CLIPPING DO SINDICARNE Nº 1164 DE 04 DE AGOSTO DE 2026
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Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná
Ano 5 | nº 1164 | 04 de agosto de 2026
NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL
Preços do boi gordo seguem firmes
Segundo apuração da Agrifatto, nas praças de São Paulo e do Paraná há registros de negócios pontuais com boi gordo a R$ 355/@ e novilhas a R$ 340/@. No PARANÁ: Boi: R$ 350,00. Vaca: R$ 325,00. Novilha: R$ 335,00. Escalas: seis dias. Boi China: PARANÁ: R$ 349,00/@ (à vista) e R$ 353,00/@ (prazo)
Como de costume, na segunda-feira (3 de agosto), poucos negócios foram realizados no mercado brasileiro do boi gordo e, com isso, as cotações da arroba ficaram estáveis nas principais praças do País, informam as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário. Pelos dados da Scot Consultoria, na praça de São Paulo, o boi gordo sem padrão-exportação segue cotado em R$ 348/@, enquanto o “boi-China” está em valendo R$ 350, /@ (valores brutos, no prazo). Segundo lembram os analistas da Agrifatto, a última semana de julho/26 foi marcada pela estabilização das cotações no mercado físico, sem sinais evidentes de retração nos preços. Pelo levantamento da Agrifatto, no interior paulista, a arroba do boi gordo (com ou sem padrão-exportação) permanece em R$ 350/@ (no prazo), mantendo viés de alta. Segundo apurou a Agrifatto, nas praças de São Paulo e do Paraná há registros de negócios pontuais com boi gordo a R$ 355/@ e novilhas a R$ 340/@. No entanto, diz a consultoria, em razão do baixo volume negociado, essas operações ainda não têm força para alterar as referências de mercado. Nas praças do Pará e de Tocantins, as operações com boi gordo alcançaram R$ 345/@ e R$ 340/@, mas também ainda sem sustentação para mudanças nos preços. Na última sexta-feira (31/7), o indicador Datagro fechou cotado a R$ 345,29/@, com ligeiro aumento de 0,20% em relação ao preço registrado na sexta-feira anterior. “Embora as exportações brasileiras de carne bovina in natura venham apresentando desaceleração, refletindo a menor demanda do mercado chinês, o movimento de sustentação nos preços do boi gordo continua amparado pela oferta restrita de animais terminados, pela dificuldade da indústria em alongar as escalas de abate, que permanecem, na média nacional, entre cinco e seis dias úteis, e pela expectativa de fortalecimento da demanda doméstica de carne bovina com a entrada da primeira quinzena de agosto”, ressaltam os analistas da Agrifatto. Para agosto/26, reforça a Agrifatto, a expectativa é de um mercado mais equilibrado, com a entrada gradual dos primeiros lotes de confinamento contribuindo para um melhor ajuste entre oferta e demanda e reduzindo a probabilidade de oscilações mais intensas nos preços da arroba.
Cotações do boi gordo, conforme levantamento diário da Agrifatto: SÃO PAULO: Boi comum: R$ 350,00. Boi China: R$ 350,00. Média: R$ 350,00. Vaca: R$ 325,00. Novilha: R$ 335,00. Escalas: seis dias. MINAS GERAIS: Boi comum: R$ 335,00. Boi China: R$ 335,00. Média: R$ 335,00. Vaca: R$ 315,00. Novilha: R$ 325,00. Escalas: sete dias. MATO GROSSO DO SUL: Boi comum: R$ 345,00. Boi China: R$ 345,00. Média: R$ 345,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 330,00. Escalas: seis dias. MATO GROSSO: Boi comum: R$ 330,00. Boi China: R$ 330,00. Média: R$ 330,00. Vaca: R$ 310,00. Novilha: R$ 320,00. Escalas: sete dias. GOIÁS: Boi comum: R$ 335,00. Boi China/Europa: R$ 335,00. Média: R$ 335,00. Vaca: R$ 315,00. Novilha: R$ 325,00. Escalas: seis dias. TOCANTINS: Boi comum: R $ 330,00. Boi China: R$ 330,00. Média: R$ 330,00. Vaca: R$ 310,00. Novilha: R$ 320,00. Escalas: quatro dias. PARÁ: Boi comum: R$ 335,00. Boi China: R$ 335,00. Média: R$ 335,00. Vaca: R$ 315,00. Novilha: R$ 325,00. Escalas: quatro dias. RONDÔNIA: Boi: R$ 325,00. Vaca: R$ 305,00. Novilha: R$ 315,00. Escalas: seis dias. MARANHÃO: Boi: R$ 330,00. Vaca: R$ 305,00. Novilha: R$ 310,00. Escalas: sete. Preços brutos do “boi-China” na quinta-feira (30/7), de acordo com levantamento diário da Scot Consultoria: SÃO PAULO: R$ 346,00/@ (à vista) e R$ 350,00/@ (prazo). MINAS GERAIS (Exceto região Sul): R$ 334,00/@ (à vista) e R$ 338,00/@ (prazo). MATO GROSSO: R$ 326,50/@ (à vista) e R$ 330,00/@ (prazo). MATO GROSSO DO SUL: R$ 341,00/@ (à vista) e R$ 345,00/@ (prazo). GOIÁS: R$ 329,50/@ (à vista) e R$ 333,00/@ (prazo). PARÁ/PARAGOMINAS: R$ 331,00/@ (à vista) R$ 335,00/@ e (prazo). PARÁ/REDENÇÃO E MARABÁ: R$ 331,00/@ (à vista) e R$ 335,00/@ (prazo). RONDÔNIA: R$ 324,50/@ (à vista) e R$ 328,00/@ (prazo). ESPÍRITO SANTO: R$ 321,50/@ (à vista) e R$ 325,00/@ (prazo). TOCANTINS: R$ 323,50/@ (à vista) e R$ 327,00/@ (prazo).
