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CLIPPING DO SINDICARNE Nº 117 DE 29 DE ABRIL DE 2022


Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná

Ano 2 | nº 117 |29 de abril de 2022


NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL


BOVINOS


Arroba cai no MT, mas segue firme na maior parte das praças

Na quinta-feira, a consultoria IHS Markit identificou recuos nas cotações da arroba nas regiões do MT, onde o forte calor tem prejudicado o pasto, forçando os pecuaristas a desovarem os estoques de boiadas


Na quinta-feira, a consultoria registrou novas quedas nos preços da arroba de machos e fêmeas gordos em todas as praças do Mato Grosso. Na avaliação da IHS Markit, o volume de negócios permaneceu fraco e praticamente sem variações de preço entre as demais praças pecuárias. Do lado de dentro das porteiras, os pecuaristas aguardam por algum repique nos preços da arroba, de olho na virada de mês e na comemoração dos Dias das Mães, quando teoricamente a demanda interna pela carne bovina tende a subir (tanto pela entrada dos salários nas contas dos trabalhadores quanto pela data comemorativa – onde há festa, há churrasco de carne vermelha na mesa dos brasileiros). No levantamento realizado pela IHS Markit, as regiões de São Paulo seguem com oferta reduzida de animais terminados, o que contribui para a estabilização dos preços. Segundo informa a consultoria Agrifatto, na bolsa B3, os contratos futuros do boi gordo seguem em valorização. Na quarta-feira (27/4), o vencimento para maio/22 sofreu uma variação diária de 1%, subindo para R$ 325,60/@. Nas praças do interior de São Paulo, o macho terminado direcionado ao mercado interno segue valendo R$ 315/@, enquanto a vaca e a novilha são negociadas, respectivamente, a R$ 279/@ e R$ 312/@ (preços brutos e a prazo), respectivamente, de acordo com os dados apurados pela Scot Consultoria. A referência para bovinos cujo destino é exportação para a China (abatidos mais jovens, geralmente com idade abaixo dos 30 meses) se mantém em R$ 325/@ nas regiões paulistas, mas já foram fechados negócios a R$ 330/@, informa a Scot. A morosidade nos negócios no mercado paulista também é explicada pelo fraco apetite das indústrias exportadoras de carne bovina, que ainda atuam com cautela diante das recentes suspensões de importações chinesas de algumas unidades brasileiras. Cotações: PR-Maringá: boi a R$ 305/@ (à vista) vaca a R$ 280/@ (à vista); SP-Noroeste: boi a R$ 327/@ (prazo) vaca a R$ 280/@ (prazo); MS-Dourados: boi a R$ 290/@ (à vista) vaca a R$ 270/@ (à vista); MS-C. Grande: boi a R$ 295/@ (prazo) vaca a R$ 275/@ (prazo); MS-Três Lagoas: boi a R$ 290/@ (prazo) vaca a R$ 270/@ (prazo); MT-Cáceres: boi a R$ 285/@ (prazo) vaca a R$ 272/@ (prazo); MT-Cuiabá: boi a R$ 282/@ (à vista) vaca a R$ 270/@ (à vista); MT-Colíder: boi a R$ 280/@ (à vista) vaca a R$ 270/@ (à vista); GO-Goiânia: boi a R$ 300/@ (prazo) vaca R$ 275/@ (prazo); RS-Fronteira: boi a R$ 340/@ (à vista) vaca a R$ 310/@ (à vista); PA-Marabá: boi a R$ 282/@ (prazo) vaca a R$ 272/@ (prazo); PA-Paragominas: boi a R$ 290/@ (prazo) vaca a R$ 285/@ (prazo); TO-Araguaína: boi a R$ 280/@ (prazo) vaca a R$ 270/@ (prazo); TO-Gurupi: boi a R$ 285/@ (à vista) vaca a R$ 265/@ (à vista); RO-Cacoal: boi a R$ 263/@ (à vista) vaca a R$ 253/@ (à vista); MA-Açailândia: boi a R$ 280/@ (à vista) vaca a R$ 260/@ (à vista).

