volumes, as receitas continuam crescentes para os exportadores, conforme os dados divulgados pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior), na segunda-feira (1º)


As exportações de carne bovina mantêm um bom volume, repetindo o patamar de 167 mil toneladas de julho de 2021. Já as de suínos tiveram retração de 5%, recuando para 87,91 mil toneladas. As vendas externas de carne de frango também perderam ritmo no mês passado, em relação a igual período anterior. Os dados da Secex indicam exportações de 377,1 mil toneladas da proteína “in natura”, 3,6% abaixo do volume de julho de 2021. Embora o país tenha reduzido um pouco o volume exportado, a demanda externa não permite queda nos preços internacionais, à exceção nos valores de negociação da carne suína. A desaceleração das compras da China fez o valor médio desta proteína recuar para US$ 2.381 por tonelada no mês passado, 4,6% a menos do que em julho de 2021. Já a carne de frango teve valorização de 30% no período, subindo para US$ 2.237 por tonelada. A de boi foi a US$ 6.549, com aumento de 20% em 12 meses. No mercado interno, as carnes começam a perder preço, à exceção da suína que, devido a uma oferta menor e retomada das exportações, interrompeu a tendência de queda. Em julho, a alta foi de 2% para os consumidores. Conforme pesquisa da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), a bovina teve queda de 0,5%, e a de frango subiu 1%, um ritmo de alta inferior ao registrado nas semanas anteriores.

Folha de S. Paulo


INTERNACIONAL


USMEF: Investindo no potencial da carne bovina dos EUA na África

Dos US$ 5 bilhões em carne bovina dos EUA exportados ao redor do mundo até maio deste ano, apenas US$ 8 milhões foram para a África


Mas a África é um destino muito promissor para carnes bovinas, uma proteína de baixo custo que ajuda a atender às necessidades nutricionais da África. Também há um interesse crescente em cortes de carne bovina de alta qualidade que atraem o interesse da crescente classe média da África. Matt Copeland, representante da Federação de Exportação de Carne dos EUA (USMEF) na África, disse que uma população crescente, uma necessidade crescente de proteína acessível, uma explosão de lojas de varejo de estilo ocidental e algum abrandamento nas barreiras regulatórias sinalizam que a região é um mercado potencial de crescimento para carne vermelha dos EUA. A USMEF, com apoio do USDA e do Beef Checkoff Program, está preparando as bases com importadores, varejistas e fornecedores para expandir as vendas de carne vermelha dos EUA na região.

DRGNEWS


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


G&: entidades apoiam decisão da Assembleia legislativa do Paraná não receber lixo de outros estados

O G7, grupo composto pelas sete principais entidades do setor produtivo paranaense, enviou, na segunda-feira (01/08), um ofício ao presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado Ademar Traiano, manifestando apoio à decisão de não permitir que o Paraná receba lixo de outros estados sem um estudo mais aprofundado sobre o impacto ambiental


“O G7 considera oportuna e importante a decisão da Alep, de vetar os dispositivos e dar tempo para uma análise técnica mais aprofundada com todas as instituições interessadas”, diz o G7. Fazem parte do G7, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) e Associação Comercial do Paraná (ACP). (Assessoria de Imprensa do G7).

OCEPAR


Grupo ligado ao agronegócio divulga carta em defesa da democracia

A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura também defendeu o processo eleitoral brasileiro no manifesto