SCOT CONSULTORIA/AGRIFATTO/PORTAL DBO
Mercado europeu paga até 40% a mais pela carne bovina de Mato Grosso no 1º semestre de 2026
Dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) confirmam que os mercados europeus pagaram até 40% a mais pela carne bovina produzida no estado durante o primeiro semestre de 2026, com preços médios que alcançaram patamares expressivos por tonelada exportada.
Conforme o levantamento oficial do instituto, a União Europeia registrou um preço médio de US$ 6.390 por tonelada no período, enquanto os demais países europeus desembolsaram uma média ainda superior, fixada em US$ 6.667 por tonelada. Em contrapartida, a China permaneceu soberana como o principal destino das exportações em volume, concentrando 55,2% dos embarques estaduais, embora tenha apresentado preço médio de US$ 4.745 por tonelada. O cenário é medido pelo Índice de Atratividade das Exportações do Imea, que avalia a remuneração frente ao valor da arroba no mercado interno. A União Europeia liderou o ranking com índice de 108,49, seguida pelos demais países do continente (98,59), Oriente Médio (76,58), América do Norte (75,47) e China, que pontuou com 74,37. Na avaliação de Bruno de Jesus Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o gigante asiático segue como parceiro comercial indispensável devido à sua enorme capacidade de absorção de grandes volumes de carne. Contudo, o avanço consistente da carne mato-grossense em praças exigentes como a europeia atesta o empenho dos produtores em cumprir rigorosos critérios de qualidade, rastreabilidade e regularidade de abastecimento. Segundo o dirigente, a diversificação de clientes protege a cadeia contra oscilações bruscas, estimula novos aportes em genética e tecnologia, e consolida o valor agregado da pecuária estadual no cenário global.
CENÁRIO MT
NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ
Quatro em cada 10 indústrias preveem aumento do endividamento nos próximos meses
Pesquisa mostra que empresas esperam recorrer mais ao crédito, pagar juros maiores e enfrentar redução da margem de lucro.
Quatro em cada 10 indústrias brasileiras projetam aumento do endividamento bancário nos próximos três meses, segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira (3). O levantamento aponta que o cenário de juros ainda elevados deve levar mais empresas a recorrer ao crédito para manter as operações e cumprir compromissos financeiros. A consulta revela que 39% das empresas esperam ampliar suas dívidas com bancos no curto prazo. Além disso, 53% dos empresários acreditam que precisarão contratar mais crédito para financiar despesas do dia a dia, como pagamento de fornecedores, salários, impostos e outras obrigações operacionais, garantindo capital de giro e evitando atrasos. “Mesmo depois dos três cortes de juros que tivemos em 2026, a taxa Selic continua muito alta e isso tem consequências negativas sobre a atividade industrial”, afirma Maria Virginia Colusso, analista de Políticas e Indústria da CNI. A pesquisa da CNI revelou, ainda, que 38% dos industriais acreditam que os empréstimos destinados ao pagamento de contas terão juros ainda mais elevados nos próximos meses. Atualmente, a Selic está em 14,25% com possibilidade de uma nova pequena redução na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, na terça (4) e quarta-feira (5). “Os resultados mostram que as empresas esperam uma maior pressão financeira nos próximos meses. Nesse cenário, os empresários esperam não só aumentar a tomada de crédito, mas fazer isso a um custo ainda mais alto”, completou a analista da CNI. A pesquisa também avaliou a necessidade de antecipar recursos relacionados às vendas realizadas a prazo. Nesse caso, 47% das empresas afirmam que devem ampliar a contratação de crédito para cobrir necessidades de caixa, enquanto 42% esperam pagar juros mais altos nessas operações. A CNI apurou que o financiamento destinado à formação e manutenção de estoques também deve crescer, com 42% das empresas projetando aumentar a tomada de crédito para comprar matérias-primas, produzir ou manter mercadorias armazenadas. Outras 13% acreditam que reduzirão esse tipo de financiamento. Além disso, 42% dos empresários esperam aumento nos juros cobrados pelos bancos para operações ligadas aos estoques. Para o gerente de Política Econômica da CNI, Kleber de Castro, a política monetária ainda limita uma redução mais rápida do custo do crédito. “A percepção empresarial de custos financeiros elevados e viés de alta nos juros das operações de crédito é consistente com o ciclo de política monetária em curso”, afirma.