PORTAL DBO


Boi/Cepea: Poder de compra do terminador frente ao milho fica acima da média histórica

Apesar do enfraquecimento da arroba do boi gordo nesta parcial de abril (até o dia 26), o poder de compra dos pecuaristas terminadores do estado de São Paulo frente ao milho cresceu na comparação com os registrados em março e em abri/21


Inclusive, o volume de milho possível de se adquirir com a venda do boi gordo ficou acima da média histórica. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário é reflexo da queda dos preços do cereal, que vêm sendo pressionados por expectativas de que a produção nacional da segunda safra fique acima das estimativas iniciais, podendo ser recorde. Na parcial deste mês, a média mensal do Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo) está em R$ 335,15, 2,77% inferior à de mar/22 e 6,21% abaixo da de abr/21, em termos reais (as médias foram deflacionadas pelo IGP-DI). Para o milho, o preço médio do cereal negociado na região de Campinas (Indicador ESALQ/BM&FBovespa) é de R$ 89,80/saca de 60 kg, fortes recuos de 10,05% frente ao mês anterior e de 18,2% em relação a abr/21, em termos reais. Assim, com a venda de um quilo de boi gordo em SP, o pecuarista conseguiu adquirir quase 15 quilos de milho na região de Campinas, 8% a mais que em março e quantidade 14,66% maior que a de abr/21, em termos reais. A média histórica do poder de compra dos pecuaristas terminadores de SP em relação ao milho (a série foi iniciada em agosto de 2004) é de 14,84 quilos. Ou seja, o volume do cereal possível de se adquirir na parcial de abril está 0,6% acima da média dos últimos 18 anos.

Cepea


SUÍNOS


Suínos: movimentações tímidas na quinta

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 123,00/R$ 133,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 9,70 o quilo/R$ 10,00 o quilo


Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (27), houve alta de 0,72% em São Paulo, chegando em R$ 7,00/kg e de R$ 0,34% em Minas Gerais, alcançando R$ 6,67/kg. Ficaram estáveis os preços em Minas Gerais, custando R$ 6,67/kg, R$ 5,59/kg no Rio Grande do Sul e R$ 5,76/kg em Santa Catarina. A quinta-feira (28) marcou mais uma semana em que as cotações na suinocultura independente registraram altas. Conforme Luiz Gustavo Tutui, analista de mercado do Cepea a alta foi puxada pela demanda interna e externa, além de uma redução na oferta de animais para abate.

Cepea/Esalq


Suinocultura independente: preços subindo nas principais regiões produtoras

Combinação entre oferta e demanda favorecem a elevação dos preços


A quinta-feira (28) marcou mais uma semana em que as cotações na suinocultura independente registraram altas. No Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 21/04/2022 a 27/04/2022), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve alta de 7,38%, fechando a semana em R$ 5,95/kg vivo. "Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo apresente estabilidade, podendo ser cotado a R$ 5,95/kg", informa o Lapesui. Em São Paulo, de acordo com dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), o preço do quilo do animal vivo aumentou, saindo de R$ 7,20/kg vivo para R$ 7,36/kg vivo. No mercado mineiro, houve aumento, saindo de R$ 6,70/kg vivo (valor que foi praticado na semana passada, após a Bolsa de suínos não ter resultado em acordo entre suinocultores e frigoríficos) para R$ 7,00/kg, com acordo entre suinocultores e frigoríficos, conforme com informações da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Santa Catarina também observou valorização no preço do animal, de acordo com a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), passando de R$ 6,17/kg para R$ 6,24/kg vivo.

AGROLINK


Suínos/Cepea: Competitividade da carne suína frente à de frango é a maior em 12 anos

O valor médio da carcaça especial suína se manteve estável entre março e a parcial de abril (até o dia 26), enquanto os preços da proteína de frango subiram com força


Diante disso, a competitividade da carne suína frente à de origem avícola cresceu no comparativo mensal, registrando o maior patamar desde agosto de 2009. A carne bovina, por sua vez, registrou pequena desvalorização, o que reduziu levemente a competitividade da proteína suína frente a essa concorrente. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça especial suína se valorizou ligeiro 0,2% entre março e a parcial de abril, negociada na média de R$ 8,67/kg neste mês. Segundo pesquisadores do Cepea, a estabilidade dos preços da carne suína reflete os movimentos opostos na primeira e na segunda quinzenas – enquanto no início do mês o ritmo lento dos negócios pressionou as cotações, na segunda metade do período, o aquecimento das vendas resultou em recuperação dos valores. Já o frango inteiro resfriado, também vendido no atacado da Grande SP, se valorizou 11,9%, com média de R$ 7,91/kg na parcial de abril. Assim, o preço da carcaça especial suína ficou apenas 75 centavos de Real/kg acima do valor do frango, diferença 52,5% mais estreita que a registrada em março e também a menor em mais de 12 anos.

