CLIPPING DO SINDICARNE Nº 1047 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2026
- prcarne
- 12 de fev.
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Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Paraná
Ano 5 | nº 1047 | 12 de fevereiro de 2026
NOTÍCIAS SETORIAIS – BRASIL
Boi gordo: nova alta em SP, com “lotes-China” batendo R$ 345/@, aponta Scot
Entre as 17 praças acompanhadas diariamente pela Agrifatto, 9 apresentaram valorização da arroba na quarta-feira (11/2): SP, AC, MT, PA, PR, RJ, RO, SC e TO. No PARANÁ: Boi: R$ 345,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 330,00. Escalas: cinco dias. Boi China: PARANÁ: R$ 336,00/@ (à vista) e R$ 340,00/@ (prazo)
O mercado pecuário abriu a quarta-feira (11/2) com as cotações do boi “comum” (sem padrão-exportação) e do “boi-China” subindo mais R$ 3 na praça de São Paulo, informou a Scot Consultoria, que também registrou alta de R$ 5/@ no preço da novilha gorda. Pelos dados da Scot, o boi gordo está cotado em R$ 340/@, o “boi-China” em R$ 345/@, a vaca em R$ 315/@ e a novilha em R$ 330/@ (todos os preços são brutos e com prazo). Pelo levantamento da Agrifatto, nesta quarta-feira, entre as 17 praças acompanhadas, 9 apresentaram valorização da arroba: SP, AC, MT, PA, PR, RJ, RO, SC e TO. Nas demais regiões (AL, BA, ES, GO, MA, MG, MS e RS), os preços ficaram estáveis, acrescenta a consultoria. “Novas referências de preço se consolidaram em grande parte das regiões”, observaram os analistas da Agrifatto. Segundo a consultoria, na praça de São Paulo, a arroba “chegou a R$ 350 em negócios pontuais, com prazo de pagamento de sete dias”. “A recuperação das pastagens, favorecida pelas chuvas, permite aos pecuaristas reter o gado por mais tempo, escalonando vendas e fortalecendo o poder de negociação”, diz a Agrifatto. Analistas da Scot compartilham da mesma opinião: “O mercado está pouco ofertado, com vendedores dosando a oferta”. De acordo com a Scot, neste momento, as indústrias são “forçadas” a pagar mais pela arroba para cumprir com seus contratos de fornecimento de carne. A Agrifatto ressalta que, desde meados de janeiro/26, os preços do boi gordo são sustentados principalmente pela oferta restrita de animais terminados, o que limita as escalas dos frigoríficos a cinco dias de abate. “A combinação de oferta reduzida e demanda firme, tanto interna quanto externa, pressiona os preços para cima nas principais praças pecuárias”, enfatizam os analistas. O mercado futuro segue a mesma tendência. Na sessão da terça-feira (10/2), os contratos do boi gordo negociados na bolsa paulista B3 encerraram o pregão em alta pelo terceiro dia consecutivo. O papel com vencimento em março/26, fechou a sessão a R$ 345/@, com valorização de 0,31% em relação ao dia anterior. Cotações do boi gordo desta quarta-feira (11/2), conforme levantamento diário da Agrifatto: SÃO PAULO: Boi comum: R$ 345,00. Boi China: R$ 345,00. Média: R$ 345,00. Vaca: R$ 320,00. Novilha: R$ 330,00. Escalas: seis dias. MINAS GERAIS: Boi comum: R$ 320,00. Boi China: R$ 320,00. Média: R$ 320,00. Vaca: R$ 300,00. Novilha: R$ 310,00. Escalas: cinco dias. MATO GROSSO DO SUL: Boi comum: R$ 320,00. Boi China: R$ 320,00. Média: R$ 320,00. Vaca: R$ 300,00. Novilha: R$ 310,00. Escalas: cinco dias. MATO GROSSO: Boi comum: R$ 315,00. Boi China: R$ 315,00. Média: R$ 315,00. Vaca: R$ 290,00. Novilha: R$ 300,00. Escalas: cinco dias. GOIÁS: Boi comum: R$ 320,00. Boi China/Europa: R$ 320,00. Média: R$ 320,00. Vaca: R$ 300,00. Novilha: R$ 310,00. Escalas: cinco dias. TOCANTINS: Boi comum: R$ 315,00. Boi China: R$ 325,00. Média: R$ 320,00. Vaca: R$ 290,00. Novilha: R$ 300,00. Escalas: quatro dias. PARÁ: Boi comum: R$ 315,00. Boi China: R$ 325,00. Média: R$ 320,00. Vaca: R$ 290,00. Novilha: R$ 300,00. Escalas: quatro dias. RONDÔNIA: Boi: R$ 295,00. Vaca: R$ 275,00. Novilha: R$ 280,00. Escalas: seis dias. MARANHÃO: Boi: R$ 310,00. Vaca: R$ 285,00. Novilha: R$ 285,00. Escalas: seis dias. Preços brutos do “boi-China” na quarta-feira (11/2), de acordo com levantamento diário da Scot Consultoria: SÃO PAULO: R$ 341,00/@ (à vista) e R$ 345,00/@ (prazo). MINAS GERAIS (Exceto região Sul): R$ 326,00/@ (à vista) e R$ 330,00/@ (prazo). MATO GROSSO: R$316,50/@ (à vista) e R$ 320,00/@ (prazo). MATO GROSSO DO SUL: R$ 321,00/@ (à vista) e R$ 325,00/@ (prazo). GOIÁS: R$ 321,00/@ (à vista) e R$ 325,00/@ (prazo). PARÁ/PARAGOMINAS: R$ 313,50/@ (à vista) R$ 317,00/@ e (prazo). PARÁ/REDENÇÃO E MARABÁ: R$ 312,50/@ (à vista) e R$ 316,00/@ (prazo). RONDÔNIA: R$ 296,50/@ (à vista) e R$ 300,00/@ (prazo). ESPÍRITO SANTO: R$ 311,50/@ (à vista) e R$ 316,00/@ (prazo). TOCANTINS: R$ 308,50/@ (à vista) e R$ 312,00/@ (prazo).