O levantamento também mostra preocupação com a rentabilidade das empresas, em que 58% dos industriais esperam redução da margem líquida de lucro no período, refletindo um ambiente de custos elevados e maior pressão financeira. Como consequência, 37% dos empresários devem aumentar os preços de venda nos próximos três meses, enquanto 51% pretendem manter os valores atuais. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 24 de julho de 2026 com 191 empresas industriais de 30 segmentos diferentes, distribuídas em 20 unidades da federação.
GAZETA DO POVO
ECONOMIA
Dólar tem alta leve no Brasil com atuação de importadores e Oriente Médio no foco
O dólar fechou a segunda-feira com leve alta ante o real, em um dia marcado pela esperança de acordo no Oriente Médio, pelo desdobramento da intervenção de EUA e Japão no iene e pela atuação de importadores na compra da moeda norte-americana no Brasil.
O dólar à vista encerrou o dia com alta de 0,38%, aos R$5,0877. Às 17h07, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais líquido -- subia 0,06% na B3, aos R$5,1200. No fim de semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o adiamento de um novo ataque ao Irã. Além disso, afirmou que o Irã e outros países do Oriente Médio pediram mais tempo para concluir um acordo para reabertura do Estreito de Ormuz, por onde circulam 20% do petróleo e do gás exportados pelos países. Na segunda-feira, o Irã desmentiu que estivesse negociando com os EUA, mas Trump confirmou que as conversas estão em andamento e voltou a ameaçar punir Teerã caso um acordo não seja fechado. Nesse cenário ainda nebuloso, os agentes se apegaram à possibilidade de avanços nas negociações de paz, o que conduziu a queda do petróleo Brent para a faixa de US$83 o barril e o recuo firme dos rendimentos dos Treasuries. O movimento no Brasil ocorreu em uma sessão em que o dólar se fortaleceu ante uma cesta de moedas fortes, o euro e a libra, mas cedeu ante o iene, na esteira de intervenções do Japão e dos EUA na última semana para segurar a moeda japonesa. O Japão confirmou na segunda que realizou uma intervenção de compra de ienes na última sexta-feira em conjunto com o Tesouro dos EUA. Mas, em vez de comprar ienes e vender dólares, o Tesouro comprou ienes em troca de euros na sexta-feira, conforme o Financial Times. Mais cedo, o boletim Focus do Banco Central do Brasil informou que a mediana das projeções dos economistas do mercado para o dólar no fim de 2026 seguiu em R$5,20 e no final de 2027 variou de R$5,29 para R$5,28. Já a Selic esperada para o fim de 2026 caiu de 14,00% para 13,75%, com os economistas passando a projetar dois cortes de 25 pontos-base da taxa básica até o fim do ano. Atualmente a Selic está em 14,25% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e esse diferencial de juros vinha sendo apontado nos últimos meses como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil. Hoje o cenário é um pouco diferente diante da perspectiva de alta de juros nos EUA e de novas baixas no Brasil. No campo político, pesquisa BTG/Nexus indicou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46% das intenções de voto em eventual segundo turno da disputa pelo Planalto, contra 45% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
REUTERS
Ibovespa fecha estável apesar de recuo de Vale e Petrobras
O Ibovespa fechou quase estável na segunda-feira, com as blue chips Vale e Petrobras entre as maiores pressões negativas, em dia de queda de commodities no exterior, enquanto Embraer forneceu um contrapeso relevante com alta de quase 4%.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,03%, a 177.946,66 pontos, de acordo com dados preliminares, após marcar 178.556,60 pontos na máxima e 176.783,14 pontos na mínima do dia.
REUTERS
Mercado reduz projeção de inflação e prevê corte maior dos juros neste ano
Os analistas do mercado financeiro reduziram, pela quinta semana consecutiva, a projeção para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 2026, mostra atualização do Relatório Focus divulgada ontem.