Cepea


FRANGOS


Frango: cotações apresentaram baixas na quinta-feira

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave no atacado cedeu 0,92%, chegando a R$ 7,50/kg, enquanto o frango na granja ficou estável, valendo R$ 6,50/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço, enquanto Santa Catarina ficou estável em R$ 4,07/kg, assim como no Paraná, custando R$ 5,64/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (27), a ave congelada cedeu 1,73%, chegando em R$ 7,95/kg, enquanto o frango resfriado baixou 1,61%, fechando em R$ 7,96/kg.

Cepea/Esalq


CARNES


PR registra crescimento tímido nas exportações após um ano de certificação sanitária

Praticamente um ano após a certificação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação, as exportações de proteína animal do Paraná, no entanto, registraram tímido crescimento.


Segundo números do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), na comparação entre os primeiros trimestres de 2021 e 2022, foi registrada alta de 31,5% nos valores recebidos – de US$ 687,9 milhões para 905,2 milhões, e 9,2% de elevação nos quilogramas embarcados – de 463,2 mil toneladas para 505,9 mil toneladas. Se nas exportações os números do Paraná ainda não registraram crescimento significativo, o estado segue consolidado como um dos principais produtores nacionais de proteína animal. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a avicultura paranaense representou no ano passado 33,6% de todo o frango abatido no Brasil, com 6,17 bilhões de cabeças abatidas, alta de 2,8% em comparação ao registrado pelo segmento em 2020. “O mesmo serviço veterinário que deu essa conquista ao Estado do Paraná, que é muito criterioso e técnico, também atende a avicultura do Paraná, mostrando que nós temos um trabalho bem importante. Houve um trabalho muito forte liderado pelo setor público, mas o setor privado abraçou essa causa e juntos nós comemoramos esse status, nos dando a segurança de que o nosso estado está blindado contra algum risco de enfermidade”, pontuou o Presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar), Irineo da Costa Rodrigues. A avicultura paranaense ainda conseguiu dois avanços significativos para as exportações do setor: a ampliação da presença no mercado do México e o aumento nos embarques de frango halal (seguindo os preceitos muçulmanos) para o Emirados Árabes Unidos. Já na suinocultura, o Paraná representou 20,3% de todos os abates nacionais – atrás apenas de Santa Catarina, com 52,97 milhões de cabeças abatidas em 2021. Mas, a bovinocultura paranaense seguiu a tendência de queda nacional devido ao embargo da China ao produto brasileiro, registrando queda de 16% em comparação com 2020, com 1,2 milhão de cabeças abatidas. “O saldo é absolutamente positivo, ainda que tenha sido um ano de muito desafio para os produtores de proteínas animais, devido às condições climáticas que prejudicaram pastagens. No entanto, as demandas internas e externas ajudaram a manter a comercialização e evitar maiores perdas aos pecuaristas do estado. Continuamos como o principal produtor de proteínas animais do País”, destaca o secretário da Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara. A manutenção da certificação da OIE para área livre de febre aftosa sem vacinação exige que o Paraná exerça forte controle dos rebanhos estaduais de bois e búfalos. Dentre os dias 1º de maio e 30 de junho, os criadores desses animais precisam fazer a atualização obrigatória do rebanho. O procedimento se dá por meio eletrônico ou de forma presencial em unidades da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). A análise do setor de proteína animal no Paraná é que o estado deve engrenar índices mais positivos até o fim de 2022. O Sindiavipar avalia que a expectativa de uma safra recorde de milho e a inserção de cereais de inverno na alimentação das aves possa diminuir os custos de produção. Além disso, a indústria espera abrir novos mercados ao frango paranaense. “Nós temos a expectativa que a Guerra na Ucrânia faça com que clientes, sobretudo na Europa, e também em outros países que compram volumes menores, e que não têm conseguido importar frango da Ucrânia, estejam se voltando para importar frango do Brasil”, avalia Rodrigues.

GAZETA DO POVO


Auditores fiscais federais agropecuários vão retomar mobilização na próxima segunda-feira

Categoria reivindica reestruturação da carreira, que consiste em reposição das perdas salariais e realização de concurso público para contratação de 1.620 affas

Sem avançar nas negociações com o governo federal, que mantém a decisão de oferecer reajuste linear de 5% a todos os servidores públicos, os auditores fiscais federais agropecuários (Affas) retomam a mobilização por reestruturação da carreira na próxima segunda-feira (2/5), segundo informou o Sindicato Nacional dos auditores fiscais federais agropecuários -- ANFFA Sindical. Dessa forma, com a operação-padrão, a prioridade de trabalho da categoria segue para as atividades que podem afetar diretamente o cidadão, como a liberação de cargas vivas e perecíveis, a fiscalização de bagagens de passageiros e de animais de companhia (pets).