SCOT CONSULTORIA/AGRIFATTO/PORTAL DBO
Brasil discute cotas por empresa para exportação de carne bovina à China
O governo federal poderá discutir em reunião na quinta-feira um pedido do Ministério da Agricultura para estabelecimento de cotas por empresa para exportação de carne bovina para a China, disse na quarta-feira o secretário de Comércio e Relações Internacionais da pasta, Luis Rua, à Reuters.
Segundo ele, o Ministério da Agricultura estuda com o setor privado formas de evitar uma corrida desenfreada de exportações ao seu principal mercado, após o país asiático ter estabelecido no ano passado uma tarifa de 55% fora de uma determinada cota de importação.
Rua afirmou que o ministério fez o pedido para o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) avaliar a situação, considerando os riscos de uma desorganização do mercado brasileiro se todas as empresas correrem para exportar volumes dentro de uma cota. A cota brasileira para exportações à China em 2026, sem a tarifa adicional, é de pouco mais de 1 milhão de toneladas. "Já encaminhamos (ao Gecex) a exposição de motivos pensando em alternativas... para uma eventual decisão de controle dos volumes... É uma discussão, temos conversas com o setor privado em busca de alternativas que evitem uma corrida desenfreada nos embarques", disse Rua. Conforme decisão da China em um processo sobre salvaguardas, o Brasil terá uma cota livre de tarifa de 1,106 milhão de toneladas em 2026, com incremento de cerca de 2% nos dois anos seguintes. Mas a cota é inferior ao total que o Brasil exportou para a China em 2025, que somou mais de 1,6 milhão de toneladas de carne bovina in natura, o que gerou preocupação aos frigoríficos. Rua disse não ter informação se a solicitação do ministério entrou na pauta em reunião na quinta-feira do Gecex, órgão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), formada por representantes de vários ministérios. Mas ele considerou que, quanto mais cedo houver uma decisão, melhor. "Tomaremos decisões quando as coisas tiverem clareza", disse, acrescentando que será necessária uma avaliação jurídica. Já existe sistema de cotas semelhante para a exportação de carne de frango do Brasil para a União Europeia, ele disse.
A informação sobre uma eventual determinação de cotas de exportação por empresa foi publicada inicialmente pelo jornal Folha de S. Paulo. Questionado, Rua negou que o sistema seria uma interferência no mercado. "É simplesmente uma organização." Ele também disse que não se trata de contra-ataque ao processo de salvaguardas chinês, acrescentando que o país asiático deu liberdade ao Brasil para organizar suas exportações. Procurado pela Reuters, o presidente da Associação Brasileira dos Frigoríficos (Abrafrigo), Paulo Mustefaga, disse que desde o início o setor se posicionou favorável a uma negociação do governo brasileiro com a China para a eliminação da tarifa extracota. Caso isto não fosse possível, ele afirmou que o setor defenderia que a cota livre de tarifa fosse dividida entre as empresas, conforme o desempenho de cada uma em 2025, embora a forma de implementação da medida não seja unanimidade entre os exportadores. Rua comentou ainda que está "inconclusiva" a questão relacionada aos embarques de carne em trânsito, quando a China anunciou suas medidas de salvaguarda. A dúvida é se os volumes a caminho do país asiático estariam ou não dentro da cota de 2026. Ele disse que a China não respondeu sobre o assunto. Dados do setor privado indicam, segundo ele, que esses volumes girariam em torno de 250 mil toneladas.