A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura divulgou na quarta-feira (3) uma carta em defesa da democracia e do processo eleitoral brasileiro. A entidade reúne empresas ligadas ao agronegócio, como a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), a BRF, a Marfrig Global Foods e a JBS. "Ressaltamos que o processo eleitoral é inquestionável e imprescindível para toda e qualquer discussão que vise à prosperidade do país. Sem democracia não há desenvolvimento e sustentabilidade. Sem sustentabilidade não há futuro possível", diz a carta. Também fazem parte da coalizão bancos, escritórios de advocacia e organizações da sociedade civil, informou o Poder360. O manifesto não cita o presidente Jair Bolsonaro (PL), que vem fazendo uma série de questionamentos ao sistema eleitoral. Outros manifestos pela democracia foram lançados nos últimos dias como o da Faculdade de Direito da USP e o da Fiesp. "Nos últimos 37 anos, o Brasil dedicou-se a edificar um regime cidadão, de instituições sólidas e calcado no respeito à lei e no equilíbrio de direitos e deveres. Em seu alicerce está eleições limpas, onde se manifesta a vontade popular", dizem as entidades que subscrevem a carta. Segundo a coalizão, o documento será enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a alguns ministérios, a integrantes do Congresso, embaixadas, bancos e instituições de desenvolvimento. A entidade é formada por 336 representantes de empresas, do agronegócio, do setor financeiro, da sociedade civil e da academia. Entres os signatários da carta estão: Associação Brasileira do Agronegócio (Abag); Bayer; Bradesco; BRF; BTG Pactual; Carrefour; Eldorado Brasil Celulose S/A; Gerdau; Grupo Boticário; Itaú Unibanco; JBS; Klabin; Marfrig Global Foods; Natura; Nestlé; Santander; Suzano; Unilever; e Vale.

GAZETA DO POVO


ECONOMIA/INDICADORES


BC eleva Selic em 0,5 ponto, a 13,75%, e fala em aperto residual menor em setembro

O Banco Central subiu a Selic em 0,5 ponto percentual pela segunda vez consecutiva, a 13,75% ao ano, e indicou que encerrará o ciclo de aperto com um ajuste menor em setembro


"O Comitê avaliará a necessidade de um ajuste residual, de menor magnitude, em sua próxima reunião", afirmou comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgado pela autarquia nesta quarta-feira. A magnitude da elevação foi ao encontro da expectativa do mercado, de acordo com pesquisa Reuters com 34 economistas. Com a decisão, o BC levou a Selic a um patamar 11,75 pontos acima da mínima histórica de 2% ao ano, atingida em meio à pandemia de Covid-19 e que vigorou até março do ano passado. Foi a décima segunda elevação seguida da taxa básica, que está no nível mais alto desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano.

REUTERS


Dólar perde força e fecha quase estável

O dólar alternou quedas e altas, mas acabou ficando no zero a zero ante o real nesta quarta-feira, antes da decisão de juros pelo Banco Central e ao fim de um dia sem muita direção comum nas praças financeiras globais


O dólar à vista teve variação positiva de 0,02%, a 5,2781 reais na venda. As máximas do dia foram alcançadas conforme o dólar lá fora estendeu os ganhos, puxado por fortes dados econômicos dos EUA e reiterados discursos de autoridades do Fed determinadas a vencer a inflação. A aceleração do rali em Wall Street na parte da tarde, porém, reduziu o apelo da divisa norte-americana, e o dólar aqui e no exterior chegou ao fim da tarde afastado dos picos da sessão. O humor dos agentes financeiros segue bastante instável e ao sabor de indicadores de atividade, emprego e preços (sobretudo nos Estados Unidos), que orientam as decisões dos bancos centrais. No Brasil, o Copom anunciou nova alta de 0,50 ponto percentual da Selic após o fechamento dos mercados na quarta-feira --e há quem acredite que o ciclo pode ser estendido. "Um banco central 'hawkish' (duro com a inflação) provavelmente oferecerá suporte ao real no curto prazo", disse em nota Bertrand Delgado, estrategista do Société Générale, que esperava a elevação de 50 pontos-base na Selic, para 13,75% ao ano. Ainda assim, o caminho para o real deverá ser "pedregoso". "Vemos o real num intervalo estreito com viés de enfraquecimento. A moeda continua exposta a condições financeiras globais mais adversas, dólar forte, crescimento externo e local desacelerando acentuadamente e ajuste fiscal pós-eleitoral sendo adiado", completou Delgado, citando ainda a deterioração dos termos de troca. O Société Générale projeta que o dólar fechará este ano em 5,86 reais e finalizará o primeiro trimestre de 2023 em 5,97 reais.