Junto com a nova estimativa, os analistas passaram a prever uma queda maior da taxa Selic até o fim deste ano. Mercado financeiro prevê inflação em 5,03% no fim deste ano. O percentual corresponde à quinta queda consecutiva das previsões para o IPCA acumulado nos 12 meses finalizados em dezembro. Há quatro semanas, a projeção sinalizava alta de 5,3% do índice oficial de preços. Para os preços administrados, a exemplo dos combustíveis e das contas de luz, a previsão recuou de 5% para 4,93%. Apesar dos recuos recentes, o índice deve fechar o ano acima do intervalo estabelecido pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) para o índice oficial de inflação, que é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (entre 1,5% e 4,5%). Analistas mantêm estáticas expectativas para 2027, 2028 e 2029. Para o ano que vem, as projeções apontam para alta de 4,22% dos preços. Já para 2028 e 2029, as estimativas permanecem em 3,80% e 3,50%, respectivamente. O mercado financeiro reduziu de 0,20% para 0,08% a expectativa de inflação para o mês de julho, que será divulgado na próxima semana. Já para agosto, as projeções apontam para uma deflação de 0,17%, guiada pelo abatimento do chamado "Bônus de Itaipu" sobre as contas de luz. Relatório cortou a previsão para a taxa Selic ao final de 2026. As expectativas mostram que a taxa básica de juros deve cair 0,5 ponto percentual neste ano, dos atuais 14,25% ao ano para 13,75% ao ano. Nas últimas semanas, as projeções indicavam apenas mais um corte de 0,25 ponto percentual da taxa, a ser realizado na reunião da próxima quarta-feira (5). Projeções para 2027, 2028 e 2029 permanecem estáveis. As perspectivas dos analistas mostram a taxa básica de juros em 12%, 10,5% e 10% ao ano, respectivamente. Relacionadas Com inflação mais baixa, mercado aposta em novo corte da Selic na quarta. Inflação do aluguel recua, mas contratos vencidos em agosto subirão 2,76%.
UOL ECONOMIA
Indústria do Brasil tem em julho contração mais forte em 5 meses com retração da demanda, mostra PMI
A indústria brasileira apresentou contração em julho após mostrar fôlego no mês anterior, uma vez que a concorrência, a retração da demanda, as pressões inflacionárias e a guerra no Oriente Médio reduziram consideravelmente os volumes de vendas, de acordo com pesquisa divulgada na segunda-feira.
Em julho, o Índice de Gerentes de Compras (PMI) do setor industrial, compilado pela S&P Global, caiu a 47,5, de 50,8 em junho, marcando a contração mais intensa desde fevereiro. A marca de 50 separa crescimento de retração. "A preocupação agora é que a fraqueza da indústria se espalhe para outras partes da economia. As fábricas são grandes clientes dos setores de transporte, logística, armazenagem, manutenção e serviços empresariais. Se a produção continuar caindo, a demanda por esses serviços também poderá enfraquecer, gerando um impacto mais amplo sobre o crescimento econômico", alertou Pollyanna De Lima, diretora associada de economia da S&P Global Market Intelligence. As novas encomendas -- maior componente do índice -- registraram a queda mais acentuada em mais de três anos, com contrações mais intensas nas categorias de bens de consumo e de bens intermediários.
A demanda internacional por produtos brasileiros voltou a se deteriorar, embora em ritmo mais fraco do que em junho, com as empresas consultadas relatando vendas menores para a China, a Europa e a América Latina. Com a queda das encomendas tanto no mercado doméstico quanto no externo, as empresas reduziram os volumes de produção pelo terceiro mês consecutivo, no ritmo mais forte desde fevereiro. Em resposta a esse cenário, as empresas cortaram o número de funcionários depois de cinco meses de criação de vagas. Algumas delas atribuíram as reduções no quadro de funcionários ao desempenho fraco das vendas, enquanto outras relataram falta de candidatos adequados para preencher vagas existentes. As empresas do setor industrial sinalizaram ainda aumento dos custos em relação a junho, com itens eletrônicos, alimentos, frete, combustíveis, produtos químicos, metais e plásticos sendo apontados como mais caros. Os aumentos de preços foram associados à guerra no Oriente Médio, ainda que eles tenham desacelerado para o menor nível em cinco meses. A inflação dos preços cobrados pelos fabricantes recuou para o menor nível em quatro meses, enquanto a diferença entre os dois indicadores de preços foi a menor desde fevereiro. O PMI mostrou ainda que, em julho, uma proporção maior dos participantes da pesquisa mostrou-se otimista em relação às perspectivas para a produção nos próximos 12 meses, na comparação com junho -- 66% ante 53%. Como resultado, o nível geral de confiança aumentou. Além de projetarem uma melhora da demanda e dos investimentos após as eleições presidenciais, em outubro, as empresas esperam se beneficiar de aquisições, lançamentos de novos produtos e parcerias.
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