REUTERS/PORTAL TERRA
SUÍNOS
Custos da ração pressionam a suinocultura e exigem estratégia do produtor em 2026
Milho segue como principal vilão dos custos, enquanto eficiência e gestão ganham ainda mais importância nas granjas
O custo de produção da suinocultura brasileira voltou a acender um sinal de alerta para o produtor rural. Após um primeiro semestre de 2025 marcado por alívio nos gastos, a segunda metade do ano trouxe novamente pressão, puxada principalmente pela alta do milho, insumo que responde por mais de 70% do custo total da atividade. Esse movimento reforça a necessidade de planejamento e tomada de decisão mais estratégica dentro das granjas. Em um setor que não define preços e depende fortemente do mercado, pequenas variações nos insumos podem fazer grande diferença no resultado do produtor. Segundo dados da Embrapa, o comportamento dos custos em 2025 foi dividido em dois momentos bem distintos. O pesquisador da Embrapa Aves e Suínos, Marcelo Miele, explica que a queda inicial deu lugar a uma reversão clara no segundo semestre, com impacto direto sobre a rentabilidade. “A ração representa mais de 70% do custo total e hoje é o principal fator de pressão sobre o custo do suíno vivo”, destacou Miele. De acordo com ele, o primeiro semestre de 2025 foi marcado pela redução nos preços do milho e do farelo de soja, trazendo certo alívio ao caixa do produtor. No entanto, esse cenário mudou rapidamente. “A partir do início do segundo semestre, verificamos a reversão dessa tendência, sobretudo puxada pela questão do milho”, afirmou o pesquisador. O fator cíclico da disponibilidade do grão voltou a pesar não apenas na suinocultura, mas também na produção de frangos e ovos. A Embrapa trabalha com preços de mercado de cada mês para retratar a realidade média do setor. Isso significa que o impacto pode variar conforme a estratégia adotada por cada produtor. Mesmo assim, a pressão foi sentida de forma generalizada no segundo semestre. Marcelo Miele explica que produtores com capacidade de estocagem e gestão de risco conseguem reduzir parte desse impacto. “O valor do milho no custo vai depender muito da estratégia de aquisição e de proteção de risco de cada produtor ou cooperativa”, afirmou. Segundo ele, quem consegue formar estoque em momentos de preços mais baixos enfrenta oscilações menos intensas. Ainda assim, mesmo esses produtores sentiram a pressão típica do período de entressafra, quando a oferta do grão se torna mais restrita. Para o especialista, a orientação é clara. “Buscar ter um mínimo de estocagem disponível e capital de giro para aproveitar momentos de preços atrativos é a principal forma de se proteger dessas variações cíclicas”, ressaltou. Além da ração, outros itens vêm ganhando peso ao longo dos últimos anos. Em Santa Catarina, por exemplo, o custo de produção subiu quase 1% em dezembro, novamente impulsionado pelo milho. No entanto, há uma tendência estrutural de aumento em despesas menos visíveis. “Quando olhamos outros itens, como mão de obra, energia elétrica, construções e equipamentos, vemos uma tendência histórica de alta”, explicou Miele. Esses custos, embora menores que a ração, impactam a depreciação e o custo de capital. O mercado de trabalho rural também passa por mudanças importantes. “Hoje o mercado rural e urbano são vasos comunicantes, o que leva a uma maior equalização dos salários”, afirmou. Esse movimento pressiona a folha de pagamento e exige mais eficiência da gestão. O impacto desses custos varia conforme o perfil do produtor. Para quem atua de forma independente ou no mercado spot, a atenção se concentra principalmente na ração e na genética. “Esses são os principais itens de gestão para esse produtor”, destacou o pesquisador. Já no sistema de integração, onde a ração e a genética ficam sob responsabilidade da agroindústria, outros custos ganham maior relevância. “Fica muito claro o impacto da mão de obra, da energia e da estrutura”, explicou Miele. Ao longo de 2025, o custo de produção acumulou alta de 4,39%. Mesmo assim, isso não significou, automaticamente, perda de rentabilidade. Segundo ele, até setembro e outubro, a relação entre o preço do suíno vivo e o custo da ração foi favorável. O avanço das exportações e o bom consumo interno sustentaram os preços pagos ao produtor. Essa relação começou a se deteriorar apenas no final do ano, com custos mais altos e recuo nos preços do suíno. Ainda assim, os patamares seguem melhores que a média histórica. Para 2026, a expectativa é de maior estabilidade, pelo menos no curto prazo. “Devemos manter um patamar semelhante ao final de 2025 e início de 2026”, avaliou o pesquisador. Segundo Miele, o primeiro semestre tende a ser marcado por custos estáveis, com pequenas oscilações ligadas ao mercado do milho. A maior incerteza está do lado da oferta e dos preços do suíno no mercado interno e internacional.