Reunido há dois dias, após agenda com o ministro da Agricultura, o Conselho de Delegados Sindicais do ANFFA, nos 27 estados, entendeu que diante do atual impasse com o governo federal, não há outra saída a não ser a retomada da operação-padrão da carreira, por tempo indeterminado. De acordo com o Sindicato, a mobilização também não atingirá o diagnóstico de doenças e pragas, evitando comprometer programas de erradicação e controle de doenças importantes para o Brasil, à exemplo da Febre Aftosa, à Peste Suína Africana (PSA) e de pragas que poderiam colocar em risco políticas sanitárias do setor agropecuário. Assim como ocorreu na operação-padrão iniciada no final de dezembro do ano passado e encerrada em março, a mobilização que será retomada não vai paralisar as atividades da categoria. No entanto, em função do acúmulo de serviço e da falta de pessoal, os Affas vão cumprir os prazos regimentais e seguirão trabalhando por oito horas diárias, mas sem turnos extras não compensados ou remunerados e sem almoços estendidos de três horas, que os obriguem a permanecer mais tempo no ambiente de trabalho.

ANFFA Sindical


EMPRESAS


ADIN da ABRAFRIGO sobre o FUNRURAL volta à pauta dia 5 de maio para desempatE no STF

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) nº 4395/DF, proposta em março de 2010 pela Associação Brasileira de Frigoríficos – ABRAFRIGO, voltará à pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) no próximo dia 5 de maio, faltando apenas o voto de desempate do Ministro Dias Toffoli


Em maio de 2018, o STF concluiu o julgamento do Recurso Extraordinário nº 718.874/RS (Tema 669), que tratou do Funrural, contribuição previdenciária incidente sobre a receita bruta do produtor rural pessoa física e empregador rural quando da comercialização de sua produção agropecuária. O STF, naquela ocasião, decidiu pela constitucionalidade do Funrural, revertendo decisões anteriores, de 2010 e 2011, mas não analisou a questão da sub-rogação, que consiste na obrigação que frigoríficos e outras empresas do setor agropecuário têm de reter e recolher o Tributo em relação à produção adquirida dos produtores rurais. No resultado parcial, o julgamento da ADIN nº 4395/DF encontra-se empatado em 5 a 5. Tendo em conta o voto do Ministro Edson Fachin, que abriu a divergência, o voto decisivo a ser proferido pelo Ministro Toffoli abre a possibilidade tanto de uma nova declaração de inconstitucionalidade da incidência do Funrural, mas também poderá invalidar a mencionada sub-rogação. Empresas do setor frigorífico e demais segmentos do agronegócio aguardam, há 12 anos, com grande expectativa, por um desfecho favorável da referida ADIN. No caso dos pequenos e médios frigoríficos essa expectativa é ainda maior, tendo em vista que essas empresas vivem há anos uma grave crise financeira, causada por redução de consumo decorrente de anos de recessão e baixo crescimento econômico, elevado desemprego e queda de renda da população, situação agravada pela pandemia da covid-19. Vale ressaltar que aproximadamente 75% da produção brasileira de carne bovina é consumida no mercado interno, do qual participam centenas de pequenos e médios frigoríficos que possuem baixa ou nenhuma participação nas vultosas exportações do setor, mas que representam significativa parcela do abastecimento, além da contribuírem com a geração de empregos e renda no campo e nas cidades.

ABRAFRIGO


NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ


Paraná gerou 56 mil empregos com carteira assinada no primeiro trimestre de 2022

O Paraná fechou o primeiro trimestre do ano com a abertura de 56.225 vagas de emprego com carteira assinada, o quinto melhor resultado do País


Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, divulgado nesta quinta-feira (28). Nos três primeiros meses de 2022, houve 473.178 contratações e 416.953 demissões no Estado. No mês de março, foram abertos 8.638 postos de empregos formais, que se somam às 28.273 vagas abertas em fevereiro e às 19.314 geradas em janeiro, com os ajustes do Caged. No acumulado de 12 meses, entre abril de 2021 e março de 2022, 157.095 empregos formais foram criados no Paraná, quarto melhor resultado do Brasil e melhor do Sul. No Brasil, foram abertos 615.173 postos de trabalho entre janeiro e março. O Paraná fica atrás de São Paulo (176.151), Santa Catarina (64.038), Minas Gerais (62.421) e quase encosta no Rio Grande do Sul (56.337). Em março, o saldo de empregos no País foi de 136.189 vagas. Dos 399 municípios paranaenses, 284 (71%) fecharam o trimestre com alta no mercado de trabalho. Em dez cidades, o número de admissões e de desligamentos foi o mesmo, e as outras 105 tiveram saldo negativo. Na análise dos dados do último mês, foram 221 municípios (55%) com saldo positivo em março, 20 com o mesmo número de contratações e demissões e 56 com saldo negativo. As cidades que mais geraram emprego entre janeiro e março foram Curitiba (17.321), Maringá (2.871), Cascavel (2.476), São José dos Pinhais (2.381), Toledo (2.136), Araucária (2.022), Londrina (1.738), Colombo (1.171), Foz do Iguaçu (1.050) e Guarapuava (972). Em março, os destaques foram Araucária (1.031), São José dos Pinhais (683), Maringá (674), Toledo (541), Cascavel (527), Campo Largo (377), Curitiba (372), Francisco Beltrão (343), Guarapuava (262) e Telêmaco Borba (248).

AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


Exportação de soja e derivados por Paranaguá cresceu 25% no 1º trimestre

No total, volume alcançou 5 milhões de toneladas


As exportações do complexo soja (soja, farelo e óleo) por Paranaguá somaram 4,97 milhões de toneladas no primeiro trimestre, quase 25% mais que no mesmo período de 2021, informou a empresa que administra o porto e o de Antonina, também no Paraná. O maior aumento foi registrado nos embarques de óleo de soja: 57,3% na comparação anual, para 328 mil toneladas. Ao mesmo tempo em que as exportações estão em alta, não houve qualquer registro de importação de soja em grão e seus derivados. No primeiro trimestre de 2021, foram importadas quase 45,5 mil toneladas de óleo de soja. “Ao que tudo indica, apesar da quebra na safra, boa parte da produção tem ficado também no mercado interno”, disse o Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, em nota. No caso do farelo de soja, as exportações por Paranaguá somaram 1,3 milhão de toneladas de janeiro a março, volume 38,4% maior que o registrado no primeiro trimestre do ano passado. Nas exportações de soja em grão, a alta foi de 17,6% na comparação, para um total de 3,3 milhões de toneladas.

VALOR ECONÔMICO


Nova Ferroeste: IBAMA define datas de audiências públicas no PR e em MS

Audiências públicas serão realizadas para ouvir comunidade das regiões impactadas


Entre os dias 16 e 27 de maio, serão realizadas sete audiências públicas em cidades do Paraná e Mato Grosso do Sul para debater os impactos da construção da Nova Ferroeste. A estrada de ferro vai ligar Maracaju (MS) a Paranaguá (PR), passando por 49 municípios, sendo oito no Mato Grosso do Sul e 41 no Paraná. As audiências acontecem em Dourados, no Mato Grosso do Sul, e em Guaíra, Cascavel, Paranaguá, São José dos Pinhais, Guarapuava e Irati, no Paraná. Essa etapa faz parte do processo de licenciamento ambiental e da obtenção da licença prévia. Oito pontos concentraram o trabalho das equipes do Estudo de Impacto Ambiental: áreas de Cerrado e Mata Atlântica, próximas ou interceptadas pelos trilhos, como no caso da Serra do Mar; uma comunidade quilombola em Guaíra; e a Terra Indígena de Rio das Cobras, em Nova Laranjeiras. “Essa é uma das etapas mais importantes do empreendimento, é quando os estudos são abertos para a sociedade, que vai poder trazer as suas contribuições. Dessa maneira teremos certeza de que estamos realizando o melhor projeto do ponto de vista socioambiental”, afirma Luiz Henrique Fagundes, Coordenador do Plano Estadual Ferroviário. Com aproximadamente 1.300 quilômetros de extensão, a Nova Ferroeste vai transportar grãos e contêineres com carga refrigerada das regiões produtoras até o porto de Paranaguá. O investimento total previsto é de R$ 29,4 bilhões. O leilão para a concessão está previsto para esse ano, na Bolsa de Valores do Brasil (B3), em São Paulo. A empresa ou consórcio vencedor vai construir a ferrovia e explorar o trecho por 70 anos. Depois do leilão, serão dois anos para o desenvolvimento do projeto para só depois iniciar a construção, que deve levar cerca de 10 anos. Ou seja, a Nova Ferroeste deve ficar pronta em 2034.