REUTERS


Ibovespa avança antes de Copom. Vale pesa

O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira, após trocar de sinal algumas vezes durante o pregão, que teve Cielo disparando após resultado trimestral, assim como ações de consumo tiveram forte valorização


Wall Street endossou o segundo avanço seguido na bolsa paulista, que, no entanto, foi atenuado pelo declínio de ações atreladas a commodities, principalmente mineradoras e siderúrgicas, em meio a preocupações com a China. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,4%, a 103.774,68 pontos. O volume financeiro somou 22,2 bilhões de reais. Na visão de Bruno Komura, analista da Ouro Preto Investimentos, expectativas de que esse aumento na Selic será o último desse ciclo de aperto monetário apoiaram o movimento positivo na bolsa, particularmente de papéis como os de varejo. "Muitas ações de varejo, que são muito sensíveis a inflação, aperto de condições financeiras, estão se beneficiando, assim como empresas de crescimento", afirmou. Na outra ponta, destacou o analista, ações atreladas a commodities, principalmente dos setores de mineração e siderurgia, puxaram o Ibovespa para baixo, diante de perspectivas de que o setor imobiliário chinês não está reagindo como deveria aos estímulos naquele país.

REUTERS


Estrangeiros sacam R$ 90,2 milhões da Bolsa no primeiro dia de agosto

No mesmo dia, o investidor institucional sacou R$ 472,5 milhões. Com isso, o saldo anual do grupo é negativo em R$ 79,30 bilhões


Com isso, o superávit anual da categoria recuou para R$ 53,67 bilhões. Os investidores estrangeiros sacaram R$ 90,2 milhões em recursos no segmento secundário da B3 (ações já listadas) em 1º de agosto, dia em que o Ibovespa caiu 0,91%. Com isso, o superávit anual da categoria recuou para R$ 53,67 bilhões. No mesmo dia, o investidor institucional sacou R$ 472,5 milhões. Com isso, o saldo anual do grupo é negativo em R$ 79,30 bilhões. E o investidor individual aportou R$ 525,6 milhões em 1º de agosto, elevando seu superávit em 2022 para R$ 1,91 bilhão. As informações foram divulgadas pela B3.

VALOR ECONÔMICO


Setor de serviços do Brasil perde força em julho apesar de sinais de alívio na inflação, mostra PMI

A expansão da atividade de serviços do Brasil perdeu força em julho e teve o ritmo mais fraco desde o início do ano, depois de ter atingido um recorde no mês anterior, ainda afetada pelas pressões inflacionárias, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) da S&P Global, divulgada na quarta-feira


O PMI caiu a 55,8 em julho, depois de em junho igualar a leitura mais alta da série histórica, de 60,8. Apesar da queda para a taxa mais fraca desde fevereiro no mês passado, o índice permanece acima da marca de 50 que separa crescimento de contração. O mês foi marcado por aumentos mais modestos na atividade de negócios e nas vendas, mas com a demanda ainda robusta. O volume de novos pedidos aumentou pelo 15º mês consecutivo em julho, mas a taxa de expansão foi a mais baixa em cinco meses. A atividade foi impactada por pressões inflacionárias no mês, que amorteceram o crescimento das vendas. Mesmo assim, os preços dos insumos aumentaram à taxa mais baixa em cinco meses, o que a pesquisa atribuiu em parte aos efeitos da lei que estabelece um teto para as alíquotas de ICMS sobre os setores de combustíveis, gás, energia, comunicações e transporte coletivo. Mas os fornecedores de serviços brasileiros ainda apontaram aumento das despesas operacionais, com pressão dos preços de alimentos, combustíveis e serviços públicos. Várias empresas citaram ainda a valorização do dólar. “O crescimento foi sem dúvida amortecido por fortes pressões sobre os preços, embora as empresas tenham permanecido confiantes em uma recuperação sustentada da economia ao longo dos próximos 12 meses", disse Pollyanna De Lima, diretora associada de economia da S&P Global Market Intelligence.

REUTERS


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