NOTÍCIAS AGRÍCOLAS
GOVERNO
Parlamentares querem salvaguardas para agro no acordo com eu. O leite e o vinho podem ser afetados pelo tratado
Ideia é negociar com setores do Executivo mecanismo de garantia após aprovação da proposta de defesa da agricultura europeia. Ruralistas querem proteção a leite, vinho e outras cadeias sensíveis no acordo Mercosul-UE
Parlamentares querem negociar com o Executivo a adoção de salvaguardas para proteger os produtores brasileiros das importações europeias, estimuladas pelo acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Na terça-feira (10), a votação do texto nesse sentido foi adiada pela comissão mista de deputados e senadores que representam o Brasil no Parlamento do Mercosul (Parlasul) para o dia 24, depois do Carnaval. Esse intervalo dá aos deputados e senadores uma janela de oportunidade para intensificar as conversas sobre possíveis mecanismos de proteção aos produtores. O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado (CRE), Nelsinho Trad (PSD-MS), e a ex-ministra da Agricultura, senadora Tereza Cristina (PP-MS), devem ter uma reunião com o vice-presidente e chefe do Mdic, Geraldo Alckmin, na quarta-feira (11) para falar sobre o tema. Por meio dessas conversar com o Executivo, o objetivo é permitir a continuidade da tramitação célere e o atendimento das preocupações dos produtores brasileiros. Nessa ofensiva, os parlamentares já tiveram conversas com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e técnicos do Mdic para fazer essa demanda. Na semana passada, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, recebeu representantes de setores exportadores inseridos no acordo para avaliar o cenário. Em outra frente, deputados e senadores membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) querem uma tramitação mais lenta para seguir com as negociações desses possíveis instrumentos. “Houve uma reclamação, principalmente do setor agropecuário, de alguns pontos delineados nesse acordo. Como ali é o local em que eles se debruçaram sobre todos os tópicos dessa situação, a gente entendeu por bem promover essa reunião para justamente poder apurar as determinadas arestas que tiveram. Podemos propor compensações por parte do próprio governo, porque no acordo não dá mais [para modificar], afirmou Nelsinho ao Valor. Podemos propor compensações por parte do próprio governo, porque no acordo não dá mais” — Nelsinho Trad. Os europeus aprovaram internamente na terça-feira salvaguardas para proteger seus produtores de importações brasileiras que possam afetar a venda interna de produtos com origem na União Europeia. A embaixadora da União Europeia no Brasil, Marian Schuegraf, relatou esta aprovação aos parlamentares, que viram o movimento como positivo e como o início de um distensionamento do clima no Parlamento Europeu. Os brasileiros aguardam a baixa dos ânimos dos políticos europeus para fazer uma missão oficial pela aprovação do acordo na Europa. “Eu quero dizer que, para o agro, momentaneamente, essas salvaguardas são muito baixas. Ter o aumento em preço ou em volume de 5% de importação para a Europa como salvaguarda deixa o acordo muito pouco atrativo para o setor de carnes, para o açúcar e para todos os produtos que nós já exportamos. Se passar disso, voltam as taxas não praticadas pelo acordo, que trazem vantagens, porque muitas são zeradas. Mas eu acho que o Brasil vai dar uma demonstração de que nós temos, realmente, um agro sustentável”, argumentou a senadora Tereza Cristina durante a sessão. O Executivo, entretanto, tem uma avaliação divergente. Integrantes do governo acreditam que a aprovação interna de mecanismos protecionistas possa enviar uma sinalização negativa do Brasil aos europeus e fechar portas em futuras tratativas. Ainda no Congresso, durante a reunião da comissão mista, o relator da matéria na comissão mista, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), fez a leitura do seu parecer na reunião e aceitou um pedido de adiamento da votação do texto. Chinaglia sugere a aprovação do acordo assinado pelos blocos econômicos no último dia 17. Por ser um acordo internacional, o conteúdo do tratado não pode ser modificado pelos parlamentares brasileiros. Eles precisam aprovar a matéria em sua totalidade ou rejeitá-la completamente.