GAZETA DO POVO


ECONOMIA/INDICADORES


Instável, dólar fecha em baixa com exterior

O dólar fechou na maior queda em mais de uma semana na quinta-feira e mais abaixo de 5 reais. A cotação à vista caiu 0,56%, a 4,9402 reais


A queda percentual no fechamento é a mais forte desde o último dia 20 (-1,03%), quando a moeda terminou em 4,6186 reais. Também é o segundo pregão seguido de baixa para o dólar, o que não ocorria desde o último dia 12, quando a cotação consolidou uma série de três declínios. O ajuste do câmbio na quinta ocorreu mais uma vez em sintonia com as oscilações de ativos considerados "proxies" para demanda por risco no exterior, que se recuperaram na segunda metade do pregão. O fim do mês traz volatilidade adicional ao mercado de câmbio, conforme se acirra a "briga" entre "comprados" e "vendidos" em dólar, que buscam cotações mais convenientes a suas posições. A Ptax de fechamento do mês --que serve de referência para liquidação de contratos futuros de dólar, swaps cambiais e outros derivativos-- será definida na sexta-feira, mas já nos dias anteriores a "disputa" aumenta. E importante dose de instabilidade se mantém no mercado. Uma medida da incerteza sobre os rumos da taxa de câmbio para daqui até outubro saltou na quinta-feira ao maior patamar em três anos e meio, com um rali imparável da moeda norte-americana no exterior, mas também em reflexo do cenário nebuloso no Brasil até as eleições presidenciais. O dólar chegou a ser cotado em torno de 4,60 reais há cerca de uma semana, e, embora tenham se surpreendido com a velocidade da alta para acima de 5 reais, analistas lembraram que era previsto que a moeda voltasse para em torno desse nível, em parte pela perspectiva de que o debate eleitoral se torne mais acirrado conforme se caminha para outubro.

REUTERS


Ibovespa avança com suporte de Wall Street e Vale

O principal índice da bolsa brasileira subiu no fim de volátil sessão da quinta-feira, com apoio de Wall Street e de empresas locais como Vale, além de Petrobras e Embraer


Bancos ficaram entre as baixas mais relevantes e limitaram alta mais firme do indicador. De acordo com dados preliminares, o Ibovespa subiu 0,55%, a 109.951,61 pontos. O volume financeiro da sessão foi de 24,4 bilhões de reais.

REUTERS


Brasil abre 136,2 mil vagas formais de trabalho em março, abaixo do esperado

O Brasil abriu 136.189 vagas formais de trabalho em março, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na quinta-feira pelo Ministério do Trabalho e Previdência. No setor de agropecuária foram fechadas 15.995 vagas


O resultado veio abaixo da criação líquida de 150.915 postos projetada por analistas em pesquisa Reuters, mas representa o segundo melhor saldo para o mês em 12 anos, perdendo apenas para o dado de março de 2021 (+176.330). O dado de março é fruto de 1,953 milhão de contratações e 1,817 milhão de desligamentos. No mês, houve saldo positivo de vagas em serviços, com abertura de 111.513 postos, seguido da construção, com 25.059. Houve criação de 15.260 empregos formais na indústria e 352 no comércio. No setor de agropecuária foram fechadas 15.995 vagas. No recorte regional, o Sudeste criou 75.804 vagas no mês e o Sul abriu 33.601 postos. O saldo ficou em 20.262 no Centro-Oeste e 9.357 no Norte. Por outro lado, foram fechados 4.963 postos no Nordeste. No acumulado do primeiro trimestre, foram abertas 615.173 vagas, ante uma abertura de 805.161 postos em igual período de 2021, segundo a série com ajustes. Com relação ao salário médio de contratação, houve novo recuo em março. O valor ficou em 1.872,07, ante 1.910,79 em fevereiro. O governo também vem registando um aumento nos pedidos de seguro desemprego. O número do mês ficou em 674.603 pedidos, contra 550.265 no mês anterior e 586.227 em março de 2021.

Reuters


Dívida pública federal cai 2,89% em março, mas risco cresce em abril, diz Tesouro

A dívida pública federal do Brasil caiu 2,89% em março sobre fevereiro, a 5,565 trilhões de reais, informou o Tesouro Nacional na quinta-feira. O custo médio das novas emissões da dívida interna também cresceu, indo de 9,5% para 10,5% ao ano.


