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EXPROTAÇÃO-26.12.17:Argentinos visualizam com otimismo a possibilidade de abertura dos EUA PDF Imprimir E-mail

Depois que os Estados Unidos decidiram reincorporar a Argentina ao Sistema Geral de Preferências (SGP), o regime que permite países em desenvolvimento a exportar determinados produtos para este país sem pagar taxas de importação, fontes oficiais veem que está cada vez mais próxima a reabertura efetiva desde mercado para a carne bovina argentina.

 

Os Estados Unidos abriram seu mercado para os produtos bovinos advindos do país sul-americano em setembro de 2015, logo após a Argentina abrir uma reclamação diante da Organização Mundial do Comércio (OMC) por uma demora na reabertura, que considerava uma injustiça. O país havia ficado de fora desse comércio por ter ocultado um caso de febre aftosa em 2001.

 

A expectativa da indústria frigorífica argentina é de colocar cerca de 20.000 toneladas neste mercado, que representariam um faturamento de US$100 milhões. Contudo, por sucessivas travas burocráticas nos Estados Unidos e também por uma suposta intenção política, o setor não pode voltar a exportar até o momento.

 

Nas últimas horas, fontes oficiais que seguem as negociações com os Estados Unidos se mostraram otimistas porque dizem que este país deixou claro que "não há interferência política" para a reabertura.

 

"O acesso de carnes bovinas frescas permite ser mais otimista, dado que o USDA/FSIS (órgão que controla a inocuidade dos produtos e depende do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) está revisando informação enviada pelo Senasa. Esta avaliação do USDA já leva dois anos, mas está ao final do caminho", contou uma fonte oficial.

 

Em novembro, técnicos do Senasa realizaram uma videoconferência com os responsáveis do FSIS. O contato foi feito a pedido do FSIS, após uma dura carta que havia sido enviada pelo então ministro da Agroindústria, Ricardo Buryaile, para reclamar da demora das autoridades norte-americanas.

 

Enquanto há otimismo para a carne bovina, não ocorre o mesmo com o biodiesel, que ficou fora dos Estados Unidos por sanções do país por suposto dumping e subsídios.

 

"As possibilidades de solução passam por um caso na OMC ou que a indústria questione as medidas para os cortes dos Estados Unidos", avaliou a fonte consultada.

 

Tradução: Izadora Pimenta

 

Fonte: La Nación
 
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