VALOR ECONÔMICO
INTERNACIONAL
Bloqueio chinês preocupa indústria da carne bovina dos EUA
Imbróglio com a China foi um dos temas da convenção anual realizada em Nashville,Tennessee
Líderes da Federação de Exportação de Carne dos EUA (USMEF) estiveram presentes na Convenção da Indústria de Carne Bovina de 2026 (CattleCon), realizada de 3 a 5 de fevereiro, em Nashville, Tennessee. Durante o evento, a federação manifestou preocupação em relação à continuidade da proibição da entrada de carne bovina norte-americana no mercado chinês. A maior parte da produção de carne bovina dos EUA está bloqueada na China desde março/25.
Erin Borror, vice-presidente de análise econômica da USMEF, respondeu às perguntas do setor sobre a retomada do acesso da carne bovina à China, explicou que houve pouco progresso nessa questão. “A China continua se recusando a renovar os registros para instalações de produção e armazenamento refrigerado de carne bovina dos EUA”, relata Borror, acrescentando: “Infelizmente, para a China, não temos nenhuma notícia relevante”. Ela explicou aos produtores presentes na convenção que, mesmo com baixos estoques de gado nos EUA, o acesso à China é vital para manter o valor da carcaça, enfatizando: “Ainda precisamos recuperar esse mercado – inclusive neste momento do ciclo pecuário – e precisamos ser capazes de exportar, mesmo com uma oferta relativamente baixa”. Jay Theiler, presidente da USMEF e representante da Agri Beef Co., viajou recentemente a Washington, D.C., com outros líderes da USMEF para conversar com representantes do USDA e do Escritório do Representante Comercial dos EUA sobre a importância de retomar o acesso ao mercado chinês. Theiler afirmou que o governo está totalmente empenhado na questão e compreende sua importância para os produtores norte-americanos.
PORTAL DBO
Índice de Preços da Carne da FAO registra queda em janeiro/26
Recuo do indicador refletiu principalmente a redução dos preços internacionais da carne suína; cotações das carnes bovina e ovina permaneceram estáveis
O Índice de Preços da Carne da FAO teve uma média de 123,8 pontos em janeiro/26, com queda de 0,5 pontos (ou 0,4%) em relação a dezembro/25, de acordo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Porém, em comparação com janeiro/25, o indicador apresenta aumento de 7,1 pontos, ou de 6,1%. A queda do índice refletiu principalmente a redução dos preços internacionais da carne suína, enquanto as cotações das carnes bovina e ovina permaneceram praticamente estáveis. Em contrapartida, os preços mundiais da carne de aves aumentaram. Segundo reportagem do portal australiano Beef Central, os preços da carne suína caíram principalmente devido às cotações mais baixas na União Europeia, em meio à demanda internacional moderada e à oferta abundante, incluindo a liquidação de estoques atrasados associados ao fechamento temporário de matadouros durante os feriados de fim de ano. Por sua vez, relata o portal, os preços da carne bovina também se mantiveram amplamente estáveis, em meio a mudanças nas exportações brasileiras para outros destinos, após o rápido esgotamento da cota isenta de tarifas dos Estados Unidos da América e a subsequente aplicação da tarifa de 26,4% para exportações fora da cota. “Os embarques de carne bovina do Brasil foram cada vez mais redirecionados a China, onde os importadores aceleraram as compras para garantir volumes antes do anúncio da cota de salvaguarda para a proteína, compensando a potencial pressão de baixa sobre os preços brasileiros”, detalhou a Beef Central. O Índice de Preços dos Alimentos da FAO (FFPI), que acompanha as variações mensais nos preços internacionais de uma cesta de produtos alimentícios comercializados globalmente, registrou uma média de 123,9 pontos em janeiro/26, com queda de 0,4% em relação a dezembro/25 e 0,6% abaixo do patamar registrado há um ano. Foi o quinto mês consecutivo de queda do indicador, que em janeiro/26 foi puxada pela retração nas cotações internacionais de laticínios, açúcar e carne. O FFPI de janeiro ficou 36,4 pontos (-22,7%) abaixo do pico atingido em março de 2022.
BEEF CENTRAL
NOTÍCIAS SETORIAIS – PARANÁ
Paraná aumenta exportações para a União Europeia em 12,9% em janeiro
Mercados tradicionais influenciaram de forma relevante o crescimento das exportações estaduais para a União Europeia, com destaque para as vendas destinadas à Alemanha, Holanda e Polônia, que apresentaram incrementos de, respectivamente, 19,5%, 25,7% e 215,2% no primeiro mês deste ano.
Mesmo antes do acordo comercial União Europeia - Mercosul entrar em vigor, as exportações paranaenses para a União Europeia totalizaram US$ 197,9 milhões em janeiro de 2026, o que representou aumento de 12,9% em relação ao mesmo mês de 2025, quando as vendas para o bloco econômico somaram US$ 175,3 milhões. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), organizados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social e divulgados na quarta-feira (11).