No mês passado, a dívida pública mobiliária interna teve recuo de 2,69%, a 5,343 trilhões de reais. O movimento é resultado de um grande volume de vencimentos de títulos, o que resultou em um resgate líquido de 204,7 bilhões de reais. No período, houve uma redução de 16,03% na reserva de liquidez do Tesouro, de 1,278 trilhão de reais para 1,073 trilhão de reais. Nos próximos 12 meses está previsto o vencimento de 1,225 trilhão de reais em títulos da dívida interna. Com o volume disponível em caixa, o Tesouro consegue quitar 9,8 meses de vencimentos. De acordo com o Coordenador-Geral de Operações da dívida pública do Tesouro, Luís Felipe Vital, é natural que haja resgate líquido em meses com volumes elevados de vencimentos de papeis. “O Tesouro não precisa fazer emissões de pior qualidade em função desses vencimentos grandes, essa flutuação é absorvida pelo colchão de liquidez”, disse. “O colchão de liquidez segue em nível bastante confortável”. De acordo com o Tesouro, houve melhora nos prêmios de risco de nações emergentes em março apesar da guerra na Ucrânia, do novo surto de Covid-19 na China e do possível ciclo mais agressivo de aperto monetário nos Estados Unidos. No mês, o CDS (credit default swap) do Brasil, que mede o risco relacionado ao país, caiu 6,54%, segundo o Tesouro, a 208 pontos base. Em março, houve um alongamento do prazo médio de vencimento dos títulos brasileiros para 3,97 anos, ante 3,86 anos registrados em fevereiro. O custo médio do estoque da dívida pública federal apresentou redução, passando de 8,68% ao ano em fevereiro para 8,59% ao ano no mês passado. Na dívida interna, o custo do estoque subiu de 9,25% para 9,65% ao ano. O custo médio das novas emissões da dívida interna também cresceu, indo de 9,5% para 10,5% ao ano. Investidores estrangeiros reduziram a participação na dívida interna de 10% para 9,4%, um recuo de 45,7 bilhões de reais. Para o mês de abril, o Tesouro aponta uma ampliação dos riscos, provocando uma elevação nas taxas de juros no Brasil, com pressões inflacionárias em diversas economias, além da guerra e do surto de Covid na China. Vital ressaltou que o evento que mais tem chamado a atenção em abril é a perspectiva da política monetária nos Estados Unidos, que tem ampliado a volatilidade no mercado.

Reuters


Arrecadação sobe 6,9% em março e tem recorde com petróleo em alta

A arrecadação do governo federal teve alta real de 6,92% em março sobre igual mês do ano passado, a 164,147 bilhões de reais, divulgou a Receita Federal na quinta-feira


O resultado, impulsionado por ganhos do governo com royalties de petróleo diante da cotação elevada do barril e ajustes feitos por empresas sobre o exercício de 2021, foi o maior para o mês na série histórica da Receita corrigida pela inflação, iniciada em 1995. Se considerada apenas a receita administrada pela Receita Federal, que engloba a coleta de impostos de competência da União, a arrecadação teve uma alta real de 5,89% no mês. Em contrapartida, as receitas administradas por outros órgãos, que são sensibilizadas sobretudo pelos royalties decorrentes da produção de petróleo, deram um salto de 49% acima da inflação. No acumulado do primeiro trimestre, o crescimento real da arrecadação foi de 11,08%, a 548,132 bilhões de reais, também com o desempenho mais forte para o período na série iniciada em 1995. Nos três primeiros meses do ano, os ganhos com royalties somaram 23,4 bilhões de reais, ante 14,7 bilhões de reais no mesmo período de 2021, o que representa uma alta de 59,4%. De acordo com o Chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias, diante do crescimento extraordinário da arrecadação relacionada às commodities, o fisco estima que os 15 bilhões de reais de ganhos nessa área no trimestre tenham sido atípicos e podem não ser mantidos --4,5 bilhões de reais acima do observado no mesmo período de 2021. Segundo ele, a conta no início deste ano também foi impactada pelo ajuste no pagamento de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de empresas. Nos três primeiros meses deste ano, as companhias que haviam recolhido esses tributos referentes a 2021 com base em estimativas de lucro ajustaram os pagamentos considerando o resultado mais favorável concretizado do ano anterior. Os ganhos na declaração de ajuste das empresas somaram 31,2 bilhões de reais no trimestre, uma alta real de 84,4% na comparação com período equivalente de 2021. Esse movimento impulsionou o ganho total de IRPJ/CSLL, que teve alta real de 22,9% nos três primeiros meses do ano. O Imposto de Renda retido na fonte de trabalhadores, por sua vez, aumentou 9,07% no período, enquanto o Imposto de Renda sobre rendimentos de capital cresceu 41,6%. Houve queda nas receitas de Imposto de Importação (-15,2%) e de IPI (-5,3%).