Mercados tradicionais influenciaram de forma relevante o crescimento das exportações estaduais para a União Europeia, com destaque para as vendas destinadas à Alemanha, Holanda e Polônia, que apresentaram incrementos de, respectivamente, 19,5%, 25,7% e 215,2% no primeiro mês deste ano. No caso da Alemanha, houve salto de US$ 36,9 milhões para US$ 44,1 milhões, com o farelo de soja sendo o líder da pauta, enquanto as exportações para a Holanda passaram de US$ 31,6 milhões para US$ 39,7 milhões, puxadas principalmente pelo biodiesel. As vendas para a Polônia avançaram de US$ 5,4 milhões para US$ 17,1 milhões, refletindo também as vendas crescentes de farelo de soja. O maior acréscimo percentual foi registrado pelo comércio com a Eslovênia (9.952%), como resultado do aumento das exportações de US$ 143,7 mil em janeiro de 2025 para US$ 14,4 milhões no início de 2026. Novamente, o farelo de soja foi o maior responsável pela considerável alta. Em termos de produtos, para o total da União Europeia, as maiores ampliações de comércio foram contabilizadas pelas exportações de máquinas de terraplanagem, papel, partes de motores para veículos, carne de frango in natura e produtos químicos. Nesse último caso, predominaram os embarques de biodiesel, mercadoria cujo peso do Estado na produção nacional é significativo. Segundo estimativa do Ipardes, para cada aumento anual de 1% das exportações estaduais para o bloco serão acrescidos R$ 137,5 milhões ao PIB paranaense. Além disso, a mesma medida de crescimento das vendas externas poderia gerar 1,1 mil empregos, devido tanto ao efeito positivo sobre a atividade exportadora quanto aos desdobramentos sobre os segmentos a ela relacionados. Considerando todos os mercados, as exportações do Paraná somaram US$ 1,38 bilhão em janeiro de 2026, com elevada representatividade dos alimentos, que responderam por uma participação de 58% do total das vendas. Com isso, o Estado segue entre os principais exportadores do Brasil. Além do bloco europeu, os principais importadores de produtos do Paraná seguem sendo a China (US$ 226 milhões), Irã (US$ 67 milhões), Argentina (US$ 55 milhões), Estados Unidos (US$ 51 milhões) e Paraguai (US$ 50 milhões). O comércio com a China cresceu 30% em relação a janeiro de 2025, assim como com o Paraguai, com aumento de 6,6%. Os principais produtos exportados em janeiro foram carne de frango (US$ 323 bilhões), soja em grão (US$ 146 milhões), farelo de soja (US$ 107 milhões), papel (US$ 63 milhões), cereais (US$ 62 milhões), celulose (US$ 51 milhões) e carne suína (US$ 38 milhões).
AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS
Com endividamento crescente no campo, desembolso de crédito rural cai 13%
Inadimplência, recuperações judiciais e aumento da seletividade dos bancos estão restringindo a concessão dos empréstimos para a safra 2025/26. Bancos estão mais cautelosos, e produtor enfrenta dificuldades para tomar crédito
Em uma temporada marcada por recordes de inadimplência e de pedidos recuperações judiciais no campo, endividamento crescente e maior aversão ao risco no mercado, o crédito rural concedido pelas instituições financeiras nas linhas tradicionais de financiamento aos produtores recuou quase 13% no acumulado dos sete primeiros meses do Plano Safra 2025/26 na comparação com o mesmo período do ciclo anterior. De julho do ano passado até janeiro deste ano, os desembolsos somaram cerca de R$ 207,3 bilhões, R$ 30 bilhões a menos que em igual intervalo da temporada 2024/25, quando a concessão chegou a R$ 237,4 bilhões. Custeio e investimento tiveram recuos de 23%. Os valores para custear a produção caíram de R$ 135,1 bilhões para R$ 117 bilhões nos sete meses terminados em janeiro. Com apetite menor para investir num cenário de juros altos, as operações de longo prazo, sobretudo para compra de máquinas, regrediram de R$ 65 bilhões para menos de R$ 50 bilhões. Os desembolsos para comercialização caíram 14%, para R$ 19,6 bilhões. Já os empréstimos para industrialização subiram 42%, para R$ 20,6 bilhões. A queda no acesso às linhas de crédito rural é concentrada nos grandes produtores, que têm recorrido ao financiamento via Cédulas de Produto Rural (CPR), cuja contratação é menos “burocrática” e sem incidência de IOF. Segundo o Ministério da Agricultura, os desembolsos desses títulos avançaram 37% no período e saltaram para R$ 143,22 bilhões até janeiro. Pequenos e médios produtores tiveram concessões de crédito semelhantes nos períodos comparados. Os dados foram compilados pela reportagem a partir do sistema do Banco Central no início desta semana e podem mudar conforme a data de consulta. O levantamento não inclui as CPRs. As informações divergem dos valores contratados, que são maiores, pois algumas operações ainda não foram efetivamente liberadas nas contas bancárias dos agricultores. Mesmo assim, só há crescimento nas CPRs, que não são inseridas no sistema do BC. O Ministério da Agricultura disse, em comunicado, que o ambiente está mais restritivo por fatores de demanda e de oferta de crédito. “Do lado da demanda, os produtores rurais priorizaram o custeio, essencial para a produção imediata. Do lado da oferta, as instituições financeiras adotaram postura mais cautelosa, influenciadas pelas elevadas taxas de juros”. Segundo a Pasta, há uma “mudança no perfil de captação de recursos pelos produtores rurais brasileiros”, com preferência pelas CPRs e retração nas linhas tradicionais.
Mesmo com a reserva de orçamento para equalização de financiamentos a juros controlados na segunda metade da safra e o início do circuito das feiras agropecuárias, a demanda pelos recursos para investimentos deverá continuar aquém do esperado, por conta do aperto com o nível elevado das taxas de juros e o endividamento. O desempenho do Moderfrota, principal programa para compra de máquinas agrícolas do Plano Safra, está 55% menor. Até janeiro, haviam sido concedidos R$ 2,7 bilhões em pouco mais de sete mil operações contra R$ 6,1 bilhões de 13,4 mil financiamentos no mesmo período da safra 2024/25, quando a Selic estava em 12,25%. Apenas as cooperativas de crédito apresentaram desempenho melhor nesta safra, com crescimento nos recursos concedidos. Foram R$ 51,3 bilhões contra R$ 46,4 bilhões entre julho de 2024 e janeiro de 2025. No Sicredi, por exemplo, houve crescimento de 4% nas operações de custeio expansões acima de 40% nos financiamentos de comercialização e investimentos para pequenos e médios produtores. Bancos públicos tiveram a maior retração, de R$ 134,4 bilhões para R$ 101 bilhões. Os bancos privados mantiveram o desempenho, com pouco mais de R$ 44 bilhões nos sete meses.
GLOBO RURAL
ECONOMIA
Dólar cai ao menor valor desde maio de 2024 em meio a forte fluxo estrangeiro para a bolsa
O forte fluxo de investimentos estrangeiros para a bolsa brasileira foi mais uma vez decisivo para a queda do dólar ante o real na quarta-feira, em movimento que esteve em sintonia com recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de emergentes no exterior.
O dólar à vista fechou o dia com queda de 0,20%, aos R$5,1872 -- o menor valor de fechamento desde 28 de maio de 2024, quando encerrou aos R$5,1539. No ano, a divisa acumula agora baixa de 5,50%. Às 17h03, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- caía 0,17% na B3, aos R$5,2025. Após abrir a sessão em baixa, o dólar à vista zerou as perdas no Brasil e chegou a ser cotado na máxima de R$5,2044 (+0,13%) às 10h33, acompanhando o fortalecimento da moeda norte-americana no exterior, após a divulgação do relatório de empregos payroll nos EUA. O documento mostrou que a economia norte-americana gerou 130 mil postos de trabalho em janeiro, bem acima da projeção de 70 mil vagas apontada em pesquisa da Reuters com economistas. A taxa de desemprego ficou em 4,3% em janeiro, ante projeção de 4,4%. No entanto, o forte fluxo de recursos estrangeiros para a bolsa voltou a ditar o ritmo dos negócios no Brasil, com o dólar à vista atingindo a mínima de R$5,1697 (-0,54%) às 11h09 -- em um momento em que o Ibovespa superava recordes históricos. “Há um fluxo financeiro forte para emergentes, com o dólar perdendo valor globalmente. No Brasil, a bolsa está renovando recordes sequenciais, e aí não tem jeito: é muita oferta de dólar e o preço vem para baixo mesmo”, comentou Fernando Bergallo, diretor da assessoria FB Capital. Ainda que a queda tenha desacelerado até o encerramento da sessão, o dólar terminou em leve baixa ante o real, em sintonia com o recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de emergentes, como o peso chileno e o peso colombiano. Pela manhã, durante evento do BTG Pactual em São Paulo, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, repetiu que a instituição pretende começar a "calibragem" da taxa de juros a partir de março, mas evitou dar sinais sobre o que será feito no restante do ano. No fim de janeiro, o BC manteve a taxa básica Selic em 15% ao ano, mas sinalizou a intenção de iniciar o ciclo de cortes em março. À tarde, a instituição informou que o Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$294 milhões na última semana.