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IGP-M desacelera alta a 1,41% em abril por algum arrefecimento de commodities agrícolas

A alta dos preços de commodities agrícolas no atacado arrefeceu e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a subir 1,41% em abril, depois de avanço de 1,74% em março, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na quinta-feira


No entanto, a pressão de combustíveis e fertilizantes impediu uma desaceleração mais acentuada do indicador, cujo resultado ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 1,70%, e levou o índice a acumular em 12 meses avanço de 14,66%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, subiu 1,45% no mês, de 2,07% em março. “Importantes commodities agrícolas contribuíram para o arrefecimento da inflação ao produtor. Soja, milho e café, grãos que respondem por 13% do IPA, apresentaram queda média de 7,3% e contribuíram para o recuo de 1 ponto percentual na taxa do IPA", explicou o coordenador dos índices de preços, André Braz. "A desaceleração só não foi mais expressiva dado o aumento dos preços do diesel (14,70%), da gasolina (11,29%) e dos adubos/fertilizantes (10,45%), que responderam por 60% da inflação ao produtor", completou. A FGV informou ainda que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, acelerou a alta a 1,53%, de 0,86% no mês anterior. O maior peso partiu do grupo Transportes, cujos preços subiram 2,94% em abril de 1,15% antes, com a alta da gasolina passando de 1,36% em março para 5,86% neste mês.

Por sua vez, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve avanço de 0,87% no período, de alta de 0,73% em março.

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IPP: Inflação da indústria acelera para 3,13% em março

Os preços no setor industrial em março de 2022 aceleraram para 3,13% em relação ao mês anterior, após subirem 0,54% em fevereiro frente a janeiro. No índice que registra os últimos 12 meses, a taxa foi de 18,31%, caindo em relação ao verificado em fevereiro (20,02%)


No acumulado do ano, os preços da indústria aumentaram em 4,93%, abaixo do verificado no primeiro trimestre de 2021 (13,92%). Os dados são do Índice de Preços ao Produtor (IPP), divulgado nesta quinta-feira (28/04) pelo IBGE. O IPP mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, isto é, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação. Dessas, 16 apresentaram alta em março. As maiores influências vieram de refino de petróleo e biocombustíveis (1,23 p.p.), alimentos (0,71 p.p.), indústrias extrativas (0,61 p.p.) e outros produtos químicos (0,57 p.p.). “Essas quatro atividades responderam por 3,12 p.p, praticamente todo o índice”, ressalta o Gerente do IPP, Manuel Campos. Ele explica que esse aumento de 3,13% do IPP em março se deu muito em função dos custos e do movimento internacional, começando com o preço do barril de petróleo. “Quando aumenta o preço do barril, aumenta o preço dos derivados. Os preços do setor de refino de petróleo e biocombustíveis aumentaram em 10,84% em março, com destaque para o óleo diesel e gasolina”, comenta. “Além disso, também aumentam os preços nas indústrias extrativas, pois o óleo bruto de petróleo é uma commodity com preço cotado no mercado internacional”, esclarece. No mês de março, os preços nas indústrias extrativas tiveram um aumento de 10,69%, a terceira alta consecutiva. Já o setor de outros produtos químicos teve alta de preços de 5,75%, maior desde outubro de 2021, quando alcançou 6,42%. “Os resultados observados estão ligados principalmente aos preços internacionais, com impacto nos custos de aquisição das matérias-primas, especialmente dos produtos ligados a adubos e herbicidas, que foram responsáveis por mais de 90% do aumento do setor”, destaca Campos. No caso da indústria de alimentos, houve aumentos nos preços das carnes de aves, resíduos de soja e leite. “A variação do setor alimentar foi de 3,01% e este é o setor de maior peso na pesquisa, aproximadamente 23%”, explicou o gerente. Campos destaca que o acumulado no primeiro trimestre de 2022 (4,93%) está com taxas inferiores ao do primeiro trimestre de 2021 (13,92%). “Naquela ocasião, os preços aumentaram em função da retomada das atividades econômicas em uma cadeia produtiva com desarranjo, além do aumento do dólar e do barril de petróleo. Em 2022, também estamos com a influência do barril de petróleo, porém, o dólar segurou, com uma desvalorização de 4,4% em relação ao real em março”, contextualiza.

Agência IBGE de Notícias


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