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Ibovespa ultrapassa 190 mil pela 1ª vez embalado por estrangeiros
O Ibovespa fechou em alta de mais de 2% na quarta-feira, ultrapassando a marca de 190 mil pontos pela primeira vez, em movimento tracionado pelas blue chips como Vale, Petrobras e Itaú Unibanco, na esteira do persistente fluxo de capital externo para as ações brasileiras.
O noticiário corporativo reforçou o viés positivo, com Suzano disparando mais de 13% após resultado forte e expectativas otimistas para a demanda de celulose, enquanto TIM saltou 8%, também refletindo a repercussão a números melhores do que o previsto no último trimestre do ano passado. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 2,22%, a 190.058,97 pontos, segundo dados preliminares, marcando 190.561,18 no melhor momento, novo recorde intradia, após superar na sessão os 188 mil e os 189 mil pontos pela primeira vez. Na mínima, registrou 185.936,27 pontos. O volume financeiro no pregão somava R$34,9 bilhões antes dos ajustes finais.
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Brasil tem fluxo cambial negativo de US$294 milhões na última semana, diz BC
O Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$294 milhões em fevereiro até dia 6, período que corresponde à última semana, conforme dados divulgados na quarta-feira pelo Banco Central.
Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de US$827 milhões em fevereiro até dia 6. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, que contabiliza exportações e importações, o saldo de fevereiro até dia 6 foi positivo em US$532 milhões. Os dados mais recentes são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. No acumulado do ano até 6 de fevereiro, o Brasil registra fluxo cambial total positivo de US$4,792 bilhões.
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Índice de Preços ao Produtor sobe 0,12% em dezembro, diz IBGE Segundo o instituto, o indicador que mede a inflação da indústria ou de “porta de fábrica” encerrou o ano de 2025 com queda de 4,53%; doze das 24 atividades acompanhadas tiveram alta de preços em dezembro
O Índice de Preços ao Produtor (IPP), conhecido como a inflação da indústria ou de “porta de fábrica”, por considerar os preços sem impostos e fretes, subiu 0,12% em dezembro, e encerrou o ano de 2025 com queda de 4,53%, mostram os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos 12 meses de 2025, a inflação da indústria ficou no campo positivo apenas em janeiro (0,15%) e dezembro (0,12%). Doze das 24 atividades acompanhadas pelo IPP tiveram alta de preços em dezembro. A metalurgia e as indústrias extrativas foram as principais influências para esse resultado no campo positivo. O resultado fechado do IPP em 2025 contrasta com o observado em 2024, quando houve alta de 9,28%. Em 2023, o índice recuou 4,99%. O IPP é formado por dois índices: o da indústria de transformação e o da indústria extrativa. Na indústria de transformação, houve recuo de 0,01% em dezembro, ante queda de 0,21% em novembro, e retração de 4,03% em 2025. Já o IPP da indústria extrativa subiu 3,13% em dezembro – frente a recuo de 3,32% em novembro – e acumulou queda de 14,39% em 2025. Esse foi o segundo recuo mais intenso da série histórica do índice, atrás apenas de 2014 (-31,60%), que foi o primeiro ano que a pesquisa acompanhou a evolução dos preços nas indústrias extrativas. De acordo com o gerente do IPP, Murilo Alvim, o comportamento das indústrias extrativas no ano passado está ligado ao aumento da oferta global de óleos brutos de petróleo e de minérios de ferro, que ajudou a reduziu os preços. Metalurgia Os preços de metalurgia subiram 2,24%, com impacto de 0,15 ponto percentual (p.p.) na taxa de 0,12% do IPP. As indústrias extrativas registraram alta de 3,13% e responderam por 0,13 p.p. do IPP. Por outro lado, as atividades de alimentos e outros produtos químicos foram as que mais exerceram pressão para baixo na inflação da indústria. Os preços de alimentos caíram 0,76%, com influência de -0,19 ponto percentual. Outros produtos químicos, por sua vez, tiveram queda de 1,19%, com -0,09 ponto percentual de impacto. Na metalurgia, a alta de 2,24% em dezembro vem depois de recuo de 0,34% em novembro, ante outubro. O maior impacto veio de metais não ferrosos, escreveu o IBGE, ao citar a relação dessa categoria com as cotações das bolsas internacionais de produtos como alumínio, ouro e cobre. Em dezembro, a taxa de câmbio também influenciou o resultado, com aumento de 2,1% do dólar frente ao real, a despeito da queda de 10,6% no resultado consolidado de 2025.
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